24.2.17

Estudo (Harvard) mostra por que NUNCA se deve comer alimentos velhos como carne de animais velhos

Quer viver mais e melhor? Um estudo recente revela por que os alimentos velhos poderiam encurtar a vida útil, inclusive com um dia de vencimento. Vamos entender por quê?

Tal afirmação parece dramática, não? Mas os resultados são alarmantes e os investigadores na universidade de Harvard insistem que têm evidências concretas de que o alimento velho (legumes mofados e os industrializados vencidos) aceleram o envelhecimento das células do nosso corpo. Com relação às carnes, a idade do animal abatido também fez parte do estudo.

A equipe, liderada por Vadim Gladyshev, observou, principalmente, a idade da carne quando foi abatida -- por exemplo, carne de veado de três anos de idade versus carne de veado de 25 anos de idade. Ao longo de sua vida, esse cervo acumula tantos danos que sua carne é muito menos nutritiva do que a dos animais jovens.

Os especialistas sugerem que os danos celulares ao DNA humano (ou da espécie que comer o produto) também ocorrem com os vegetais que são consumidos após muito tempo após a colheita, permitindo que os nutrientes se deteriorem.

NUNCA se deve comer alimentos velhos como carne de animais velhos
batata doce apodrecendo

Como as espécies estudadas reagiram ao comer tais alimentos?


Para o estudo, Gladyshev e colegas examinaram os hábitos alimentares de três organismos diferentes -- levedura, ratos e moscas de fruta -- e como suas células reagiram a diferentes alimentos envelhecidos por um período de anos.

Eles descobriram que aqueles que foram alimentados com 'alimentos mais jovens' -- isto é, produtos frescos -- sofreram muito menos danos celulares.



"Isso nos mostra que essas mudanças relacionadas à idade e que se acumulam são verdadeiramente deletérias", disse Gladyshev. "E isso fornece uma visão fundamental sobre o processo de envelhecimento celular."

Quais foram os resultados do estudo sobre envelhecimento celular e alimentação?


As moscas de fruta com uma dieta com alimentos velhos tiveram uma vida 13% mais curta do que aquelas que comeram alimentos frescos.

Com os camundongos os resultados foram diferentes entre machos e fêmeas. Os ratos fêmeas tiveram uma vida 13% mais curta do que as fêmeas que comeram alimentos mais novos. Já com os machos não houve diferença significativa, ou seja, não importa se o alimento estava vencido ou não, eles não obtiveram diferença no tempo de vida.

Como usar esse dados a favor da manutenção da juventude?


O chefe da pesquisa disse que a próxima questão é: como podemos reestruturar o metabolismo celular para que esse dano se acumule a um ritmo mais lento?

Mas atenção! Ele insiste que o estudo ainda não pode ser aplicado aos seres humanos, uma vez que foi o estudo foi testado apenas em animais. No entanto, isso é algo a ser explorado em pesquisas futuras.

➤ Complemente sua leitura com o artigo: Validade dos alimentos: O que devemos saber

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Fonte: Daily Mail.
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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

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