17.3.17

Olhar fotos de doces emagrece


Olhar fotos de bolos, doces e outras tentações pode ajudar mulheres decididas a emagrecer a manter o compromisso, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista New Scientist.

De acordo com a psicóloga Floor Kroese, autora do estudo, a tentação pode aumentar o autocontrole das mulheres que estão fazendo dieta.

Como foi o estudo que concluiu que "olhar fotos de doces emagrece"


Para testar a teoria, Kroese e seus colegas dividiram 54 estudantes do sexo feminino em dois grupos e pediram que um deles olhasse a fotografia de um bolo de chocolate e o outro de uma flor, sob o pretexto de um teste de memória.

Os pesquisadores então perguntaram às mulheres sobre seus planos de manter uma dieta saudável e ofereceram a elas a escolha entre um biscoito de chocolate ou um de aveia, como lanche.

Olhar fotos de doces emagrece
Olhar fotos de doces emagrece

Resultados...

1. As mulheres que viram a "fotografia do bolo de chocolate" demonstraram uma maior propensão em manter uma dieta saudável do que as estudantes que viram a foto da flor.

2. As estudantes que viram o bolo também demonstraram maior preferência pelo biscoito de aveia – que testes anteriores mostraram ser visto por elas como a opção mais saudável.

Doces Tentações...






Segundo a psicóloga, a visão de alimentos tentadores nem sempre leva à vontade de satisfazer o desejo de comê-los.

“Parece que ver uma comida tentadora lembrou às mulheres de seu objetivo de cuidar do peso, e fez com que elas agissem de acordo.”

A psicóloga sugere colar fotos de comidas tentadoras na porta da geladeira para ajudar a lembrar do objetivo de perder peso.

Kroese alerta, no entanto, que o resultado parece só se aplicar às mulheres que querem perder peso, e que não está claro como o resto das pessoas reagiria às fotos.
Fonte: BBC
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10.3.17

Pipoca faz bem a saúde

Tudo que é bom faz mal ou engorda? Nem sempre. Pesquisadores americanos comprovaram recentemente, que… Pipoca faz bem à saúde!

E como quase toda boa notícia vem acompanhada de uma má; a descoberta não vale para a pipoca de micro-ondas por conter muita gordura e muito sal e se for sabor manteiga então, nem se fala [leia: Pipoca com manteiga pode causar Alzheimer].

E o que faz da pipoca um alimento nutritivo? A grande quantidade de fibras e antioxidantes que ficam envoltos por uma película que protege os nutrientes até o momento do estouro.

Então quais são as opções de pipoca saudáveis?

Quais pipocas fazem bem a saúde?

Pipoca faz bem a saúde
Pipoca faz bem a saúde

1. Pipoqueiras elétricas


◆ As melhores de pipocas que fazem bem a saúde feitas em pipoqueiras elétricas e as que são preparadas no micro-ondas sem óleo, pois ambas não levam óleo. Veja uma receita de pipoca sem óleo no micro-ondas no final deste post.

◆ Para saborizar as pipocas feitas em pipoqueiras elétricas (que parecem isopor), a dica é colocar um fio de azeite EXTRA-VIRGEM (pode ser um fio generoso, pois o azeite faz bem) sobre a pipoca já pronta e salpicar sal sobre elas, já que o sal só "gruda" na pipoca se tiver algum tipo de óleo.

◆ Colocar queijo ralado também é ótima sugestão, já que o queijo parmesão é o derivado de leite com mais cálcio.

◆ Use também temperinhos como orégano, tomilho, sálvia, açafrão (que ainda dá uma cor linda á pipoca e faz muito bem a saúde, etc. Usando tais temperos você ainda evitará colocar mais sal [perfeito para os hipertensos].

2. Pipoca de micro-ondas light


A segunda opção (mais prática, porém menos saudável como a mostrada acima) é a pipoca de micro-ondas natural light e sem manteiga. Mas esta deve ser consumida com moderação.

Receita de pipoca saudável


Ingredientes

  • 5 colheres de sopa (não cheias) de milho para pipoca
  • 7 colheres de sopa de água
  • 1 colher de chá rasa de sal
  • 1 colher de café bem rasa de glutamato monossódico (opcional, mas eu adoro!)
  • 1 tigela de vidro própria para micro-ondas, bem alta e com boca larga (foto acima)
  • papel filme
  • 1 palito de dentes

Como fazer a pipoca no microondas sem óleo


  1. Coloque tudo na tigela de vidro e cubra com duas folhas de papel filme (foto abaixo) cobrindo o milho de pipoca, deixando folgas em todas as beiradas para cobrir muito bem todo o diâmetro da tigela.
  2. Com o palito, faça 1 furo bem pequenos só com a ponta do palito para sair o ar durante o cozimento.
  3. Coloque a tigela no micro-ondas e ligue em potência alta. O que pode variar BASTANTE é o tempo de preparo, já que há muita diferença entre os aparelhos e até no mesmo micro, a depender do horário, pois pode haver mais ou menos demanda de energia. O tempo dentro do micro pode variar de 5 a 12 minutos. Para saber o tempo exato de acordo com o seu aparelho, na primeira vez que fizer a pipoca fique próximo ao micro e ajuste o tempo para 4 minutos. Se ao chegar próximo a esse número as pipocas ainda não tiverem estourado coloque mais 2 minutos e depois mais 2, se necessário. Complicado? Calma! Isso só será necessário na primeira vez. O resultado compensa tudo.



Dicas para uma pipoca no micro-ondas perfeita


  1. Se o papel filme não conseguir cobrir ambos os lados, coloque duas folhas.
  2. Testei várias receitas da internet, mas apenas esta deu certo e ainda assim tive que adaptar, porque quem me ensinou coloca menos água e não dá certo.

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25.2.17

Como deixar os enlatados mais 'saudáveis'

Não sei se é possível dizer que a expressão 'enlatados saudáveis' é verdadeira, já que muito se diz que enlatados fazem mal a saúde.

Entretanto, todos sabemos que os alimentos enlatados são muito práticos, bastando, na maioria das vezes, abrir a lata e consumir. Mas será que podemos deixar os alimentos saudáveis? Ou menos "insaudáveis" (acabei de inventar essa palavra)?

A resposta é sim. Claro que sim!

alimentos enlatados e a saúde
alimentos enlatados - foto.

É inegável que os alimentos enlatados são muito, mas muito práticos. Basta ter à mão um abridor de latas e... pronto! Pode comer.

Mas a enorme quantidade de sódio presente nos enlatados o deixa quase "impróprio" para o consumo e aí tem-se o dilema: é prático, não é caro, mas não é recomendável. :-( Mas isso pode mudar, ou pelo menos parte disso...

Como deixar os enlatados mais saudáveis





  1. Observe o rótulo e leve para casa o produto que contiver menos sódio,
  2. Ao abrir a lata (ou as modernas caixinhas) escorra toda a água de dentro e NÃO consuma essa água
  3. Encha a lata com água potável e dê uma leve chacoalhada para a água se encorporar aos alimentos - isso serve para ervilhas, milho e seleta de legumes - despreze também essa água
  4. Já há opções de enlatados cozidos no vapor e sem soro, prefira-os
  5. Coma alimentos enlatados menos vezes por semana, nos dias em que tiver mais tempo para cozinhar, prefira alimentos frescos
  6. Acrescente aos alimentos enlatados algumas opções mais saudáveis, como salsinha picada, por exemplo
  7. Nunca frite a carne enlatada, prefira grelhá-la
  8. Lave as salsichas enlatadas tirando o sódio e aquela 'gosma' que fica nela
  9. Prefira o extrato de tomate ao molho pronto
  10. Diminua o consumo de condimentos
  11. Não consuma a água dos picles nem do palmito
  12. Sempre cozinhe os palmitos e os cogumelos enlatados
  13. não compre latas amassadas
  14. não compre produtos conservados em vidro se a tampa estiver enferrujada ou se observar a água turva
  15. Despreze o molho que vem na sardinha em lata
  16. Feijoada em lata? Não tem gosto de nada, mas se for consumir tire aquela 'nata' branca que fica em cima. 
  17. Por último: "use enlatados com moderação"

Para uma leitura complementar, sugerimos o artigo: Sódio nos Alimentos: alimentos que contêm sódio em excesso.
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24.2.17

Estudo (Harvard) mostra por que NUNCA se deve comer alimentos velhos como carne de animais velhos

Quer viver mais e melhor? Um estudo recente revela por que os alimentos velhos poderiam encurtar a vida útil, inclusive com um dia de vencimento. Vamos entender por quê?

Tal afirmação parece dramática, não? Mas os resultados são alarmantes e os investigadores na universidade de Harvard insistem que têm evidências concretas de que o alimento velho (legumes mofados e os industrializados vencidos) aceleram o envelhecimento das células do nosso corpo. Com relação às carnes, a idade do animal abatido também fez parte do estudo.

A equipe, liderada por Vadim Gladyshev, observou, principalmente, a idade da carne quando foi abatida -- por exemplo, carne de veado de três anos de idade versus carne de veado de 25 anos de idade. Ao longo de sua vida, esse cervo acumula tantos danos que sua carne é muito menos nutritiva do que a dos animais jovens.

Os especialistas sugerem que os danos celulares ao DNA humano (ou da espécie que comer o produto) também ocorrem com os vegetais que são consumidos após muito tempo após a colheita, permitindo que os nutrientes se deteriorem.

NUNCA se deve comer alimentos velhos como carne de animais velhos
batata doce apodrecendo

Como as espécies estudadas reagiram ao comer tais alimentos?


Para o estudo, Gladyshev e colegas examinaram os hábitos alimentares de três organismos diferentes -- levedura, ratos e moscas de fruta -- e como suas células reagiram a diferentes alimentos envelhecidos por um período de anos.

Eles descobriram que aqueles que foram alimentados com 'alimentos mais jovens' -- isto é, produtos frescos -- sofreram muito menos danos celulares.



"Isso nos mostra que essas mudanças relacionadas à idade e que se acumulam são verdadeiramente deletérias", disse Gladyshev. "E isso fornece uma visão fundamental sobre o processo de envelhecimento celular."

Quais foram os resultados do estudo sobre envelhecimento celular e alimentação?


As moscas de fruta com uma dieta com alimentos velhos tiveram uma vida 13% mais curta do que aquelas que comeram alimentos frescos.

Com os camundongos os resultados foram diferentes entre machos e fêmeas. Os ratos fêmeas tiveram uma vida 13% mais curta do que as fêmeas que comeram alimentos mais novos. Já com os machos não houve diferença significativa, ou seja, não importa se o alimento estava vencido ou não, eles não obtiveram diferença no tempo de vida.

Como usar esse dados a favor da manutenção da juventude?


O chefe da pesquisa disse que a próxima questão é: como podemos reestruturar o metabolismo celular para que esse dano se acumule a um ritmo mais lento?

Mas atenção! Ele insiste que o estudo ainda não pode ser aplicado aos seres humanos, uma vez que foi o estudo foi testado apenas em animais. No entanto, isso é algo a ser explorado em pesquisas futuras.

➤ Complemente sua leitura com o artigo: Validade dos alimentos: O que devemos saber

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Fonte: Daily Mail.
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22.2.17

Semáforo nutricional

Semáforo nutricional é uma comparação que se faz com o que representa cada cor do semáforo: semáforo vermelho: proibido, amarelo atenção e verde: livre.

Logo, os alimentos classificados como semáforo vermelhos devem ser evitados ou consumidos ocasionalmente, os amarelos consumidos moderadamente e os alimentos classificados como semáforo verde podem ser consumidos a vontade.

Semáforo nutricional
mirtilos


Veja uma relação com cada um dos alimentos do semáforo dos alimentos ou semáforo nutricional.

Alimentos Proibidos (semáforo vermelho):


  • Gorduras visíveis - (Manteigas, margarina, natas, chantilly, etc.);
  • Embutidos e queijos amarelos - (Queijo, chouriço, linguiça, toucinho, bacon, mortadela, morcela, etc.);
  • Confeitaria:  (Bolos, pães doces, etc)
  • Salgados/folhados: (rissoles, quiches, coxinha, croquetes, folhados, etc.)
  • Sobremesas doces ricas em gordura - (sorvetes, tortas doces, sobremesas com creme de leite/chantilly, etc.)
  • Bebidas alcoólicas
  • Alimentos preparados com muita gordura (Frituras, refogados, assados, etc.)
  • Fast –Food - (Hambúrgueres, pizza, lasanha, etc.)
  • Ovos fritos

Alimentos de consumo moderado (semáforo amarelo):


  • Gorduras visíveis - (azeite, óleo vegetal)
  • Embutidos - (fiambre, presunto, queijo curado)
  • Carnes gordas - (pele de frango, carnes com muita gordura, carne de porco gorda)
  • Frutos do mar (camarão, lulas, polvos, etc)
  • Frutos oleaginosos (noz, avelã, amendoim, etc.)
  • Frutas em calda
  • Frutas Gordas - (abacate, coco, banana, etc)
  • Refrigerantes
  • Leite e iogurtes integrais
  • Conservas em óleo (atum em óleo vegetal, etc.)
  • Alimentos light (sumos, chocolates, bolachas, etc.)
  • Ovos cozidos

Alimentos de consumo liberado (semáforo verde):


  • Farináceos (Pão, batata, arroz, massa, feijão, grão, ervilhas, milho, etc.)
  • Carnes magras (avestruz, coelho, frango (peito e filé) peru, lombo etc.)
  • Peixes (carapau, pescada, atum, cação, cavala, ovas, etc.)
  • Frutas (Laranja, tangerina, kiwi, morangos, cerejas, mamão, manga, blueberry, maçã, pêra, etc.)
  • Água
  • Embutidos Magros (peito de peru, queijo fresco magro)
  • Leite e iogurtes magros
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Alimentos que influenciam o sono

Um estudo recente mostra que o que você come durante o dia também pode fazer você dormir melhor ou pior

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriram que, quanto maior a quantidade de fibras e menor a de gordura saturada, maior a duração do sono profundo, conhecido no meio médico e científico como "sono de ondas lentas".

Alimentos que influenciam o sono, positiva_ou negativamente



Os Resultados - que apontam quais alimentos influenciam o sono


Os autores, liderados por Marie-Pierre St-Onge, publicaram o resultado no 'Journal of Clinical Sleep Medicine' mostram que um único dia de exageros pode influenciar - e muito - os parâmetros de sono. O trabalho também mostrou que o excesso de açúcar provoca mais despertares ao longo da noite.

► Leia também: Dormir emagrece mesmo?

Como foi o estudo que mostra quais alimentos influenciam o sono


Os resultados foram obtidos após um experimento que contou com 26 adultos (13 homens e 13 mulheres) com peso normal e idade média de 35 anos. Eles passaram cinco noites no laboratório, com o sono monitorado, sendo que, na metade dos dias, eles seguiram uma dieta montada por nutricionistas, e na outra, comeram à vontade e depois informaram o cardápio consumido.

Os alimentos que influenciam seu sono
Os alimentos que influenciam seu sono

► Leia também: O que é gordura trans?

Nos dias em que os participantes seguiam a dieta controlada, que era mais pobre em gordura e mais rica em fibras, eles também levaram menos tempo para pegar no sono à noite – cerca de 17 minutos, contra 29 minutos registrados nos dias em que comiam o que queriam.




COMENTÁRIO SAÚDE COM CIÊNCIA

Eu, Renata, farmacêutica do site posso afirmar que, por experiência própria, sinto mais sono quando consumo carboidratos, então, às vezes uso esta "técnica" quando tenho insônia ou demoro um pouco pra dormir. Entretanto, após ler e publicar o estudo que mostra quais os alimentos influenciam o sono, vou rever meus conceitos, afinal, de que adianta dormir logo, mas não dormir bem? Vou passar a comer carboidrato para dar sono sim, mas em pouquíssima quantidade, como um copo de leite, por exemplo, ou um chá adoçado com 2 colheres de chá de açúcar mascavo no frio e um suco de maracujá adoçado com o mesmo açúcar antes de dormir... e só! ;-)

► Leia também: Jeito de dormir pode revelar a personalidade das pessoas
► Leia também: Dormir 8 horas por dia diminui 80% o risco de morrer do coração

Fonte: stonehearthnewsletters
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15.2.17

Por que a vitamina C aumenta imunidade?

Sabia que os alimentos saudáveis potencializam imunidade no verão? Se sim, sabe como isso acontece? Continue lendo...

Quem pensa que gripes, resfriados e outros problemas decorrentes da baixa imunidade só acontecem nas estações mais frias do ano está enganado. No verão, a associação de calor, umidade e uso excessivo de ventiladores e ares-condicionados nos deixa mais vulneráveis e exige cuidados especiais com a saúde.

vitamina C aumenta imunidade

Nesse período, alguns alimentos podem, por meio de suas propriedades, ser grandes aliados para aumentar as defesas do organismo. Entre os nutrientes que protegem o nosso corpo, destaca-se a vitamina C. Ela amplia a produção de glóbulos brancos e anticorpos e também tem ação antioxidante, que previne o desenvolvimento de doenças como o câncer e processos degenerativos associados à idade.

A vitamina está presente em frutas facilmente encontradas, laranja, acerola, limão, caju, goiaba e manga, além de vegetais como o tomate e o pimentão. Pensando em oferecer os benefícios das três em um só produto, a Juxx, especialista em produção de sucos funcionais, oferece a bebida X-mune Junxx. A fórmula é exclusiva e, acrescida de cenoura, abóbora e gengibre, traz uma opção saudável e de sabor inigualável às prateleiras.

Sem adição de açúcar e adoçante, a composição também dispensa corantes, aromatizantes artificiais e conservadores. “A ideia do X-mune é, assim como a dos demais produtos da nossa marca, oferecer mais do que um suco convencional”, conta o fundador e diretor executivo da Juxx, Edson Mazeto. “O sucesso da empresa está em conciliar sabor e valores nutricionais excelentes no conteúdo de cada embalagem”.

Complemente sua leitura: Vitaminas C, quanto tempo ela permanece nos sucos.

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4.2.17

Embalagem de fast-food faz mal à saúde

Embalagens de fast-food prejudicam a saúde, diz pesquisa

Um novo estudo mostrou que produtos químicos usados na fabricação da embalagem entram em contato com o alimento e podem causar diabetes e câncer.

Você não dispensa um fast-food, apesar de saber que esse tipo de alimento faz mal? Pois saiba que tal hábito pode fazer ainda mais mal.

Embalagem de fast-food cancer e diabetes
Embalagem de fast-food faz mal à saúde / câncer e diabetes estão entre as doenças

Um novo estudo publicado recentemente na revista científica Environmental Science & Technology Letters mostra que produtos químicos utilizados na produção das embalagens em que os alimentos são armazenados após prontos podem causar doenças como diabetes e câncer.

“Essas substâncias químicas têm sido associadas a inúmeros problemas de saúde, por isso é preocupante que as pessoas estejam potencialmente expostas a elas em alimentos”, disse Laurel Schnaider, principal autora do estudo.

A pesquisa, realizada pelo Instituto Silent Spring, nos Estados Unidos, analisou mais de 400 embalagens de papel e cartolina de 27 cadeias americanas de fast-food.

Os resultados apontaram que as embalagens à prova de gordura nas quais esses alimentos são guardados depois de prontos contêm substâncias químicas fluoradas que entram em contato com o alimento e, após ingeridos, podem modificar o DNA e os processos de replicação celular.

Isso significa um potencial risco para o desenvolvimento de problemas de saúde como:
  • puberdade precoce, 
  • distúrbios de fertilidade, 
  • distúrbios de desenvolvimento em crianças, 
  • doenças da tireoide
  • obesidade
  • câncer e 
  • diabetes.

Segundo os autores, as crianças são as que correm mais risco pela ingestão destas substâncias, pois seus corpos ainda em desenvolvimento estão mais vulneráveis a químicos tóxicos.

Compostos fluoretados fazem mal à saúde e ao meio ambiente


Embalagem de fast-food faz mal à saúde
porcentagem de compostos fluoretados em embalagens de fast-foods

Os cientistas identificaram aproximadamente 20 tóxicos altamente fluorados. Quase metade das embalagens de papelão e 20% dos papéis analisados continham flúor.

Além de causar riscos diretos à saúde, os pesquisadores alertam que, quando os compostos fluoretados são descartados em aterros sanitários, eles podem migrar para águas subterrâneas, com potencial impacto potencial no abastecimento de água potável.

O que diz a Portaria nº 912/MS/SVS de 13/111998 sobre os compostos fluoretados em embalagens de alimentos


(...)
ANEXO VIII

REGULAMENTO TÉCNICO PARA EMBALAGENS E EQUIPAMENTOS DE POLIETILENO FLUORETADO EM CONTATO COM ALIMENTOS

1. Alcance
O presente Regulamento aplica-se a embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos ou matérias primas para alimentos e para embalagens compostas por vários tipos de materiais, sempre que a camada em contato com o alimento seja de polietileno fluoretado.

2. Definição
Embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado - aquelas fabricadas a partir de artigos de polietileno ou seus copolímeros autorizados, modificados na sua superfície através de um tratamento com gás flúor em combinação com gás nitrogênio como diluente inerte. Esta modificação afeta somente a superfície do polímero, deixando seu interior sem alterações.

3. As embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado a que se refere este Regulamento devem ser fabricados seguindo as Boas Práticas de Fabricação, compatíveis com sua utilização para contato direto com alimentos.

4. Para a fabricação dos artigos que serão submetidos ao tratamento com flúor somente podem ser utilizados:
4.1. Os polímeros ou copolímeros listados abaixo:
(...)

(I) não pode ser utilizado para cocção.
(II) para alimentos graxos, não pode ser utilizado em temperaturas superiores a 65º C.
(III) não pode ser utilizado em temperaturas superiores a 65º C.
4.2. As substâncias ou grupos de substâncias incluídas nas listas positivas de aditivos para materiais plásticos (Anexo III), devem cumprir as restrições fixadas para cada caso.

5. As embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado em contato com alimentos devem cumprir com os regulamentos estabelecidos nos Anexos: II, III e V; além disso, não devem ceder para os alimentos acima de 5 mg/kg do íon fluoreto, e, neste caso, é estabelecido um LME = 5mg/kg de íon fluoreto.



A migração específica de íon fluoreto será avaliada através de metodologia analítica descrita em Regulamento Técnico específico.

6. O processo de fabricação e as embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser autorizados/aprovados previamente pela autoridade sanitária competente.

7. as embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser autorizados/aprovados pela autoridade sanitária competente.

8. Todas as modificações de composição das embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser submetidos à autoridade sanitária competente para sua autorização/aprovação.

Fontes:  Environmental Science & Technology Letters | Veja | Anvisa

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Da Anvisa: Canela em pó e doce de mamão são suspensos

Anvisa suspende três lotes de canela em pó, com fragmento de pelo e doce de mamão por teor de cobre acima do permitido.

Três lotes de canela em pó de diferentes produtores foram suspensos pela Anvisa por apresentar fragmentos de pelo de roedor. Como este tipo de falha pode representar risco à saúde humana, os produtos devem ser retirados do mercado.

➤Leia também: Canela benefícios na medicina alternativa

O problema com a canela em pó foi identificado pela Diretoria de Vigilância em Alimentos do Estado de Minas Gerais (DVA-MG) que enviou um Laudo de Análise Fiscal (Contra-Prova) n° 2625.CP.0/2016, comprovando a presença de matérias estranhas. A proibição envolve a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e o uso dos alimentos em todo o território nacional.

Cobre no doce de mamão

A Agência também proibiu a distribuição e comercialização do Doce de Mamão Ralado da marca Doce Antunes, embalagem de 700g. O produto apresentou uma quantidade de cobre acima do permitido para este tipo de contaminante, o que pode ser prejudicial para a saúde humana. A análise foi feita pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias (Funed/MG).

➤Leia também: Benefícios do mamão além da digestão

Confira as suspensões:

Da Anvisa: Canela em pó e doce de mamão são suspensos
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2.2.17

Rótulos de alimentos industrializados com LACTOSE


Os rótulos de alimentos industrializados com lactose ganham novas regras.

Novas regras para rótulos de alimentos industrializados com lactose


A nova rotulagem de lactose garante informação ao consumidor. A declaração da presença de lactose (o açúcar do leite) será obrigatória nos alimentos com mais de 100 miligramas (mg) de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer alimento que contenha lactose em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém Lactose” em seu rótulo.

Rótulos de alimentos com LACTOSE
Rótulos de alimentos com LACTOSE

Este limite foi baseado na experiência de outros países que já adotam esta regulação há bastante tempo, como Alemanha e Hungria e tem se mostrado seguro para as pessoas com intolerância à lactose. A Anvisa ainda considerou a existência de laboratórios de controle de qualidade que possuam capacidade de identificar a lactose em tais níveis.

Leia também >> Perigos do leite de vaca

Os fabricantes de alimentos industrializados com lactose poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” nos casos em que a quantidade de lactose for reduzida para valores entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante.

Com a instituição dessas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose“ ou “baixo teor”, para os produtos cujo teor de lactose tenha sido reduzido e “contém lactose”, nos demais alimentos com presença desse açúcar.



Rótulos com "contém lactose" serão adequados até 2019


Em até 24 meses [um prazo muuuito longo, não?] todos os alimentos disponíveis no mercado deverão atender a nova regra. Este prazo foi definido com base no tempo que a indústria e seus fornecedores precisam para adequação e também para esgotarem os estoques atualmente existentes.

Leia também >> Leite hidrata mais que água após os 50 anos 

Apenas os estabelecimentos que preparam os alimentos, sejam eles sem embalagens ou embalados no próprio ponto de venda a pedido do consumidor, não estão obrigados a informarem sobre o conteúdo de lactose.

A norma foi aprovada nesta terça-feira (31/1) pela Anvisa e deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias. A regulamentação é decorrente da Lei 13.305 de 2016, que tornou obrigatória a informação da presença de lactose nos rótulos de alimentos.

Como ficará o rótulo dos alimentos com lactose?


Rótulos de alimentos com LACTOSE


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"Bolo Vitamina": em vez de beber, coma uma vitamina!

Sabe aquela combinação clássica da vitamina? Banana + maçã + mamão e tudo batido com leite? Que tal transformá-los em um bolo? E se o chamarmos de "Bolo Vitamina"?

Foi assim que ontem, então, eu com minha criatividade sem fim, resolvi transformar a gostosa e saudável bebida chamada vitamina em bolo. E pra ficar ainda mais saudável juntei à "fórmula" do bolo, aveia e cenoura, que também rendem vitaminas deliciosas! Confira a receita do Bolo Vitamina:

"Bolo Vitamina": em vez de beber, coma uma vitamina!
Bolo vitamina. foto: Renata Fraia © Saúde com Ciência

BOLO VITAMINA - receita passo a passo


Ingredientes
  • 3 ovos
  • 2 bananas nanicas em rodelas grandes
  • 1 maçã média com casca picada grosseiramente
  • 1/3 de xícara de mamão picado
  • 1/4 de xícara de cenoura picada 
  • 3/4 de xícara de óleo vegetal (soja, coco, canola, milho...)
  • 1 e 1/4 de xícara de chá de leite desnatado
  • 1/2 xícara de açúcar orgânico (é mais saudável, mas pode usar o açúcar branco refinado)*
  • 1 xícara de aveia com flocos de qualquer tamanho
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1/2 xícara de farinha de trigo ou de arroz (para quem não pode comer glúten)
  • 1 colher de sopa de fermento em pó




*Não precisa colocar mais açúcar do que isso, pois as frutas já são doces e contêm o açúcar frutose.

Leia também: Bolo de Chocolate emagrece se consumido de manhã e moderadamente.

Como fazer o bolo vitamina


"Bolo Vitamina":  receita de Renata Fraia; em vez de beber, coma uma vitamina!
Bolo Vitamina. foto: Renata Fraia © /Saúde com Ciência e OQueComerHoje?

  • Bata os ovos, as frutas, a cenoura (ver receita de bolo de cenoura) e o óleo no liquidificador por 1 minuto
  • Acrescente o leite, o açúcar e a aveia e bata até misturar bem (nesse momento você sentirá aquele cheiro delicioso de vitamina de banana, mamão e maçã)
  • Acrescente o amido e mexa com uma colher
  • Acrescente a farinha e mexa novamente, se precisar, ligue o liquidificador em velocidade baixa, apenas para misturar levemente
  • Acrescente o fermento e mexa com a colher
  • Despeje em uma forma redonda (sem furo no meio), untada e enfarinhada
  • Asse em forno preaquecido a 180°C por cerca de 40 minutos (coloque o bolo na grelha do meio)
  • Espere 10 minutos para desenformar
  • Desenforme e polvilhe açúcar por cima, leve novamente ao forno - que estará desligado, porém quente - apenas para que o açúcar derreta levemente.

Desenvolvimento da receita do Bolo Vitamina: Renata Fraia - Farmacêutica do Saúde com Ciência.
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27.1.17

9 Dicas para comer açúcar de forma saudável


Bom senso é a palavra-chave quando se pensa em açúcar dentro de uma rotina alimentar saudável. Veja dicas para comer açúcar sem exageros.

9 Dicas para comer açúcar de forma saudável e equilibrada



1. Coma devagar


O sabor é sentido apenas na boca, então, não há vantagem em comer rápido. Além disso, o indivíduo acaba comendo mais quando come rápido e não aproveita o gosto e sensação proporcionados pelo alimento. É importante dar tempo para o corpo entender a quantidade de comida que está sendo ingerida e saiba pedir o quanto é realmente necessário.

2. Prefira ter uma alimentação aliada às atividades físicas


O corpo usa as calorias vindas de todos os alimentos para a manutenção do seu metabolismo. Quando excede, ele armazena. Caminhar, usar as escadas em vez do elevador, descer um ponto antes do ônibus, estacionar o carro um pouco mais longe, entrar no mar, dançar, andar de bicicleta - são todas formas de gastar energia.

➤ Açúcar atrapalha o colágeno, por Bom Dia Brasil

3. Escolha quando comer açúcar 


Em produtos como pão, bolo, sucos, iogurtes, mostarda, molho de tomate, etc, às vezes, sem perceber estamos comendo o açúcar. Dessa forma, experimente o suco, o café e a fruta antes de adoçar. Deixe o açúcar para os extras. Assim, sobra mais espaço para consumir o açúcar que escolhemos comer.

4. Em buffets de sobremesas 


Escolha qual quer comer e experimente um pouquinho para ver se vale mesmo a pena. Quantas vezes comemos e achamos que nem estava tão bom?

5. Prefira comprar avulsos 


Dê preferência a comprar doces por unidade e não necessariamente uma caixa inteira, pois evita o estímulo ao consumo exagerado. Muitas vezes, uma boa saída é dividir a sobremesa com alguém.




6. Preste atenção nos alimentos 


Estar atento na composição do que se ingere (não calorias, mas os ingredientes que vão naquele prato ou produto). Lembre-se que vários alimentos " viram" açúcar quando são absorvidos pelo intestino (pães, arroz, massas, batata, mandioca, banana, beterraba, etc). A dica é consumir com moderação e preferir as formas integrais.

Praticantes de atividades físicas comem açúcar e estão em forma

7. Cozinhe em casa 


Você não precisa saber fazer muita coisa, mas pode arriscar. Uma omelete pode ser um jantar melhor do que uma lasanha congelada. Juntar alguns vegetais coloridos pode dar uma salada deliciosa. Experimente!

8. Experimente coisas novas


Uma alimentação diversificada é essencial! Cada alimento possui propriedades, vitaminas e benefícios diferentes que podem e devem ser explorados.

9. Saiba que no dia seguinte pode comer de novo


No final, se consumido com sensatez e equilíbrio, não há motivo para não consumir o que gosta.

Este artigo foi elaborado em conjunto com a nutricionista Marcia Daskal, do projeto Doce Equilíbrio

O artigo a seguir complementa sua leitura: Consumir carboidratos 'bons' emagrece.
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19.1.17

Diferença entre Whey protein isolado, hidrolisado e concentrado

Entenda as diferenças entre Whey protein isolado, hidrolisado ou concentrado.

Muito se houve falar de Whey protein hoje em dia, mas você sabe qual a diferença entre os tipos dessa importante proteína? Vamos conhecê-las?

O Whey Protein é um suplemento alimentar de rápida absorção, composto de proteína extraída do soro do leite durante o processo de transformação do leite em queijo.

Diferença entre Whey protein isolado, hidrolisado e concentrado
Diferença entre Whey protein isolado, hidrolisado e concentrado

A suplementação de whey protein pode ser dividida entre concentrados (WPC), isolados e hidrolisados. A diferença entre eles está na filtragem da proteína: os concentrados passam por um processo que permite a presença de resíduos de carboidrato, como a lactose, e até mesmo pequenas quantidades de gordura.

Os isolados são mais filtrados e oferecem uma concentração proteica maior do que o WPC. Já os hidrolisados, além de passarem por um processo mais refinado de filtragem, também são submetidos a uma técnica que quebra as moléculas proteicas do leite, o que facilita o processo de absorção.

Por conta disso, eles se tornam a opção mais indicada não só para pacientes bariátricos, mas também para outros momentos pós-cirúrgicos, indica Maria Fernanda Pio, nutricionista e consultora técnica da Dr. Shape – rede de suplementos alimentares e artigos esportivos.

Então vamos deixar tudo bem didático?

Diferença entre Whey protein hidrolisado, isolado e concentrado


Whey protein concentrado (WPC)

Passam por um processo que permite a presença de resíduos de carboidrato, como a lactose, e até mesmo pequenas quantidades de gordura.

Whey protein isolado

São mais filtrados e oferecem uma concentração proteica maior do que o WPC. Compre Whey Protein isolada no Agora Saúde.

Whey protein hidrolisado

Além de passarem por um processo mais refinado de filtragem, também são submetidos a uma técnica que quebra as moléculas proteicas do leite, o que facilita o processo de absorção, sendo mais indicados para quem passou por algum processo cirúrgico.

>> Leia também: Comer proteínas de manhã ajuda a emagrecer.

Contraindicações e benefícios do whey protein


Contraindicado aos alérgicos da proteína do leite, o whey protein pode ser substituído por outros suplementos à base de aminoácidos, como o colágeno hidrolisado, e até mesmo por suplementos proteicos de origem vegetal , como a proteína do arroz, ervilha ou alcachofra.

“Ao longo do dia, esses suplementos devem ser intercalados com uma alimentação equilibrada e rica em alimentos proteicos, como leite, frango, peixe, carne e ovo”, explana Maria Fernanda. “Além do whey protein, os bariátricos também podem se beneficiar com colágeno, ômega 3, lactobacilos e glutaminas”.

Crianças, adolescentes, gestantes, idosos e enfermos, também podem consumir o whey protein desde que devidamente indicado por um profissional, que apontará a melhor maneira de inclusão do suplemento na rotina alimentar de cada pessoa.
“Entre os seus benefícios, podemos apontar a manutenção e desenvolvimento muscular, a saciedade e a cicatrização. Também reforça o sistema imunológico”, finaliza a consultora técnica da Dr. Shape.

Fonte: Dr. Shape
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16.1.17

4 melhores alimentos para o cérebro

É inevitável imaginar que o cérebro seja o principal órgão do corpo, afinal, apenas quando ele morre é que é decretada a morte do indivíduo. Assim, a informação de que existem alguns alimentos identificados como os melhores alimentos para o cérebro é de importância ímpar.

Achou esse número pouco? Pode ser, mas... Sabemos que existem muito mais do que menos de cinco alimentos para a saúde cerebral. Mas dentre todos eles, 4 são fundamentais. Mas quais serão os melhores alimentos para o cérebro?

Quais os melhores alimentos para o cérebro?


Abaixo estão os alimentos com maior fonte de nutrientes benéficos ao cérebro e eles não estão relacionados por ordem de importância, ou seja, todos são muito importantes.

4 melhores alimentos para o cérebro
4 melhores alimentos para o cérebro - couve-manteiga

1. Vegetais de folhas verdes escuras


Por ser fonte importante de vitamina K, verduras de folhas verdes escuras como couve e espinafre são usadas para desacelerar o declínio cognitivo. Segundo um novo estudo da Rush University Medical Center, as pessoas que comiam 1 a 2 porções de verduras verdes escuras por dia tinham a capacidade cognitiva (entender, assimilar e de se relacionar com tudo e todos ao redor) de uma pessoa 11 anos mais jovem do que os que não consumiram os vegetais.


►► Leia também: Treine o cérebro para comer alimentos saudáveis.


2. Peixes gordos 


Um estudo realizado pela Tufts University descobriu que pessoas que comiam peixes gordos (por isso há várias marcas de óleo de peixe sendo comercializadas) como salmão e atum 3 vezes por semana tiveram risco reduzido (cerca de 40%) de apresentar o mal de

“Os ácidos graxos ômega-3 contêm DHA e EPA, que são altamente concentrados no cérebro e são cruciais para a função cerebral ideal”, diz Joy Dubost, PhD, nutricionista e porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética. Peixes gordos são também uma grande fonte de vitamina D, diz Dubost, e numerosos estudos indicam que vitamina D pode ajudar a proteger o cérebro. “Apenas um pedaço de salmão cozido contém 600 UI de vitamina D”, diz ela, “o que é um número muito alto para uma fonte de alimento de D.”

►► Leia também: Cor dos alimentos e seus benefícios

3. Blueberry (mirtilo)


Dotada de um antioxidante-antocianina que lhe confere essa cor azul escura arroxeada incrível estas frutinhas são muito saudáveis para o cérebro. Um estudo recente da mesma universidade que estudou o salmão, revelou que as antocianinas conseguem atravessar a barreira cerebral (sangue/cérebro), assim protege as células cerebrais contra a oxidação e também aumentando a comunicação entre os neurônios cerebrais.

Pesquisas com animais também feitas na Tufts revelou que os blueberries ajudam a melhorar a memória de curto prazo, as habilidades de nadar, o equilíbrio e também a coordenação motora.

Já uma pesquisa feita com 16 mil mulheres com mais de 70 anos pela Harvard Nurses revelou que as que consumiam 2 ou mais porções de meia xícara de mirtilos - ou de morangos - por semana mantiveram-se mentalmente mais agitadas do que as que não consumiam tais as frutas.





4. Azeite extra-virgem


O azeite (se consumido in natura, ou seja, sem aquecer muito) é uma excelente fonte de polifenóis antioxidantes que podem prevenir o envelhecimento e até mesmo reverter os sinais da idade (cronológica) e também os problemas de memória relacionados a doenças como alzheimer e outros tipos de demência.

Uma pesquisa publicada no Jornal da Doença de Alzheimer demonstrou que o azeite extra-virgem é capaz de melhorar não só a memória como também a aprendizagem. Outros estudos revelam que a troca de gorduras saturadas por gorduras mono e poli-insaturados (como a encontrado no azeite) está associada com um risco menor do mal de Alzheimer.

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8.1.17

Fast-food pode reduzir inteligência

Um estudo feito por cientistas da Universidade de Londres sobre alimentação à base de fast-food, aponta para os perigos desse tipo de dieta, um deles diz respeito à inteligência.

Fast-food pode reduzir inteligência
hambúrgueres - comida típica de fast-food

A principal descoberta dos pesquisadores é que uma criança que se alimenta ao longo da vida, com comida de fast-food, tem grande probabilidade de ter seu QI reduzido, quando chegar na vida adulta, em função da má alimentação. Ou seja, fast-food pode reduzir inteligência.


Como foi o estudo que mostrou que fast-food reduz inteligência


O estudo foi realizado com quatro mil crianças de 3 a 5 anos de idade, que tinham uma alimentação rica em frituras, sanduíches e outras guloseimas.


A conclusão foi que o tipo de alimentação que ingerimos, afeta diretamente nossa capacidade cerebral, como funções de raciocínio, atenção, memória e imaginação. Assim, a dieta fast-food afetaria diretamente nossa inteligência, causando sérios danos à nossa capacidade de pensar.

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Os pesquisadores também chamaram a atenção, para o nível socioeconômico das pessoas, já que isso interfere na qualidade da alimentação. Assim, o ideal, segundo eles, é procurar consumir alimentos frescos e de qualidade sempre que possível.




Comentário Saúde com Ciência sobre fast-food x inteligência


Seriam os americanos (que praticamente vivem à base de fast-food), então, menos inteligentes?

Fonte/Foto: Daily Mail.
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4.1.17

Carnes - Higiene básica e fundamental

Se você já se perguntou a respeito de como preparar a carne com métodos básicos de higiene as respostas estão abaixo:

Carnes - Higiene básica e fundamental
carne mal passada

Carnes - Higiene básica e fundamental


Deve-se lavar a carne?

A resposta é NÃO. As carnes não devem ser lavadas, pois as bactérias que estão em sua superfície irão penetrar juntamente com a água para dentro da carne.

Além disso, perde-se muitos nutrientes ao lavar a carne. Isso serve para qualquer carne, vermelha ou branca,com exceção do peixe.


Como guardar as carnes no freezer

Sempre tire a carne da bandeja que veio e coloque em uma embalagem própria.


Veja também: males do consumo de carnes vermelhas.


Não coma carne crua ou mal passada

A maioria das bactérias sobrevive mesmo a altas temperaturas e só morrerão em temperaturas muito elevadas, após estarem bem cozidas.


Manuseie carnes com mãos limpas

Lave sempre as mãos antes de preparar as carnes, principalmente após ir ao banheiro



Tábuas de carne

As tábuas de carne devem ser de plástico duro ou vidro, as tábuas de madeira e suas ranhuras são um lugar de proliferação de bactérias e fungos. Substitua as tábuas de plástico se ficarem rachadas. Sempre lave muito bem a tábua antes e após o uso.


Lave bem os utensílios

Utensílios como facas que se preparam carnes devem ser muito bem lavados.
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29.12.16

Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê

Intestino saudável conduz à longevidade, diz especialista.

O intestino é um órgão com um "sistema nervoso próprio", quase como um segundo cérebro, denominado sistema nervoso entérico, com cerca de 100 milhões de neurônios, segundo a farmacêutica Yasumi Ozawa Kimura*.

Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê
Intestino é considerado o "segundo cérebro", entenda o porquê

O intestino abriga uma população de aproximadamente 100 trilhões de microrganismos, de mais de 300 espécies, que compõem a microbiota intestinal humana, e a sua composição pode fazer a diferença entre a saúde e a doença.

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O intestino também é responsável pela produção de diversas substâncias fundamentais que atuam como neurotransmissores. Estudos recentes indicam que até 90% da serotonina, o neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar e felicidade, é produzida no intestino, e levam à conclusão de que, se o intestino funcionar bem, menores serão os riscos de ocorrência de depressão e ansiedade.

O intestino é tão fundamental à vida que possui um sistema nervoso próprio, denominado sistema nervoso entérico (SNE), totalmente especializado para as funções intestinais. O SNE, que começa no esôfago e termina no ânus, possui aproximadamente 100 milhões de neurônios, número próximo à quantidade de neurônios da medula espinhal, e é capaz de controlar o trato gastrointestinal mesmo se as conexões com o sistema nervoso central forem interrompidas. Esses neurônios são capazes de perceber o que há de errado no nível do intestino e se comunicarem entre si, o que pode regular os movimentos peristálticos e provocar uma série de sintomas.

O intestino é "inteligente": várias doenças podem ser associadas a ele


Graças a essa capacidade, o intestino passou a ser considerado um órgão ‘inteligente’ e, por esse motivo, tem sido classificado pelos cientistas como o ‘segundo cérebro’. Especialistas acreditam que importantes enfermidades, como doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença diverticular, diabetes, Parkinson, constipação, diarreia, dispepsia e síndrome do intestino irritável, entre outras, podem estar associadas a alterações neuroquímicas do sistema nervoso entérico, ou seja, há uma grande possibilidade de o intestino estar relacionado a cada uma delas de maneira muito mais importante do que se imaginava.

A Ciência já conseguiu demonstrar, por exemplo, que o intestino serve de barreira entre o exterior e o interior do organismo, e que a integridade dessa barreira é essencial para a imunidade. Aproximadamente 80% das células produtoras de anticorpos estão associadas à mucosa do intestino delgado, cuja área pode variar entre 200m² e 350m². Outros estudos confirmam que, em termos de células – linfócitos, por exemplo –, o sistema imunológico do intestino é o mais importante do organismo.

Intestino... "O segundo cérebro": Farmacêutica comenta livro de especialista
farmacêutica Yasumi Ozawa Kimura / especialista em alimentos

Diante de todas essas confirmações, os profissionais da saúde e consumidores começam a olhar de maneira diferente para a saúde intestinal. No dia a dia, há muitas formas de manter a microbiota intestinal saudável, o que envolve especialmente bons hábitos, além de boa alimentação. Evitar o fumo e as bebidas alcoólicas, manter uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e outros alimentos ricos em fibras e minerais, ingerir uma quantidade adequada de água (pelo menos oito copos) diariamente e praticar atividade física com frequência estão entre os hábitos que manterão íntegro esse importante órgão vital.

Para reforçar a saúde da microbiota intestinal também é recomendável ingerir diariamente alimentos com probióticos, como o Leite Fermentado com Lactobacillus casei Shirota, por exemplo. A Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), definiu em 2001 que probióticos – termo que tem origem grega e significa ‘para a vida’ – são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, conferem efeitos benéficos ao hospedeiro.




As pesquisas sobre a microbiota intestinal são realizadas desde o século 19. Mas, recentemente, técnicas desenvolvidas na área da biologia molecular e da imunologia têm sido amplamente utilizadas, resultando em um rápido avanço e possibilitando que seja ampliado o escopo das pesquisas relacionadas ao órgão.

Leia também: Alimentos inflamatórios, saiba quais são e evite-os.

O século 21 está sendo considerado como o século da Medicina Preventiva, pois é o momento de intensificar a procura por alternativas para prevenir o aparecimento de doenças. E as recentes pesquisas científicas com os diversos microrganismos probióticos vêm ao encontro às novas propostas da Medicina Preventiva com o fortalecimento do organismo através do intestino saudável.

Em seu livro ‘O segundo cérebro’ (Editora Campus), o professor e pesquisador Michael D. Gershon, da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, afirma que ‘limitar o papel do intestino à digestão seria reduzir consideravelmente a importância desse órgão’.

* Yasumi Ozawa Kimura é farmacêutica-bioquímica com especialização em Alimentos pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP (Universidade de São Paulo), com estágios de aperfeiçoamento em Tecnologia de Alimentos pelo Ministério das Relações Exteriores do Japão. Pós-graduada em Administração em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) é consultora técnica-científica da Yakult S.A. Indústria e Comércio.
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3.12.16

Da Anvisa: Suplementos alimentares proibidos

PHZ Indústria tem 20 suplementos alimentares proibidos

Um total de 20 produtos fitoterápicos e suplementos vitamínicos da empresa PHZ Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda tiveram fabricação proibida.

Suplementos alimentares proibidos
foto: Getty Images © Todos os direitos reservados

Os produtos não possuíam registro na Anvisa e, portanto, não podem ser comercializados no mercado. A empresa será responsável pelo recolhimento do estoque de todos os produtos listados na resolução RE 3.243/16.

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Além desta proibição, a Agência suspendeu a publicidade e propaganda irregular de 3 empresas de produtos e suplementos alimentares. As propagandas não autorizadas atribuíam propriedades de saúde e terapêuticas não comprovadas aos produtos comercializados. A suspensão do marketing irregular vale para publicidades veiculadas online e em quaisquer outros tipos de veículo.

Três empresas com publicidade suspeita


  • Clube Saúde & Bem Estar Ltda
  • Gradar Produtos Farmacêuticos Ltda
  • Qualydadevida Comércio Varejista de Produtos para o Bem Estar Ltda

Todas as medidas sanitárias foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (02/12).

OBS.: As empresas citadas terão prazos pra se regularizar, ou seja, a informação deste texto é verdadeira para DEZEMBRO/2016
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26.11.16

Da Anvisa: Relatório de resíduos de agrotóxicos em alimentos (risco agudo)

Divulgado relatório sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos

Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos ao longo de três anos. Pela primeira vez, o documento revela o risco dos resíduos para a saúde.

Amostras livres de agrotóxicos com risco agudo


Quase 99% das amostras de alimentos analisadas pela Anvisa, entre o período de 2013 e 2015, estão livres de resíduos de agrotóxicos que representam risco agudo para a saúde. O dado faz parte do relatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, divulgado pela Agência nesta sexta-feira (25/11), em Brasília. No total, foram 12.051 amostras monitoradas nos 27 estados do Brasil e no Distrito Federal.

O que é agrotóxico com risco agudo para saúde


Esta é a primeira vez que a Anvisa monitora o risco agudo para saúde, uma vez que, nas edições anteriores do PARA, as análises tinham o foco nas irregularidades observadas nos alimentos.

O risco agudo está relacionado às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos. Este novo tipo de avaliação, que já vem sendo feito na Europa, Estados Unidos, Canadá etc., leva em consideração a quantidade de consumo de determinado alimento pelo brasileiro.

Alimentos analisados pelo PARA


Foram avaliados cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos. O critério de escolha foi o fato de que estes itens representam mais de 70% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, conforme detalhados na tabela a seguir.

Da Anvisa: Relatório de resíduos de agrotóxicos em alimentos (risco agudo)
Da Anvisa: Relatório de resíduos de agrotóxicos em alimentos (risco agudo)

Em quais alimentos foram encontrados mais agrotóxicos?


Um dos alimentos com maior quantidade de amostras analisadas foi a laranja. Vigilâncias sanitárias de estados e municípios realizaram a coleta de 744 amostras em supermercados de todas as capitais do País. No montante avaliado, 684 amostras foram consideradas satisfatórias, sendo que, dessas, 141 não apresentaram resíduos.

➤➤ Canabidiol: Anvisa libera registro de medicamento à base da substância

Laranja


Uma das situações de risco identificadas na laranja está relacionada ao agrotóxico carbofurano, que passa por processo de reavaliação na Anvisa. É a substância presente nas amostras que mais preocupa quanto ao risco agudo, sendo que 11% das amostras de laranja apresentaram situações de risco relativas ao carbofurano.

Abacaxi


O agrotóxico carbendazim é outro que merece atenção quanto ao risco agudo. Os resultados do programa revelaram que em 5% das amostras de abacaxi há potencial de risco relacionado à substância.

Importante


Um aspecto importante é que as análises do programa sempre são feitas com o alimento inteiro, incluindo a casca, que, no caso da laranja e do abacaxi, não é comestível. Ou seja, com a eliminação da casca, a possibilidade de risco é diminuída. Isso porque alguns estudos trazem indícios de que a casca da laranja tem baixa permeabilidade aos principais agrotóxicos detectados, de modo que a possiblidade de contaminação da polpa é reduzida.


Alimentos com risco aceitável


Já para os demais produtos, como a abobrinha, o pimentão, o tomate e o morango, o risco agudo calculado foi considerado aceitável em quantidade superior a 99% das amostras.

Riscos à população e ao agricultor


As irregularidades apontadas no relatório, apesar de não representarem risco apreciável à saúde do consumidor do ponto de vista agudo, podem aumentar os riscos ao agricultor, caso ele utilize agrotóxicos em desacordo com as recomendações de uso autorizadas pelos órgãos competentes.

As irregularidades também podem indicar uso excessivo do produto ou mesmo a colheita do alimento antes do período de carência descrito na bula do agrotóxico. As situações de contaminação por deriva, contaminação cruzada e solo, entre outros, também podem ocasionar a presença de resíduos irregulares nos alimentos, principalmente nos casos em que os resíduos são detectados em concentrações muito baixas.

➤➤ Da Anvisa: consulta pública de "risco de empresa" está aberta


O que é o PARA?


O PARA foi iniciado em 2001, com o objetivo de avaliar os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos de origem vegetal que chegam à mesa do consumidor. O programa é coordenado pela Anvisa, que atua em conjunto com as vigilâncias sanitárias de estados e municípios e com os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens).

As vigilâncias sanitárias realizam os procedimentos de coleta dos alimentos disponíveis no mercado varejista e os enviam aos laboratórios para análise. O objetivo é verificar se os alimentos comercializados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos de Resíduos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. Atualmente, o PARA acumula um total de mais de 30 mil amostras analisadas, distribuídas em 25 alimentos de origem vegetal.

Com os resultados, o que acontece?


Os resultados obtidos no PARA contribuem para a segurança alimentar da população. Quando são encontrados riscos para a saúde, uma das ações da Agência é verificar qual ingrediente ativo contribuiu decisivamente para o risco e, assim, proceder às ações mitigatórias, como:

  • fiscalização, 
  • fomento de ações educativas à cadeia produtiva, 
  • restrições ao uso do agrotóxico no campo e, até mesmo, 
  • incluir o ingrediente ativo em reavaliação toxicológica. Ou seja, reavaliar a anuência do registro do agrotóxico no país do ponto de vista da saúde.

A ação do Ibama


A Anvisa não atua sozinha nesta questão. Para que os agrotóxicos sejam registrados, a Agência avalia essas substâncias do ponto de vista do risco para a saúde humana. Já o Ibama avalia a substância pela ótica da possibilidade de danos ao meio ambiente e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) avalia a eficiência do produto no campo e formaliza o registro com o aval dos três órgãos envolvidos.

Mais ações do PARA


O PARA ainda municia vigilâncias sanitárias com informações que podem auxiliar em programas estaduais de monitoramento. Também ajuda na identificação de culturas que possuem poucos agrotóxicos registrados em razão do baixo interesse das empresas em registrar produtos para essas culturas, denominadas minor crops ou Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente (CSFI).

Nesses casos, há normas que simplificam o registro de produtos para essas culturas, melhorando de forma significativa a disponibilidade de

Ingredientes ativos autorizados para as CSFI nos últimos cinco anos. De 2011, quando a primeira norma para CSFI foi publicada, até hoje, mais de 900 novos LMRs de ingredientes ativos de relativa baixa toxicidade foram estabelecidos para as mais diversas culturas consideradas de baixo suporte fitossanitário no país.

Perspectivas para o futuro


Nos próximos anos, o PARA pretende aumentar o número de alimentos monitorados de 25 para 36, os quais terão abrangência de mais de 90% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, segundo dados do IBGE. O número de amostras coletadas também se ajustará à realidade de consumo de cada alimento em cada estado.

Além disso, o programa ampliará o número de agrotóxicos pesquisados nas amostras, incluindo substâncias de elevada complexidade de análise, como glifosato e o 2,4-D, entre outras.

A Agência também está acompanhando o desenvolvimento de metodologias para avaliação do risco cumulativo, ou seja, quais são os riscos à saúde resultantes da ingestão de alimentos contendo resíduos de diferentes agrotóxicos com mesmo efeito tóxico.

A Europa, nos últimos anos, tem trabalhado no desenvolvimento de metodologia para avaliar esse tipo de risco e deve publicar no próximo ano os primeiros resultados dessa avaliação, segundo informações disponíveis no site da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA).

Acesse o relatório do PARA na íntegra ou clique aqui e confira uma síntese do documento.

➤➤ Da Anvisa: Consulta de aditivos alimentares está aberta

Por: Ascom/Anvisa

Publicado: 25/11/2016 00:16
Última Modificação: 25/11/2016 13:04

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18.11.16

Da Anvisa: Consulta de aditivos alimentares está aberta

Começou nesta quarta-feira a Consulta Pública que atualiza o uso de aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia em diversas categorias de alimentos

Já está aberta para contribuições a Consulta Pública 272/2016 referente à proposta de Resolução da Diretoria Colegiada que autoriza o uso de aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia em diversas categorias de alimentos. O prazo previsto para envio das contribuições será de 30 dias, a partir dessa quarta-feira (16/11).

Consulta de aditivos alimentares Anvisa


A autorização do uso de aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia é feita por meio de Resoluções de Diretoria Colegiada (RDC) contendo listas positivas que definem as substâncias e suas respectivas funções e limites máximos que podem ser adicionados em cada categoria de alimento.

9 aditivos e 2 coadjuvantes de tecnologia


A consulta traz a inclusão de nove aditivos e dois coadjuvantes de tecnologia que obtiveram parecer favorável da área técnica da Anvisa.

O processo de atualização das listas de aditivos é necessário por conta da constante inovação tecnológica e da evolução no conhecimento científico. Isso permite que aqueles ingredientes que tiveram sua segurança de uso e finalidade tecnológica demonstradas sejam utilizados em distintas categorias de alimentos.

Os pedidos de atualização das listas são normalmente solicitados pelas empresas para incorporar as novidades aos seus processos de produção.

Como participar da Consulta Pública sobre aditivos na Anvisa?


Para participar basta acessar a página da consulta sobre aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia. Lá estão todas as orientações sobre como participar.

Ao final do prazo (15/12) a Anvisa analisará as contribuições e consolidará a proposta que será enviada à Diretoria Colegiada.

A submissão de propostas de atos normativos à Consulta Pública visa colher subsídios para qualificar as decisões regulatórias da ANVISA e assim assegurar que comentários, pareceres e sugestões sobre esses atos possam ser conhecidos pela Agência e levados em consideração na definição do conteúdo da norma.

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