17.2.17

Diabetes insipidus - o que é e qual o tratamento

Leia neste artigo tudo sobre: Diabetes insípidus: o que é, tratamentos, sintomas. Verá ainda o que é  hipernatremia.

O que é Diabetes insípidus:


O diabetes insípidus (diabetes insipido) é uma condição incomum na qual a urina não é concentrada,e sim muito diluída.

A concentração urinária normal é devida à secreção do hormônio antidiurético (ADH) pela porção posterior da glândula hipofisária e pela ação deste hormônio nos rins, onde ocorre a concentração urinária.

Há dois tipos distintos de diabetes insípido:


Diabetes insipidus - o que é e qual o tratamento
Diabetes insipidus - o que é e qual o tratamento


► DIABETES INSÍPIDUS CENTRAL

O Diabetes insípidus CENTRAL, onde ocorre uma deficiência da glândula hipofisária em liberar o ADH, e que pode ser primário ou secundário. É primário quando não há uma lesão identificável na hipófise, podendo ser genético ou esporádico (idiopático); é secundário, quando há danos na hipófise ou no hipotálamo, como cirurgias, infecções ou traumas.


► DIABETES INSIÍPIDUS NEFROGÊNICO

O outro tipo de diabete insípidus é o NEFROGÊNICO, onde a hipófise produz adequadamente o ADH, mas os rins não respondem em função de um defeito nos túbulos renais que interferem na reabsorção da água. Esta forma pode ser genética ou adquirida, ocorrendo em doenças como amiloidose, mieloma, síndrome de Sjogren, anemia falciforme e hipercalcemia crônica.Também pode ocorrer como um efeito do uso de medicamentos como glicocorticóides ou efeito colateral agudo do uso de diuréticos.

Diabetes insipidus - o que é e qual o tratamento


Diabetes insípidus: sintomas


  • Sede intensa, especialmente por água gelada, 
  • Grande ingestão de muita quantidade de líquidos, 
  • Aumento da frequência urinária, 
  • Suscetibilidade à desidratação e distúrbios hidroeletrolíticos.

Diabetes insípidus TRATAMENTO


O tratamento do diabete insípido central é com desmopressina, que pode ser usada por via intranasal, subcutânea, intramuscular e endovenosa. Ambos os tipos de diabete insípido respondem parcialmente à hidroclorotiazida (diurético).

Confira 50 receitas para diabéticos:


Diabetes insípidus diagnóstico


A avaliação do diabete insípidus inclui uma coleta de urina de 24 horas para determinação do volume, concentração de glicose e creatinina, e também do sangue, para dosagem de glicose, uréia, cálcio, potássio e sódio. Os achados mais comuns são o aumento do volume urinário (até 20 litros por dia) e hipernatremia (aumento dos níveis de sódio na urina). A diferenciação entre diabete insípido central e nefrogênico pode ser feita por um teste de estímulo com a vasopressina.




A diferenciação com o diabete melito é feito pela medida da glicose urinária.

O diabete insípidus central que aparece após cirurgias da região hipofisária geralmente é transitório e remite após dias ou semanas. Nos casos crônicos, a doença é mais uma inconveniência do que uma condição médica grave, e o tratamento permite o sono e atividades normais.

Diabetes insípidus: AGRAVAMENTO


Em casos não tratados podem ocorrer desidratação severa, hipernatremia e intoxicação pela água.
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4.2.17

Embalagem de fast-food faz mal à saúde

Embalagens de fast-food prejudicam a saúde, diz pesquisa

Um novo estudo mostrou que produtos químicos usados na fabricação da embalagem entram em contato com o alimento e podem causar diabetes e câncer.

Você não dispensa um fast-food, apesar de saber que esse tipo de alimento faz mal? Pois saiba que tal hábito pode fazer ainda mais mal.

Embalagem de fast-food cancer e diabetes
Embalagem de fast-food faz mal à saúde / câncer e diabetes estão entre as doenças

Um novo estudo publicado recentemente na revista científica Environmental Science & Technology Letters mostra que produtos químicos utilizados na produção das embalagens em que os alimentos são armazenados após prontos podem causar doenças como diabetes e câncer.

“Essas substâncias químicas têm sido associadas a inúmeros problemas de saúde, por isso é preocupante que as pessoas estejam potencialmente expostas a elas em alimentos”, disse Laurel Schnaider, principal autora do estudo.

A pesquisa, realizada pelo Instituto Silent Spring, nos Estados Unidos, analisou mais de 400 embalagens de papel e cartolina de 27 cadeias americanas de fast-food.

Os resultados apontaram que as embalagens à prova de gordura nas quais esses alimentos são guardados depois de prontos contêm substâncias químicas fluoradas que entram em contato com o alimento e, após ingeridos, podem modificar o DNA e os processos de replicação celular.

Isso significa um potencial risco para o desenvolvimento de problemas de saúde como:
  • puberdade precoce, 
  • distúrbios de fertilidade, 
  • distúrbios de desenvolvimento em crianças, 
  • doenças da tireoide
  • obesidade
  • câncer e 
  • diabetes.

Segundo os autores, as crianças são as que correm mais risco pela ingestão destas substâncias, pois seus corpos ainda em desenvolvimento estão mais vulneráveis a químicos tóxicos.

Compostos fluoretados fazem mal à saúde e ao meio ambiente


Embalagem de fast-food faz mal à saúde
porcentagem de compostos fluoretados em embalagens de fast-foods

Os cientistas identificaram aproximadamente 20 tóxicos altamente fluorados. Quase metade das embalagens de papelão e 20% dos papéis analisados continham flúor.

Além de causar riscos diretos à saúde, os pesquisadores alertam que, quando os compostos fluoretados são descartados em aterros sanitários, eles podem migrar para águas subterrâneas, com potencial impacto potencial no abastecimento de água potável.

O que diz a Portaria nº 912/MS/SVS de 13/111998 sobre os compostos fluoretados em embalagens de alimentos


(...)
ANEXO VIII

REGULAMENTO TÉCNICO PARA EMBALAGENS E EQUIPAMENTOS DE POLIETILENO FLUORETADO EM CONTATO COM ALIMENTOS

1. Alcance
O presente Regulamento aplica-se a embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos ou matérias primas para alimentos e para embalagens compostas por vários tipos de materiais, sempre que a camada em contato com o alimento seja de polietileno fluoretado.

2. Definição
Embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado - aquelas fabricadas a partir de artigos de polietileno ou seus copolímeros autorizados, modificados na sua superfície através de um tratamento com gás flúor em combinação com gás nitrogênio como diluente inerte. Esta modificação afeta somente a superfície do polímero, deixando seu interior sem alterações.

3. As embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado a que se refere este Regulamento devem ser fabricados seguindo as Boas Práticas de Fabricação, compatíveis com sua utilização para contato direto com alimentos.

4. Para a fabricação dos artigos que serão submetidos ao tratamento com flúor somente podem ser utilizados:
4.1. Os polímeros ou copolímeros listados abaixo:
(...)

(I) não pode ser utilizado para cocção.
(II) para alimentos graxos, não pode ser utilizado em temperaturas superiores a 65º C.
(III) não pode ser utilizado em temperaturas superiores a 65º C.
4.2. As substâncias ou grupos de substâncias incluídas nas listas positivas de aditivos para materiais plásticos (Anexo III), devem cumprir as restrições fixadas para cada caso.

5. As embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado em contato com alimentos devem cumprir com os regulamentos estabelecidos nos Anexos: II, III e V; além disso, não devem ceder para os alimentos acima de 5 mg/kg do íon fluoreto, e, neste caso, é estabelecido um LME = 5mg/kg de íon fluoreto.



A migração específica de íon fluoreto será avaliada através de metodologia analítica descrita em Regulamento Técnico específico.

6. O processo de fabricação e as embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser autorizados/aprovados previamente pela autoridade sanitária competente.

7. as embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser autorizados/aprovados pela autoridade sanitária competente.

8. Todas as modificações de composição das embalagens e equipamentos de polietileno fluoretado destinados a entrar em contato com alimentos devem ser submetidos à autoridade sanitária competente para sua autorização/aprovação.

Fontes:  Environmental Science & Technology Letters | Veja | Anvisa

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17.11.16

Blueberry previne o diabetes mesmo? :-O

Blueberries para diabetes? Sim. O blueberry é um grande aliado na prevenção do diabetes

Estudo comprova que a fruta blueberry (mirtilo) é coadjuvante na prevenção da doença, entenda por quê!?

Instituído pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a doença, 14 de novembro é considerado o Dia Mundial do Diabetes.

blueberries-diabetes
blueberry ou mirtilo

Segundo dados divulgados em abril deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 422 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença em 2014, ante 108 milhões em 1980 - ou seja, em pouco mais de três décadas, os números quase quadruplicaram.

Ainda de acordo com a OMS, 16 milhões de brasileiros sofrem com diabetes anualmente, sendo que 72 mil são vítimas fatais. Diante desse cenário assustador, é cada vez mais comum ouvirmos falar sobre alimentos que podem ajudar a driblar a doença.

Blueberry previne o diabetes


É o caso do blueberry, que ficou conhecido como “a fruta milagrosa” por tantos benefícios à saúde. Em 2009, um estudo da Universidade de Michigan (EUA) apontou o mirtilo – como também é chamado - como coadjuvante na prevenção do diabetes, pois suas propriedades ajudam a regular o índice de açúcar no sangue.

A forma mais comum de consumir a fruta em território nacional é por meio do suco. A Juxx, pioneira na fabricação de bebida de cranberry no Brasil, lançou em 2013 o sabor blueberry nas versões adoçadas e sem açúcar.

“A versão sem açúcar é ideal para aqueles que possuem limitações dietéticas, já que não contém aromatizantes nem conservantes, além de possuir alta concentração da fruta e, assim, oferecer inúmeros benefícios”, destaca Edson Mazeto Junior, diretor da empresa.

Sobre a relação do blueberry e diabetes pela BBC Health


Os pesquisadores disseram que em estudos em ratos, as antocianinas [um tipo de antioxidante de cor roxa] do mirtilo aumentaram a captação de glicose pelas células ou seja, um melhor aproveitamento do açúcar circulante no sangue. As mesmas frutas contêm polifenóis de ocorrência natural que são conhecidos por terem efeitos benéficos.

As blueberries diminuíram o risco de diabetes em 26% dos ratos em comparação com os 2% para três porções das outras frutas estudadas (uvas -- in natura ou passas --, pêssegos, ameixas, damascos, ameixas, bananas, melões, maçãs, peras, laranjas, toranjas, morangos).

Na mídia que publicou o estudo, eles escreveram:

"As frutas têm conteúdo altamente variável de fibras, antioxidantes, outros nutrientes e fitoquímicos que conjuntamente podem influenciar o risco". [BBC Health]

Quer ver mais propriedades do blueberry para a saúde? Então leia o artigo: Benefícios do blueberry (mirtilo).
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14.11.16

Como prevenir a diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes

14/11 - Dia Mundial do Diabetes - Dicas de prevenção da diabetes em crianças e adolescentes? Condição cresce 20% ao ano no Brasil, de acordo com estudo da Federação Internacional de Diabetes. Carboidratos e fast-food são responsáveis pelo aumento do número de casos, alerta especialista

Como prevenir o diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes?


Como prevenir a diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes
Como prevenir a diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes

Novembro não é azul só pelo câncer de próstata, é também azul pelo diabetes, já que no dia 14/11 é o dia mundial de combate à doença, que cresce 20% ao ano no Brasil, de acordo com estudo da Federação Internacional de Diabetes.

A Pesquisa de Alimentação Saudável, feita pelo grupo Minha Vida sobre nutrição infantil, mostra que 55% dos pais que participaram do levantamento têm dificuldade de manter a refeição dos filhos saudável. Uma alimentação equilibrada é fundamental na prevenção, combate e tratamento da doença, que atinge mais de 14 milhões de pessoas no país e mata 72 mil todos os anos.

Perigos da diabetes: 8 dados alarmantes sobre diabetes

De acordo com Camila Barreto, endocrinologista e nutróloga do CECAM – clínica médica referência em São Paulo –, o diabetes do tipo 2 é a maioria dos casos e o mais comum em pessoas com fatores de risco como: antecedente familiar de diabetes, acima de 40 anos, sobrepeso e obesidade, sedentárias e sem hábitos saudáveis de alimentação.

“Porém, o número de diagnósticos do diabetes tipo 2 nos mais jovens e até crianças vem crescendo principalmente pelo aumento do consumo de carboidratos e fast-food”, alerta a especialista.

Papel dos pais com relação ao diabetes tipo 2 em crianças


No tratamento do diabetes em crianças e adolescentes, os pais têm suma importância. Compreensão, paciência e dedicação são fundamentais porque segundo a endocrinologista, os mais novos nem sempre aceitam bem o diagnóstico e às vezes necessitam de auxílio/assistência de um psicólogo. É importante também uma integração como a participação de encontros e grupos com outras crianças que também tenham diabetes.

Amilopectina do trigo aumenta glicemia e pode causar diabetes

A especialista alerta ainda que a superproteção deve ser evitada e que o apoio nos processos de aceitação e compreensão da doença é o mais importante.

“Estar a par dos hábitos de vida dos filhos como alimentação e exercícios físicos; estar presente no dia a dia e atento à verificação de auto-monitorização da glicemia, para avaliar a resposta aos alimentos, medicamentos e principalmente à insulina; e ficar alerta aos sintomas de descompensação, bem como mudanças no crescimento e desenvolvimento – peso e altura – para se necessários, fazer possíveis ajustes na terapia insulínica”.
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4.8.16

Jejum pode prevenir Parkinson e Alzheimer e beneficiar diabéticos

Segundo estudos realizados pelo National Institute on Aging, o jejum pode prevenir Parkinson e Alzheimer, ou seja, fazer jejum por um ou dois dias por semana pode proteger o cérebro contra doenças degenerativas como mal de Parkinson ou deAlzheimer.



“Reduzir o consumo de calorias pode ajudar o cérebro, mas isso não será o bastante para oferecer uma proteção adequada,” disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver.

“É melhor o jejum completo por um dia ou dois dias por semana e comer tudo o que quiser nos outros cinco dias. Do ponto de visto psicológico, descobrimos que esse é o melhor sistema.
Se você sabe que pode comer o que quiser e o tanto que quiser durante cinco dias, será mais fácil ficar sem comer por um ou dois dias,” acrescentou Mattson.

A simples redução do consumo diário para 500 calorias, ou seja, alguns vegetais e chá, duas vezes por semana, seria o bastante para sentir os benefícios, segundo Mattson que também é professor de neurociências na Johns Hopkins University School de Medicina em Baltimore.

Cientistas basearam suas conclusões em estudo com ratos de laboratório. Quando alguns ratos receberam o mínimo de calorias em dias alternados, eles viveram quase duas vezes mais do que os que se alimentaram normalmente.

Mattson conclui também que o jejum completo não só é beneficial para a saúde e prolongar a vida, mas para prevenir ou adiar várias doenças que afetam o cérebro incluindo derrames.

Outra conclusão desse estudo foi a de que redução de calorias aumenta o crescimento de neurônios no cérebro o que age como proteção contra doenças como Alzheimer e Parkinson.

O jejum também beneficia pessoas que sofrem com asma ou diabetes.

Os ratos que comiam em dias alternados se tornaram mais sensíveis à insulina quando a necessidade da produção de hormônio, que controla os níveis de açúcar no sangue diminuiu.

Segundo Mattson, altos níveis de insulina são normalmente associados a uma diminuição da função cerebral e a um maior risco de diabetes.

Outro resultado positivo do jejum, foi a apresentação do desenvolvimento de novas células cerebrais que mostram mais resistência ao estresse.

A equipe de pesquisadores pretende agora estudar o impacto do jejum no cérebro usando ressonância magnética e outras técnicas.
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27.6.16

Perigos da diabetes: 8 dados alarmantes sobre diabetes

Você sabia que o diabetes mata uma pessoa a cada 7 segundos no mundo? A principal causa de internações e morte da doença são as complicações cardiovasculares.

Ontem, 26 de junho foi o Dia Nacional de Combate ao Diabetes, data que funciona como um alerta para que a sociedade busque informações a respeito da doença, se previna e cuide da doença.

Para chamar a atenção para o assunto "informações sobre diabetes", reunimos 8 dados alarmantes sobre a doença:

informações sobre diabetes
informações sobre diabetes

1. A cada 7 segundos uma pessoa morre vítima de complicações causadas pela diabetes em todo o mundo.

2. Dados recentes da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, mostra que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros.

3. Em 2035, estima-se que o número de diabéticos e pessoas em estágio pré-diabetes somados ultrapassem 1,1 bilhão de pessoas. O número de brasileiros com a condição deve subir para 20 milhões.

4. Segundo um estudo publicado em abril pela Organização Mundial de Saúde, o número de adultos com diabetes quadruplicou em todo o mundo em menos de quatro décadas, chegando a 422 milhões de casos.

5. Com 4,9 milhões de mortes em 2014, diabetes mata mais que HIV, malária e tuberculose somados. Foram 4,9 milhões de mortes causadas pela doença. No mesmo período, 1,2 milhão de pessoas morreram vítimas de HIV, 584 mil perderam as vidas para a Malária e 1,5 milhão para a tuberculose, segundo os números mais recentes da OMS. Ou seja, a diabetes mata mais do que todas essas outras três doenças somadas.

6. Complicações cardiovasculares são a principal causa de internações e morte dos diabéticos, mas os riscos podem ser diminuídos com o tratamento adequado. Um estudo apresentado na semana passada (13) no 76th Congresso da Associação Americana de Diabetes, mostrou que o liraglutida, medicamento conhecido e disponível para baixar a glicose, pode diminuir em 13% os riscos de desenvolver complicações no coração. Confira mais informações sobre o estudo no fim do e-mail.

7. Se não tratado, o diabetes sobre causar insuficiência renal, amputação de membros, cegueira, doenças cardiovasculares, como AVC (derrame) e infarto.

8. Cada vez menos a idade tem sido um fator determinante para o desenvolvimento da doença. A Federação Internacional de Diabetes aponta que aproximadamente 86% dos novos casos foram diagnosticados nos chamados jovens adultos, pessoas com "20 e tantos" anos, que deveriam estar gozando de saúde plena e ativos economicamente e socialmente.

Espero que tenham gostado do artigo. Complemente sua leitura com o artigo: "Liraglutida novo remédio para emagrecer liberado pela Anvisa".

Fonte: Novo Nordisk, fabricante do Victoza® (liraglutida)

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13.6.16

Medidores de Glicose: antes e depois do medidor sem agulhas

Freestyle Libre, o medidor de glicose que todo diabético vai querer ter.

O fim das picadas, é o que promete o novo medidor de glicose Freestyle Libre que veio para revolucionar a medição de glicose no sangue.

Em 2 de junho, uma revolucionária tecnologia para a medição da glicemia. Trata-se do FreeStyle Libre, um dispositivo que pode ser usado por qualquer portador de diabetes, tanto dos tipos 1 e 2, como gestacional, Lada e Mody. O aparelho promete trazer uma melhor qualidade de vida para o diabético.

Medidores de Glicose: antes e depois do medidor sem agulhas
Medidores de Glicose: antes e depois do medidor sem agulhas

"Um avanço nesse processo doloroso e chato da medição constante é realmente uma conquista maravilhosa e promissora. Sinto que estamos todos no caminho certo para um bom controle do diabetes. Hoje, minha mãe é capaz de medir minha glicemia sem ao menos me acordar durante a madrugada. Basta ela pegar o aparelho e escanear o sensor. Isso traz muito mais comodidade para mim e uma tranquilidade para a minha mãe, que antes não era possível", Marina de Barros Collaço, autora do livro "Diabética Tipo Ruim".

>> Frutas com baixo índice glicêmico

Medidores de Glicose sem agulha: Tecnologia a favor do emocional


Há três anos, a jovem criou um blog na Internet para relatar seus desafios diários de ter que conviver com a doença (www.diabeticatiporuim.com.br). Em maio deste ano, Marina lançou seu primeiro livro de crônicas, que retrata o lado emocional da doença onde muitas vezes é negligenciado por médicos e também por familiares do diabético. O sucesso do seu trabalho chamou a atenção da multinacional Abbott, que fez questão de convidá-la para testar a nova tecnologia.

>> Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes

"Medir a glicemia da forma tradicional e controlar a doença envolve muito o lado emocional. Você precisa parar as suas atividades para medir, tomar insulina, parar, pensar se você precisa se alimentar naquele momento ou não. A única forma de manter um bom controle do diabetes é, inevitavelmente, medir a glicemia muitas vezes ao longo do dia é cansativo, e isso significa ter os dedos furados o tempo todo. A maioria dos diabéticos acaba não fazendo a medição da glicose por conta dos furos nos dedos. Seja por vergonha, dor, incomodo ou até mesmo, preguiça", explica.

Riscos de não medir a glicose no sangue


A não medição aumenta o risco de desenvolvimento de doenças relacionados ao diabetes, como: a perda da visão, neuropatias, paralisia dos rins, infarto e derrames, sem contar nas tão amedrontadoras amputações dos membros.

Freestyle Libre - O fim das picadas


O Freestyle Libre tem um sensor do tamanho de uma moeda de R$ 1, que fica "colado" na pele por 14 dias. "Você mal sente que ele está no seu braço. Com o leitor, bem parecido com um glicômetro tradicional, você simplesmente o aproxima do sensor e ele faz a leitura do valor da sua glicemia naquele momento. É realmente tudo o que sonhávamos a vida toda. É o fim dos furos nos dedos", comemora. A grande novidade do aparelho está em realizar o controle glicêmico de forma indolor, rápida e discreta.

Com o aumento do número de medidas ao longo do dia, o tratamento médico passa a ser totalmente personalizado para cada paciente, segundo seus índices glicêmicos. O sensor também gera gráficos que podem ser baixados para o computador do médico no momento da consulta.

Todas as dicas e o passo a passo para a instalação dos sensores do Freestyle Libre encontram-se em seu canal no YouTube (https://www.youtube.com/c/diabeticatiporuim). Enquanto que as fotos durante esse processo estão em sua página no Facebook (https://www.facebook.com/diabeticatiporuim). A compra do aparelho pode ser feita através do site da Abbott (https://www.freestylelibre.com.br/).

http://www.saudecomciencia.com/search/label/diabetes
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3.5.16

Frutas com baixo índice glicêmico

As frutas, é sabido, contêm o açúcar frutose, então, embora liberadas para diabéticos, por serem fontes de vitaminas, minerais, antioxidantes e ricas em fibras, as frutas devem ser consumidas com moderação por quem sofre da doença, a depender da taxa de glicemia média do indivíduo em particular. Mas algumas delas são ideais para diabéticos (e pré-diabéticos) por possuírem baixo índice glicêmico.

Frutas com baixo índice glicêmico:


- Abacate: Índice glicêmico é 20, mas não se engane, o abacate tem muita gordura (embora gordura boa), portanto, deve ser consumido com moderação, mas não o exclua da sua dieta,

- Maçã: uma maçã pequena tem Indice Glicêmico de 38, contém 20 gramas de carboidratos e 4 gramas de fibras,

- Pera: Uma pera média tem IG de 38, contém 21 gramas de carboidratos e 4 gramas de fibra

- Cerejas: meia xícara de cerejas tem IG de 41, contém cerca de 13 gramas de carboidrato e 2 gramas de fibra

- Ameixa: uma de tamanho médio tem um Indice Glicêmico de 39, contém 30 gramas de carboidratos e 4 gramas de fibra

- Morangos: meia xícara de morangos tem um IG de 41, contém cerca de 9 gramas de hidratos de carbono e 2 gramas de fibra.


Confira 50 receitas para diabéticos:


Frutas com baixo índice glicêmico - benefícios


Só para efeito de comparação, uma banana tem índice glicêmico de 83 e um kiwi tem IG de 75, muito mais que as frutas elencadas acima, não?

Sendo assim, é fundamental para quem tem diabetes saber qual índice glicêmico das frutas para saber o quanto ingerir, e qual a melhor fruta para eles.

Frutas com baixo índice glicêmico

Índice glicêmico - o que é


O índice glicêmico é a velocidade com que o carboidrato leva para se transformar em açúcar no organismo.

Em geral, alimentos com baixo índice glicêmico têm mais fibra. E a fibra ajuda a sentir o estômago mais repleto. Mas além disso, e de fundamental importância para diabéticos, a fibra alimentar também é indicada para evitar flutuações rápidas no nível de glicose no sangue.




Os alimentos que tenham altos níveis de IG (índice glicêmico) podem deixar uma sensação de fome e uma certa insatisfação, pois a glicose (açúcar) é metabolizado muito rápido, o que pode nos fazer comer mais.

Fonte: HealthCastle
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16.3.16

Amilopectina do trigo aumenta glicemia e pode causar diabetes

É do conhecimento de muitas pessoas, que o excesso de açúcar e demais alimentos repletos de glicose podem causar diabetes, mas há um componente presente no trigo, que também eleva a glicemia. Trata-se da AMILOPECTINA.

Amilopectina do trigo aumenta glicemia e pode causar diabetes

Continue lendo e entenda a relação entre amilase trigo e diabetes...


Segundo pesquisas, o trigo e seus derivados são repletos do açúcar amilopectina, que eleva a glicose no sangue ainda mais do que o próprio açúcar comum. Com o passar do tempo, essas elevações do açúcar sanguíneo levam à resistência à insulina que pode levar à obesidade ao diabetes tipo 2 e outras doenças.

"Aqui está um fato pouco conhecido que muitas vezes é encoberto pelas massivas campanhas de marketing de gigantes empresas alimentícias que querem que você acredite que o "trigo" é saudável para você..." porém, o trigo contém um tipo de carboidrato (que só ele contém) chamado amilopectina-A, que foi reconhecido - em alguns estudos - por sua elevação do pico do açúcar no sangue a níveis mais elevados do que o açúcar de mesa, mesmo puro

Na verdade, amilopectina-A (do trigo) aumenta o açúcar no sangue mais do que quase qualquer outra fonte de carboidratos na Terra com base em testes de resposta de açúcar no sangue.¹

Isto significa que os alimentos à base de trigo, como pães, biscoitos, cereais, bolos e outros produtos de panificação geralmente causam níveis muito altos de açúcar no sangue do que a maioria das outras fontes de carboidratos. Como você sabe, agora, quanto maior seja o seu nível médio de açúcar no sangue ao longo do tempo, mais AGEs são formados dentro do seu corpo, o que faz você envelhecer mais rápido.¹

Para o Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC), o médico Patrick Rocha, a abordagem atual da medicina e nutrição para o diabético é muito problemática, pois foca no diagnóstico (exames) e no tratamento medicamentoso, e ignora os estudos e evidências científicas mais atuais. Segundo ele, o aspecto mais importante, tanto para a prevenção, quanto para o tratamento da doença é a alimentação.

"Pratica-se no Brasil uma alimentação de cinco décadas de atraso, com falta de orientação as pessoas sobre todos os aspectos que envolvem a saúde do diabético e pré-diabético, e não se trata apenas de medicamentos, mas também de uma educação alimentar. Muitos pacientes tem seus casos agravados, por falta de informação, o que os leva a aumentar cada vez mais a dosagem das medicações e a sofrer de diversas complicações", destaca Dr. Patrick Rocha.

Os primeiros passos para abandonar o consumo de trigo (por causa de problemas com o glúten e para evitar o diabetes tipo 2) e não é diabético, pode começar usando a tapioca (massa pronta para fazer) em vez de comer pães com trigo.




Depois, pode-se ir abandonando os demais alimentos feitos com farinha de trigo. Já existem massas feitas com farinha de arroz e está muito mais fácil encontrá-las nos mercados, já que a procura aumentou bastante.

Para aprender mais, leia tambémFrutas com baixo índice glicêmico

Autores deste texto: Patrick Rocha, médico (CRM-CE 8561) e Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC) e farmacêutica Renata Fraia (CRF: 23664) e ¹: www.umaoutravisao.com.br
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13.11.15

DIA MUNDIAL DO DIABETES: Diagnóstico precoce e hábitos saudáveis - aliados contra a doença

Diagnóstico precoce e hábitos saudáveis são os principais aliados contra a diabetes.

No próximo dia 14, comemora-se o Dia Mundial da Diabetes - data criada para chamar a atenção da sociedade para essa doença que é uma das principais causas de morte cardiovascular.

Exame de sangue detecta nível de glicose no sangue


Um exame simples realizado em laboratório de análises clinicas para medir o nível de glicose no sangue, chamada glicemia (aleatória ou de jejum), é uma das mais importantes armas para diagnosticar o Diabetes Mellitus. Caso se detecte valores fora dos padrões, é sinal de que o paciente está pré-diabético ou com diabetes.

Exame de glicemia capilar


O teste da glicemia capilar, feito a partir de uma gota de sangue tirada da ponta do dedo, muito comum em mutirões ou em serviços de pronto atendimento, é um procedimento ainda mais simples e permite medir instantaneamente o nível de glicose no sangue.

Tudo sobre o diabetes


Diabetes (Diabetes Mellitus) é uma doença crônica, que não tem cura, mas que pode ser controlada por meio de medicamentos, alimentação balanceada e atividade física. Por isso, o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos – principalmente para quem tem histórico familiar da doença ou apresenta excesso de peso - são fundamentais para um diagnóstico precoce e tratamento adequado desde o início, visando à prevenção das complicações.

► Leia também: Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes.

Não controlado e em estado avançado, Diabetes pode levar à cegueira, acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, insuficiência renal e à amputação. Os adultos com diabetes têm risco de morte 1,5 vez maior que os demais na mesma faixa etária. “A prevenção é fundamental”, diz Vivian Estefan, endocrinologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Segundo ela, além do risco de morte provocado pela doença, o seu impacto na qualidade de vida dos pacientes é enorme em função de todas as possíveis complicações.

Existem dois tipos de diabetes:

Tipo 1, que aparece normalmente na infância ou adolescência, em função de uma falha do sistema imunológico, que passa a entender a insulina como uma ameaça ao organismo e destrói as células que produzem o hormônio, originando uma deficiência total deste.




Tipo 2 (que corresponde a cerca de 90% dos casos), também chamado de familiar ou hereditário, aparece em geral após os 40 anos, em decorrência de obesidade, da falta de hábitos saudáveis de alimentação e sedentarismo. Neste caso, a produção de insulina encontra-se aumentada, porém existe uma resistência do organismo à sua ação.

► Leia também: Diabetes insipidus - o que é e qual o tratamento.

De acordo com a especialista, há um aumento acelerado na incidência do diabetes tipo 2 na maioria dos países do mundo, inclusive no Brasil, devido principalmente ao estilo de vida pouco saudável e ao envelhecimento da população. Segundo dados IBGE de 2013, 6,2% da população com 18 anos ou mais tinham diabetes diagnosticada.

Fonte: Complexo hospitalar Edmundo Vasconcelos
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22.7.15

Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes

O diabetes está na lista de patologias que atuam silenciosamente no organismo até comprometê-lo definitivamente, permitindo apenas a convivência com a doença. Assim, damos início ao texto que mostra que metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes.

Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes
Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes

O diabetes é uma doença crônica caracterizada por uma deficiência parcial ou total na produção de insulina, hormônio responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), por promover o ingresso de glicose nas células e pela síntese de proteínas e armazenamento de lipídios.

Metade dos diabéticos não sabem que têm a doença


Segundo a Federação Internacional de Diabetes, existe no mundo cerca de 285 milhões de diabéticos, o que equivale a 6,4% da população adulta. No Brasil, o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 7,6% da população entre 30 a 69 anos era diabética, chegando a 17,6% das pessoas entre 60 a 69 anos.

Confira 50 receitas para diabéticos:


Já no interior de Pernambuco, um estudo realizado em 2010 revelou que a prevalência de diabetes na população local é duas vezes superior a média mundial, chegando a 13,6%.

Existem dois tipos principais de diabetes, o Tipo I e o Tipo II. O diabetes tipo I acomete mais as crianças, adolescentes e adultos jovens. "São pacientes totalmente dependentes de insulina. Por apresentarem uma sintomatologia mais evidente, como poliúria (urinar muito), polidpsia (beber muita água) e perda de peso, o diagnóstico precoce é mais fácil", esclareceu a endocrinologista da Santa Casa de Maceió, Thaís Mendonça (foto).

O diabetes tipo II, mais comum no público adulto, apresenta uma sintomatologia menos específica. Muitas vezes o paciente apresenta poucos sintomas, fazendo com que o diagnóstico seja tardio.

Metade dos diabéticos não sabem que têm diabetes
Dra. Thaís Mendonça - endocrinologista

"Cerca de 50% dos pacientes diabéticos desconhecem ter a doença por não apresentar sintomas. No entanto, alguns fatores de risco fazem o médico suspeitar do diabetes mais precocemente", alertou Thaís Mendonça. São eles: pessoas acima de 45 anos com história familiar de diabetes, obesidade (principalmente abdominal), história prévia de diabetes gestacional, pessoas com dislipidemia e com hipertensão arterial.

"Quando o paciente perde peso apesar de se alimentar bem, apresenta cansaço, vista turva, prurido vaginal e infecção urinária de repetição é importante pensar em diabetes", acrescentou a endocrinologista.

Fonte: Ascom Santa Casa
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22.9.14

Adoçantes podem causar diabetes, diz estudo

Estudo recente mostra que adoçantes artificiais podem causar intolerância à glicose, o que poderia elevar o risco de diabetes, além de alterar o microbioma*.

O consumo de adoçantes artificiais pode aumentar o risco de desenvolver intolerância à glicose em alguns indivíduos, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela revista científica britânica "Nature".

O estudo analisou os adoçantes aspartame, sacarina e sucralose, mas não os outros tipos de adoçantes como ciclamato. VER todos os tipos de adoçantes.

Adoçantes podem causar diabetes, diz estudo
Adoçantes podem causar diabetes, diz estudo

Um grupo de cientistas, liderado pelo israelense Eran Elinav, do Instituto de Ciência Weizmann, de Rehovot (Israel), chegou a esta conclusão após ter realizado um teste com ratos e humanos.

Durante seu estudo, os cientistas observaram que os roedores alimentados a base de dietas com adoçante artificial mostravam um metabolismo energético alterado, segundo explicou em entrevista coletiva telefônica Elinav e seu colega, Eran Segal.

Esse metabolismo parece ser modulado pelos efeitos dos adoçantes na composição e na função dos micróbios intestinais, segundo o estudo.

Confira 50 receitas para diabéticos:


Os cientistas detectaram associações similares às ocorridas nos ratos em algumas pessoas após consumir adoçantes, como desequilíbrios microbianos e o metabolismo da glicose (altos níveis de açúcar no sangue) danificado.

Elinav considerou que "ainda é necessário debater mais estes resultados com outros estudos mais amplos" e confiou que sua pesquisa "dê lugar a debates e pesquisas adicionais".

"Nosso estudo não é definitivo em sua conclusão para os humanos, mas revela que se trata de um assunto não resolvido e que deveria ser analisado de novo pois deixamos claro que os adoçantes podem ter um efeito diferente nas pessoas", 

Acrescentou Elinav, que admitiu que após realizar seu estudo, optou por deixar de tomar café com adoçante.

+ Adoçante engorda?

Seu colega, Eran Segal, precisou que sua pesquisa:

 "não pretende entrar em conflito com estudos prévios, mas fomentar novas pesquisas pelos efeitos potencialmente daninhos dos adoçantes em uma grande parte da população".

O consumo destes adoçantes está estendido em produtos alimentícios e bebidas, como os refrigerantes dietéticos e sobremesas sem açúcar e são recomendados em dietas de emagrecimento e em tratamentos ou prevenção de desordens metabólicas.

No entanto, os dados que respaldam seu consumo neste último estudo são limitados.

Elinav e seus colegas mostraram que os ratos que bebiam água na qual houve acréscimo de glicose e um adoçante desenvolviam uma marcada intolerância à glicose frente aos roedores que bebiam somente água, ou simplesmente água com açúcar.

+ Adoçante faz mal?

Os autores viram que os adoçantes artificiais sem calorias exercem este efeito ao alterar o equilíbrio dos micróbios intestinais.

*Os adoçantes e o microbioma
Além disso, segundo a pesquisa, estes adoçantes alteram a composição e a função do microbioma -trilhões de bactérias e vírus que povoam as diferentes partes do corpo - em alguns humanos.

Os resultados divulgados pela "Nature" sugerem que os adoçantes artificiais não calóricos poderiam exacerbar, ao invés de prevenir, as desordens metabólicas como a intolerância à glicose e o diabetes.
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31.7.14

Amêndoas podem prevenir diabetes e doenças cardíacas

 
As frutas secas são sabidamente saudáveis, todas elas. De vez em quando surgem novos estudos mostrando que um ou outro tipo de castanha tem atuação contra algum tipo específico de doença, sobretudo na prevenção da mesma.

É o caso, por exemplo, da amêndoa, cujo estudo recente aponta a fruta como preventiva de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas, além de outros benefícios da amêndoa.

É isso mesmo, amêndoas previnem diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Mas além de prevenir, elas pode tratar de tais doenças.

Amêndoas podem prevenir diabetes e doenças cardíacas
Amêndoas descascadas. foto: PublicDomainPictures


Segundo o estudo realizado na Universidade de Medicina e Odontologia de Nova Jersey e publicado no Journal of American College of Nutrition, comer amêndoas com frequência pode ajudar a prevenir diabetes e doenças cardíacas.

Os pesquisadores descobriram que a inserção da amêndoa em nossa dieta podem ajudar a tratar a diabetes tipo 2, que responde por 90-95 por cento de todos os casos, além de ser eficaz contra doenças cardíacas.

Como as amêndoas agem na diabetes tipo 2 e nas doenças cardíacas

De acordo com os cientistas uma dieta rica em amêndoas pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina e diminuir os níveis de LDL-colesterol em pacientes com pré-diabetes.

A amêndoa é um alimento de baixo índice glicêmico, com alto teor de fibra (que diminui a absorção de gordura pelo intestino), gordura insaturada (gorduras boas), minerais e proteínas e poucos carboidratos (bom para os diabéticos que não podem abusar dos carboidratos).

A amêndoa também contém fitatos e compostos fenólicos, o que garante propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, capacidade de diminuir níveis lipídicos e de inibir as enzimas digestivas tripsina e amilase. Essa última propriedade faz com que haja diminuição da velocidade de digestão de nutrientes, aumentando a sensação de saciedade e estabilizando o nível de insulina no sangue. Além disso, é ótima fonte de gorduras monoinsaturadas, alfatocoferol, cobre, magnésio, arginina, fitosteróis e polifenóis.

Quanto consumir de amêndoas para diabetes tipo 2 e doenças do coração?


60 g de amêndoas diárias divididas às refeições já são suficientes para diminuir os níveis de glicemia, de insulina e do estresse oxidativo provocado pelas refeições do dia.


De acordo com a chefe da pesquisa, Michelle Wien:
"É promissor para aqueles com fatores de risco para doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doença cardiovascular que mudanças na dieta pode ajudar a melhorar os fatores que desempenham um papel potencial no desenvolvimento da doença."

Fonte: Daily Mail

Confira 50 Receitas para diabéticos!




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20.10.13

Campanha Diabetes. Mude seus Valores

A Sociedade Brasileira de Diabetes gostaria de lhe convidar para sua coletiva de imprensa sobre a nova campanha de conscientização popular Diabetes. Mude seus Valores. O evento será realizado no dia 22/10, próxima terça-feira, a partir das 10h, no L´Hotel, em São Paulo.

Na oportunidade, serão apresentados os resultados de uma pesquisa inédita de opinião pública sobre o diabetes no País, realizada pelo IBOPE em seis capitais, e que mostra o que os brasileiros sabem sobre fatores de risco e a doença.

Campanha Diabetes. Mude seus Valores

Campanha Diabetes. Mude seus Valores

Entre as principais questões em debate sobre o diabetes, teremos:



Qual o real conhecimento dos brasileiros sobre diabetes?

Qual o comportamento da população com relação à doença: prevenção e tratamento?

Quais os principais receios dos brasileiros com relação ao diabetes?

Quais são os hábitos saudáveis da nossa população e como acreditam que previnem a doença?


Confira 50 receitas para diabéticos:


Essas e outras perguntas sobre o diabetes serão debatidas pelos porta-vozes da Sociedade Brasileira de Diabetes que estarão disponíveis para entrevistas e vão analisar todos os dados apresentados por essa nova pesquisa.

Serviço:
Lançamento Campanha Diabetes. Mude seus Valores
Apresentação pesquisa IBOPE inédita
Quando: 22/10 a partir das 10h
Onde: L’Hotel – sala Lisboa (Alameda Campinas, 266 - Jardins)
Estacionamento no local

Por favor, confirmar presença por telefone ou e-mail nos contatos abaixo:

Erika Figueiredo
(11) 3529-3643 | 97022-0970
erika@tinocomunicacao.com.br

Danilo Tovo
(11) 3529-3638 | (11) 97492-3442
danilo@tinocomunicacao.com.br

Cinthia Curado
(11) 3529.3619 / (11) 98563-4924
cinthia@tinocomunicacao.com.br
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1.7.13

Vacina contra diabetes

Cientistas da Universidade de Stanford (EUA) acabam de obter resultados positivos na criação de uma vacina contra diabetes, trata-se de um imunizante que se mostrou eficaz para controlar, em humanos, o tipo 1 da doença, que ocorre porque o sistema imunológico do próprio corpo passa a atacar as células beta, situadas no pâncreas, que fabricam a insulina.

Ou seja, a vacina para diabetes será eficaz contra o diabetes tipo I (que aparece na infância ou em jovens), aquele que as pessoas acometidas pela doença precisam usar - obrigatoriamente - insulina diariamente.
Vacina para diabetes

A vacina impediu o ataque de um tipo de célula CD8 – integrantes do sistema imunológico – às células beta.

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“Estamos muito excitados com o resultado. Sugere que o sonho de interromper o ataque do sistema imunológico a células específicas pode ser realizado”, afirmou Lawrence Steinman, um dos líderes da pesquisa realizada com 80 pacientes. 

Os cientistas planejam expandir os experimentos para investigar a eficácia do remédio em mais indivíduos. Vamos aguardar os próximos teste com mais resultados.

Fonte: IstoÉ.
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2.1.13

Aplicativo Bayer HealthCare

Em sintonia com a crescente demanda do público para o uso de aplicativos em celulares e tablets, a Bayer HealthCare têm, a cada ano, procurado oferecer soluções que auxiliem os pacientes a cuidarem da saúde.

Desde 2011, a companhia já lançou sete aplicativos, todos gratuitos e disponíveis na página da companhia (http://www.bayerpharma.com.br).

De acordo com Andrea Forlenza, diretora da Bayer HealthCare, há um potencial incrível para uso de celulares e aplicativos móveis no sentido de envolver as pessoas com as questões de sua saúde e bem-estar de uma nova maneira, para ajudá-los a cuidar melhor de si e, especialmente, para gerenciar as condições crônicas como, por exemplo, o diabetes.

Conheça o portfólio da Bayer em aplicativos para a Saúde:


Diabetes

O aplicativo GlicoCare para iPhone, iPod e iPad é voltado para o acompanhamento do diabetes. A ferramenta facilita o controle das medições de glicose diárias, oferece dicas para uma vida saudável, registro das refeições diárias, programa lembretes e anotações do dia-a-dia. O aplicativo tem o objetivo de facilitar o cotidiano dos cuidadores e pacientes com diabetes, contribuindo para os cuidados e atenção com a doença. Até novembro, já foram feitos mais de 4.200 downloads.


Contracepção

O aplicativo gratuito “Hora da Pílula” – exclusivo para iPhone e iPad – ajuda as mulheres a lembrarem de tomar o anticoncepcional no horário certo. Após instalar o aplicativo, a mulher coloca dia e horário em que começou a tomada da cartela de pílulas. A cada dia, no mesmo horário, ela recebe um alerta para não se esquecer de tomar o medicamento. Junto com o alerta, aparece a animação de um passarinho que retira uma pílula da cartela virtual. O aplicativo já conta com quase 115 mil downloads.


Endometriose

O aplicativo “Meu Diário Mensal” tem o objetivo de facilitar a coleta e organização de informações relacionadas ao ciclo menstrual, como dor, impactos na rotina diária e padrão de sangramento. O aplicativo é gratuito para iPhone e iPad e conta com um sistema simples para ajudar a usuária com informações como:
• Calendário para a anotação diária dos sintomas;
• Escala visual analógica para medir a intensidade da dor;
• Anotações da intensidade de sangramento;
• Escalas deslizantes para medir o impacto de sintomas menstruais nas atividades diárias;
• Gráfico da dor local e apresentação gráfica detalhada de todos os dados gravados para correlacionar e comparar os episódios de dor e sangramento;
• Relatórios mensais que podem ser exportados para discussão com o médico.
Esclerose Múltipla
O Serviço de Apoio Betaplus, da Bayer, conta agora com mais uma ferramenta no apoio aos pacientes com esclerose múltipla, cadastrados no programa, que utilizam smartphones e tablets. É o aplicativo iBetaplus, que ajuda o paciente a lembrar sobre o dia e horário das aplicações do tratamento, em dias alternados, e acompanhamento dos locais que foram realizadas as aplicações.


Gravidez

Gestantes e mulheres que querem engravidar podem baixar o aplicativo “Gravidez Semana a Semana” que acompanha com detalhes o desenvolvimento do bebê e dá dicas sobre as transformações que ocorrem no corpo da mulher durante a gestação. Disponível apenas para iPad e já obeteve mais de 8.500 downloads.


Profissionais de saúde

O laboratório desenvolveu o “Universo Médico Mobile”, um aplicativo para celulares (iPhone e Android) e tablets (iPad), que é o primeiro bulário gratuito em português em que os usuários podem ter acesso a todas as bulas de medicamentos disponíveis no mercado brasileiro. Além disso, informações científicas, artigos médicos, aulas, consulta ao código internacional de doenças, 18 calculadoras médicas e atlas do corpo humano, também estão disponíveis no “Universo Médico Mobile”. Mais de 80 mil profissionais de saúde já baixaram o aplicativo.


Calculadora Síndrome Mão-pé

A calculadora de risco foi desenvolvida a partir de um estudo que estima o risco de reação de pele tipo mão-pé (SMP) em pacientes em um tratamento específico para Carcinoma de Células Renais Avançado. Disponível para iPad, essa ferramenta permite ao profissional de saúde estimar o risco de SMP.

Todos os aplicativos estão disponíveis gratuitamente no site http://www.bayerpharma.com.br e na AppStore.
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25.4.12

Depoimento de uma pessoa diabética pode ajudar outros diabéticos a conviver com a doença

O depoimento abaixo é de uma pessoa diabética. Ela diz como é sua vida desde que descobriu a doença e como convive com ela até hoje. Li, senti-me arrepiada e pedi a ela uma autorização para publicá-lo aqui, com a única intenção de ajudar as pessoas diabéticas.

A "blogueira diabética" como se auto-denomina concedeu-me prontamente. Eis o depoimento:



" Quando descobri que tinha a doença (diabetes), aos 17 anos, estava no auge da juventude. Imagina, muita festa, balada, noitada e exageros; foi um choque. Do dia para noite eu vi minha vida virar de ponta cabeça. Na época, em 1994, já existiam alguns produtos dietéticos, mas não como hoje. Lembro muito bem do sabor amargo da Diet Coke, a pioneira nos produtos diet, e o adoçante então? Era um horror, aquele Dietil era simplesmente “intomável”, aqui no Brasil ainda não tinha aspartame. Produtos diet praticamente não existiam, e quando achava um ou outro no mercado era uma fortuna. Lembro que esta fase realmente foi muito difícil, toda as vezes que ia a um barzinho com meus amigos, eu pedia suco sem açúcar e levava o Dietil na bolsa e pagava o mico de colocar no suco na frente de todo mundo. Uma vez o B.A. (um amado amigo meu) até discutiu com o garçom que me serviu suco de laranja doce. Eu na época nem imaginava que o próprio suco de laranja já sobe a glicemia que é uma loucura. Enfim, tudo passou, eu não morri e hoje, 15 anos depois, estou aqui. Super bem, com uma vida bem mais saudável do que eu tinha, a glicemia super controlada e tentando engravidar.

Eu acreditava que apenas o começo da descoberta da diabetes era difícil, já que comigo foi assim. Mas aí fica a pergunta, quanto tempo dura um começo? Um mês? Seis meses? Talvez 1 ano, ou quem sabe 10 anos? Aí é que está a incógnita, depende de cada um. Depende de como você vai se relacionar com esta nova realidade na sua vida. Claro que não é fácil. Tem que ter dedicação, foco, meta, esforço e principalmente: Vontade de viver! Tudo que fazemos na vida requer estas coisas. Passar de ano na escola, entrar na faculdade, conseguir o emprego dos seus sonhos, se manter no emprego dos seus sonhos, namorar, noivar, casar, construir uma família, se dedicar à Deus: TUDO, simplesmente TUDO nesta vida requer dedicação. Se você quer ser uma pessoa saudável tem que se dedicar, praticar exercícios, comer bem, dormir cedo e etc. Com ou sem diabetes, é assim.

A lição mais bacana que aprendi com a diabetes foi: Esta doença não tem controle sobre a minha vida, mas eu sim tenho controle sobre ela. Só depende de mim. Se a glicemia subir ou descer, depende de mim. Se eu tiver hipo de madrugada, foi porque tomei insulina demais, se tiver hiper tomei de menos, é assim: EU CONTROLO A DIABETES E NÃO ELA ME CONTROLA, entende?!

Creio que aí estava a chave da questão, muitas pessoas se deixam levar pela doença de uma tal forma que ela acaba dominando mesmo. Não querem sair, não querem jantar com os amigos, não vão a um churrasco, pizzaria, lanchonete, nada, porque acham que isso pode subir a diabetes. Aí vem a velha mentira: – Eu não vou porque não posso comer nada. MENTIRA! Meus queridos amigos, o diabético PODE sim comer tudo, desde que saiba a quantidade certa de insulina que precisa tomar. Não sou eu quem vai dizer quanto você deve tomar, é seu médico. Mas hoje em dia existe uma série de tratamentos super bacanas que diminui muito o nosso ”sofrimento”. Eu por exemplo, como de tudo hoje em dia, pois faço contagem de carboidratos, é uma bênção. Não vou mentir que resisti muiiiito até aderir a este tratamento, eu achava que era balela, que até parece que eu poderia comer tudo; fora que achava que ter que ficar contando carboidrato de tudo que comia eu pensava ser impossível: – Imagina que alguém sabe quanto tem de carboidrato um temaki cheio de shoyo. Pois é, hoje eu sei.

Gente: a depressão, a baixa auto-estima, a tristeza, o Sugar Blues; enfim tudo isso que a descoberta da diabetes provoca, só vai passar se você estiver disposto a dar o primeiro passo. Não se deixa abater. A vida hoje para quem “está diabético” está muito mais fácil do que há 15 anos, quando descobri. Tem de tudo, de massa para macarrão a xarope sem açúcar, tem tudo tudo tudo. Além dos tratamentos estarem cada vez melhores e mais avançados. Creio que este seja o caminho que Deus tem preparado para a cura de muitos, inclusive a minha e a sua. Sério, acredite!

Não desanime, agora que a ferida está limpa, com remédio e curativo, é hora de você não cututar mais ela e deixar cicatrizar. Em vez de ser um “sugarless blue”, seja um “sugarless happy” e viva da melhor maneira possível: Viaje, passeie, jante com suas família e seus amigos e faça tudo com moderação. O segredo de tudo para uma vida com diabetes feliz é: não deixar NUNCA que ela te domine. Deus está no controle de todas as coisas, e nos deu autoridade para controlar nosso corpo, nossos impulsos, nossas vontades e nossa vida; pois bem, usemos este presente com sabedoria e sejamos MUITO FELIZES! "
Depoimento de B F Vendramini

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21.11.11

Hotéis serão obrigados a oferecer comida para diabético

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quinta-feira (17) o Projeto de Lei 1471/07, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que determina que hotéis e estabelecimentos similares que sirvam refeições ofereçam opção de comida para diabéticos.

O cardápio especial deve abranger refeições, sobremesas e bebidas.


A proposta determina à vigilância sanitária competente que fiscalize o cumprimento da obrigação e, caso a lei não esteja sendo cumprida, submeta o infrator às punições de advertência, multa no valor de R$ 2 mil a R$ 10 mil; ou interdição do estabelecimento.

A CCJ aprovou parecer do relator, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), favorável à constitucionalidade e juridicidade do projeto.

Diógenis Santos

Danilo Forte recomendou a aprovação da proposta.
11 milhões de doentes
A doença, que pode causar inúmeras complicações como cegueira, insuficiência renal e amputações, atinge cerca de 11 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Segundo Forte, a proposta concretiza o direito constitucional à saúde, ao oferecer alimentação adequada a diabéticos.

Tramitação
O projeto perdeu seu caráter conclusivo por ter sido aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família e rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Por isto, ele segue agora para o Plenário da Câmara. Fonte:'Agência Câmara de Notícias'
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29.9.11

Diabéticos têm maior risco de ter câncer de cólon

Pessoas com diabetes têm um risco um pouco aumentado de câncer de cólon, afirmou um estudo internacional, mas as razões para esta ligação, e o que deve ser feito sobre isso, permanecem obscuras.



Pesquisadores liderado por Hiroki Yuhara, da Universidade da Califórnia, Berkeley, combinaram os resultados de 14 estudos internacionais e descobriu que, em geral, pessoas com diabetes eram 38 por cento mais probabilidade de serem diagnosticados com câncer de cólon do que aqueles que estavam sem diabetes.

Houve também um aumento de 20 por cento no risco de câncer retal, no entanto, que parecia estar confinado aos homens, de acordo com os resultados, publicados no American Journal of Gastroenterology.
"Estes dados sugerem que o diabetes mellitus é um fator de risco independente para câncer de cólon e reto", Yuhara e seus colegas escreveram.

As descobertas não provam que a diabetes contribui diretamente para o câncer de cólon em algumas pessoas.

Os resultados vêm de estudos observacionais em que as pessoas com diabetes foram encontrados para ter um maior risco de câncer de cólon do que aquelas sem diabetes. Na maioria dos estudos, os pesquisadores ajustaram para pelo menos alguns fatores que podem explicar a ligação - como idade avançada, obesidade e tabagismo - ea conexão diabetes câncer permaneceu.

"Eu acho que nós podemos fazer a afirmação de que o diabetes está consistentemente associada com câncer colorretal", disse Edward Giovannucci da Escola Harvard de Saúde Pública, que não esteve envolvido no estudo.

"O aspecto de causa e efeito é um pouco difícil considerar desde o diabetes é uma doença tão complexa", disse à Reuters Health em um e-mail.

Ele disse que é provável que algum aspecto da diabetes contribui para o câncer de cólon, mas não é certo o que.

Uma teoria é que os hormônios estão envolvidos.

Pessoas com diabetes tendem a ter altos níveis do sangue-açúcar-regulação hormônio insulina, bem como hormônios relacionados chamada insulin-like fatores de crescimento. Esses hormônios causam células para crescer e se espalhar, e que podem incluir células cancerosas.

Se o diabetes não contribui para o câncer de cólon, não está claro quais são as implicações seriam.

Pessoas com diabetes não são aconselhados a obter rastreio do cancro do cólon com maior freqüência, ou em uma idade mais jovem, do que pessoas sem diabetes, disse Yuhara.

Também não é claro se esse conselho irá mudar a qualquer momento no futuro. Os especialistas recomendam que a maioria das pessoas começam a rastreio do cancro do cólon na idade de 50.

Pessoas com certos fatores de risco para câncer de cólon, como um forte histórico familiar de câncer, é dito para começar a exames mais cedo. Diabetes não é atualmente considerado como um dos fatores de risco.

E não há evidências da ligação entre diabetes e risco de câncer de cólon pode estar enfraquecendo.

Um estudo publicado no ano passado por pesquisadores da American Cancer Society (ACS), e não incluídos na análise atual, constatou que entre os 184.000 residentes mais velhos EUA seguido por 15 anos, os homens com diabetes tipo 2 foram cerca de um quarto mais propensos a ser diagnosticada com câncer de cólon do que diabetes sem homens.

Mas esse aumento do risco foi modesto, e menor do que estudos anteriores haviam sugerido. Além disso, não houve aumento similar entre mulheres com diabetes tipo 2.

Os pesquisadores especularam que o ACS achados podem refletir melhor controle de diabetes entre os residentes dos EUA - e as mulheres em particular - nos últimos anos. Em teoria, melhor controle de sangue significaria menores níveis de insulina, o que pode afetar o risco de câncer de cólon.

Por enquanto, Giovannucci recomendado que as pessoas se concentrar em manter um peso saudável e fazer exercício regularmente.

A análise incluiu estudos publicados a partir da década de 1990 até 2009, dos Estados Unidos, Canadá, Europa e Japão. Fontes: ReutersNature.com

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