14.3.16

Uso de aplicativos de saúde e bem-estar tem crescimento expressivo

Uso de aplicativos de saúde e bem-estar cresce mais que a média e chama a atenção de especialistas

O crescimento de aplicativos de saúde cresce e aparece! E a razão é mesmo óbvia: uma sociedade que passa a maior parte do tempo tocando a tela touch de um smartphone, anda - entre outras coisas - usando a ferramenta para cuidar da saúde também.

Uso de aplicativos de saúde e bem-estar tem crescimento expressivo
Uso de aplicativos de saúde e bem-estar tem crescimento expressivo

Para os "pacientes" do Doutor Google, existem apps até para consultar doenças, seus sintomas e tratamentos, incluindo indicações dos hospitais mais próximos do seu caminho.

Um exemplo pode ilustrar o que ainda vem por aí: Nos EUA, o Food and Drug Administration já começou a monitorar alguns tipos de aplicativos de saúde, especialmente o que - na visão dos americanos -, pode trazer riscos à saúde, pelo uso de luzes e vibrações.

No Brasil, a Anvisa ainda não se manifestou sobre o assunto e mesmo entre os médicos não há consenso sobre a indicação ou não desses “aliados” no cuidado com a saúde.

O Conselho Federal de Medicina, lembra que  as regras gerais sobre consultas por telefone ou internet, como e-mail, válidas desde 2012, se aplicam também aos aplicativos: consulta e diagnóstico à distância, estão proibidos. A consulta e o exame clínico presenciais são insubstituíveis. [mas até quando?]


O Docway, um dos mais recentes aplicativos de saúde disponível para brasileiros é que se apresenta como o “Uber da medicina”. A ideia do app é ter um banco de médicos e que, em uma necessidade, o paciente chame o especialista em casa. Vale para emergências e para consultas agendadas. O valor do atendimento é fixado entre R$ 200 e R$ 300, dependendo do dia e horário. Seu funcionamento, por enquanto, acontece apenas em Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo, mas, até o meio do ano pretende operar em todos os estados.

O fundador, Fábio Tiepolo, que não é médico, diz que não existe conflito ético ou legal no aplicativo e que eles seguem rigorosamente a cartilha de ética do Conselho Federal de Medicina. Segundo ele, mesmo que os brasileiros não tenham o hábito de chamar um médico em casa, a ideia tem sido bem recebida nas cidades onde o app funciona, principalmente com públicos específicos.




“Os principais usuários são pessoas com dificuldade de locomoção, que não conseguem ir ao médico, ou de mães que trabalham fora e são ocupadas, que chamam para os filhos. De vez em quando, atletas que precisam de atestado de aptidão física”, conta. É a saúde 2.0 acontecendo.

E você, o que acha sobre os aplicativos de saúde? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e enriqueça o artigo.

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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

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