19.8.17

Ativos buprenorfina e lurasidona são atualizados na lista de controlados Anvisa

Anvisa atualiza lista de substâncias controladas.

Norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta quinta-feira (17/8), alterou o tipo de receita médica exigida para a compra de dois medicamentos (ou fármacos para a fabricação destes) de uso controlado, a buprenorfina (na forma de adesivo) e a lurasidona.

Buprenorfina


Dentro de 30 dias, a compra dos medicamentos contendo a substância buprenorfina na forma de adesivos com matriz transdérmica será feita por meio de receita de controle especial em duas vias, não mais com a receita amarela (ou notificação A), que só pode ser impressa por autoridades sanitárias.

A decisão da Agência se deve em razão das características e das tecnologias farmacêuticas do produto. Também foram considerados dados de monitoramento da segurança de uso desse tipo de medicamento no Brasil.

 As vendas de medicamentos contendo buprenorfina na forma de adesivos continuarão a ser registradas no sistema eletrônico de controle de medicamentos da Anvisa, Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), o que permitirá o acompanhamento dessa nova medida.

Sobre a buprenorfina


A buprenorfina (cloridrato de buprenorfina) é um medicamento analgésico (para aliviar a dor) utilizado no tratamento da dor, de moderada a intensa, após infarto, cirurgias* ou aquelas causadas em pacientes com doenças graves ou terminais.

* Porém não é ideal para analgesia no período pós-operatório imediato.

Pertencendo ao grupo dos analgésicos opioides, esse medicamento está contraindicado em pacientes com insuficiência respiratória ou hepática graves. Ele não deve ser utilizado no tratamento de dependência de narcóticos. É, ainda, contraindicado para pacientes dependentes de outros opioides como morfina, oxicodona, petidina, metadona e fentanil.

Lurasidona


A mesma norma, Resolução RDC n° 169/2017, incluiu a substância lurasidona na lista de substâncias sujeitas a controle especial.

Essa classificação ocorre devido à fase final do processo de registro de medicamento novo à base desta substância.

Sobre a lurasidona


Após a avaliação do registro, o medicamento, que será indicado para o tratamento da esquizofrenia [LER: Maconha precipita a esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos] e da fase depressiva do transtorno bipolar, só poderá ser dispensado mediante apresentação da receita de controle especial em duas vias.

Modo de ação

A lurasidona é um medicamento antipsicótico que, no cérebro, liga-se e
afeta vários tipos de receptores dos neurotransmissores (substâncias químicas que permitem às células nervosas comunicarem entre si) na superfície das células nervosas.

O modo de funcionamento da lurasidona consiste essencialmente em bloquear os receptores dos neurotransmissores...

Modo de ação (para médicos e farmacêuticos)

... Dopamina, 5-hidroxitriptamina (também conhecida por serotonina) e
noradrenalina. Uma vez que a dopamina, a 5-hidroxitriptamina e a noradrenalina.

Resolução RDC n° 169/2017


A Resolução RDC n° 169/2017 é uma atualização da Portaria SVS/MS n° 344/1998, que dispõe sobre as medidas de controle para substâncias entorpecentes, precursoras, psicotrópicas e outras sob controle especial.

São consideradas substâncias sujeitas a controle especial no Brasil aquelas elencadas nas listas do Anexo I da referida Portaria. As atualizações das listas estão disponíveis no seguinte endereço: http://portal.anvisa.gov.br/lista-de-substancias-sujeitas-a-controle-especial.

Fontes e referências bibliográficas:

Anvisa (http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/anvisa-flexibiliza-venda-de-adesivos-de-buprenorfina/219201?p_p_auth=Jwzc1LUT&inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_auth%3DJwzc1LUT%26p_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_dKu0997DQuKh__column-1%26p_p_col_count%3D1)

http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=547812014&pIdAnexo=1945455

http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR_-_Summary_for_the_public/human/002713/WC500164685.pdf

http://www.saudecomciencia.com/search/label/esquizofrenia #E7F2FC
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18.8.17

Puberdade Precoce tem tratamento?

Atenção aos Sinais de Desenvolvimento Precoce da Criança: Puberdade Precoce é uma Disfunção e pode ser tratada

Puberdade é o nome que se dá ao começo do aparecimento dos caracteres sexuais que distinguem meninos e meninas. A data que se espera que ela comece varia entre meninas e meninos. Enquanto nelas começa por volta dos 8 aos 13 anos de idade e, neles ela se inicia entre 9 e 14 anos.

Na puberdade precoce, os sinais são os mesmos, mas eles aparecem antes do período considerado normal.

Puberdade Precoce tratamento
foto: ivabalk

Como acontece a puberdade normal?


Quando o corpo de uma criança está pronto para iniciar a puberdade, uma parte do cérebro chamada de hipotálamo libera um hormônio chamado de hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH).

Este hormônio faz com que a hipófise (uma pequena glândula na base do cérebro) libere dois outros hormônios: o Hormônio Luteinizante (LH) e o Hormônio Folículo Estimulante (FSH).

O LH e o FSH estimulam os ovários e testículos a produzirem, principalmente, estrogênio nas meninas e testosterona nos meninos – hormônios responsáveis pelas alterações que vivenciamos durante a puberdade.

Quais são as causas da puberdade precoce?


As possíveis causas da puberdade precoce são várias, dentre elas estão as de origem familiar (em que outras pessoas já apresentaram o mesmo adiantamento da puberdade, idiopática (sem causa aparente) ou orgânica, como tumores e meningite, por exemplo. É importante ressaltar que, apesar dos pais poderem carregar o gene para puberdade precoce, ela não é hereditária.

As meninas tendem a menstruar pela primeira vez próximo à idade da primeira menstruação da mãe, mas isso também não é uma regra.

Além das situações sem causas aparentes, também há maior risco da criança desenvolver puberdade precoce se:

- Foi exposta aos hormônios sexuais (estrogênio e testosterona) antes do tempo, por meio do uso de cremes, pomadas ou suplementos para adultos que contenham estes hormônios;
- Está muito acima do peso recomendado para a sua idade e altura;
- Tiver recebido tratamento com radiação no sistema nervoso central, como os utilizados para tratar tumores, leucemia, entre outros;
- Tiver outras condições médicas, como Síndrome de McCune-Albright, hiperplasia adrenal congênita e, em casos raros, hipotireoidismo.

Nos meninos, a puberdade precoce é menos comum, mas suas causas podem indicar problemas mais sérios no sistema nervoso central ou nos testículos ou nas glândulas suprarrenais.

Quais são os sinais da puberdade precoce?


A puberdade precoce é 10 a 23 vezes mais comum em meninas do que em meninos.

Aparecimento de mamas e/ou de pelos pubianos em meninas com menos de 8 anos de idade e/ou menstruação antes dos 9 anos de idade, aumento do pênis e/ou dos testículos e/ou aparecimento de pelos pubianos em meninos com menos de 9 anos podem ser sinais de puberdade precoce – quando o período considerado “normal” é de 8 a 13 anos para meninas e de 9 a 14 anos para meninos.

O que acontece se a puberdade precoce não for tratada?


Se não diagnosticada e tratada, esta alteração pode ter impacto psicológico e social na criança, além de afetar seu desenvolvimento.

No início, essas crianças são, em geral, mais altas que seus amigos ou familiares da mesma idade. Essa aceleração do desenvolvimento ósseo na criança, antes do tempo considerado normal, pode resultar em baixa estatura na vida adulta.

A Dra. Débora Lago, Endocrinologista Pediátrica do Hospital Universitário (HUUFMA) faz um alerta:

As crianças que apresentam desenvolvimento dos caracteres sexuais precocemente devem ser examinadas, e, em muitos casos, precisam ser tratadas. O principal objetivo do tratamento é impedir que a criança chegue à puberdade antes do tempo desejado e possa, assim, manter seu desenvolvimento cronológico compatível com a idade óssea. 

As crianças mais desenvolvidas do que colegas da mesma idade podem desenvolver problemas de ordem psicológica e social, como depressão e discriminação. Além disso, é importante ressaltar que a puberdade precoce pode levar a um início precoce da atividade sexual, o que contribui para a ocorrência de gestações indesejadas e aquisição de infecções sexualmente transmissíveis”.

Como descobrir se a criança entrou na puberdade antes do tempo?


O diagnóstico da puberdade precoce é realizado por um conjunto de informações, a partir do histórico clínico da criança, exame físico e testes complementares, como dosagem hormonal e exames de imagem como raio X de punho para avaliação da idade óssea e sua comparação com a idade cronológica.

Os médicos especializados são os pediatras e endocrinologistas pediátricos.

Qual o tratamento para puberdade precoce?

O tratamento da puberdade precoce depende de sua causa. Este visa a regressão ou estabilização dos caracteres sexuais secundários e retorno do ritmo de crescimento da criança aos padrões considerados normais.

Além disso, tem como objetivo também promover um ajuste psicossocial na criança, bem como alívio da ansiedade dos pais. Com o monitoramento constante e tratamento adequados, a criança pode voltar a ter um crescimento e desenvolvimento compatíveis com sua idade cronológica.

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17.8.17

Fila de registro de genéricos e similares vai diminuir

Reorganizada fila de registro de genéricos e similares

A Anvisa reorganizou a fila de petições de registro de medicamentos genéricos e similares. A iniciativa tem por objetivo reduzir o tempo de espera das solicitações formalizadas à Agência.

A Lei 13.411/2016 faculta à Anvisa adotar medidas e novos cronogramas para tratar as petições que aguardam análise. Assim, a estratégia inicialmente estabelecida pela Agência ataca o passivo de medicamentos genéricos e similares [entenda: Qual a diferença entre medicamentos genéricos, similares, similares intercambiáveis e referência?], tratando as petições que já aguardam avaliação e as novas petições.

Com isso, a fila de registro destes medicamentos foi estratificada da seguinte maneira:

Nova fila de registro de medicamentos


  • Grupo 1: Petições que entraram depois de 29/03
  • Grupo 2: Petições que contém 13 formas farmacêuticas semelhantes e processos produtivos controlados
  • Grupo 3: Petições de empresas que apresentam apenas 1 ou 2 petições
  • Grupo 4: Demais petições não priorizadas nos grupos anteriores
  • (baixe a tabela dos grupos)

Dentro dessa nova estratégia, o grupo 1 receberá atuação prioritária. Posteriormente, os outros três grupos passarão a atuar de maneira paralela. Dessa forma, a Anvisa atuará com 4 filas simultaneamente.

A ordem dentro de cada grupo seguiu a lógica cronológica, com agrupamento por Insumo Farmacêutico Ativo (IFA). Veja:

Fila registro de genéricos e similares diminui

No caso das petições do grupo 4, será lançado um edital de interesse de desistência ou troca no lugar da fila de análise. Com isso, haverá a possibilidade de retirar da lista de espera as petições que tratam de medicamentos que as empresas não possuem mais interesse no registro. Isto possibilitará a troca de lugar por outra petição de interesse para a empresa. Essa ação permitirá que os produtos de relevância para a saúde pública possam ser analisados em um tempo mais célere.

Em relação às petições de alteração pós-registro de medicamentos, a Anvisa abrirá Edital de Chamamento Público para requerimento de informações, com o objetivo de mapear as alterações solicitadas nas petições que aguardam análise. Assim será possível construir ações estratégicas que permitam a racionalização da análise e melhoria do fluxo de trabalho na Agência, o que vai resultar em maior eficiência e diminuição de tempo de fila.

Caso a empresa protocole novamente os mesmos processos de registro que atualmente estão na fila aguardando análise referentes a um dos grupos (II, III e IV), o processo mais antigo será arquivado/encerrado.  Tal ação se justifica pelos princípios da economicidade, da razoabilidade e da eficiência na Administração Pública.

Todas as filas de análise são públicas e divulgadas no portal da Anvisa permitindo o acompanhamento do projeto.

Além dessas estratégias, a Anvisa vem fazendo um esforço conjunto para o aumento da força de trabalho e aumento da produtividade.

Os resultados da implementação dessas ações serão acompanhados, fase a fase, a fim de que se possam fazer as adequações necessárias para atingir os objetivos, sempre com foco em eficiência, qualidade, agilidade e transparência, gerando benefícios para todos.

Complemente sua leitura com: Venda de medicamentos sem registro no Brasil: por que isso ainda ocorre?

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16.8.17

Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê

Intestino saudável conduz à longevidade, diz especialista.

O intestino é um órgão com um "sistema nervoso próprio", quase como um segundo cérebro, denominado sistema nervoso entérico, com cerca de 100 milhões de neurônios, segundo a farmacêutica Yasumi Ozawa Kimura*.

Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê
Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê

O intestino abriga uma população de aproximadamente 100 trilhões de microrganismos, de mais de 300 espécies, que compõem a microbiota intestinal humana, e a sua composição pode fazer a diferença entre a saúde e a doença.

Leia tambémMáquina transforma fezes humanas em Água Potável: investimento de Bill Gates.


O intestino também é responsável pela produção de diversas substâncias fundamentais que atuam como neurotransmissores. Estudos recentes indicam que até 90% da serotonina, o neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar e felicidade, é produzida no intestino, e levam à conclusão de que, se o intestino funcionar bem, menores serão os riscos de ocorrência de depressão e ansiedade.

O intestino é tão fundamental à vida que possui um sistema nervoso próprio, denominado sistema nervoso entérico (SNE), totalmente especializado para as funções intestinais. O SNE, que começa no esôfago e termina no ânus, possui aproximadamente 100 milhões de neurônios, número próximo à quantidade de neurônios da medula espinhal, e é capaz de controlar o trato gastrointestinal mesmo se as conexões com o sistema nervoso central forem interrompidas. Esses neurônios são capazes de perceber o que há de errado no nível do intestino e se comunicarem entre si, o que pode regular os movimentos peristálticos e provocar uma série de sintomas.

O intestino é "inteligente": várias doenças podem ser associadas a ele


Graças a essa capacidade, o intestino passou a ser considerado um órgão ‘inteligente’ e, por esse motivo, tem sido classificado pelos cientistas como o ‘segundo cérebro’. Especialistas acreditam que importantes enfermidades, como doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença diverticular, diabetes, Parkinson, constipação, diarreia, dispepsia e síndrome do intestino irritável, entre outras, podem estar associadas a alterações neuroquímicas do sistema nervoso entérico, ou seja, há uma grande possibilidade de o intestino estar relacionado a cada uma delas de maneira muito mais importante do que se imaginava.

A Ciência já conseguiu demonstrar, por exemplo, que o intestino serve de barreira entre o exterior e o interior do organismo, e que a integridade dessa barreira é essencial para a imunidade. Aproximadamente 80% das células produtoras de anticorpos estão associadas à mucosa do intestino delgado, cuja área pode variar entre 200m² e 350m². Outros estudos confirmam que, em termos de células – linfócitos, por exemplo –, o sistema imunológico do intestino é o mais importante do organismo.

Intestino... "O segundo cérebro": Farmacêutica comenta livro de especialista
farmacêutica Yasumi Ozawa Kimura / especialista em alimentos

Diante de todas essas confirmações, os profissionais da saúde e consumidores começam a olhar de maneira diferente para a saúde intestinal. No dia a dia, há muitas formas de manter a microbiota intestinal saudável, o que envolve especialmente bons hábitos, além de boa alimentação. Evitar o fumo e as bebidas alcoólicas, manter uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e outros alimentos ricos em fibras e minerais, ingerir uma quantidade adequada de água (pelo menos oito copos) diariamente e praticar atividade física com frequência estão entre os hábitos que manterão íntegro esse importante órgão vital.

Para reforçar a saúde da microbiota intestinal também é recomendável ingerir diariamente alimentos com probióticos, como o Leite Fermentado com Lactobacillus casei Shirota, por exemplo. A Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), definiu em 2001 que probióticos – termo que tem origem grega e significa ‘para a vida’ – são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, conferem efeitos benéficos ao hospedeiro.




As pesquisas sobre a microbiota intestinal são realizadas desde o século 19. Mas, recentemente, técnicas desenvolvidas na área da biologia molecular e da imunologia têm sido amplamente utilizadas, resultando em um rápido avanço e possibilitando que seja ampliado o escopo das pesquisas relacionadas ao órgão.

Leia também: Alimentos inflamatórios, saiba quais são e evite-os.

O século 21 está sendo considerado como o século da Medicina Preventiva, pois é o momento de intensificar a procura por alternativas para prevenir o aparecimento de doenças. E as recentes pesquisas científicas com os diversos microrganismos probióticos vêm ao encontro às novas propostas da Medicina Preventiva com o fortalecimento do organismo através do intestino saudável.

Em seu livro ‘O segundo cérebro’ (Editora Campus), o professor e pesquisador Michael D. Gershon, da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, afirma que ‘limitar o papel do intestino à digestão seria reduzir consideravelmente a importância desse órgão’.

* Yasumi Ozawa Kimura é farmacêutica-bioquímica com especialização em Alimentos pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP (Universidade de São Paulo), com estágios de aperfeiçoamento em Tecnologia de Alimentos pelo Ministério das Relações Exteriores do Japão. Pós-graduada em Administração em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) é consultora técnica-científica da Yakult S.A. Indústria e Comércio.
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15.8.17

Albumina, o que é, benefícios

Albumina, um nome pouco conhecido para uma substância tão importante para nosso organismo.

Nesse artigo você vai saber sobre a o que é albumina; se a albumina emagrece e quais seus benefícios.

Albumina, o que é?


Albumina é a principal proteína do ovo. A albumina é encontrada na clara do ovo como também no leite.

Dentro de nosso organismo a albumina se concentra no plasma sanguíneo e representa cerca de 50% de toda a proteína circulante.

Como a albumina aumenta a massa muscular é muito utilizada por praticantes de musculação e atividades físicas em geral, devido à grande variedade de aminoácidos constituintes da proteína albumina.

Albumina o que é
clara de ovo é rica em albumina - foto.

A albumina emagrece?

A albumina emagrece devido a capacidade de aumentar a sensação de saciedade. LEIA "Comer ovo no café da manhã emagrece".


Muitos medicamento se ligam fortemente à albumina do sangue (soroalbumina) antes de serem utilizados ou para formarem o tempo de 1/2 vida do medicamento.

Os nomes da Albumina


O nome da albumina muda de acordo com o meio onde se encontra, veja:
  • Ovoalbumina:  albumina da clara do ovo.
  • Soroalbumina:  albumina do soro sanguíneo.
  • Lactoalbumina: é a albumina do leite.




Funções da albumina (benefícios)

  • Mantém a pressão osmótica equilibrada.
  • Transporta os hormônios lipossolúveis (solúveis em gorduras).
  • Faz o transporte de hormônios da tireoide.
  • Promove união competitiva com o cálcio (Ca ++).
  • Transporte de ácidos graxos livres.
  • Faz o transporte de bilirrubina não-conjugada.
  • Controla o pH sanguíneo.
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