27.8.16

Dicas para enfrentar o pós-operatório de cirurgias plásticas

Após passar por uma cirurgia plástica, é essencial que o paciente tenha muita paciência.

Dependendo do procedimento feito, os resultados podem não ser imediatos e, mesmo após o retorno para a sua casa, são necessários cuidados especiais para que o resultado da operação seja o melhor possível e esse período seja menos dolorido.

Ficar com hematomas e com o corpo dolorido e inchado, são acontecimentos que comumente atingem os pacientes que passaram por cirurgias plásticas, assim como recomendações genéricas para praticamente qualquer procedimento, como o repouso por alguns dias e o retorno para consultas pós-operatórias.
Dicas para enfrentar o pós-operatório de cirurgias plásticas

Dicas para enfrentar o pós-operatório de cirurgias plásticas

Cuidados com o pós-operatório de cirurgias plásticas


“Após a operação, o corpo permanece inchado e dolorido durante um tempo, dependendo do procedimento que foi realizado. Para fazer com que o inchaço diminua e esse período se torne mais confortável, além das sessões de drenagem linfática e do uso de malhas de compressão, manter uma dieta balanceada é ideal, pois existem alimentos que podem ajudar na recuperação do paciente”, explica o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.

ALIMENTAÇÃO

O especialista comenta que, com uma dieta que possua os alimentos certos, o período pós-operatório se torna mais fácil. “Nessa fase o ideal é ingerir alimentos que ajudem a amenizar o inchaço e facilitem a atividade intestinal, pois o paciente ficará certo tempo de repouso”, diz.

A coisa mais importante de tudo é beber muita água. Sucos naturais e frutas como melancia, melão e abacaxi se encaixam nessa categoria. São alimentos que ajudam a hidratar o organismo, compensar a perda de líquidos e diminuir o inchaço causado pela cirurgia. Outros alimentos citados por Pacheco como benéficos nessa fase são os iogurtes, ovos, abacate, cenoura, beterraba, abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate, uva, goiaba, castanha-do-pará, salmão e atum, fibras e shimeji e shitake.

“Cada um desses alimentos possui uma função diferente. O iogurte, por exemplo, ajuda no equilíbrio da flora intestinal. O ovo fornece proteínas e é de fácil digestão. O abacate acaba com o mau colesterol, combate os radicais livres, regula o intestino e possui betacaroteno, vitaminas A, B, C, D, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, ferro e potássio. Outro alimento essencial é o suco de limão, pois o limão retém a hemoglobina, evitando a anemia. E por aí segue”, comenta.

Porém, assim como existem alimentos que ajudam nesse período, também existem aqueles que fazem o efeito contrário e podem dificultar mais a sua recuperação. “Os doces e chocolates podem ser considerados dois vilões nessa fase. Além de não contribuírem para a digestão, eles ainda são fonte de gordura e açúcar em grande quantidade. Além disso, os doces também podem levar a um colapso de energia e causar cansaço”, exalta.

Outros alimentos que devem ser evitados são aqueles que possuem gorduras saturadas ou trans – presentes nos salgadinhos de pacote, na batatinha frita das lanchonetes fast-food, na maioria das margarinas, na pipoca de microondas, nos bolos e tortas industrializadas e nas bolachas recheadas, - cafeína, carne vermelha, bebidas alcoólicas, sal em excesso e alimentos fermentativos, como o feijão, a lentilha, o grão-de-bico e o repolho.
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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

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