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28.2.09

Alho - Propriedades

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Aqui você encontra texto abrangente sobre o alho, incluindo as propriedades do alho. O tempero mais utilizado na culinária brasileira. Usos medicinais.

O alho era muito utilizado há milhares de anos pelos herbanários (estabelecimento que vende ervas medicinais) e curandeiros para combater inúmeras doenças.

Louis Pasteur, químico francês do século XIX, evidenciou propriedades anti-sépticas que há no alho, informações, estas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo. Hoje o alho é receitado pelos naturalistas e outros que acreditam na cura pelas ervas como também para prevenir resfriados, gripes e doenças infecciosas.


Foi feito um estudo pelos cientistas mais profundo, a respeito do uso do alho para o colesterol e na hipertensão, eles explicam que a alicina, uma substancia química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial.

Também nesta pesquisa descobriram que reduz as coagulações sanguíneas, diminuindo assim o risco de infarto e derrame cerebral.

Foram feitas pesquisas em laboratórios com animais, que mostram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.

Ainda não foi determinada a quantidade de alho a ser consumida para obter esses benefícios a saúde. Alguns médicos alemães acreditam que quatro gramas, que seria o equivalente a dois dentes de alho, seria o suficiente para tratar a hipertensão ou o colesterol, já para inibir a coagulação sanguínea, teria no mínimo ser 10 dentes de alho.

Já os clínicos discordam quanto a ser cozido ou desidratado. Defendem que o consumo seja cru, o seu inconveniente é que o alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele.

Não existem garantias de que o alho evita as doenças. Mas de qualquer forma sabemos que o alho enriquece as refeições deixando com mais sabor.

Fonte: /www.sociedadedigital.com.br/artigo.php?artigo=107&item=2

O alho tem estado em uso popular no Japão há um longo tempo, e um recente estudo Japonês revelou que o alho contém um mineral chamado Ge que é capaz de prevenir o câncer de estômago.

Um time de médicos do "Humam Medical College" na China, o qual chamou a si próprio de Grupo Pesquisador do Alho como Agente Anticancerígeno, usou um medicamento patenteado feito de alho para tratar 21 casos de carcinoma de nasofaringe (câncer do nariz e da garganta) com resultados significantes na maioria dos casos.

Além disso, o mesmo grupo de médicos também descobriu que o alho é eficaz para tuberculose pulmonar, coqueluche, disenteria amebiana e bacilar, enterite (inflamação dos intestinos), oxiuríase (oxiúro), ancilostomíase (uncinariose), prevenção de gripe e de epidêmica (inflamação do cérebro e aplicação externa para o tratamento de vaginite por tricomonas)

O alho tem efeitos colaterais, entretanto, e por esta razão, deveria ser usado com cuidado. O alho pode fazer com que as hemácias se tornem marrom escuras pelo contato, e também podem dissolver as hemácias quando aplicado em grandes concentrações. Além disso, o óleo volátil contido no alho pode inibir a secreção de sucos gástricos e também pode causar anemia. Sabe-se bem que o alho pode causar mau hálito, o qual pode ser reduzido ou eliminado pelo gargarejo com chá forte, comendo algumas tâmaras vermelhas ou bebendo algumas xícaras de chá.

Fonte: /www.chinaonline.com.br/medicina/alimentos/alho.asp

Alho Benefícios¹:

- Ajuda a diminuir a hipertensão e a reduzir o colesterol.
- Previne ou combate alguns tipos de câncer.
- As propriedades antiviróticas e bactericidas previnem ou combatem infecções.
- Alivia congestão nasal.

Inconvenientes do alho:
- causa mau hálito
- Pode causar indigestão, especialmente se ingerido cru.
- O contato direto irrita a pele e as mucosas.

Os herbanários e curandeiros utilizam o alho para combater inúmeras doenças há milhares de anos. m tempos mais recentes, Louis Pasteur, grande químico francês do século XIX, demonstrou as propriedades anti-sépticas do alho, informação utilizada na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo.

Atualmente, médicos naturalistas e outros adeptos da cura pelas ervas receitam o alho para prevenir resfriados, gripes e outras doenças infecciosas. Os cientistas começaram a estudar o alho mais intensamente nos últimos anos. Muitas dessas pesquisas enfocaram os efeitos do alho no colesterol e na pressão arterial e indicam que a alicina, uma substância química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial. O alho também parece reduzir a coagulação sangüínea, diminuindo riscos de infartos e derrames cerebrais. Até hoje, entretanto, não ficou provado que o alho previne infarto ou outros distúrbios cardiovasculares.

As pesquisas em andamento indicam que o alho contém potencial anticancerígeno. Por enquanto acredita-se que o consumo de alho diminui o risco de câncer de cólon no ser humano. Além disso, as pesquisas em animais de laboratório mostraram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.

Não se sabe ainda qual das diversas substâncias ativas no alho contribui para a saúde. Tanto a alicina quanto a SAC (Salil-cisteína), outro composto químico que demonstrou eficácia contra tumores em animais de laboratório são encontrados em alho fresco, alho em pó e cápsulas de alho. O maior inconveniente das cápsulas de alho é que a quantidade de componentes ativos dos produtos disponíveis no mercado varia muito.

Quanto de alho consumir para aproveitar as propriedades?
A quantidade de alho a ser consumida para se obter algum benefício à saúde ainda não foi determinada. Alguns médicos alemães receitam 4 gramas, ou o equivalente a 2 dentes, para tratar da hipertensão ou do colesterol elevado. É necessário muito mais - no mínimo 10 dentes - para inibir a coagulação sanguínea na mesma proporção de uma aspirina diária. Os clínicos discordam quanto ao fato do alho cozido ou desidratado conferir os mesmos benefícios que o consumo do produto cru.

Não existem garantias de que o alho evite as doenças cardíacas ou câncer, s com certeza ele dá sabor às refeições. O inconveniente do alho é que ele pode causar halitose e indigestão em algumas pessoas, especialmente se consumido cru. Ademais, o manuseio do alho cru pode causar irritação na pele e nas mucosas.

Leia Mais:

Poder do Alho
Pesquisa americana mostrou que o consumo regular de alho, cru ou cozido, pode diminuir pela metade o risco de câncer de estômago. Acredita-se que o tempero combate a bactéria Helicobacter pylori, que pode estar associada a alguns casos de câncer de estômago. Não foi analisado o efeito do alho em outros tipos de tumor.

e mais:

Alho Pode Ser Nova Arma Contra Tumores
Metade de um dente de alho por dia "pode" ajudar a prevenir câncer, segundo artigo publicado pela revista New Scientist. Segundo os pesquisadores do Ruakrura Aricultural Research Center, da Nova Zelândia, o alho pode estimular enzimas a destruir as substâncias causadoras de câncer. Foi pesquisada em ratos a substância do alho chamada diallyl disulfide, que parece ter as maiores propriedades anticancerígenas. O alho é condutor dessas enzimas. É melhor comer alho cru, em saladas. Se for cozido, a quantidade consumida deve ser multiplicada por nove.www.herbario.com.br

Alho frito
Experimentos in vitro mostraram que, preparado desta forma, o alho tem maior potencial de combate aos radicais livres, sendo recomendado para uma dieta saudável
Vanessa Portes

O consumo de alho costuma ser recomendado por médicos por promover ação antimicrobiana, efeitos antivirais, atividades imunológicas, anticancerígenas e antioxidante. O que se sabe a partir de agora é que se estiver frito, melhor será sua atividade antioxidante. Na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, experimentos in vitro mostraram que a hortaliça preparada desta forma tem maior capacidade de combater os radicais livres.

Em sua pesquisa de mestrado, a nutricionista Yara Severino de Queiroz queria determinar os compostos fenólicos totais, aqueles responsáveis pela ação antioxidante do alho in natura (Allium sativum) e em seus produtos comercializados. "O objetivo era avaliar sua atividade antioxidante", conta. Além disso, ela buscava também analisar o impacto dos aditivos adicionados aos produtos (substâncias como ácido cítrico, metabisulfito de sódio e benzoato de sódio) sobre a atividade antioxidante.

A pesquisadora produziu extratos (de concentração de 1 miligrama por mililitro [mg/ml]) de alho in natura e seus produtos, ou seja: alho picado sem sal, picado com sal (na porcentagem de 2%), frito com óleo de soja vegetal e gordura hidrogenada, e misto (mistura de in natura com alho desidratado picado). A partir disso, submeteu os extratos das amostras a três testes de atividade antioxidante e também analisou a vida de prateleira em três momentos distintos.

Potencial do alho frito
"O alho frito foi o produto que apresentou melhor atividade antioxidante para todos os testes", descreve Yara. "Em um dos testes, que utiliza o ensaio DPPH, o alho frito demonstrou capacidade de captação de até 65,9% dos radicais livres, enquanto o alho in natura apresentou apenas 21,7%". Ela afirma que esse resultado está possivelmente relacionado ao maior teor de fenólicos apresentado pelo alho frito.

No decorrer da vida em prateleira, Yara observou que "a atividade antioxidante de quase todos os produtos diminuiu, sendo que somente o alho in natura a manteve". Além disso, os resultados também demonstraram que os produtos com aditivos tiveram melhor atividade antioxidante, apesar de apresentar menor teor de fenólicos totais.

"Este estudo reforçou o potencial antioxidante do alho, portanto, o seu consumo pode ser recomendado como parte de uma dieta saudável", diz a pesquisadora. "No entanto, é importante ressaltar que foi um trabalho feito in vitro, não em sistemas in vivo, seja em modelo animal ou intervenção clínica com humanos. Novos estudos se fazem necessários para verificar se os mesmos resultados se reproduzem em humanos"
fontes: Agência USP de Notícias e http://www.anapa.com.br/principal/index.php

 ¹ Não substitua seus medicamentos usuais por ervas, alimentos e plantas. Qualquer substituição deve ter a anuência de seu médico e/ou nutricionista.
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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito legal. Parabéns!

Anônimo disse...

Muito interessante !
Muito legal! Parabens pelo seu blog ajudou muito eu em meus estudos!