3.2.16

Dicas para evitar a "síndrome cardíaca de feriado pós-carnaval"

Saúde do coração: folia só na avenida! Cardiologista dá dicas para evitar a "síndrome cardíaca de feriado pós-carnaval".

Quem pretende curtir o carnaval deve ficar atento com os excessos que podem resultar em doenças sérias, alerta o Dr. Rogério Krakauer, cardiologista e presidente da Regional ABCDM da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).


“Durante feriados prolongados e datas festivas, geralmente as pessoas costumam deixar de lado os cuidados com a saúde, isso pode desencadear a síndrome cardíaca de feriado (Holiday Hearth Syndrome)”.

O consumo de álcool no Brasil é superior à média mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E nos feriados prolongados, é comum o consumo exagerado de álcool com energético, sinaliza o cardiologista.

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“Para aguentar a maratona dos blocos, algumas pessoas misturam bebidas alcoólicas com energéticos. Essa mistura pode aumentar a pressão arterial, causar palpitações e arritmias cardíacas”.

Além do álcool em excesso, existem outros fatores de riscos com maior incidência durante o Carnaval, a desidratação, ingestão de alimentos com muito sódio e gordura, privação do sono e consumo de drogas.

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Portadores de doenças cardíacas e a Holiday Hearth Syndrome


Para quem já teve problemas no coração e quer aproveitar a festa, o ideal é consultar o médico cardiologista.

“Pessoas com doença coronariana podem desfrutar o Carnaval, no entanto, devem realizar exames clínicos para verificar a saúde do coração. Manter todas as medicações, exercícios e não sair muito da dieta. O Carnaval é alegria e isso faz muito bem ao coração. Cantar, dançar certamente reduz a ansiedade e elimina adrenalina auxiliando no controle pressórico e arritmias”, explica o doutor Krakauer.




Portanto, o especialista aconselha que mesmo quem tem uma saúde de ferro, quanto quem sofreu com problemas cardíacos deve ter atenção ao perceber algum sintoma anormal. Por exemplo, falta de ar, dor no peito, tonteiras e palpitações.

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Fonte: SOCESP – SOCIEDADE DE CARDIOLOGIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
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