10.1.17

Cuidados com a lente de contato no verão


Oftalmologistas recomendam redobrar os cuidados com as lentes de contato no verão

Os oftalmologistas são unânimes: no verão, é importante redobrar os cuidados com as lentes de contato. E vão além disso. Apesar da comodidade, o melhor é evitar ir à praia ou à piscina com elas, pois há riscos. O alerta é da Dra. Elisabeth Guimarães, oftalmologista da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e representante estadual da Sociedade Brasileira de Lentes de Contatos, Córnea e Refratometria (Soblec).

Cuidados com a lente de contato no verão

Cuidados com a lente na praia e piscina


A oftalmologista destaca que o principal problema da praia e da piscina é a água, responsável pela contaminação por bactérias, o que pode causar infecções, entre vários outros problemas oculares. A Dra. Elisabeth diz que muita gente costuma esquecer de retirar as lentes antes de tomar banho e que a água do chuveiro pode estar igualmente contaminada.

Outros inconvenientes são a areia, o cloro, o vento. “Se o olho ficar irritado, vermelho ou incomodar, o melhor a fazer é tirar as lentes e lavá-las com soluções apropriadas”. Ela destaca: soro fisiológico não é adequado para esse propósito, “porque ele não contém conservantes e pode, facilmente, ser contaminado com bactérias”.

Cuidados com a exposição excessiva ao sol


A Dra. Elisabeth destaca ainda que muita gente esquece que a exposição excessiva ao sol pode trazer danos à saúde ocular, razão pela qual mesmo com o uso de proteção de lentes de contato UVA/UVB é necessário também usar óculos de sol de boa qualidade e chapéu.

Dicas para evitar problemas com as lentes de contato durante o verão


  1. Faça higienização das lentes de contatos com soluções apropriadas e as conserve em estojo. De preferência, em ambientes sem variação de temperatura;
  2. Nunca usar água de torneira ou soro fisiológico para limpeza;
  3. Se entrar areia, sujeira ou protetor solar nos olhos, retirar as lentes e fazer a devida assepsia em locais adequados;
  4. No caso de desconforto, vermelhidão e lacrimejamento interromper o uso e procurar um oftalmologista;
  5. Retirar as lentes no avião se a viagem ultrapassar três horas;
  6. Em ambientes muito secos, é indicado o uso de lubrificantes específicos para lentes de contato.
Fonte: Bausch & Lomb, que oferece produtos para limpeza, manutenção e conservação destas lentes. Produtos das linhas Biotrue®, Renu® e Boston Simplus™, concebidos para diferentes perfis de usuários.

>> Óculos de sol ajudam a prevenir problemas nos olhos
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9.2.15

5 dicas para evitar má digestão no carnaval

Alguns hábitos alimentares inadequados podem provocar má digestão durante o carnaval.

Confira 5 dicas para evitar má digestão no carnaval


Algumas dicas são da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), que alerta para os perigos da má digestão, provocada pela ingestão de alimentos gordurosos e excesso de bebidas alcoólicas, que causam um conjunto de mal-estar e sensação de estufamento na boca do estômago. Os complementos das dicas (entre parênteses) são da farmacêutica Renata Fraia, autora e diretora deste site.

5 dicas para evitar má digestão no carnaval
5 dicas para evitar má digestão no carnaval

1 - Fugir de refeições gordurosas (prefira lanches saudáveis para o carnaval ao invés de hambúrgueres, salgadinhos e frituras);
2 - Beber líquidos em grandes quantidades fora das refeições (procure ingerir ao menos 2 litros de água - se gostar de água de coco, beba 300 ml desta bebida. Se estiver de ressaca beba ainda mais líquidos e bebidas isotônicas);
3 - Evitar o consumo de bebidas alcoólicas em excesso (procure tomar água ou água de coco após ingerir bebidas alcoólicas);
3 - Fracionar as refeições, evitando comer em grande quantidade em todas as horas do dia (consuma frutas, sucos detox e petiscos saudáveis entre as refeições mais completas);
4 - Substituir doces por frutas frescas (ou picolé de limão!);
5 - Comer devagar, mastigando bem os alimentos.

Leia também: Dicas de alimentação saudável no carnaval.

De acordo com o endoscopista da SOBED Jecé Brandão, mais de 80% dos casos de má digestão estão relacionados com maus hábitos alimentares e estilo de vida inadequado.

“A vida corrida que as pessoas levam, com uma agenda sobrecarregada, algumas vezes impede que se tenha tempo até mesmo para realizar as refeições. Portanto, não se alimentam com comidas saudáveis, criam o hábito de conversar durante as refeições, além de não mastigar corretamente os alimentos, e tudo isso pode gerar má digestão”, explica o especialista.
Leia também: Automedicação aumenta no carnaval.


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12.11.10

Doenças do Verão: Conheça e previna-se

Você já reparou que algumas doenças são mais comuns em determinadas épocas do ano (estações). No verão doenças pela maior exposição ao sol, uso de piscinas coletivas, praias, alimentação podem aparecer.

Conheça as doenças do verão, e aprenda maneiras de prevenir as doenças mais comuns do verão.

1. Conjuntivite bacteriana

A conjuntivite bacteriana é a inflamação daquela pele transparente que recobre os olhos, chamada de conjuntiva. Ela é mais comum no verão, pois é muito fácil contraí-la ao frequentar praias impróprias para banho e piscinas que não estejam devidamente tratadas.

Para evitar a contaminação é importante, além de não tomar banho em lugares indevidos, evitar usar toalhas de outras pessoas e entrar em contato com quem estiver com a doença, pois ela é de fácil transmissão.

Quando se contrai conjuntivite, os olhos ficam vermelhos e lacrimejantes, e há uma produção de secreção amarelada. Além disso, também são comuns fotofobia e uma sensação de que há areia dentro dos olhos.

2. Otite externa (inflamação no ouvido)

Por ser quente, úmido e escuro, o canal auditivo se inflama com facilidade e infecções causadas por fungos e bactérias, como a otite, acontecem. A otite externa ocorre principalmente em pessoas que frequentam praias e piscinas regularmente.

3. Doenças de pele

Como o verão é a estação mais quente do ano, são comuns as idas a praia ou ao clube, o que faz com que as pessoas fiquem com a pele úmida por mais tempo, seja porque mergulharam em algum lugar, seja porque apenas estão transpirando mais que o normal. Esse excesso de umidade favorece o aparecimento das doenças de pele, que são causadas geralmente por fungos ou bactérias, a seguir está uma lista das mais comuns nessa estação:

4. Câncer de pele

Uma das principais causas do câncer de pele é a exposição excessiva ao Sol. As pessoas mais afetadas por essa doença são aquelas com a pele muito clara e sensível. Para se prevenir basta não tomar sol nos horários em que ele está mais forte, das 10 horas da manhã até as 4 da tarde. Além disso, é importante passar sempre filtro solar, até mesmo no dia a dia, e evitar cigarro e exposição a substâncias químicas como arsênio e alcatrão.

Os sinais mais comuns de que alguma coisa está errada são: mudanças na pele, como uma ferida que não sara ou uma pequena lesão endurecida, brilhante ou avermelhada e pintas, sinais e verrugas que crescem ou mudam de cor.

5. Brotoejas

As chamadas miliárias, bolinhas de água vermelhas acompanhadas de coceira, são erupções que aparecem em crianças nas regiões das dobras de pele, como o pescoço. Elas estão relacionadas à secreção das glândulas sudoríparas e aparecem por causa do excesso de calor e transpiração.

Para se prevenir, evite sol e ambientes muito quentes e não dê banhos com água muito quente nas crianças. Para acalmar a irritação misture maisena no banho dos pequenos ou passe pasta d’água nas feridas.

6. Acne

Durante o verão a oleosidade da pele aumenta o que favorece o surgimento de acne. Além disso, a exposição ao sol, em um primeiro momento, pode até melhorar o problema, porém, após alguns dias, há um aumento da produção sebácea o que piora a acne. Por isso, para quem sofre com esse problema o melhor mesmo é evitar se expor demais ao sol.

7. Candidíase

A candidíase aparece mais no verão, pois as pessoas costumam ir a praias e piscinas e não tiram o maiô, biquíni ou sunga molhados depois que voltam para casa. Isso facilita a proliferação de fungos, como o causador dessa doença, que se caracteriza pela formação de pequenos pontos vermelhos e coceira nos genitais e em mucosas, como o canto da boca.

8. Pano branco ou pitiríase versicolor

Essa micose é muito comum em climas tropicais. O causador dela é o fungo Ptyrosporum ovale, que existe normalmente no meio ambiente, mas que só causará problemas de saúde se tiver condições adequadas para isso. O pano branco só aparece quando a pessoa está com baixa imunidade, e quando o fungo se encontra em um ambiente úmido e de bastante calor.

Os sintomas são manchas brancas na pele, mas em alguns casos as manchas podem ser castanhas ou avermelhadas.

9. Impetigo

Essa doença é causada pelo desequilibro da população de uma bactéria normalmente presente na pele, a Streptococcus pyogenes, e que pode ser deflagrada por mudanças no clima. Lesões na pele, como as causadas por picadas de insetos, são o local ideal para o desenvolvimento e ação dessa bactéria, que causa inflamação e forma uma crosta cor-de-mel na ferida.

10. Pé-de-atleta ou frieira (micoses)

Essa micose aparece entre os dedos e causa vermelhidão na pele dos pés. Ela é altamente contagiosa, mas geralmente as pessoas costumam contrair tal fungo por meio do próprio ambiente. Por isso é importante não andar descalço em vestiário de piscina, tocar em animais desconhecidos e usar calçados de outras pessoas. Além disso, tente sempre deixar o ambiente arejado, ande descalço dentro de casa e use sandálias abertas sempre que possível, use roupas de algodão que facilitam a transpiração e enxugue bem todas as "dobras" do corpo.

Geralmente os sintomas são o embranquecimento da pele entre os dedos do pé e a descamação dela, que eventualmente se rompe em pequenas fissuras. Quando a micose não se encontra entre os dedos e sim na sola do pé, ela se caracteriza por uma leve irritação e então envolve toda a sola do pé.

11. Verminose

Outra doença de pele que pode ser contraída nas praias é a larva migrans que é transmitida por larvas de parasitas presentes em fezes de cachorro. O parasita entra pela pele, principalmente pelos pés, e causa inflamação.

12. Onicomicose (micose de unhas)

A doença que afeta as unhas mais frequente durante o verão é a onicomicose. Doença provocada por fungos e também pelas leveduras. Ela começa na ponta da unha, deixando-a amarela, espessa e com uma aparência feia. Além disso, ela dói bastante e incomoda.

13. Desidratação

O risco de ter uma desidratação é maior no verão, pois nessa estação do ano transpiramos mais e existem mais chances de se comer uma comida estragada por má conservação.

A desidratação se caracteriza pela perda de líquidos e sais minerais do corpo. Quando o organismo está funcionando normalmente perde-se em média 2,5 litros de água por dia, seja pela urina e fezes, seja pelo suor ou pela respiração. Essa perda pode se tornar excessiva por vários motivos. O simples aumento da transpiração ou uma intoxicação alimentar podem ser fatores determinantes na hora de se ficar doente.

Uma pessoa desidratada fica com sede, com a boca e mucosas secas, olhos ressecados e fica muito tempo sem urinar. Existem algumas coisas que você pode fazer para prevenir a desidratação, como usar roupas leves, ingerir constante mente líquidos, não comer alimentos que tenham ficado muito tempo fora da geladeira, por exemplo, e sempre preferir ficar em lugares arejados e frescos.

14. Insolação

A insolação acontece quando uma pessoa fica tempo demais exposta ao sol. Seus sintomas são intensa falta de ar, dor de cabeça, náuseas, tontura, temperatura do corpo elevada, pele quente, avermelhada e seca, extremidades arroxeadas e até mesmo inconsciência.

Além disso, com ela também vem a desidratação e queimaduras que podem ser apenas pele vermelha até bolhas na pele. Para evitar que isso aconteça com você, evite tomar sol nos horários em que ele está mais forte e sempre use filtro solar de no mínimo fator 15.

15. Intoxicação alimentar

Alimentar-se corretamente quando se vai à praia ou piscina é fundamental para evitar a intoxicação alimentar e a provável diarreia, vômitos e desidratação que a podem acompanhar. Então, evite comer sanduíches, camarão, milho cozido, maionese e outros alimentos que os ambulantes vendem, pois podem estar contaminados por bactérias que podem estar presentes na sujeira das mãos dos ambulantes (será que eles lavam as mãos após ir ao banheiro?), além disso esses alimentos por estarem fora da geladeira ou não ficarem aquecidos a uma temperatura muito alta podem estar servindo de meio de cultura para incontáveis bactérias, como as temíveis e perigosas Salmonellas, que, geralmente, 'gostam' da temperatura de 45°C para se desenvolver e multiplicar.

Em casos de intoxicação alimentar leve, um dia de repouso e a ingestão de uma grande quantidade de água ou de sucos feitos com água filtrada, fervida ou mineral, são suficientes para compensar a perda de líquidos provocada pela diarreia ou pelos vômitos. Em casos moderados faça soros caseiros ou utilize reidratantes orais, ou ainda água-de-coco com um coco bem lavado (já imaginou como aqueles cocos da praia podem estar sujos?). Em casos mais graves procure atendimento médico hospitalar.

Dicas de alimentação 'saudável' para o verão:
- Salgadinhos industrializados (não é tão saudável, mas se torna 'saudável' pela ocasião)
- sanduíches preparados em casa e sem maionese, prefira os com verduras e cenoura ralada
- Veja alimentos para o verão.
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