13.3.17

Pessoas felizes vivem mais tempo

Médico explica a relação do bem-estar físico e emocional com um menor índice de doenças.

É muito difícil encontrar quem diga que não quer viver mais tempo, mas a maioria de nós pouco faz para que isso se torne realidade. Além de cuidar da alimentação, praticar atividades físicas e se valer da medicina preventiva, uma outra característica parece ter papel de peso na longevidade. E se você deseja permanecer por mais tempo no planeta Terra, vai gostar de ver uma matéria a respeito. Confira!

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Há anos, cientistas de várias partes do mundo vêm realizando pesquisas sobre a relação da felicidade com a saúde. Já existe uma série de estudos que comprovam a influência do bem-estar emocional com a longevidade. “Pessoas felizes vivem mais tempo”, diz o mastologista Dr. Rubens Prudencio.

Pessoas felizes vivem mais tempo

Para ele, o papel do médico cada vez mais é, além de cuidar do corpo, cuidar da mente. “Estar sob estresse, ansiedade ou tristeza significa afetar o sistema imunológico, tornando o indivíduo propenso a doenças”, explica o mastologista.

Por isso, é importante saber lidar com os descontentamentos e manter uma atitude positiva diante da vida. Segundo o pai da psicanálise, Freud, somos movidos pela busca da felicidade.

Práticas que promovem o bem-estar, como yoga [conheça a beer yoga], reike, shiatsu, dança, entre outras atividades são aconselhadas como complemento aos cuidados da saúde. A senhora Dedita Fernandes da Silva, de 74 anos, que convive com a fibromialgia (fortes dores musculares por todo o corpo) afirma que as crises se intensificam quando passa por momentos de tristeza.

“Quando estou feliz, tenho menos dores, então aprendi a ser mais positiva. Eu sempre agradeço tudo o que tenho e procuro ter contato com a natureza. Passeio no parque, faço exercícios, alongamento e, ainda, estou estudando informática”, conta Dedita.

Conforme o mastologista, procurar entretenimento é fundamental para fugir do estresse do dia a dia e cultivar uma vida mais saudável. “Há várias evidências de que essa rotina atribulada das grandes cidades provoca maiores índices de pressão alta e de doenças coronarianas, assim como renais, gástricas, imunológicas, e até mesmo uma menor resposta à vacinação”, complementa.

Em mulheres, um dos principais contratempos do estresse é diminuir a probabilidade de gravidez.

“Os hormônios femininos são bem afetados sob fortes emoções. Na época da guerra, há muitos casos de mulheres de soldados que pararam de menstruar até seus maridos voltarem para casa”, exemplifica o profissional.


Ainda segundo ele, a competitividade da vida urbana é um dos principais responsáveis por vermos pessoas cada vez mais jovens sofrendo por estresse e com problemas de saúde.

“Precisamos desacelerar um pouco e pensarmos mais em nós. De nada adianta comprometermos nossa saúde mental em busca de sermos vencedores, se prejudicaremos nosso bem-estar e encurtaremos nossa longevidade", finaliza.

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Fonte: Dr. Rubens Prudencio, mastologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão

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