27.6.16

Calendário de Vacinas: o que mudou?

Calendário de vacinas é alterado pelo Ministério da Saúde. Confira o que mudou no calendário de vacinação.

Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação.


Calendário de Vacinas: o que mudou?
Calendário de Vacinas: o que mudou?

O Ministério da Saúde garante que mesmo com a redução das doses das vacinas a proteção será a mesma e que a mudança no calendário de vacinação não tem nada a ver com custos:

Vacinas para viagem.

"Toda vez que o Ministério da Saúde muda o calendário, ele é baseado nas evidências científicas, nos trabalhos que são publicados à luz dessas necessidades de mudança. Não há nenhum objetivo de economia no programa e sim garantir a efetividade das ações de imunização do nosso país", afirma Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações.

O que mudou no calendário de vacinação?


Para os bebês, a principal diferença no calendário vacinal será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que a partir de agora será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas que poderá ser tomado até os 4 anos.

Já a vacina contra a poliomielite, aplicada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. A partir de agora, a criança recebe as três primeiras doses do esquema – aos dois, quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como reforço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatro anos.

Também houve mudança na vacina meningocócica C, que protege as crianças contra meningite C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado preferencialmente aos 12 meses, mas pode ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo feitas aos 3 e 5 meses.




A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) vai passar a ter apenas duas doses, em vez de três, para meninas entre 9 e 11 anos. Esta é uma das mudanças anunciadas pelo Ministério da Saúde no calendário de vacinação da rede pública, que já estão valendo.

► Vacinas para adultos - saiba quais são as vacinas que adultos devem tomar.

Segundo a pasta, estudos recentes mostram que a resposta de anticorpos com duas doses não é inferior à aplicação de três. Já as mulheres entre 9 e 26 anos que têm HIV devem continuar recebendo o esquema de três doses da vacina contra o HPV.

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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

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