16.2.17

7 Mitos e verdades sobre febre amarela


Conheça os 7 mitos e verdades sobre a febre amarela

O ser humano é considerado um hospedeiro acidental do vírus -- o mosquito pica um macaco infectado, e depois pica um humano não vacinado. Esse é considerado o ciclo silvestre da febre amarela.

7 Mitos e verdades sobre febre amarela
mosquito da febre amarela

“O grande risco é que se o hospedeiro humano (a pessoa que está com febre amarela) for picada pelo Aedes aegypti dentro da zona urbana, esse mosquito pode transmitir a febre amarela para outras pessoas dentro do município - ciclo urbano, quando deixa de existir apenas em matas). Atualmente a febre amarela está sendo considerada como ciclo SILVESTRE, e todas as pessoas que tiveram confirmação da doença foram por picada de mosquitos que contraíram a doença de macacos”, explica Lucas Gaspar Ribeiro, médico de família e comunidade, diretor da Associação Paulista de Medicina de Família e Comunidade, filiada à SBMFC.

** MITOS E VERDADE SOBRE FEBRE AMARELA **



1. A febre é o principal sintoma da febre amarela.


VERDADE. A febre amarela é considerada uma síndrome febril transmitida por mosquito. Assim, o principal sintoma dela é a febre que dura até sete dias. Associados à febre, o paciente apresenta alguns sintomas gerais e inespecíficos: calafrios, dores pelo corpo, dor de cabeça, dor nas costas, mal-estar, náuseas e vômitos.

2. A pessoa com febre amarelafica com a pele amarelada.


VERDADE. O nome da febre é característico pois em torno de 15-25% dos pacientes ficam com a pele amarelada (icterícia).

3. Qualquer pessoa pode se vacinar contra febre amarela.


MITO. Atualmente, o Ministério da Saúde considera uma pessoa com vacinação completa após duas doses da vacina, sendo que é necessário haver um tempo de 10 anos entre as duas vacinas, exceto nas crianças que é com nove meses e quatro anos. Importante ressaltar que não são todas as cidades do Brasil que necessitam de vacina, apenas as que tem macacos com febre amarela ao redor (risco elevado da doença). A vacina, como todo medicamento, apresenta riscos à saúde, por isso existem suas indicações e contraindicações, que estão a seguir:

Com duas vacinas, a chance de ter febre amarela é muito pequena. Um ponto a se considerar é quem pode e quem não pode ser vacinado: crianças menores de seis meses e idosos acima dos 60 anos, gestantes e mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.

4. É possível prevenir a febre amarela.


VERDADE. Porém, a única forma de prevenção é a vacinação contra o vírus da febre amarela. Outro ponto muito importante é o controle do vetor, que na zona urbana é o Aedes aegypti (o mesmo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya).

5.Existe tratamento específico para febre amarela.


MITO. Assim como a dengue, zika e chikungunya, inicialmente é oferecido suporte para dor e orientação de ingestão de bastante líquido. Caso haja piora dos sintomas, é necessária a internação e alguns casos inclusive são internados em UTI.

6. A febre amarela é contagiosa.


MITO. A única forma de transmissão da febre amarela é pela picada do mosquito.

7.O diagnóstico está disponível em todo o Brasil.


MITO. O diagnóstico é realizado por exame de sangue, mas que não é disponível em todos os lugares do Brasil, por ser um exame muito específico, contudo sempre que há o risco (é pensada nesse diagnóstico), é colhido exame e encaminhado ao laboratório para confirmar.

Existem outros exames mais comuns que é possível fazer o diagnóstico do quadro grave (problemas de coagulação, hepáticos e renais). O diagnóstico laboratorial não é obrigatório para o tratamento.

Complemente sua leitura com o artigo: "Febre amarela - Tudo Sobre essa doença".


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28.12.16

Herpes Labial: alimentos que previnem ou estimulam o herpes na boca

Sabia que a prevenção do Herpes Labial está na mesa? Continue lendo e veja o que evitar e o que consumir para evitar o herpes labial.

Se você é daquelas pessoas que basta tomar um pouco mais de sol ou ficar mais estressada que as incomodas bolhas do herpes na boca surgirem na boca, saiba que a solução pode estar mais perto do que imagina: na cozinha. Isso mesmo!

Herpes Labial: alimentos funcionais que previnem o herpes na boca
Herpes Labial: alimentos funcionais que previnem o herpes na boca

Segundo pesquisas científicas recentes, basta balancear a ingestão de alimentos ricos em dois aminoácidos essenciais para o corpo. Saiba quais são eles:

O primeiro aminoácido é a arginina, que é usada pelo vírus do herpes simples tipo 1 (HSV-1) para se replicar e eclodir as bolhas. A segunda, é a lisina, inibe essa multiplicação do vírus e está sendo utilizada pelos médicos para prevenir a manifestação da doença e também ajuda a diminuir a frequência com que as lesões surgem, a gravidade dos sintomas e até o tempo de cicatrização.

E basta comer alimentos ricos nos dois aminoácidos? Não é em assim...

Como os dois aminoácidos (arginina e lisina) competem dentro da célula, o aumento da lisina no organismo significa uma queda da arginina, e manter essa relação (mais lisina e menos arginina) é essencial para frear o herpes labial. Assim, a dica é:

Alimentos funcionais que previnem o herpes labial


Leite, queijos, iogurtes naturais, goiaba, cerejas, carne vermelha (sempre magras), peixes, ovos, frango, algas marinhas. Todos estes alimentos contêm o aminoácido lisina em quantidades satisfatórias.

Alimentos funcionais que estimulam o herpes labial


Herpes Labial: alimentos funcionais que previnem o herpes na boca
Herpes Labial: alimentos que facilitam o aparecimento do herpes na boca

Chocolate, castanhas de forma geral, gelatina, uva passa, feijão, grão de bico, lentilha, milho, amendoim, soja, semente de abobora etc. É bom lembrar que tais alimentos só fazem o herpes bucal aparecer nas pessoas que têm o vírus.

E para auxiliar na melhora da qualidade de vida desses pacientes e na mudança do cenário traçado pela pesquisa, a chegada de um produto que atua como auxiliar na prevenção do aparecimento de lesões é um passo importante.



Produto à base de Lisina para tratar o herpes bucal


A lisina administrada durante as infecções recidivas do herpes labial diminui os sintomas do herpes bucal, o tempo da infecção e acelera o processo de cicatrização. Por apresentar mecanismo de ação supressivo da replicação viral, é empregada principalmente de forma profilática, diminuindo a frequência das recidivas”, explica Dr. Walmar Roncalli Pereira de Oliveira, dermatologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFM/USP). Em setembro deste ano chegou ao Brasil Resist®, a primeira lisina registrada pela ANVISA para prevenção de recorrência de herpes labial.

Gostou do artigo? Então complemente sua leitura com este artigo: Arginina combate cansaço físico e mental.

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As informações são do doutor Dr. Walmar Roncalli, dermatologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFM/USP).
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23.3.16

Chikungunya pode matar?

A febre chikungunya ou apenas "chikungunya", é mais uma doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti. Será que ela também é perigosa como a zika e a dengue? Ou seja, a chikungunya pode matar? Acompanhe o raciocínio...

A chikungunya (causada pelo vírus CHIKV) é uma arbovirose (quando parte de seu ciclo de vida ocorrer nos insetos) e está sendo considerada a menos letal das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. No entanto, ela não é tão inofensiva assim...

Chikungunya pode matar?
Aedes Aegypti

Chikungunya chikungunya pode matar?


As mortes são raras. Dados da epidemia ocorrida em 2004, nas Ilhas Reunião, indicaram taxa de letalidade de 0,1% (256 mortes em um total de 266 mil casos). Entretanto, na Índia, em 2006, houve 1,3 milhão de casos e nenhuma morte registrada.

Segundo Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, pelo menos duas mortes já foram constatadas serem causadas pela doença. A primeira vítima foi uma idosa de 88 anos, que morreu no dia 21 de fevereiro. Os nomes das vítimas não foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde do Recife.

A segunda morte por chikungunya foi confirmada no Recife pela Secretaria Municipal de Saúde. O caso é de uma mulher de 54 anos, moradora de Água Fria, zona norte do Recife, que faleceu no dia 30 de janeiro.




Em relação às notificações da doença, em 2016 foram notificados, no Recife, 7.946 casos das três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, chukingunya e Zika. A dengue é a campeã de registros, com 3.673 suspeitas. Em seguida vem a chikungunya, com 2.632 notificações, e o vírus Zika, com 1.641 casos. Desse total, foram confirmados 1.488 registros de dengue e 385 de chikungunya.
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23.9.15

Meningite: Sintomas e sinais iniciais em todas as idades

Conheça os sintomas da meningite, pois se apresentar alguns desses sintomas você ou alguém da sua família pode estar com meningite e deverá procurar atendimento médico com urgência.

Meningite Sintomas

  • Sintomas da meningite em bebês de até um mês:
Irritabilidade, choro em excesso, febre, sonolência e, além disso a moleira fica estufada, como se houvesse um galo na cabeça da criança;

  • Sintomas da meningite acima desta idade e até 5 anos:
Além dos sintomas da meningite em bebês a criança ainda tem dificuldades de movimento da cabeça;

  • Sintomas da meningite a partir dos cinco anos:
Febre, rigidez da nuca, dor de cabeça e vômitos em jato.


Mas saber quais os sintomas da meningite resulta em uma outra pergunta...

O que é meningite?


A meningite é uma inflamação das membranas que recobrem e protegem o sistema nervoso central - as meninges (veja foto abaixo). A meningite pode ser de origem viral, adquirida depois de alguma gripe ou outra doença causada por vírus, ou de origem bacteriana, normalmente mais branda.

Meninges

 Meningite, causadores (agentes etiológicos)


Vários são os agentes etiológicos: Bactérias (como Homophlus influenzae, Naesseria Meningitidis, Esteptococos pneumoniae, meningogoco C entre outros), vírus, fungos e parasitas. Podemos ver os agentes causadores através da Bacterioscopia.

Existem várias bactérias que podem ocasionar a meningite. Uma forma contagiosa da doença é a causada pelo meningococo que transmite a doença pelo ar. Outra forma de contágio é o contato com a saliva de um doente.




A bactéria entra no organismo pelo nariz e aloja-se no interior da garganta. Em seguida vai para a corrente sanguinea. A partir daí a bactéria pode seguir os caminhos: cérebro ou difusão pelo corpo (bacteremia), causando uma infecção generalizada conhecida como septicemia. [Hospital Santa Lucia] [foto-Neuroanatomy]

Veja também as Vacinas contra meningite.
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15.5.15

Vacina da Gripe 2015

A campanha de vacinação contra a gripe deste ano (vacina da gripe 2015) vai até 22 de maio.

Fique atento: O vírus da gripe é transmitido pela fala, tosse e espirro.

A imunização anual faz parte das ações de saúde e tem como principal objetivo reduzir a mortalidade e o número de internações causadas pelo vírus. Conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, a vacina da gripe é destinada a idosos, trabalhadores de saúde, indígenas, crianças entre seis meses e menores de cinco anos de idade, gestantes, puérperas (mães em até 45 dias após o parto), portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, conforme indicação médica.

Vacina da Gripe 2015
Vacina da Gripe 2015

Transmissão do vírus da gripe

A transmissão do vírus da gripe ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias podem levar o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz.




Leia também: Vacina contra todos tipos de gripe (vacina universal).

Cuidados simples podem contribuir para reduzir os riscos de contágio e disseminação do vírus da gripe, como cobrir boca e nariz com um lenço ou com a parte superior das mangas das roupas ao espirrar ou tossir, evitando assim que as secreções se espalhem pelo ar e possam contaminar outras pessoas.

Outras recomendações são: evitar locais fechados; lavar sempre as mãos com água e sabão; manter a janela do transporte coletivo aberta, mesmo em dias mais frios para facilitar a circulação de ar e descartar corretamente os lenços de papel no lixo.

Fonte: G1
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1.5.15

Zika Vírus: sintomas, o que é e como tratar

Zika Vírus: sintomas, o que é, e como tratar

O Zika Vírus é um vírus que, assim como o vírus da dengue e da chicungunha, é transmitido pelo Aedes Aegypti.

Em humanos, o Zika Vírus (ou vírus Zika) causa a doença conhecida como febre Zika.

Zika Vírus: SINTOMAS


  • Coceira pelo corpo
  • Erupções cutâneas (em alguns casos)
  • Estado febril (febre até 38° C)
  • Manchas vermelhas pelo corpo
  • Diarreia
  • Dores musculares
  • Dor nas articulações, principalmente das mãos e pés
  • Dor de cabeça, principalmente atrás dos olhos
  • Conjuntivite (em alguns casos)

► Leia também: Doenças causadas por vírus.

Zika Vírus O QUE É?


Zika Vírus: sintomas e o que é
Zika Vírus: sintomas e o que é


A identificação do vírus foi realizada em 30 de abril de 2015 após a dupla de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Gúbio Soares e Silvia Sardi -  trabalhar por cerca de 20 dias em amostras de sangue de pacientes de Camaçari, cidade da região metropolitana de Salvador, por meio de uma técnica chamada RT-PCR, que amplifica o material genetico do virus, através de reagentes, aumentando o sinal deste material genético.

Segundo Gúbio, o Zika Vírus é mais fraco e os sintomas mais brandos e costumam durar de 4 a 7 dias.

Zika Vírus como tratar (TRATAMENTOS)

  • Analgésicos: Para os sintomas como dor e febre os médicos geralmente prescrevem paracetamol, dipirona ou ibuprofeno (NÃO é indicado tomar ácido acetilsalicílico, aspirina, AAS, melhoral). Obs.: pessoas com problemas do fígado e que não são acostumadas a usar paracetamol devem se orientar com seu médico e/ou farmacêutico.
  • Antialérgicos: Loratadina ou desloratadina podem ser usados para as coceiras. Se ficarem piores, o médico poderá prescrever antialérgicos como prednisona. 



Artigos relacionados ao Zika Vírus e Aedes Aegypti


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19.5.14

Sarampo: sintomas, tratamentos, prevenção, agente causador...

O QUE É SARAMPO?


SARAMPO
CID 10: B05

Características gerais do sarampo:

Descrição
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância.

Sarampo: sintomas, tratamentos, prevenção, agente causador...
vírus do sarampo
A viremia do sarampo, causada pela infecção, provoca uma vasculite generalizada, responsável pelo aparecimento das diversas manifestações clínicas, inclusive pelas perdas consideráveis de eletrólitos e proteínas, gerando o quadro espoliante característico da infecção. Além disso, as complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano de idade.

SARAMPO SINTOMAS


Caracteriza-se por febre alta, acima de 38,5°C, exantema máculo-papular generalizado, tosse, coriza, conjuntivite e manchas de Koplik (pequenos pontos brancos que aparecem na mucosa bucal, antecedendo ao exantema). Didaticamente as manifestações clínicas do sarampo são divididas em três períodos:

Período de infecção – dura cerca de 7 dias, iniciando com período prodrômico, onde surge febre, acompanhada de tosse produtiva, coriza, conjuntivite e fotofobia. Do 2° ao 4° dias desse período, surge o exantema, quando se acentuam os sintomas iniciais, o paciente fica prostrado e aparecem as lesões características do sarampo: exantema cutâneo máculo-papular de coloração vermelha, iniciado na região retroauricular.

Remissão – caracteriza-se pela diminuição dos sintomas, declínio da febre. O exantema torna-se escurecido e, em alguns casos, surge descamação fina, lembrando farinha, daí o nome de furfurácea.



Período toxêmico – o sarampo é uma doença que compromete a resistência do hospedeiro, facilitando a ocorrência de superinfecção viral ou bacteriana. Por isso, são frequentes as complicações, principalmente nas crianças até os 2 anos de idade, em especial as desnutridas, e adultos jovens.

A ocorrência de febre, por mais de 3 dias, após o aparecimento do exantema, é um sinal de alerta, indicando o aparecimento de complicações. As mais comuns são: infecções respiratórias; otites; doenças diarreicas; e, neurológicas.

AGENTE CAUSADOR DO SARAMPO (etiológico*)


O vírus do sarampo (agente etiológico do sarampo) pertence ao gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae. É durante o período exantemático** que, geralmente, se instalam as complicações sistêmicas, embora a encefalite possa aparecer após o 20° dia.

*Agente etiológico: o agente responsável por determinada doença. Ele pode ser bactérias, vírus, fungos, protozoários ou helmintos.

**Período exantemático: É quando ocorre acentuação dos sintomas citados, com prostração importante do paciente. Ou seja, quando a doença se agrava.



RESERVATÓRIO DO VÍRUS DO SARAMPO


O único reservatório do vírus do sarampo é o homem.

>>Leia também: Alerta saúde! Vacina contra sarampo e poliomielite

MODO DE TRANSMISSÃO DO SARAMPO


O sarampo transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Essa forma de transmissão é responsável pela elevada contagiosidade da doença. Tem sido descrito, também, o contágio por dispersão de gotículas com partículas virais no ar, em ambientes fechados como, por exemplo: escolas, creches e clínicas.

PREVENÇÃO DO SARAMPO


A vacinação é a medida mais eficaz de prevenção contra o sarampo, que deve ser feita com a tríplice viral aos 12 meses de vida e uma dose de reforço aplicada entre 4 a 6 anos de idade. A vacina também deve ser aplicada durante a realização de bloqueio vacinal de contatos de casos suspeitos ou confirmados da doença, em indivíduos da faixa etária de 6 meses a 49 anos de idade, que não comprovem vacinação anterior. Nesse caso, a vacina utilizada para os maiores de 6 anos é a dupla viral.

Os profissionais de saúde e todos os profissionais da rede hoteleira, aeroportos, portos, taxistas, profissionais do turismo e do sexo, quartéis, corpo de bombeiros e caminhoneiros, atualmente, constituem os principais grupos de risco para a doença e por isso devem procurar o posto de vacinação para receberem a vacina contra sarampo. A vacina tríplice viral protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba e a dupla viral não contém antígenos contra a caxumba.

CLIQUE AQUI e aprenda a se livrar de vez do Aedes

Para ler o texto completo (em pdf) sobre sarampo acesse portal.saúde.gov.br
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1.4.09

Febre amarela - Tudo Sobre essa doença


Febre amarela: Como é o contagio dessa doença, sintomas, quanto tempo antes da exposição deve-se tomar a vacina, evolução.

Atualização! Se você encontrou este artigo por que quer saber quando tomar vacina contra febre amarela antes de viajar, saiba que você deve tomar a vacina contra febre amarela "dez dias antes da viagem" principalmente se for para zonas de florestas.

Febre amarela tudo sobre a doença

O que é febre amarela?


A Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais.
Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.

A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina.

Vacinação febre amarela


Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti.

A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.

Sintomas da febre amarela


Os principais sintomas da febre amarela - febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas.




Diagnóstico da febre amarela


Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue.

Tratamento da febre amarela


Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue.

Recomendações sobre a febre amarela


· Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos;
· Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo;
· Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito;
· Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água;
· Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco,
· Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos;
· Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
Fonte: Este texto foi baseado em: drauziovarella.ig.com.br/arquivo/arquivo.asp?doe_id=100

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