5.10.16

Analgésicos Naturais: saiba onde atuam alguns analgésicos naturais

Por Silvana Rangel - Psicoterapeuta holística.

O objetivo dos analgésicos é amenizar ou eliminar as dores em qualquer parte do corpo, sobretudo na cabeça, também nos músculos e articulações.

Mas além dos analgésicos tradicionais de farmácia; que podem ter algumas contraindicações os analgésicos naturais são boas alternativas para quem não pode ou não quer ter de recorrer sempre aos analgésicos químicos.

Analgésicos naturais


Analgésicos Naturais: saiba onde atuam alguns analgésicos naturais
Camomila - analgésico natural 

1. Azeite de oliva é um dos remédios que a natureza nos oferece para muitas afecções e mal-estares, além de ser delicioso. Você deve consumi-lo em sua forma extra virgem, que é a mais saudável das que vendem no mercado, e ainda pode encontrá-lo diretamente em uma loja de produtos naturais ou feira orgânica.


2. Uvas servem para tratar as dores nas costas, tão típicas na sociedade atual devido ao uso de computadores ou em função de más posturas em frente à televisão. As propriedades anti-inflamatórias das uvas fazem com que aumente a circulação sanguínea na região lombar, o que melhora a sensação de dor.

3. Aveia tem muitas propriedades, por isso se aconselha consumi-la no café da manhã com leite, suco de laranja ou iogurte. É um anti-inflamatório ideal para as mulheres porque desinflama a área pélvica no período da menstruação.

Além disso, é um perfeito e completo alimento para melhorar a quantidade de zinco no organismo, trazendo mais alívio aos que sofrem com endometriose. Pode-se consumir também empanando as carnes vermelhas, frango, vegetais, em saladas ou sopas.

4. Alho como não poderia ser de outra maneira, o alho oferece mil e uma propriedades, entre elas, as analgésicas. Ele serve para amenizar os níveis de dores sentidos nas articulações devido à artrite. Para poder aproveitar seus benefícios, picar um dente de alho e aquecê-lo com uma colher de óleo. Aplique na região dolorida e deixe agir. Em seguida, notará que o mal-estar ou a dor passará ou amenizá.

Também pode ser usado para tratar as dores de dente. Para isso, você deve amassar três dentes de alho e misturar com um pouco de sal. Aplique encima da parte do dente que dói e deixe por alguns minutos. Com a saliva que se produzirá e os sucos que o alho produz, você poderá amenizar as dores de dente (que são uma das piores que existem).

5. Vinagre de Maçã é um dos condimentos para saladas ou para conservas que você pode usar, pois é um excelente analgésico. Tem efeitos alcalinizantes que percorrem todo o corpo. Sem dúvidas, nos servirá como um alívio diante a vida agitada que levamos. O vinagre de maçã alivia a acidez e a inflamação na parte alta do estômago.

Para poder aproveitar seus benefícios, misture uma colher deste vinagre com uma xícara de água. Beba quando sentir refluxos gástricos e obterá excelentes resultados.

6. Camomila- o chá é ideal para desinflamar os músculos e também tranquilizar os nervos. Contém uma grande quantidade de propriedades para seu corpo. Te ajudará a aliviar a dor nas costas, no pescoço e da cintura.

Para isso, consuma até três xícaras de chá de camomila durante o dia e pela noite observará que já quase não doem os músculos e as articulações.

Silvana Rangel  CRT 43644

www.silvanarangel.com.br
Psicoterapeuta holística * Terapeuta holística * Master Reiki Usui Tibetano * Natuterapeuta * Terapeuta floral * Terapeuta Ortomolecular * Instrutora da Prática de Ho´oponopono * Operadora de Mesa Radiônica.

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OBS.: Nunca abandone um tratamento convencional prescrito por seu médico. Os produtos fitoterápicos e alimentos funcionais podem ser usados como complemento em seu tratamento.

Por: Silvana Rangel CRT 43644
Terapeuta Holística
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9.3.11

Analgésicos opioides na gravidez elevam risco de malformação do bebê

Uso de analgésico opioide na gravidez eleva risco de malformação, alertam EUA.

O consumo de analgésicos opioides, também conhecidos como analgésicos narcóticos, como codeína, oxicodona ou hidrocodona, pouco antes do início da gestação ou no seu começo, aumenta em duas vezes o risco de que o bebê nasça com algum tipo de malformação congênita.



As principais malformações devidas ao uso de analgésicos opioides na gravidez são:
  • problemas cardíacos, 
  • espinha bífida, 
  • hidrocefalia (água no cérebro), 
  • glaucoma congênito 
  • grastroesquise (quando a parede abdominal apresenta uma abertura pela qual os intestinos e o estômago podem sair).


O alerta foi feito pelo Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos EUA, que estudou essas medicações. Os resultados serão publicados no American Journal of Obstetrics and Gynecology.

A advertência nos Estados Unidos se estende a analgésicos que precisam de prescrição médica como o Vicodin, OxyContin e Tylenol-3, bem como a uma variedade de versões genéricas dos medicamentos.

No Brasil, drogas como Tylex, Codein, Vicodil, Codex e Belacodid possuem codeína em sua composição e também são de venda restrita: só podem ser comercializadas com prescrição médica e retenção de receita.

Embora exista um risco maior de graves tipos de defeitos congênitos em razão da exposição à substância, "o risco absoluto para a mulher é relativamente modesto", afirmou a epidemiologista Cheryl S. Broussard, do CDC, responsável pelo estudo dos medicamentos.

As conclusões estão no Estudo Nacional sobre a Prevenção de Problemas Congênitos, o maior sobre o tema já realizado nos EUA. Patrocinado pelo CDC, o trabalhou analisou grávidas de dez Estados americanos e examinou somente o uso dos medicamentos de prescrição médica, e não seu uso ilícito.

No Brasil
De acordo com o ginecologista Eduardo Borges da Fonseca, presidente da Comissão de Medicina Fetal da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os opioides são medicamentos bastante usados no Brasil, mas têm indicação bem restrita para as gestantes.

"São drogas analgésicas bastante potentes, normalmente usadas em pacientes após cirurgias. Para a mulher grávida, são indicadas apenas em casos de dor extrema, como uma crise de pedra nos rins, por exemplo, onde os benefícios superam os riscos", diz Fonseca.

A ginecologista Fabiana Sanches, do setor de patologia obstétrica do Hospital Santa Marcelina, diz que ainda não se sabe em qual dose essas medicações podem causar problemas.

"Mas elas aumentam o risco de algumas raras malformações. Isso não quer dizer que se tomar a medicação o feto terá o problema. Além disso, todo medicamento deve ser prescrito por médico, e ele deve avaliar a real necessidade do uso", alerta a ginecologista.

Segundo o ginecologista Marco Antônio Borges Lopes, professor da USP, o maior problema para as gestantes é o consumo de anti-inflamatórios - drogas de venda livre, amplamente consumidas por conta própria.

Os mais comuns são Voltaren, Nimesulida, Profenid e Indometacina. "O uso indiscriminado desses medicamentos durante a gestação pode causar problemas graves no coração do feto. A automedicação, nesses casos, é muito mais perigosa do que o uso dos opioides, que são contraindicados para grávidas", diz.

IMPORTANTE
Fonseca diz que esses anti-inflamatórios podem causar defeitos cardíacos em qualquer fase da gestação - defeitos mais graves quanto maior o tempo de gravidez. Os opioides, ao contrário, apresentam risco aumentado já no primeiro trimestre, quando os órgãos e tecidos do feto estão começando a se formar.

Malformações. Os defeitos cardíacos congênitos (veja aqui o significado de defeitos congênitos) são o problema mais comum das malformações de nascença e afetam anualmente cerca de 40 mil crianças nos Estados Unidos. No Brasil, estima-se que 28 mil crianças nasçam todos os anos com esse tipo de doença.

Muitas das crianças afetadas morrem no primeiro ano de vida e as que sobrevivem frequentemente precisam ser submetidas a cirurgias, internações prolongadas e a tratamentos ao longo de toda a vida.

Fonte: Portal ABCFARMA
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16.10.10

Botox tem uso para enxaqueca aprovado

A Agência de Medicamentos e Alimentos (FDA) aprovou o uso do do Botox Allergan para tratar enxaquecas crônicas, um pouco mais de um mês após a empresa concordar em pagar 600 milhões dólares para liquidar e civis acusações criminais que tinha ilegalmente comercializada a droga para usos não aprovados - incluindo dor de cabeça e dor - por anos.

A decisão aprova uso de botox para tratar pessoas que sofrem de enxaqueca crônica, uma condição definida como aquela em que as pessoas têm dores de cabeça, pelo menos, 15 dias do mês. A agência antidrogas britânica aprovado injeções de Botox para o mesmo fim deste verão.

Botox já está aprovado pela FDA problemas musculares no pescoço, para tratar hiperidrose e sudorese excessiva nas axilas, rigidez muscular em cotovelos e mãos, e para fins cosméticos - para suavizar as linhas entre as sobrancelhas.

Analistas de Wall Street disse que as vendas de Botox para o tratamento de cefaléia pode eventualmente ofuscar as vendas da droga como um tratamento de rugas. Botox teve vendas mundiais no ano passado cerca de US $ 1,3 bilhão, divididas igualmente entre usos cosméticos e medicinais. Fonte: N.Y.Times
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27.5.10

Abuso de Analgésicos pode viciar psiquicamente

O uso abusivo de analgésicos por brasileiros e a automedicação, que preocupavam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), levaram a Agência a suspender a exposição dessas drogas nas gôndolas (RDC 44).

No caso da dor de cabeça, o problema é mais grave, porque os medicamentos específicos para o incômodo, quando tomados em grande escala, às vezes apresentam efeito rebote: quanto mais a pessoa toma, mais dor tem.

Artigos relacionados
- Saúde mental
- Efeito rebote, o que é

Uma análise de estudos publicada no "British Medical Journal" mostra que a ingestão dos medicamento analgésicos em 15 dias do mês já é suficiente para causar o efeito de viciar.

Cerca de 7% da população tem cefaleia crônica. Este grupo, que sofre de dor mais de 15 dias ao mês, é exatamente quem está sujeito ao abuso de analgésicos.

Além disso, o efeito rebote parece ser desencadeado pelo uso regular dessas drogas: tomar um comprimido todos os dias é mais arriscado de viciar psiquicamente do que ingerir três uma só vez por semana. fonte: British Medical Journal
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