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>>alfa linolênico,
>>>eicosapentaenóico
>>>>docosahexaenóico, que exercem papéis importantes em várias funções biológicas do organismo humano.
Os Omega-3 favorecem o fortalecimento do sistema imunológico, contribuem para a redução dos níveis de colesterol e regulam a fluidez do sangue.
Como o organismo não pode produzi-los, estes elementos precisam ser introduzidos na nossa alimentação ou fornecidos por suplementos nutricionais.
Onde encontrá-los?
A dieta alimentar é a melhor fonte de ácidos omega-3. O óleo de alguns peixes de águas geladas, como sardinha, salmão, atum, cação, cavala, bacalhau e arenque, possui altas concentrações de Omega-3.
O ácido alfa linolênico (um, entre os três, da família omega-3) pode ser encontrado na vagem, no feijão e na soja, sendo que, entre os vegetais, seu mais alto teor está na semente da linhaça ¹.
Uma cientista alemã, Johanna Budwig, em 1950, desenvolveu uma dieta rica em ácidos graxos essenciais Omega-3 que, segundo ela,combateria o câncer. Desde então, várias pesquisas, feitas em animais, revelaram que o óleo de certos peixes, rico em ácidos graxos Omega-3, inibe a formação de câncer.
Entretanto, ainda não se pode afirmar que estes mesmos efeitos ocorram no organismo humano. Alguns clínicos acreditam que os ácidos graxos Omega-3 possam proteger contra a propagação das células (metástases) de tumores sólidos relacionados à produção hormonal (especialmente de câncer de mama) e que inibam o crescimento de câncer de próstata, cólon e pâncreas.
Há os que afirmam que ácidos Omega-3 protegem contra doenças cardiovasculares, artrites e insuficiências renais.
De acordo com alguns especialistas, baixos níveis de Omega-3 estariam, ainda, diretamente relacionados com a depressão.
Embora muitas pesquisas apontem para algumas propriedades anti cancerígenas dos ácidos graxos Omega-3, há muito, ainda, a ser investigado sobre sua relação com o câncer e outras doenças em seres humanos. Alguns estudos, feitos no Harvard Medical Center, sugerem que um, entre os 3 ácidos graxos do composto Omega-3 tem a propriedade de inibir a recidiva (recorrência) de câncer de cólon.
Um estudo preliminar, publicado no Journal of the National Cancer Institute, afirma que, apesar das propriedades biológicas apresentadas pelos ácidos Omega-3, os resultados clínicos não comprovaram sua efetividade no combate ao câncer. No entanto, pode-se verificar que os ácidos graxos Omega-3 aumentaram a sobrevida de pacientes com câncer subnutridos. Os Omega-3 podem reduzir a caquexia (perda excessiva de peso) e a desnutrição que, freqüentemente, ocorre nos últimos estágios de determinados tipos de câncer.
Em sociedades onde o consumo de peixe é elevado, como na Grécia ou no Japão, várias pesquisas apontam para uma relação entre a ingestão elevada de ácidos graxos Omega-3 e a baixa incidência de câncer de mama, bem como de índices menores de moléstias cardiovasculares. Os Esquimós, por exemplo, consomem muito peixe e praticamente não apresentam doenças cardiovasculares.
Os Omega-3 favorecem o fortalecimento do sistema imunológico, contribuem para a redução dos níveis de colesterol e regulam a fluidez do sangue.
Como o organismo não pode produzi-los, estes elementos precisam ser introduzidos na nossa alimentação ou fornecidos por suplementos nutricionais.
Onde encontrá-los?
A dieta alimentar é a melhor fonte de ácidos omega-3. O óleo de alguns peixes de águas geladas, como sardinha, salmão, atum, cação, cavala, bacalhau e arenque, possui altas concentrações de Omega-3.O ácido alfa linolênico (um, entre os três, da família omega-3) pode ser encontrado na vagem, no feijão e na soja, sendo que, entre os vegetais, seu mais alto teor está na semente da linhaça ¹.
Uma cientista alemã, Johanna Budwig, em 1950, desenvolveu uma dieta rica em ácidos graxos essenciais Omega-3 que, segundo ela,combateria o câncer. Desde então, várias pesquisas, feitas em animais, revelaram que o óleo de certos peixes, rico em ácidos graxos Omega-3, inibe a formação de câncer.
Entretanto, ainda não se pode afirmar que estes mesmos efeitos ocorram no organismo humano. Alguns clínicos acreditam que os ácidos graxos Omega-3 possam proteger contra a propagação das células (metástases) de tumores sólidos relacionados à produção hormonal (especialmente de câncer de mama) e que inibam o crescimento de câncer de próstata, cólon e pâncreas.
Há os que afirmam que ácidos Omega-3 protegem contra doenças cardiovasculares, artrites e insuficiências renais.
De acordo com alguns especialistas, baixos níveis de Omega-3 estariam, ainda, diretamente relacionados com a depressão.
Embora muitas pesquisas apontem para algumas propriedades anti cancerígenas dos ácidos graxos Omega-3, há muito, ainda, a ser investigado sobre sua relação com o câncer e outras doenças em seres humanos. Alguns estudos, feitos no Harvard Medical Center, sugerem que um, entre os 3 ácidos graxos do composto Omega-3 tem a propriedade de inibir a recidiva (recorrência) de câncer de cólon.
Um estudo preliminar, publicado no Journal of the National Cancer Institute, afirma que, apesar das propriedades biológicas apresentadas pelos ácidos Omega-3, os resultados clínicos não comprovaram sua efetividade no combate ao câncer. No entanto, pode-se verificar que os ácidos graxos Omega-3 aumentaram a sobrevida de pacientes com câncer subnutridos. Os Omega-3 podem reduzir a caquexia (perda excessiva de peso) e a desnutrição que, freqüentemente, ocorre nos últimos estágios de determinados tipos de câncer.
Em sociedades onde o consumo de peixe é elevado, como na Grécia ou no Japão, várias pesquisas apontam para uma relação entre a ingestão elevada de ácidos graxos Omega-3 e a baixa incidência de câncer de mama, bem como de índices menores de moléstias cardiovasculares. Os Esquimós, por exemplo, consomem muito peixe e praticamente não apresentam doenças cardiovasculares.
Entretanto, a simples inclusão de peixe na nossa dieta, nem sempre garante a presença de Omega-3. Ácidos graxos Omega-3, in natura (como são encontrados na natureza), deterioram-se em muito pouco tempo; razão pela qual, geralmente, são retirados do alimento no processo de industrialização, para aumentar seu prazo de validade. Quanto aos peixes não industrializados, podem estar contaminados com mercúrio ou outros agentes nocivos à saúde, se pescados em águas poluídas.
Por outro lado, alguns alimentos consumidos em larga escala, pela maior parte da população, já vêm sendo enriquecidos com ácidos graxos Omega-3. Recomendação
Suplementos de Omega-3 podem ser encontrados em farmácias e lojas de produtos naturais. Alguns nutricionistas recomendam suplementos de 1 a 2 gramas por dia e a ingestão diária de 1 a 2 colheres de chá de óleo de semente de linhaça.
Mas atenção ! Pelas suas propriedades, que promovem a fluidez sangüínea, recomenda-se que hemofílicos, grávidas, lactentes e pessoas que estejam tomando medicação anticoagulante consultem seu médico antes de acrescentar suplementos de Omega-3 à sua dieta.
fonte: revista Hands nº 2 - fevereiro / março 2000
http://www.abcancer.org.br/materia.asp?id=34
¹ Como triturar a semente de linhaça: Coloque as sementes no liquidificador e use a tecla "pulsar". Aperte e solte várias vezes.
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