4.11.08

Combate à DENGUE, novas medidas

Armadilha para o mosquito em vaso é uma das ferramentas.O Ministério da Saúde escolheu 11 cidades do País, entre elas sete capitais, para servir como laboratório de novas estratégias para atacar a dengue. O objetivo é testar ferramentas para antecipar o diagnóstico, racionalizar e potencializar o combate à doença no verão.


As ações consistem na instalação de armadilhas para capturar o mosquito transmissor, na realização de testes rápidos de sangue, que indicam prontos em 15 minutos, e na comunicação por internet dos casos da doença, a ser feita pela população.


Em São Paulo, as cidades escolhidas foram São José do Rio Preto, no interior, e Santos, no litoral. As outras são Aracaju, Belo Horizonte, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Maringá (PR), Recife, Santa Luzia (MG) e Vitória.O Ministério da Saúde ainda não divulgou o volume total de recursos empregado, mas as verbas devem sair do pacote de R$ 1 bilhão anunciado em outubro pelo ministro José Gomes Temporão. 


Todas as ações serão acompanhadas por técnicos do ministério e das secretarias estaduais da Saúde.Em São José do Rio Preto (a 440 quilômetros de São Paulo), duas ações vão consumir R$ 218 mil. Uma delas, segundo a coordenadora municipal do programa de combate à dengue, Amena Ferraz, é a instalação das armadilhas em formato de vaso preto, com água no fundo.


 "O mosquito será atraído pelo odor de pastilhas colocadas na água e, quando tentar sair, ficará preso a um adesivo, sem conseguir depositar os ovos", explica.A cidade é uma das campeãs de dengue. Neste ano, já foram registradas ali 15.333 notificações de casos da doença, quatro de dengue hemorrágica.Em Santos, a prefeitura ainda aguarda orientações sobre as novas estratégias, entre elas o número de armadilhas que a cidade receberá e os locais onde os equipamentos devem ser instalados. 


A Secretaria Municipal de Saúde também não foi informada quando o exame rápido começa a ser feito e nem a quem cabe a análise.O secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues Filho, afirma que as novas estratégias não eliminam a aplicação do Plano Nacional de Controle da Dengue, ou seja, as ações que já vêm sendo realizadas - visitas a residências, mutirões, atividades educativas e bloqueios - continuarão. Por ChicoSiqueira, colaborou Rejane Lima


fonte: O Estado de São Paulo

Saúde com Ciência

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