24.9.17

Anticorpo ataca 99% do vírus HIV

Aids: anticorpo é capaz de atacar até 99% do vírus HIV

Da Veja

Segundo um estudo publicado na quarta-feira na revista científica Science, o anticorpo foi capaz de prevenir a infecção em primatas.

Depois de anos infectado, o organismo de alguns pacientes desenvolve “anticorpos de ampla neutralização”, uma verdadeira arma capaz de matar grandes extensões de cepas do HIV.

Anticorpo ataca 99% do vírus HIV

O grande feito dos pesquisadores foi conseguir combinar três desses ‘super anticorpos’ em um “triplo anticorpo específico” ainda mais poderoso.

A próxima etapa, que está programada para 2018, irá estudar sua capacidade em prevenir ou tratar a infecção em humanos.

Leia matéria completa na Veja
Leia tudo o que já escrevemos sobre a Aids

Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

Ministros da Saúde das Américas em prol da saúde da população

Ministros da Saúde das Américas se juntam para definir ações em prol da saúde da população.

Ministros da Saúde de todas as Américas se reunirão na próxima semana, na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), para definir políticas de saúde pública, que abordem os principais desafios e orientem a cooperação técnica da organização em cada país.

Na 29ª Conferência Sanitária Pan-Americana, a ser realizada de 25 a 29 de setembro na sede da organização em Washington, D.C. (Estados Unidos), os Estados membros da OPAS também elegerão o próximo Diretor da Repartição Sanitária Pan-Americana, o secretariado da OPAS.

Ministros da Saúde das Américas saúde da população

A pessoa eleita assumirá um mandato de cinco anos em 1º de fevereiro de 2018. Dominica apresentou a candidatura de Carissa F. Etienne, que é diretora da OPAS desde 2013. Ela é a única candidata que foi apresentada e, conforme o regulamento, pode renovar seu mandato por mais cinco anos.

Além disso, será apresentada a edição do informe Saúde nas Américas+2017, que atualiza a situação de saúde na região e em cada um dos 52 países e territórios das Américas. O relatório descreve os progressos e os desafios dos países para alcançar uma melhoria na saúde da região.




As autoridades regionais de saúde também discutirão uma estratégia para fortalecer o papel dos recursos humanos em saúde para alcançar o acesso universal à saúde, uma estratégia e um plano de ação para fortalecer o controle do tabagismo nas Américas, uma política sobre etnia e saúde, bem como um plano de ação para a sustentabilidade da eliminação do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita e outro para fortalecer a coleta de estatísticas vitais.

Na sessão de abertura da Conferência, segunda-feira (25), contará com falas de Etienne; do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus; do secretário do Departamento de Saúde e dos Serviços Humanos dos Estados Unidos, Thomas E. Price; e Nickolas Steele, ministro da Saúde e Segurança Social de Granada, presidente cessante da Conferência Sanitária Pan-Americana, entre outros.

O relatório da OPAS que destaca as realizações e os desafios da saúde pública nos últimos cinco anos também será apresentado às delegações dos países. Também será discutida a Agenda de Saúde Sustentável das Américas, que foi desenvolvida pelos próprios países e servirá de marco para o trabalho regional alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2030.

Os ministros também considerarão dois informes finais sobre o impacto da violência na saúde das populações nas Américas e sobre a estratégia e o plano de ação para o controle do câncer cervical. Além disso, as autoridades de saúde discutirão relatórios de progresso sobre questões como epilepsia, saúde mental, deficiência e reabilitação, assistência humanitária, cooperação para o desenvolvimento da saúde, entre outros.

Durante a semana, serão realizados vários eventos paralelos a respeito de temas como equidade e desigualdades na saúde na região das Américas; mudanças climáticas e saúde; migrantes e saúde; fortalecimento dos serviços de saúde para melhorar o manejo das doenças não-transmissíveis; políticas para promover uma alimentação saudável; e segurança no trânsito.

A Conferência Sanitária Pan-Americana é a autoridade suprema da OPAS e se reúne de cinco em cinco anos para determinar suas políticas e prioridades. Também atua como um fórum para o intercâmbio de informações e ideias sobre prevenção de doenças, preservação, promoção e recuperação da saúde física e mental.




A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) trabalha com os países das Américas para melhorar a saúde e a qualidade de vida de suas populações. Fundada em 1902, é a organização internacional de saúde pública mais antiga do mundo. Atua como o escritório regional da OMS para as Américas e é a agência especializada em saúde do sistema interamericano.

O que: Abertura da 29ª Conferência Sanitária Pan-Americana da OPAS
Quando: segunda-feira, 25 de setembro de 2017, às 9 horas (horário de Washington D.C.)
Onde: sede da OPAS (525 23rd Street, NW, Washington, D.C.)
Link para participar virtualmente: https://livestream.com/pahotv/29PASC

Fonte: OMS

Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

Vacina brasileira contra zika previne a doença na gestação, mostra estudo

Testes apontam que vacina contra zika desenvolvida no Brasil previne a doença na gestação

Estudo desenvolvido pelo Instituto Evandro Chagas é um dos mais avançados para oferta de uma vacina contra a doença. Os testes feitos em camundongos, junto com institutos dos EUA, mostraram ainda que o vírus pode causar danos aos testículos e esterilidade

A vacina contra zika desenvolvida pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), vinculado ao Ministério da Saúde, apresentou resultado positivo nos testes em camundongos e macacos. A aplicação de uma única dose da vacina preveniu a transmissão da doença nos animais e, durante a gestação, o contágio de seus filhotes.

É um dos mais avançados estudos para a oferta de uma futura vacina contra a doença para proteger mulheres e crianças da microcefalia e outras alterações neurológicas causadas pelo vírus. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pela revista Nature Communications.

Resultados dos testes com a vacina contra zika


Os testes pré-clínicos foram realizados simultaneamente no Instituto Nacional de Saúde (NIH), Universidade do Texas e Universidade Washington, dos Estados Unidos, todos parceiros da pesquisa.

reprodução Nature

Os testes obtiveram sucesso em seu objetivo, que é impedir que o vírus zika cause microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central tanto nos camundongos quanto nos macacos. Já os testes em humanos devem ser realizados, a partir de 2019, na Fiocruz/Biomanginhos, no Rio de Janeiro.

Do grupo controle que não tomou a vacina, as fêmeas de camundongos tiveram aborto por conta da transmissão do vírus zika ou seus filhotes nasceram com microcefalia e outras alterações neurológicas.



ESTERILIDADE EM MACHOS - Além dos testes em fêmeas, foram realizados testes em camundongos machos. Um dos achados científicos inéditos é que o vírus zika pode ser capaz de causar esterilidade. A infecção nos animais reduziu consideravelmente a quantidade de espermatozoides, a mobilidade deles (ficaram praticamente imóveis) e o tamanho dos testículos (atrofia). Esses testes não foram realizados nos macacos.

No entanto, não é possível afirmar que esse efeito também se aplique aos seres humanos. O diretor do Instituto Evandro Chagas (IEC), Pedro Vasconcelos, ressalta que é preciso mais estudos para entender a dimensão deste problema. “Há uma preocupação de que esse achado evidencie que possa ocorrer um impacto similar entre os seres humanos, contudo ainda não há nenhum estudo que demonstre isso”, pontuou o diretor Pedro Vasconcelos.

A pesquisa não chegou a testar a capacidade dos animais de engravidarem fêmeas após os danos constatados nos testículos. Por isso, de acordo com o diretor do IEC, Pedro Vasconcelos, ainda não é possível apontar o impacto de esterilização nesses animais. “Estamos iniciando um novo experimento nesse sentido para verificar o impacto desta esterilidade na copulação dos animais. O que se sabe é que há uma grande quantidade de vírus na excreção do esperma, que significa que o vírus tem bastante capacidade de se replicar, causando a destruição das células que resulta em diminuição (atrofia) dos testículos e, consequentemente, a esterilidade”, concluiu o diretor do IEC.

Os testes da vacina que está sendo desenvolvida pelo IEC em parceria com os institutos norte-americanos também tiveram sucesso na proteção de animais machos. Além de demonstrar efetividade entre as fêmeas de camundongos e macacos, prevenindo a transmissão do vírus zika aos seus bebês, a vacina foi capaz de impedir danos aos testículos dos camundongos machos vacinados.



A parceria para essa pesquisa foi firmada em fevereiro de 2016 a partir de acordo internacional visando o desenvolvimento de vacina contra o vírus zika. O Ministério da Saúde vai destinar um total de R$ 7 milhões nos próximos cinco anos (até 2021) para o desenvolvimento e produção da vacina.

O imunobiológico em desenvolvimento utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado de apenas uma dose, já que vacina com vírus vivo são altamente capazes de estimular o sistema imunológico e proteger o organismo da infecção.

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde

Fonte: Agência Saúde e Nature (https://www.nature.com/articles/s41467-017-00737-8)

Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

23.9.17

Cartilha sobre câncer de próstata do Inca

INCA lança cartilha sobre câncer de próstata

O câncer de próstata é o tipo de câncer mais frequente em homens no Brasil, depois do de pele não-melanoma. Somente este ano, são esperados 61.200 casos novos da doença.

Para informar a população, em linguagem simples, sobre os aspectos gerais da doença, o INCA lança a cartilha Câncer de próstata: vamos falar sobre isso?

Cartilha Inca câncer de próstata

Criada a partir das respostas às principais dúvidas apresentadas por homens em grupos de pesquisa, a cartilha trata de aspectos gerais do câncer de próstata, possibilidades e limites para detecção precoce e fatores que podem aumentar o risco da doença.

Visualize a cartilha

Fonte: INCA
Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

Produção de vacinas no Brasil é referência para o mundo

Brasil é referência mundial em produção de vacinas.

A vacinação é uma das estratégias de política pública mais eficazes para a prevenção de infecções e epidemias.

O Brasil tem mais de 36 mil salas de vacinação espalhadas por todo o País, que aplicam, por ano, 300 milhões de imunobiológicos.

Produção de vacinas no Brasil é referência para o mundo

A marca coloca o País como um dos que mais oferecem vacinas pela rede pública de saúde. E o processo de produção é referência internacional, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Além de distribuir 25 tipos de vacinas gratuitamente, o País ainda exporta doses para mais de 70 países, sobretudo africanos.



No Brasil, as doses são produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz e pelo Instituto Butantan. O País já é autossuficiente na produção de insumos imunobiológicos.

A qualidade das instalações e pesquisas respalda a produção nacional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o órgão que regulamenta a produção e oferta das vacinas no País.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde e Academia Brasileira de Ciências

Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

Suicídio em Idosos: os com mais de 70 anos se suicidam mais

Taxa de suicídio é maior em idosos com mais de 70 anos

Em alusão ao setembro amarelo, mês de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde divulga, nesta quinta-feira (21/9), o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos.

Entre os idosos foram registradas média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. A média nacional é 5,5 por 100 mil. Também chamam atenção o alto índice entre jovens, principalmente homens, e indígenas. O diagnóstico inédito vai orientar a expansão e qualificação da assistência em saúde mental no país.


O Ministério da Saúde, com base nos dados do boletim, lança uma agenda estratégica para atingir meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de redução de 10% dos óbitos por suicídio até 2020. Entre as ações, destacam-se a capacitação de profissionais, orientação para a população e jornalistas, a expansão da rede de assistência em saúde mental nas áreas de maior risco e o monitoramento anual dos casos no país e a criação de um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. Desde 2011, a notificação de tentativas e óbitos é obrigatória no país em até 24h.

“Temos o compromisso de reforçar agora toda nossa rede de atenção psicossocial junto aos gestores locais, visando fortalecer e ampliar a assistência a todos os indivíduos que necessitam de atenção e cuidado neste momento”, afirmou o Secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante.

O diagnóstico registrou entre 2011 e 2016, 62.804 mortes por suicídio, a maioria (62%) por enforcamento. Os homens concretizaram o ato mais do que as mulheres, correspondendo a 79% do total de óbitos registrados.

Suicídio por estado civil


Os solteiros, viúvos e divorciados, foram os que mais morreram por suicídio (60,4%). Na comparação entre raça/cor, a maior incidência é na população indígena. A taxa de mortalidade entre os índios é quase três vezes maior (15,2) do que o registrado entre os brancos (5,9) e negros (4,7). “A reúne esforços entre as áreas de vigilância e assistência em saúde com programas de prevenção e cuidado da saúde mental para diminuir a mortalidade por suicídio”, ressaltou Quirino Cordeiro Junior, coordenador geral de Saúde Mental, álcool e outras drogas do Ministério da Saúde.

Suicídio em jovens


Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é maior entre os homens, cuja taxa é de 9 mortes por 100 mil habitantes. Entre as mulheres, o índice é quase quatro vezes menor (2,4 por 100 mil). Na população indígena, a faixa etária de 10 a 19 anos concentra 44,8% dos óbitos. “A notificação de casos é muito importante para que consigamos visualizar onde se encontram as regiões com maiores indicadores e reunir esforços para diminuir as taxas de suicídio. Já trabalhamos com ações de prevenção nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que, em breve, devem chegar nas áreas de maior incidência”, enfatizou Maria de Fátima Marinho, Diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.



O documento apresenta ainda que, entre os anos de 2011 e 2016, ocorreram 48.204 tentativas de suicídio. Ao contrário da mortalidade, foram as mulheres que atentaram mais contra própria vida, 69% do total registrado. Entre elas, 1/3 fez isso mais de uma vez. Por raça/cor, a população branca (53,2%) registrou maior taxa. Do total de tentativas no sexo masculino, 31,1% tinham entre 20 e 29 anos. Além disso, 58% dos homens e mulheres que tentaram suicídio utilizaram substâncias que provocaram envenenamento ou intoxicação.

Causas dos suicídios


Entre os fatores de risco para o suicídio estão transtornos mentais, como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões sociodemográficas, como isolamento social; psicológicos, como perdas recentes; e condições clínicas incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica, neoplasias malignas. No entanto, tais aspectos não podem ser considerados de forma isolada e cada caso deve ser tratado no Sistema Único de Saúde conforme um projeto terapêutico individual.

ASSISTÊNCIA É FATOR DE PROTEÇÃO – Os serviços de assistência psicossocial tem papel fundamental na prevenção do suicídio. O Boletim apontou que nos locais onde existem Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), uma iniciativa do SUS, o risco de suicídio reduz em até 14%. Existem no país, 2.463 CAPS e, no último ano, foram habilitadas 146 unidades, com custeio anual de R$ 69,5 milhões do Ministério da Saúde. Por isso, a agenda estratégia prevê a expansão dessas unidades nas regiões de maior risco.

Outro ponto para ampliar o atendimento é a parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV). O Ministério da Saúde tornou gratuito a ligação para a instituição que faz o apoio emocional por para prevenção de suicídios. A partir do dia 30/09, além do Rio do Grande do Sul, o 188 ficará disponível sem custo de ligação para mais oito estados: MS, SC, PI, RR, AC, AP, RO e RJ.

A expansão beneficiará 21% da população brasileira. Para se ter ideia do impacto da medida, no Rio Grande do Sul, onde já funciona desde setembro, número de atendimento aumento em treze vezes: de 4.500 ligações em setembro de 2015 para 58.800 em agosto deste ano.

Além disso, a entidade também presta assistência pessoalmente, via e-mail ou chat. A representante do CVV, Leila Herédia, ressalta a importância da gratuidade das ligações para o aumento dos atendimentos. “O custo das ligações era um fator impeditivo na hora das pessoas procurarem ajuda. No momento de angústia, as pessoas querem ser ouvidas, querem conversar. A medida vai facilitar o acesso da população aos serviços do CVV”, afirmou.



Também está previsto materiais de orientação para ampliar a comunicação social e qualificar a informação aos jornalistas, profissionais de saúde e a população. Por isso, o Ministério lançou um folheto informativo para os jornalistas, com sugestões sobre como abordar o tema.

Para a população, foi feito um folder com foco na identificação de sinais de alerta, como o que fazer e o que não fazer diante de uma pessoa com risco de suicídio. Já para profissionais de saúde, foi feito documento sobre a importância da notificação compulsória da tentativa de suicídio em até 24h e que traz informações técnicas sobre acolhimento na rede do SUS. Todos os documentos estão disponíveis para download no Portal da Saúde (www.saude.gov.br).

Já para a Educação Permanente dos profissionais de saúde na prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde oferta, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um curso à distância sobre Crise e Urgência em Saúde Mental. Desde 2014, já foram capacitados 1.994 profissionais. A próxima turma, prevista para 2018, capacitará outros 1.500 profissionais da RAPS, com capítulo sobre suicídio.

Outra capacitação prevista é a Oficina Nacional de Qualificação das Ações de prevenção suicídio entre povos indígenas, que será realizada em novembro. Também para os índios, ainda nesta ano, haverá a implantação das linhas de cuidados de prevenção do suicídio com capacitações em 16 DSEI prioritários e formação de jovens indígenas multiplicadores em estratégias de valorização da vida nas regiões com maior incidência de suicídio.

Por Victor Maciel, da Agência Saúde

Gostou do artigo sobre suicídio em idosos? Então complemente sua leitura com: 
Músicas negativas sobre velhice prejudicam saúde de idosos
Depressão e Suicídio em idosos

Imprimir esta receita ;-)
Leia Mais ►

22.9.17

Fim da cobrança de estacionamentos em unidades de saúde no Rio

Do G1:

Câmara aprova lei que proíbe cobrança em estacionamentos de unidades de saúde no Rio

Lei prevê estacionamento gratuito em hospitais, clínicas e prontos-socorros para pacientes e acompanhantes, mas ainda depende de regulamentação pela Prefeitura.

A lei vale para hospitais, clínicas, prontos-socorros, ambulatórios, laboratórios, associações e cooperativas médicas, públicas ou privadas, ainda que por serviço terceirizados, ou estabelecimentos de mesmo caráter no Rio.

Comentário Saúde com Ciência sobre o fim da cobrança de estacionamentos em unidades de saúde


Essa é uma lei que deveria vigorar em território nacional. Pacientes internados e familiares dos mesmos costumam gastar muito dinheiro com estacionamento e quando não podem arcar com essa despesa gastam tempo e paciência em encontrar vagas nos arredores dos serviços de saúde.

E penso mais...


Mais farmácias e drogarias deveriam firmar convênios com estacionamentos próximos a eles para, pelo menos, conceder descontos aos clientes (pacientes). Pacientes? Sim, pois farmácia agora é considerada um "estabelecimento de saúde". (Renata Fraia)

Leia Mais ►

Ministro da Saúde diz que há "excesso de hospitais" no Brasil

Para o ministro da Saúde, há excesso de hospitais no Brasil.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que o Brasil precisa caminhar para um modelo de atendimento à saúde que reduza a hospitalização.

Ministro da Saúde diz que há "excesso de hospitais" no Brasil

O sistema de saúde no Brasil poderia funcionar com um quinto dos hospitais disponíveis, segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Durante sua participação no EXAME Fórum Saúde, ele disse que é preciso tirar dos hospitais os pacientes que não precisam de cuidados emergenciais.

Continue lendo a matéria e veja a entrevista que ele concedeu à Exame.
Leia Mais ►

Assine nossa newsletter

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner