27.10.16

Geração Y adia tratamento de saúde por causa do custo

Uma notícia daquelas que nos deixa muito triste, a geração Y não vai ao médico por causa do alto custo da consulta e dos tratamentos com medicamentos.

A Xerox entrevistou americanos sobre cuidados com a saúde e mostra semelhanças e diferenças entre as gerações quando se trata do consumo de serviços de cuidados com a saúde. O resultado mostra que a geração Y (também conhecida como Millennials), jovens com idades entre 18 e 34 anos são a geração mais consciente dos custos quando se trata de cuidados com a saúde.


A maioria dos entrevistados afirmou que o custo é a principal consideração ao selecionar um prestador de cuidados de saúde, e 50% contaram atrasar algum tratamento devido ao custo. Quando se trata da preocupação com o custo, 59% da geração X (idades 35-49) menciona esse como a principal consideração na escolha de um prestador de serviços de saúde, enquanto que apenas 42% dos Boomers (idades 50-68) e 39% dos integrantes da Greatest Generation (idade 69+) também ponderam o mesmo.

Com relação a atrasar o tratamento, 45% da geração X adota essa medida, e apenas 39% dos Boomers e 15% da Greatest Generation fazem o mesmo. O estudo, conduzido pela Y&R’s BAV Consulting para a Xerox, entrevistou 761 adultos norte-americanos que utilizam planos de saúde e são responsáveis pelas decisões de saúde de suas famílias.

"A mudança para o consumo em saúde é sobre nós", disse Connie Harvey, diretor de operações da Saúde Business Group da Xerox. "Estes dados mostram como os consumidores pesam o custo no processo de tomada de decisões de saúde. Uma visão crítica para orientar os contribuintes e prestadores de serviços de saúde ao olharem para a transição de valores baseados em modelos de cuidados."

Ajuda necessária —A pesquisa também analisou o que os consumidores precisam de seus provedores de cuidados de saúde para adotarem um estilo de vida mais saudável, uma prioridade para eles – revelou que os Millennials (geração Y) são os que mais precisam de ajuda (64%), seguido pela geração X (56%), aGreatest Generation (49%) e os Boomers (47%).

A pesquisa também constata: 

• Millennials (75%) e geração X (71%) estão mais interessados em ter acesso aos seus registros e históricos médicos em plataformas digitais, e isso permitirá que eles sejam mais conscientes sobre as decisões do estilo de vida que afetam sua saúde, contra 53% da Greatest Generation e 57% dosBoomers.

• A maioria dos entrevistados, em todas as gerações, querem que seus farmacêuticos, profissionais de saúde e companhias de seguros de saúde sejam mais conectados em relação à sua saúde, com 70% dos Millennials concordando, 69% da geração X, 54% dos Boomers e 59% da Greatest Generation. Mais informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no relatório completo: "Uma transição enorme para os cuidados da Saúde."

Acredito que o artigo "Vitamina D é essencial para adolescentes" despertará seu interesse.

Fonte: Xerox Healthcare [https://goo.gl/BpSNU4]



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11.10.15

Como tratar espinhas e cravos

Tratar espinhas e cravos não é tarefa das mais fáceis porque elas têm maior incidência na adolescência, fase em que os jovens não têm muita paciência e tratar cravos e espinhas requer paciência.

Espinhas e cravos são sintomas da acne, uma doença de predisposição genética, cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais.

Como tratar espinhas e cravos
Como tratar espinhas e cravos/foto.

É por isso que as lesões começam a aparecer na puberdade, época em os hormônios sexuais começam a ser produzidos pelo organismo, assim elas atingem ambos os sexos, meninas e meninos.

Contudo, a doença não atinge apenas os adolescentes ela pode permanecer ou aparecer na idade adulta, mais frequentemente em mulheres, devido às alterações hormonais.

Como tratar espinhas e cravos?

A melhor forma de acabar com espinhas e cravos é procurar um médico dermatologista. Ele irá receitar remédios tópicos, que podem ser comprados em drogarias ou fórmulas de farmácia de manipulação; sabonetes específicos (como o sabonete de enxofre) e, até antibióticos, se for o caso de muitas espinhas purulentas e pele vermelha e inflamada.

Mas há algumas dicas para tratar espinhas que são eficazes para aquelas espinhas e cravos pequenos ou que estão no início do problema. Veja:

Dicas de como tratar espinhas e cravos


Limpeza diária: Essa dica serve para tratar espinhas e para prevenir as espinhas e os cravos para quem tem pele muito oleosa. De manhã e à noite lave o rosto com um sabonete de enxofre. Você também pode usar um sabonete que combina o enxofre com o ácido salicílico, como o Actine da Darrow, por exemplo, mas existem vários desses nas drogarias. Se as espinhas forem muitas você pode usar 3 vezes ao dia. 

Tonificar a pele: Nada de usar tonificantes com álcool na formulação eles retiram a oleosidade, mas o álcool ativará a produção de gordura na sua pele. Use tônicos à base de água. Mas vou dar uma dica especial, passar água gelada ou pedra de gelo (você será direcionado para um outro site) fará o mesmo efeito. Faça após a limpeza. 

Comidas oleosas: ok, castanhas e chocolate não causam espinhas, mas como são alimentos gordurosos podem agravar o problema em quem já o tiver.
 
Filtro solar: use filtros solares sem óleo (livre de óleo ou oil free), sua pele já é oleosa demais para colocar mais óleo. Evite usar no dia a dia aquelas marcas que a gente usa para ir à praia, prefira o protetor L'Oreal, que o preço é semelhante aos 'de praia'.
 
Use o demaquilante: Ele vai evitar que os poros fiquem obstruídos, agravando ainda mais o problema. 

Anticoncepcional: eles têm hormônios, portanto, verifique com o médico a possibilidade de trocar de marca para amenizar as espinhas (que como já disse são causadas por alterações hormonais).

Por que as espinhas e os cravos aparecem?

O aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dá origem aos cravos pretos (comedões abertos) e cravos brancos (comedões fechados).

A proliferação de microorganismos é favorecida por essas condições, que provocam a inflamação das espinhas. A principal bactéria envolvida nessa infecção é o Propionibacterium acnes.

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Texto de Renata Fraia /Farmacêutica e jornalista
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13.5.13

Camisinhas grátis serão enviadas pelo correio, nos EUA

Jovens tímidos têm vergonha de comprar camisinhas? Não sei, mas esse deve ser o pensamento do governo americano, já que caixas de camisinhas grátis serão enviadas pelo correio dos EUA esta é a proposta de um programa de saúde americano para adolescentes, que tenta distribuir preservativos aos jovens com vergonha de comprá-los em farmácias e lojas.

O Projeto de Acesso a Camisinhas (CAP, na sigla em inglês) funciona no Estado da Califórnia e está voltado a adolescentes a partir dos 12 anos. Após simplesmente colocar os dados pessoais em uma página na internet, os adolescentes podem receber em sua casa um envelope discreto com até dez camisinhas por vez.
Camisinhas grátis
Camisinhas grátis/foto

'Nem todos os jovens de 12 anos participam em atividades sexuais, e isso não tem o objetivo de incentivá-los, mas queremos que aqueles que decidirem ser sexualmente ativos tenham sua proteção. Muitos gostariam que a atividade sexual adolescente nem sequer existisse, mas as estatísticas estão aí'; 
Disse à BBC Susy Chávez, do Conselho de Saúde Familiar da Califórnia, a entidade responsável pelo programa.
Fonte: R7.
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21.9.11

Incentivar o exercício pode ajudar adolescentes a parar de fumar

Motivar os fumantes adolescentes a ficar fisicamente ativo, pode aumentar suas chances de largar o hábito, sugere um novo estudo.

O estudo, publicado na revista Pediatrics, analisou os efeitos da adição dos exercícios para um programa que visa o abandono do fumo ou o não início do vício em adolescentes.



Não sobre o tabaco (NOT) é o programa do American Lung Association, voltado especificamente para estudantes do ensino médio. Ele está disponível nas escolas públicas em todos os EUA, e estudos descobriram que a taxa média é de cerca de parar de 21 por cento.

A ideia para o novo estudo veio, em parte, do fato de que algumas pesquisas em adultos sugerirem que o exercício pode ajudar os fumantes a parar - possivelmente, aliviando os sintomas de abstinência do desejo pelo cigarro.

Em West Virginia, onde o estudo foi feito, as taxas de fumo são altas, enquanto as taxas de exercício são baixas, disse a pesquisadora Kimberly Horn, da West Virginia University School of Medicine, em Morgantown.

"Nós achamos (o exercício) que pode ser importante para essas crianças, e que os efeitos da não adesão ao fumo poderia ser impulsionado," Horn disse à Reuters Health, em entrevista.

Para estudar a questão, a equipe de Horn escolheu, aleatoriamente, 19 escolas de ensino médio e ofereceu tanto o programa de cessação do fumo padrão, o programa mais o conselho exercício ou uma "intervenção breve", em que os fumantes adolescentes tinham uma sessão com um facilitador do programa. (NÃO facilitadores são geralmente professores, treinadores ou orientadores que foram treinados com o programa.)

Ao todo, 233 estudantes participaram de um dos três programas.

O programa padrão NÃO oferece 10 sessões semanais de pequenos grupos, em que um facilitador ajuda as crianças a descobrir por que eles fumam e encontrar maneiras de deixar o hábito.

Os adolescentes na versão do programa com exercícios agregaram também conselhos sobre exercícios - e um pedômetro ou contador de passos, para manter o controle de seus níveis de atividade diária.

Depois de seis meses, segundo o estudo, o grupo não-mais-exercício apresentou a maior taxa de abandono do fumo auto-relatados, em 31 por cento em comparação com 21 por cento no programa padrão e um pouco menos de 16 por cento no grupo-intervenção breve.

Quando a equipe de Horn olhou mais de perto os dados, o exercício acrescentado parecia ajudar apenas os meninos.

Entre os meninos nessa versão do programa, 37 por cento tinham parado por cerca de seis meses, contra apenas cerca de 18 por cento no programa padrão. A taxa das meninas, no entanto, foram semelhantes nos dois grupos - em 26 por cento e 23 por cento, respectivamente.

As razões para a disparidade entre os sexos não são claras, de acordo com Horn. "Estamos um pouco intrigados com ela", disse ela.

Em geral, Horn observou, sabe-se que a quantidade de meninas que se exercitam despenca "na adolescência, enquanto os meninos são mais propensos a ficar ativos em algum grau.

Em futuros estudos, disse Horn, os pesquisadores irão analisar se o programa realmente fez aumentar os níveis de atividade, e se o tipo de exercício influencia quando se trata de parar de fumar.

O que é encorajador, de acordo com Horn, é que a parte do exercício é fácil de adicionar ao programa que não contém exercícios. "É uma quantidade modesta de estímulo (para exercícios) a partir do facilitador. E descobrimos que mesmo que em " doses "pequenas podem surgir efeitos muito importantes."

A esperança, Horn disse, é que mesmo depois de as crianças pararem de fumar, eles vão manter o exercício e colher os benefícios adicionais de saúde também. [Reuters]

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23.8.11

Gravidez na adolescência: Seguridade discute formas de prevenção

SEGURIDADE DISCUTE FORMAS DE PREVENIR GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A Comissão de Seguridade Social e Família realiza hoje audiência pública sobre a gravidez na adolescência.
O debate foi proposto pela deputada Teresa Surita (PMDB-RR). “A gravidez na adolescência tem atingido idade mínima preocupante e índices assustadores. Crianças de 9 a 12 anos têm sido vítimas de estupro em todo o País. Em Roraima, segundo dados do Relatório Anual de 2010 da Fundação Abrinq, houve um aumento de 60% no número de partos na faixa etária entre 10 a 19 anos.



O Ministério da Saúde, apesar de reforçar ações voltadas à educação do adolescente, ainda não tem programas específicos para essa faixa etária. Precisamos ouvir especialistas e propor soluções”, disse ela.

Foram convidados:
- a coordenadora de Convivência Comunitária e Familiar da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Alice Bittencourt;
- a presidente do Departamento Científico da Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria, Mariângela de Medeiros Barbosa;
- a presidente da Associação de Formação e Reeducação Lua Nova, Raquel Barros;
- a assessora técnica da Coordenação da Saúde do Adolescente do Ministério da Saúde, Ana Sudário Lemos Serra.

A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 7.
Da Redação/WS

Fontes: 'Agência Câmara de Notícias' e Saúde da Mulher
Foto: Flickr

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28.5.09

TPM em adolescentes - cada vez mais comum

A tensão pré-menstrual, a famosa TPM, está se manifestando cada vez mais cedo entre as adolescentes, segundo pesquisa da psicóloga Regina Domingues de Azevedo, presidente da Associação Paulista de Adolescência.

Durante o estudo, foram avaliadas 422 meninas de um colégio do município de Santo André, no ABC paulista, com idade entre 14 e 18 anos.



Do total, 65% das adolescentes tinham queixas de TPM. "O estilo de vida mais agitado e a alimentação inadequada agravam o problema", diz Regina.

Para combater o problema de TPM precoce de uma forma natural, é importante em alguns dias antes da menstruação evitar sal, devido à retenção de líquidos ser maior nesta época, ingerir bastante líquido e alimentos que aliviam os sintomas da TPM como os ricos em vitamina B6, magnésio, cálcio e potássio que também ajudam a desinchar.

Evite também o café, chá preto e mate, além de refrigerantes que contém cafeína e deixam as adolescentes mais irritadas.
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12.12.08

Internet contribui para desenvolvimento de jovens, diz estudo

Um projeto que ouviu mais de 800 adolescentes nos Estados Unidos concluiu que navegar pela internet, jogar online ou participar de sites de relacionamento é importante para o desenvolvimento. (...)

"Eles estão adquirindo habilidades tecnológicas e conhecimentos necessários no mundo contemporâneo", afirmou a autora do relatório, Mimi Ito, pesquisadora do Departamento de Informática na Universidade Irvine, da Califórnia.

O estudo, chamado Projeto Juventude Digital e patrocinado pela Fundação MacArthur, é parte de um programa de US$ 50 milhões sobre mídia digital e aprendizado. (...)

Para Mimi Ito, o contato online com amigos por meio de sites de relacionamento como MySpace, Facebook e Orkut é como os adolescentes "ficam juntos" atualmente, em comparação com locais públicos como shoppings, ruas e parques.
A pesquisadora também afirma que a internet dá a um grupo de adolescentes a oportunidade de explorar sua própria criatividade e "mergulhar profundamente em um assunto". (...)
Mas os pesquisadores também descobriram que existe uma grande divisão digital entre aqueles que têm acesso à internet e os que não têm.
"A qualidade do acesso é o que importa para alguns adolescentes que podem contar apenas com a biblioteca da escola para navegar pela internet", diz Ito. "Freqüentemente é limitada, tem bloqueadores de acesso a alguns sites e só está disponível quando estas instituições estão abertas." (...)
ler reportagem completa em : BBCBrasil

Saúde com Ciência
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