15.11.17

Pílula digital é aprovada nos EUA

EUA aprovam pílula que é digital e pode ser rastreada no organismo

Sabe aquelas coisas que até pouco tempo só eram vistas em filmes? Como por exemplo, uma pessoa injetava no organismo uma substância capaz de detectar, e as vezes "enxergar" tudo o que ocorria dentro de si.

Pois é! O futuro chegou e mostrou que isso não é apenas coisas da ficção. A vida imitou a arte e criou a primeira pílula digital.

Pílula digital aprovada
FOTO: REPRODUÇÃO/PROTEUS DIGITAL HEALTH
A intenção de seus desenvolvedores é rastreá-la no organismo durante o período em que ela age no corpo. Trata-se de um medicamento que informa aos profissionais da saúde quando, e se, os pacientes usaram sua medicação e acaba de ser aprovada pelo FDA (a Anvisa dos Estados Unidos).



A pílula é acoplada ao medicamento aripiprazol, um antipsicótico utilizado para o tratamento de distúrbios mentais. Quem aceitar tomá-lo deverá assinar vários formulários permitindo que médicos e familiares saibam quando o remédio foi ingerido.

Chamada de Abilify MyCite, a pílula foi desenvolvida pelas emrpesas norte-americanas Otsuka Pharmaceuticals e Proteus Digital Health.

Quando o sensor entra em contato com fluidos estomacais, é gerado um sinal eletrônico.



O sinal é detectado por um adesivo, que deve ser trocado a cada sete dias. O adesivo envia a data e o horário da ingestão da pílula via Bluetooth para um aplicativo de celular.

O app ainda permite que o paciente anote seu humor e períodos de descanso. Todas as informações são encaminhadas para uma base de dados que só pode ser acessada por pessoas com permissão, como médicos e parentes.

O preço da pílula digital ainda não foi divulgado, mas seu lançamento ocorrerá em 2018.

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Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta médica Este artigo pertence ao Saúde com Ciência. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

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