22.5.17

Mitos e verdades sobre transplante de medula óssea


foto: tpsdave

Já ouviu falar em transplante de medula óssea?

O procedimento consiste em transplantar células tronco hematopoiéticas provenientes da medula óssea de um doador compatível com o paciente, como se fosse uma doação de sangue, mas sendo a doação de células-tronco.

A doação de medula óssea é a esperança de cura para pacientes que sofrem de doenças benignas e malignas como leucemias, linfomas e tumores.


Conheça os mitos e verdades sobre o transplante de medula óssea


É uma cirurgia. 


MITO. O procedimento é uma transfusão venosa do material coletado do doador para o paciente que precisa do transplante.

O doador corre riscos. 


DEPENDE. Os riscos que o doador corre são poucos. As complicações podem ocorrer devido ao uso de anestesia.

Qualquer pessoa pode doar. 


MITO. Se o doador tiver algum tipo de câncer, doença de sangue ou no sistema imunológico a doação pode ser comprometida. Para a doação sem empecilhos, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde.

Existe um registro nacional de doadores. 


VERDADE. Denominado por REDOME, o banco reúne informações de pessoas dispostas a doar medula óssea a pacientes que precisam de transplante.

A recuperação do doador é demorada. 


DEPENDE. Em média, o doador poderá voltar ao trabalho em até 24 horas. Exceto nos casos em que a atividade do individuo seja com esforço físico intenso. Neste caso, o repouso terá que ser um pouco mais extenso.

É preciso de anestesia. 


VERDADE. Na maioria dos casos a anestesia geral é utilizada de forma que o paciente não sinta dor ou desconforto. Alguns pacientes são mais sensíveis que os outros e podem apresentar dor de cabeça, cansaço e uma leve dor no local da punção.

Existem dois tipos de doação. 


VERDADE. Autogênico e alogênico. O primeiro acontece quando a medula é do próprio paciente e a segunda ocorre de um doador para o paciente.

Fonte: ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular)

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