20.4.15

Protetor solar não é usual entre brasileiros

A utilização do protetor solar ainda é baixa entre os brasileiros.

A constatação é da dermatologista Andreia Ramos, consultora da farmácia online Netfarma, e vai ao encontro da mais recente pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia, que mostrou que 62% dos brasileiros não usam o protetor solar.


Brasileiros não usam protetor solar

Segundo a médica, para uma maior efetividade da prevenção ao câncer de pele, o bloqueador solar deve ser aplicado meia hora antes de sair de casa e reaplicado a cada duas horas. Atualmente são poucas as pessoas que conhecem e seguem essa orientação.

No verão, aumentam os riscos e casos de câncer de pele. Corre maior risco quem tem pele clara e sensível e se expõe ao sol por longos períodos sem proteção adequada, os adeptos das câmaras de bronzeamento artificial e quem tem familiares que já tiveram a doença. O contato com certas substâncias químicas também predispõem à doença.

"Utilizar diariamente um bloqueador solar com fator alto de proteção (FPS) e com a consistência adequada ao tipo de pele em todas as áreas expostas à luz solar e à luz fria dos ambientes fechados é a melhor atitude que uma pessoa pode tomar para se proteger do câncer de pele. Ao mesmo tempo, estará também se precavendo contra o envelhecimento precoce da pele", afirma Andreia Ramos. "Além disso, vale utilizar acessórios como chapéus, bonés e óculos", ela completa.

Apesar de a utilização do protetor solar ainda ser baixa no dia a dia dos brasileiros, na piscina ou na praia eles já estão mais acostumados a se proteger. A questão que deve ser reforçada é a da necessidade de reaplicação após cada mergulho ou suor intenso e a de se evitar o sol das 10h às 15h.

Segundo as últimas estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), válidas para o biênio 2012/ 2013, surgirão esse ano no Brasil cerca de 135 mil novos casos de câncer de pele. O acompanhamento anual feito pelo dermatologista das pintas e sinais que surgem na pele é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de pele, seja do tipo carcinoma basocelular, carcinoma escamocelular ou melanoma.

Na consulta, o especialista checa se há alterações na simetria, cor e tamanho dos sinais. O risco está geralmente ligado à união desses critérios, especialmente para o melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. Ao constatar o surgimento recente de pintas ou manchas que coçam ou ardem, ou ainda feridas que não cicatrizam e alterações na textura da pele, o paciente deve consultar um dermatologista.

E a questão da vitamina D? De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em um país de clima tropical como o Brasil, a exposição ao sol não intencional, que ocorre no dia a dia, já suficiente para a produção de vitamina D, nutriente que traz benefícios para os ossos e sistema imunológico. Pessoas com predisposição ao déficit desta vitamina são uma exceção a regra e devem ser monitoradas através de exames, e se necessário, receber suplementação vitamínica.

Fonte: Netfarma.
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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

Um comentário:

  1. Comecei a usar hoje!!!estou amando.o gosto è ótimo e minha saúde agradece!!!!

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