29.4.17

Quais são os benefícios da pitaya vermelha para a saúde?

Você conhece pitaya? Não? Sim? Mas e seus benefícios para a saúde, você conhece? Confira abaixo!

Antes de falar sobre as os benefícios da pitaya vermelha para a saúde vamos conhecer a fruta?

O que é pitaya vermelha?

pitaya fruta beneficios
pitaya vermelha. foto: WEN 1982

Também conhecia como dragon fruit (fruta do dragão?) a pitaya vermelha é uma fruta muito bonita, mas nada fácil de encontrar. Em uma feira comum, por exemplo, é impossível!

O nome "dragão" é devido à sua casca irregular e seus gomos escamosos. Ela brota de um cacto da família dos Cactos epifitos, e sua safra no Brasil é em dezembro. Além disso, é muito cultivada no restante da América do Sul, Israel e China. Vamos às sua propriedades?

Quais os benefícios da pitaya vermelha para a saúde?






Os benefícios são os mesmos para as pitayas de todas as cores. Confira!

1. Ação protetora das células do corpo devido aos muitos oxidantes do tipo polifenóis;
2. Ajuda na digestão pela presença de sementes na sua polpa;
3. Combate doenças cardiovasculares, devido às sementes que contêm ácidos graxos essenciais como os ômega 3 (mas para isso, é preciso morder as sementes também);
4. Regula o intestino devido aos oligossacarídeos (açúcares formados pela união de dois a seis monossacarídeos);
5. Emagrece por sua ação termogênica, que 'acelera o metabolismo', ajudando a eliminar gorduras e a controlar o apetite e também por possuir uma substância chamada tiramina, a qual ativa um hormônio chamado glucagon, estimulando, assim, o próprio corpo a utilizar as reservas de açúcar e gordura e transformá-las em energia;
6. Ajuda o diabético a aproveitar o açúcar, também pelo glucagon (citado acima);

    Informação nutricional da pitaya


    Componentes (Quantidade por 100 g de pitaya)

    Energia 50 calorias
    Água 85,4 g
    Proteínas 0,4 g
    Gorduras 0,1 g
    Carboidratos 13,2 g
    Fibras 0,5 g
    Vitamina C 4 mg
    Cálcio 10 mg
    Fósforo 16 mg



    Como comer pitaya?


    A polpa da pitaya pode ser consumida ao natural mastigando a fruta, em saladas, em forma de sucos, geleias ou mesmo doces, como sorvetes, iogurtes, tortas, etc.

    Agora que você já sabe quais são os benefícios da pitaya vermelha para a saúde confira também: Benefícios do Melão para a saúde e contra celulite!
    Leia Mais ►

    28.4.17

    Monitoramento de itens da medicina chinesa é prorrogado

    A decisão foi tomada durante reunião pública. Com isso, o uso dos produtos da medicina tradicional chinesa continuará a ser monitorado pela Anvisa até 2019.

    Pelos próximos dois anos, o uso dos produtos da medicina tradicional chinesa continuará a ser monitorado pela Anvisa.

    As regras deste acompanhamento estão descritas na RDC 21/2014, cujo prazo de validade a Diretoria Colegiada da Agência decidiu prorrogar por mais 24 meses. A decisão foi tomada durante reunião pública ocorrida nesta terça-feira (25/04).


    A medida visa possibilitar o monitoramento de informações sobre eventos adversos e insumos por mais tempo, a fim de subsidiar a identificação de novos requisitos regulatórios para as fórmulas medicinais chinesas.

    Além disso, um Grupo de Trabalho será nomeado para promover avanços na análise dos dados disponíveis no Brasil e dos requisitos adotados por autoridades sanitárias internacionais com o objetivo de promover melhorias no processo de regulação desses produtos.

    O regulamento estabelece que profissionais e consumidores poderão especificar eventuais reações adversas aos produtos por meio do formulário eletrônico FormSUS, disponível em: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=15631. De acordo com a RDC, as empresas que adquiram insumos para as formulações devem realizar o cadastro das substâncias acessando: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=16452

    Formulações da medicina tradicional chinesa


    Conforme a regulamentação, as formulações da medicina tradicional chinesa não são objeto de registro sanitário. Porém, os produtos só podem ser comercializados no Brasil se estiverem descritos na Farmacopeia daquele país.

    Além disso, as matérias-primas devem ter origem vegetal, mineral e cogumelos (fungos macroscópicos). Produtos que possuam matérias-primas de origem animal não podem ser comercializados no Brasil.

    Leia Mais ►

    O que você acha sobre as imagens nas embalagens de cigarro?

    Dê sua opinião sobre imagens em embalagem de cigarro.

    As Consultas 329 e 330/2017 propõem atualizar o regulamento sobre advertências e embalagens de produtos derivados do tabaco. A contribuição é até 26 de maio.

    Estão abertas duas Consultas Públicas que têm o objetivo de atualizar o atual regulamento sobre advertências e embalagens de produtos derivados do tabaco, a RDC 335/2003. A Consulta Pública 329/2017 quer saber sua opinião sobre os requisitos propostos pela Anvisa para as embalagens dos produtos derivados do tabaco.


    Já a Consulta Pública 330/2017 está aberta a suas críticas e sugestões sobre a proposta de regulamento da Agência sobre regras para comercialização e exposição à venda destes produtos. As contribuições podem ser feitas até o dia 26 de maio por meio de formulário específico disponível no portal da Anvisa.

    As Consultas propõem a utilização de 9 novas imagens, que estão sendo apresentadas apenas de forma conceitual, e frases de advertência inovadoras. O intuito é promover uma renovação nas atuais fotos estampadas nas embalagens de derivados do tabaco e manter a eficácia da comunicação dos malefícios à saúde causados pelo uso destes produtos.

    Após o término do prazo para contribuições, as sugestões serão avaliadas e o texto inicial poderá ser reformulado. O material dará origem a duas Resoluções, que irão regulamentar as alterações da Lei 9.294/96 e do Decreto nº 2.018/96. A intenção é combater as estratégias de marketing das indústrias que têm por objetivo a atratividade e o apelo para venda e utilização destes produtos

    Acesse a Consulta Pública 329/2017 na íntegra.

    Acesse a Consulta Pública 330/2017 na íntegra.

    Leia Mais ►

    27.4.17

    Prevenção contra Malária: OMS convoca países a salvarem vidas pela prevenção

    OMS convoca países a reforçarem prevenção contra malária e salvarem vidas

    Em um evento em Nairóbi, à véspera do Dia Mundial da Malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou os países a acelerar a ampliação de esforços para prevenção contra malária e salvar vidas. Na África Subsaariana, que responde por 90% da carga global de doença, mais de 663 milhões de casos foram evitados desde 2001.

    As telas tratadas com inseticidas têm tido maior impacto, representando 69% dos casos evitados por meio de ferramentas de controle.
    Prevenção contra Malária: OMS convoca países a salvarem vidas pela prevenção
    Prevenção contra Malária: OMS convoca países salvarem vidas com prevenção / foto: reprodução SUS

    Juntamente com o diagnóstico e o tratamento, a OMS recomenda um pacote de abordagens de prevenção comprovadas, incluindo mosquiteiros tratados com inseticida, pulverização de paredes internas com inseticidas e medicamentos preventivos para os grupos mais vulneráveis: mulheres grávidas, menores de cinco anos e lactentes.

    "As ferramentas recomendadas pela OMS fizeram uma diferença mensurável na luta global contra a malária", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS. "Mas precisamos de um impulso muito maior para a prevenção – especialmente na África, que carrega a maior carga da malária.”

    Relatório da OMS: "A prevenção da malária funciona: vamos preencher essa lacuna"


    O último relatório da OMS destaca lacunas críticas na cobertura de prevenção, particularmente na África Subsaariana. Estima-se que 43% das pessoas em risco de contrair malária nessa região não estavam protegidas em 2015 por mosquiteiros ou pulverização de inseticidas em ambientes interiores. Aproximadamente 69% das mulheres grávidas em 20 países africanos não tiveram acesso às três ou mais doses recomendadas de tratamento profilático.

    Alguns países têm incorporado às suas políticas essas medidas preventivas, mas sua adoção concreta tem sido lenta. Os tratamentos profiláticos para recém-nascidos, por exemplo – que são seguros, eficazes e bem aceitos pela população e profissionais da saúde – estão sendo implementados atualmente apenas em Serra Leoa.

    Em Sahel, onde ocorrem a maioria dos casos de malária e mortes pela doença entre crianças, no período chuvoso, a OMS recomenda a quimioprevenção sazonal da malária (SMC, sigla em inglês), uma terapia preventiva que tem demonstradamente reduzido em 75% os novos casos de malária grave em crianças pequenas. Em 2015, 10 países (Burkina Faso, Chade, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Nigéria, Senegal e Togo) haviam adotado e implementado a política da SMC.

    Progresso global e carga da malária


    De acordo com o Relatório Mundial da Malária de 2016, a taxa de novos casos de malária caiu em 21% globalmente entre 2010 e 2015. As taxas de mortalidade pela doença caíram 29% no mesmo período. Na África Subsariana, as taxas de incidências de casos e mortes diminuiu em 21% e 31%, respectivamente.

    Outras regiões mostraram progressos consideráveis na luta contra a malária, mas a doença continua a ser uma grande ameaça à saúde pública. Em 2015, houve 429 mil mortes por malária e 212 milhões novos casos. A cada dois minutos, uma criança morreu pela doença.

    "Qualquer morte por malária – uma doença evitável e tratável – é simplesmente inaceitável", disse Pedro Alonso, diretor do Programa Global contra a Malária da OMS. "Hoje estamos instando os países e parceiros para acelerar o ritmo de ação, especialmente nos países de baixa renda com uma elevada carga de malária."

    Noventa e um países relataram transmissão da malária em curso em 2015; todos estão trabalhando para reduzir a carga da doença por meio da implantação e utilização de ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento recomendadas pela OMS.

    Estratégia Técnica Mundial para a Malária da OMS (2016-2030)


    Em maio de 2015, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a Estratégia Técnica Mundial para a Malária da OMS 2016-2030, um plano de 15 anos para todos os países que trabalham para controlar e eliminar a malária. A estratégia fixa metas ambiciosas para 2030, tais como a redução da incidência e a mortalidade por malária em ao menos 90%, a eliminação da doença em no mínimo 35 países e a prevenção de sua reintrodução em todos os países que e já estão livres dela.

    As metas intermediárias para 2020 consistem em uma redução da incidência e mortalidade em 40% e a eliminação da doença em no mínimo 10 países. Menos da metade dos 91 países com transmissão de malária estão no caminho para alcançar essas metas.

    No entanto, há expectativas positivas de que, em 2020, a meta para a eliminação seja alcançada. Segundo o relatório da OMS “Eliminação da malária”, publicada em 2016, 21 países têm possibilidades de alcançar zero mortes de indígenas pela doença ao menos em um ano até 2020.

    Eliminação da malária


    Nos últimos anos, sete países foram certificados pela diretora-geral da OMS em relação à eliminação da malária: Emirados Árabes Unidos (2007), Marrocos (2010), Turcomenistão (2010), Armênia (2011), Maldivas (2015), Sri Lanka (2016) e Quirguistão (2016). Essa certificação é concedida pela OMS quando os países alcançam a meta de pelo menos três anos consecutivos com zero casos de malária contraídos localmente.

    Em 2015, a Região Europeia da OMS conseguiu interromper a transmissão da malária entre indígenas e foi declarada como livre da malária no ano seguinte. A Região tem mantido esse status desde então e países em risco de reintrodução da doença estão fortalecendo seus esforços para proteger suas populações do risco de uma nova exposição à doença.

    Aproveitando a inovação


    Os progressos futuros na luta para prevenir a malária provavelmente serão moldados por avanços e inovações tecnológicas em novas ferramentas, em particular novas intervenções para o controle de vetores e, possivelmente, uma vacina.

    A Região Africana da OMS vai anunciar nesta segunda-feira (24) os três países que participarão do programa experimental de vacinação contra a malária coordenado pela OMS, que terá início em algumas áreas em 2018. A vacina injetável, conhecida como “RTS,S”, foi desenvolvida para proteger as crianças africanas e será avaliada de forma experimental como instrumento complementar ao controle da malária, e pode ser adicionada ao pacote básico de medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença recomendados pela OMS.

    O Dia Mundial da Malária é celebrado na Semana Mundial de Imunização (24 a 30 de abril), em que se defende o uso de vacinas para proteger a população contra 26 doenças. Em geral, calcula-se que a vacinação evita entre 2 e 3 milhões de mortes por ano.

    Números da malária no mundo


    Prevenção contra Malária: OMS convoca países a salvarem vidas pela prevenção

    Fonte: OMS
    Leia Mais ►

    Da Anvisa: importação de medicamentos pelo SUS

    Aberta consulta sobre importação para o SUS. Texto da Consulta Pública 327 discute critérios de importação de medicamentos e insumos estratégicos para uso do SUS.

    A proposta de regulamentação dos critérios para a importação excepcional de produtos sem registro na Anvisa e destinados para uso em programas do Sistema Único de Saúde (SUS) está aberta para contribuições da sociedade.

    Importação de medicamentos pelo SUS

    A Consulta Pública 327/2017 inclui produtos como imunobiológicos, inseticidas, insumos estratégicos a serem adquiridos, em regra, por meio de organismos multilaterais internacionais.

    Como participar da consulta pública de importação de medicamentos


    Os interessados devem enviar as sugestões para a Consulta Pública 327 até 16 de junho, por meio do preenchimento do formulário eletrônico. As contribuições enviadas serão analisadas pela Anvisa .

    TExto original (Anvisa) da consulta pública


    Agência Nacional de Vigilância Sanitária
    www.anvisa.gov.br

    Consulta Pública n° 327, de 7 de abril de 2017
    D.O.U de 10/04/2017

    A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe
    confere o art. 15, III e IV aliado ao art. 7º, III, e IV, da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o art. 53, III, §§

    1º e 3º do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC

    n° 61, de 3 de fevereiro de 2016, resolve submeter à consulta pública, para comentários e sugestões do público em geral, proposta de ato normativo em Anexo, conforme deliberado em reunião realizada em 4 de abril de 2017, e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação.

    Art. 1º Fica estabelecido o prazo de 60 (sessenta) dias para envio de comentários e sugestões ao texto da Proposta de Resolução da Diretoria Colegiada que dispõe os critérios e procedimentos para importação, em caráter de excepcionalidade, de produtos sujeitos à vigilância sanitária sem registro na Anvisa, nos termos do § 5º, do art. 8º da Lei nº 9.782, de 1999, e do §4º, do art. 7º do Decreto nº 8.077, de 2013, destinados exclusivamente para uso em programas de saúde pública no âmbito do SUS, conforme Anexo.

    Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo terá início 7 (sete) dias após a data de publicação
    desta Consulta Pública no Diário Oficial da União.

    Art. 2º A proposta de ato normativo estará disponível na íntegra no portal da Anvisa na internet e as
    sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico,
    disponível no endereço: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=31003.

    §1º As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer
    interessado por meio de ferramentas contidas no formulário eletrônico, no menu “resultado”, inclusive durante o processo de consulta.

    §2º Ao término do preenchimento do formulário eletrônico será disponibilizado ao interessado número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos em meio físico junto à Agência.

    §3º Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e
    recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte
    endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Diretoria de Gestão Institucional – DIGES, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.




    §4º Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais – AINTE, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

    Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. 1º, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária promoverá a
    análise das contribuições e, ao final, publicará o resultado da consulta pública no portal da Agência.

    Parágrafo único. A Agência poderá, conforme necessidade e razões de conveniência e oportunidade,
    articular-se com órgãos e entidades envolvidos com o assunto, bem como aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para subsidiar posteriores discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada.

    JARBAS BARBOSA DA SILVA JR. 

    Fonte: Anvisa
    Leia Mais ►

    26.4.17

    Uva protege e melhora a memória de quem começou a ter lapsos, diz pesquisa

    Está comprovado! Uva preserva a memória -- inclusive em casos de Alzheimer, mesmo!

    Acha que anda meio esquecido ultimamente? Relaxa... todo mundo anda! Mas se você é daqueles que consome uva ou o suco dela com frequência pode estar levando vantagens entre muitos de nós (estou entre os que bebe suco de uva integral diariamente -- 140 ml no mínimo!).


    Isso porque cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que comer duas porções de uvas diariamente ajuda a frear a evolução dos lapsos de memória, um dos primeiros sintomas do Alzheimer. O estudo foi publicado na Experimental Gerontology.

    Durante o estudo, voluntários com perda cognitiva leve (perda de memória, falta de atenção e dificuldades relacionadas ao raciocínio lógico) que consumiram a fruta apresentaram uma melhora em regiões do cérebro responsáveis pela memória, além de apresentarem a atividade metabólica saudável nas regiões do cérebro que são afetadas pelos primeiros estágios da doença de Alzheimer.

    Além disso, aqueles que consomem uma dieta enriquecida com uva também exibiram aumento do metabolismo em outras áreas do cérebro que se correlacionam com melhorias individuais na atenção e desempenho de memória de trabalho.

    O principal autor do estudo, Daniel Silverman, disse:

    “Além disso, as regiões normalmente acometidas no estágio inicial do Alzheimer se mantiveram estáveis”, 



    O grupo de pessoas que não recebeu as porções de uva piorou no aspecto da memória. Segundo Silverman, é bastante provável que o efeito da uva sobre a memória tenha a ver com as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias da fruta -- já bem conhecidas devidos aos seus antioxidantes polifenóis. [Resveratrol, um composto extraído das uvas é nova promessa de rejuvenescimento.]

    "Este estudo piloto contribui para a crescente evidência que demonstra um papel benéfico das uvas na saúde neurológica e cardiovascular, porém mais estudos clínicos com grupos maiores de indivíduos são necessários para confirmar os efeitos observados até aqui".

    Comentário Saúde com Ciência


    Há de se lembrar que na pesquisa são foram citados quais, efetivamente, foram os antioxidantes que agiram em prol da memória, nem a qualidade de uvas usada no estudo. No entanto, sabemos que as uvas ROXAS são as que concentram as maiores quantidades de polifenóis. (Renata Fraia)

    Fonte: EurekAlert


    Leia Mais ►

    Assine nossa newsletter

    Enter your email address:

    Delivered by FeedBurner