A sibutramina, o remédio para emagrecer mais vendido no mundo - inclusive no Brasil - tem venda proibida na Europa.
Segundo estudos do SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) apontou que o uso de sibutramina aumentou em 16% o risco de infartos, derrames (AVC) e paradas cardíacas. Sendo assim, a EMA – European Medicine Agency, proibiu a prescrição e venda de sibutramina em toda a Europa.
Já o FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, recomendou que se inclua novas contraindicações nas bulas de medicamentos à base de sibutramina.
No Brasil, a Anvisa recomenda que o medicamento sibutramina não seja utilizado nos seguintes casos:
a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;
b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
A Anvisa, por meio da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) fará nova avaliação do estudo, com o objetivo de investigar os níveis de segurança do medicamento em pacientes com perfis distintos dos já estudados. Essa avaliação poderá levar a Agência a determinar outras medidas restritivas ao uso da substância.
Via/Créditos: Anvisa
Leia também: Sibutramina: Ação e nomes comerciais
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Segundo estudos do SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) apontou que o uso de sibutramina aumentou em 16% o risco de infartos, derrames (AVC) e paradas cardíacas. Sendo assim, a EMA – European Medicine Agency, proibiu a prescrição e venda de sibutramina em toda a Europa.
Já o FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, recomendou que se inclua novas contraindicações nas bulas de medicamentos à base de sibutramina.
No Brasil, a Anvisa recomenda que o medicamento sibutramina não seja utilizado nos seguintes casos:
a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;
b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
A Anvisa, por meio da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) fará nova avaliação do estudo, com o objetivo de investigar os níveis de segurança do medicamento em pacientes com perfis distintos dos já estudados. Essa avaliação poderá levar a Agência a determinar outras medidas restritivas ao uso da substância.
Via/Créditos: Anvisa
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