27.2.17

Da Anvisa: Formulário de Fitoterápicos abordado em consulta pública


A Anvisa abriu a Consulta Pública 310/2017 sobre a inclusão de novas monografias e revisão do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

As consultas foram publicadas no dia 13 de fevereiro, no Diário Oficial da União (DOU), fixando prazo de sete dias para que entrasse em vigência. O prazo para envio de comentários e sugestões ao texto das propostas de regulamentação será de 60 (sessenta) dias, contados a partir do dia 20 de fevereiro.

Formulário de Fitoterápicos abordado em consulta pública
Formulário de Fitoterápicos abordado em consulta pública

A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do País, onde se estabelecem, dentre outras coisas, os requisitos mínimos de qualidade para fármacos, insumos, drogas vegetais, medicamentos e produtos para a saúde.

Consulta Pública sobre o Formulário de Fitoterápicos


A participação na Consulta Pública 310/2017 pode ser feita por formulário eletrônico.


Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Coordenação da Farmacopeia, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050. As contribuições internacionais deverão ser direcionadas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte), no mesmo endereço.

➤ Leia também: Ginkgo biloba: benefícios, efeitos colaterais e nomes comerciais

Atualização


A Anvisa tem a competência legal promover a revisão e atualização periódica da Farmacopeia Brasileira.Esta competência compreende ações de regulamentação sanitária e de indução ao desenvolvimento científico e tecnológico nacional que se concretizam por meio da revisão e incorporação de novos requisitos de qualidade nos compêndios e produtos da Farmacopeia Brasileira.

O Formulário de Fitoterápicos é um dos compêndios previstos na Portaria nº 452, de 25 de fevereiro de 2013, que dispõe sobre o Regimento Interno da Comissão da Farmacopeia Brasileira.

O texto em Consulta Pública foi proposto pelo Comitê Técnico Temático de Apoio a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira (CTT APF), se baseando na proposta original da 1ª edição do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, no trabalho desenvolvido nos programas de fitoterapia do país, e na literatura científica.

Saiba Mais: CP 310/2017

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17.9.16

Bardana: propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes, revela pequisa

Você sabia que a sabedoria popular diz que a bardana é anti-inflamatória e cicatrizante? Pois tais propriedades estão sendo estudadas e os resultados são animadores. Confira!

Conhecida pela medicina popular como anti-inflamatória e cicatrizante, a bardana propriedades estão sendo estudadas em pesquisa de trabalho de iniciação científica do curso de Farmácia da Universidade Anhanguera UniABC.

Bardana é bom pra quê
Bardana: propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes

Bardana Propriedades


Você sabia que a sabedoria popular diz que a bardana é anti-inflamatória e cicatrizante? Pois tais propriedades estão sendo estudadas e os resultados são animadores. Confira!

A bardana, uma planta originária da Europa e muito conhecida na medicina popular, se revelou um eficaz fitoterápico para doenças da pele por apresentar propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas, cicatrizante e antioxidante. Resumindo...

Bardana é bom para que?

  • Anti-inflamatória
  • Antimicrobiana
  • Cicatrizante
  • Antioxidante


Bardana como usar


Por enquanto, o chá de bardana é seu uso mais conhecido pela medicina alternativa. Mas, muito provavelmente, a partir dos bons resultados obtidos a bardana poderá ser transformada em gel, cremes e, até, cosméticos.

O estudo com a Bardana (raiz e folhas)


Os alunos orientados pela professora Marcia Eugenia Del Llano Archondo, sob coordenação do Professor Alexandre Massao Sugawara, prepararam e padronizaram o extrato de raízes de bardana e folhas de bardana para serem utilizados em cremes e géis com atividade anti-inflamatória ou ainda em cosméticos devido a sua atividade antioxidante.

Universidade preparou e padronizou o extrato de raízes e folhas da planta para serem utilizadas em cremes, géis e cosméticos, ou seja logo logo veremos creme de bardana para comprar.

“A eficácia de um produto preparado com plantas medicinais depende da qualidade do extrato e por isso foi feito todo esse trabalho. Cabe ressaltar que na literatura existem trabalhos sobre a atividade farmacológica da bardana, mas não sobre o extrato vegetal, sua padronização e controle de qualidade, assim como da incorporação do extrato em formulações”, explica Marcia Eugenia Del Llano Archondo.




De acordo com a professora da Anhanguera, os produtos preparados se encontram neste momento em estudos de estabilidade acelerada que seria um dos pontos para mostrar sua viabilidade no mercado e o prazo de validade. Em uma próxima fase será testada a atividade antioxidante “in vitro” e a atividade anti-inflamatória destes extratos e os produtos com eles desenvolvidos.

O trabalho será apresentado na sexta-feira (1/11) durante a Semana de Farmácia da instituição, que terá início na quarta-feira (30/10), das 19h às 22 horas. O evento reunirá acadêmicos e profissionais do mercado para discutir questões ligadas ao campo de trabalho e ao papel do farmacêutico.

O artigo sobre a bardana foi arquivado nas categorias:

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13.8.16

Plantas que purificam o ar, melhorando a saúde do planeta

Em prol da Saúde do Planeta confira algumas plantas que purificam o ar que respiramos servindo como verdadeiros purificadores de ambiente!

1. Palmera de Bambu : Elimina formaldeído e também se diz que atua como um umidificador natural.

2. Espada de São Jorge: Serve para absorver os óxidos de nitrogênio y formaldeído.



Plantas que purificam o ar
Plantas que purificam o ar

3. Palmeira: Uma das melhores plantas de purificação do ar para a limpeza do ar em geral.

4. Planta aranha: Grande planta de interior para eliminar o monóxido de carbono e outras toxinas e impurezas. Planta-aranha são uma das três plantas consideradas melhor dos casos da eliminação de formaldeído do ar.

5. Lírio de paz: este poderíamos chamar de "limpeza de todos." Frequentemente são colocados no banheiro ou lavanderia, uma vez que eles são conhecidos para a remoção de esporos de fungos. Também conhecido para eliminar formaldeído e o tricloroetileno (é um hidrocarboneto clorado comumente usado como um solvente industrial ).

6. Gérbera: No solo estas maravilhosas flores elimina o benzeno no ar, são conhecidos para melhorar o sono ao absorver dióxido de carbono e emitem mais oxigênio durante a noite.


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7.7.16

Dor de garganta: remédio caseiro

Para dor de garganta leve, alguns remédios caseiros para dor de garganta podem ser suficientes para acabar com o problema. Algumas dicas na internet citam limão e outras substâncias ácidas e irritantes para usar na garganta, e eu, como farmacêutica, não recomendo em hipótese alguma, pois você irá irritar ainda mais sua garganta. Confira as receitas para garganta inflamadas mais eficazes.

Dor de garganta: remédio caseiro


Dor de garganta remédio caseiro

1. Xarope de mel com gengibre para dor de garganta 


(Vai deixar a garganta menos ressecada.)

Ferva 1 xícara de açúcar em 3 xícaras de água, 4 colheres de sopa de mel e 3 lascas de gengibre. Depois que ferver, deixe apurar em fogo médio-baixo até o volume diminuir pela metade. Tome 2 colheres de sopa ao sentir a garganta seca ou com tosse persistente. ATENÇÃO: Diabéticos não podem tomar esse xarope.

2. Chá de gengibre e canela para dores de garganta 


(indicada para quem está com garganta irritada e com dificuldade de falar)

Ferva 3 lascas de gengibre e 1 canela em pau em 350ml de água. Beba morno e use para fazer gargarejos.


3. Gargarejo com folhas e flores de romã 

(Para aliviar a inflamação.)




50g de folhas de romã, algumas flores da planta, 1 colher de sopa de sementes de romã, e 1 colher de café de sal e 500ml de água. Ferva a água, desligue o fogo e coloque os outros ingredientes. Tampe, aguarde 15 minutos e faça gargarejos de 6 em 6 horas ou sempre que sentir necessidade.

Leia outros artigos relacionados

IMPORTANTE!

Se você tiver febre, tosse persistente e verificar pus na garganta procure um médico, não se automedique, no entanto, para dores sem febre pode tomar o analgésico que VOCÊ estiver acostumado (paracetamol ou dipirona, por exemplo), mas só se você já o tiver usado antes.

Renata Fraia - Farmacêutica/Saúde com Ciência
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1.5.16

Benefícios da Salsinha para a saúde


A salsinha é um dos temperos clássicos da culinária brasileira, talvez o mais usado dentre as hortaliças. Mas a salsa é muito mais que um ingrediente para nossa comida, ela tem propriedades medicinais (mesmo que, ainda, na medicina alternativa). Os benefícios da salsinha para a saúde são muitos e vou citar cada um deles.

Ressalto que a maioria das propriedades da salsinha para a saúde ainda não foi totalmente estudada, mas a medicina popular prega os benefícios da salsinha e já há alguns estudos comprovando a eficácia desta hortaliça.

Benefícios da salsinha para a saúde (propriedades medicinais da salsinha)

  • Diurética (facilita a secreção da urina)
  • Carminativa (combate os gases intestinais)
  • Expectorante (facilita a expectoração)
  • Emenagoga (provoca a vinda da menstruação)
  • Antitérmica (combate a febre)
  • Eupéptica (melhora a digestão)
  • Vitaminizante (colabora na regeneração das células)
  • Aperiente (abre o apetite)
  • Anti-inflamatória (combate inflamações)
  • doenças circulatórias em especial a trombose [Importante! Esse benefício da salsinha já está sendo comprovado em alguns estudos científicos]

Benefícios da Salsinha para a saúde (propriedades medicinais)
Salsinha/foto

1. Salsinha, Indicações de cada parte utilizada da salsa


Folhas da salsa e talos - usos

- As folhas de salsinha podem ser utilizadas para combater:

º Febres Intermitentes
Uso interno: suco - 1 colher de sopa três a quatro vezes ao dia.

º Bronquite Asmática e Laringite Crônica
Uso interno: suco adoçado com mel - 1/2 xícara de café uma vez por dia, em jejum.

º Equimoses
Uso externo: suco (sob a forma de compressa) - aplicar, no mínimo, três vezes ao dia.

º Disenteria
Uso interno: chá por decocçao - 1 xícara três a quatro vezes ao dia.

º Inflamaçao e Edema de Pálpebras Uso externo: sob a forma de cataplasma fria - aplicar várias vezes ao dia.

º Hemorragias Nasais Uso externo: introduzir folhas trituradas nas narinas.

º Hemorragias de úlceras na pele e feridas; picadas de insetos; nevralgias.
Uso externo: sob a forma de cataplasma - aplicar três a quatro vezes ao dia.

º Cólicas menstruais
Uso interno: Como fazer o chá de salsa
- 20 g de salsa lavadas (folhas e talos)
- 1 litro de água

Ferva a água, desligue o fogo, acrescente a salsa inteira, tampe a panela ou vasilha e deixe de 10 a 15 minutos em infusão.

Modo de usar: Beba 1 xícara de chá 3 vezes ao dia, enquanto permanecerem os sintomas da TPM. Mas não tome mais de 3 xícaras por dia, nem por mais de 5 dias.

Raízes da salsa - usos


º Gases Intestinais
Uso interno: chá por decocção - 1 xícara três a quatro vezes ao dia.

º Nefrite e Cistite
Uso interno: chá por infusao - 1 xícara três a quatro vezes ao dia.

º Anasarca, Hidropisia, Edemas de Membros Inferiores (evita a trombose)
Uso interno: chá por decocçao (de 30 a 100g para cada litro de água) - 1/2 xícara de 4 em 4 horas.

Sementes da salsa - usos

(as sementes da salsa são pequeninas, ficam nas folhas e os pássaros adoram comê-la)

º Atonia Gástrica e Nevralgias em geral
Uso interno: chá por decocção (decocção ferver a hortaliça com a água por alguns minutos) - 1 xícara três vezes ao dia.

2. Efeitos colaterais da salsa


Devido às sua propriedade emenagoga (facilitar o fluxo menstrual), a salsinha não deve ser usada por mulheres grávidas. No entanto, as gestantes podem usar salsinha com moderação na comida.


3. Dados científicos da salsinha


Nomes populares da salsinha: Salsa ou salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense.
Nome científico: Petroselinum crispum - Família: Apiaceae

4. História da salsinha


1. Origem da salsinha:
Natural da Europa (Mediterrâneo), a salsa é conhecida também por salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense.

2. Salsinha no Brasil
A salsinha foi trazida para o Brasil no início da colonização.

3. Cultivo da salsinha
O cultivo da salsa é relativamente fácil: pode ser cultivada em vasos e adapta-se muito bem a terrenos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, fracamente ácidos e bem drenados.

5. Curiosidades sobre a salsinha


-Os antigos egípcios acreditavam que um dos benefícios da salsinha para a saúde era como remédio para dor de estômago e distúrbios urinários.
-Os romanos acreditavam que a salsa evitava intoxicação e, portanto, a empregava para desodorizar o ar (repleto de álcool) durante seus banquetes.
-No passado acreditava-se que a salsinha era capaz de curar doenças como a malária, a peste e o envenenamento [que fique bem claro que esse uso era feito no passado, a salsa NÃO cura malária nem envenenamento].


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  7. Orégano para diabetes
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  9. Medicina alternativa
  10. Suco de Uva - Globo Repórter (novo)
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7.12.15

Brócolis previne e combate o câncer, diz estudo

Entenda o papel do brócolis na luta contra o câncer.

Para mim, o brócolis é um dos vegetais que têm maior destaque em minha mesa. Além do valor nutricional de destaque, e de ser capaz de prevenir algumas doenças, sua forma de bonsai (mini-árvore) e seu tom verde escuro faz dele um alimento que nos faz crer que beleza se põe sim à mesa para 'comermos com os olhos' abrindo o apetite.

Mas agora um novo estudo trouxe uma nova razão para incluirmos o brócolis em nossa alimentação. Ao que parece, o brócolis previne câncer e mais... o brócolis combate o câncer! Será? Vamos ler os trechos mais importantes sobre o estudo!

Brócolis previne e combate o câncer
Brócolis previne e combate o câncer


De acordo com um novo estudo do Centro de Ciência da Saúde da Texas A & M, o brócolis não apenas previne o câncer como também pode ser um aliado no tratamento do câncer, uma vez que é rico em sulforafano, encontrado em vários vegetais de folha verde escura. Já suspeitava-se dessa importante ação do brócolis [leia em: 7 Benefícios do Brócolis para a saúde].

O sulforafano, dizem os cientistas citados pelo Daily Mail, é altamente eficaz na inibição do desenvolvimento de células cancerígenas no cólon e na próstata (e outros tipos de câncer também) e quanto mais ‘jovem’ for o brócolis, maior é o nível de sulforafano.

Brócolis x câncer: Como foi o estudo


O estudo contou com a participação de voluntários com mais de 50 anos, que foram submetidos a colonoscopias de rotina e a uma análise minuciosa da sua alimentação diária.

► Leia também: Evite até 40% do risco de câncer pela alimentação.

Depois de cruzarem os dados do exame médico e da análise alimentar, os investigadores detectaram que os voluntários que comiam mais porções de brócolis – e também de outros vegetais de folha verde escura – apresentavam uma mudança nos genes que tornavam o organismo mais capaz de impedir o crescimento do tumor.

Também aplicado em animais, o estudo mostrou que o sulforafano do brócolis é eficaz na inibição do desenvolvimento do câncer do cólon.

Extrato de brócolis pode se tornar um fitoterápico contra o câncer


Segundo os autores do estudo, está na hora de a Medicina começar a fazer uma maior aposta em tratamentos alternativos para o câncer, e um deles poderia ser a inclusão de um suplemento de extrato de broto de brócolis no processo de cura, uma vez que poderia ser um forte aliado nos processos de quimioterapia e radioterapia.





Praveen Rajendran, chefe da equipe da pesquisa, revelou ao Daily Mail:

"Não foram detectados quaisquer eventos adversos graves nos voluntários que tomaram este suplemento ao longo de sete dias"; 

Embora saliente que a eficácia desta nova técnica depende do organismo e da reação de cada pessoa.

Dicas Saúde com Ciência


1. Jamais abandone um tratamento medicamentoso para usar somente alimentos ou qualquer promessa da medicina alternativa contra o câncer. Lembre-se de que os tratamentos alternativo devem se somar ao tratamento recomendado pelo médico oncologista (o profissional mais indicado para tratar o câncer).

2. A pesquisa que revela que brócolis previne câncer e o combate é apenas uma preliminar, ou seja, ainda não há um medicamento feito de "extrato de brócolis", mas pode via a existir um dia.
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10.10.15

Ginkgo biloba: benefícios, efeitos colaterais e nomes comerciais

Extrato de Ginkgo Biloba é um fitoterápico utilizado, principalmente, como preventivo e para o tratamento de problemas circulatórios nas extremidades.

Conheça os benefícios, efeitos colaterais e nomes comerciais do Ginkgo biloba, abaixo:

E para a pergunta que sempre ouço em meu dia a dia como farmacêutica: Ginkgo biloba engorda? A resposta é não, ginkgo biloba não engorda, aliás, ele pode até auxiliar em casos de emagrecimento por seu poder levemente diurético.
Ginkgo biloba benefícios
Ginkgo biloba benefícios
O extrato de Ginkgo Biloba, padronizado pode conter 24% de flavonóides e 6% de terpenolactonas, é recomendado em uma dosagem diária de 80mg, divididas em duas ou três doses. Dosagens diárias de 240mg podem ser necessárias em alguns casos de insuficiência cerebrovascular, estágios iniciais de Alzheimer, depressão resistente e danos cerebrais menores, mas não utilize essa dosagem sem um acompanhamento médico.

Os estudos com relação ao ginkgo biloba ser eficaz para a memória ainda não são conclusivos, portanto não sendo comprovado que o ginkgo tenha propriedades no tratamento da memória (ou perda dela).

1- Ginkgo biloba, benefícios (indicações):

  • tonturas, 
  • labirintite, 
  • vertigens, 
  • zumbidos, 
  • deficit de memória
  • dificuldade de concentração, 
  • claudicação intermitente, 
  • parestesias, 
  • cãibras noturnas, 
  • frialdade das extremidades, 
  • edemas ortostáticos, 
  • tratamento auxiliar das úlceras varicosas e distúrbios tróficos. 
  • tratamento de microvarizes, 
  • úlceras varicosas, 
  • cansaço das pernas, 
  • artrite dos membros inferiores. 
  • alguns tipos de dor, 
  • palidez 
  • cianose das extremidades com sensação de frio 
  • processos causados pelo abastecimento deficiente de oxigênio e substâncias nutritivas. 
  • tratamento de isquemia, seja cerebral ou periférica 
  • deficiências auditivas 
  • perda de memória 
  • dificuldade de concentração 
  • tratamento profilático do envelhecimento celular 
  • tratamento estético por sua ação protetora contra radicais livres e pela inibição da destruição do colágeno. 
  • Nos processos vasculares degenerativos. 
  • Prevenção de edema cerebral.
Obs.: Nem todos os benefícios acima foram comprovados.


2- Ginkgo biloba - efeitos colaterais, Contraindicações, reações adversas


- Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais e, especialmente em casos de predisposição alérgica, transtornos circulatórios, incluindo queda de pressão arterial, cefaleia (dores de cabeça) ou reações cutâneas.

- Pacientes com distúrbios de coagulação ou em terapia com anticoagulantes em doses elevadas.

Artigos relacionados:




3- Ginkgo biloba para gestantes (mulheres grávidas)

Por ausência de estudos clínicos em gestantes e lactantes, o uso de Extrato de Ginkgo Biloba nessas situações deve ser cuidadosamente analisado pelo médico.


4- Ginkgo biloba - Interações medicamentosas ou com alimentos:



Não há casos de interações com outros medicamentos, podendo haver administração concomitante de agentes antianginosos, uricosúricos, hipoglicemiantes orais e anticoagulantes e o gincobiloba. Pacientes com distúrbios de coagulação devem ser cuidadosamente acompanhados pelo médico.


5- Nomes comerciais do ginkgo biloba:

BIOFLAVIN (HERBARIUM) (Ginkgo biloba Herbarium)
KIADON (MERCK)
TANAKAN (KNOLL)
TEBONIN (BYK)
Com o nome de ginkgo biloba - extrato em farmácias de manipulação
Fonte: Dr Geraldo José Ballone (site PsiqWeb)


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21.5.13

Lista de fitoterápicos de registro simplificado em debate

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma consulta pública para definir a lista de fitoterápicos de registro simplificado. A lista inclui as espécies que poderão ser registradas como medicamentos fitoterápicos ou como produtos tradicionais fitoterápicos, sem a apresentação de dados adicionais de segurança e eficácia.

A novidade da proposta é que ela divide as espécies entre as que possuem segurança e eficácia comprovada por estudos clínicos das que comprovam por histórico de uso pela população, as quais poderão ser enquadradas como produto tradicional fitoterápico. A lista de fitoterápicos de registro simplificado existe na Anvisa desde 2000. Essa é a quarta atualização.

Lista de fitoterápicos de registro simplificado
Lista de fitoterápicos de registro simplificado

A consulta trata da lista de espécies vegetais que serão enquadrados em uma das duas categorias, incluindo produtos originados da arnica, calêndula, camomila e boldo, entre outros vegetais. A norma para o registro ou notificação de medicamentos fitoterápicos e produtos tradicionais fitoterápicos ainda está em discussão interna na Anvisa e também será colocada em consulta pública em breve.

A expectativa é que as normas de registro ou notificação e a lista final de produtos de registro simplificado sejam publicadas ao mesmo tempo, após a Anvisa finalizar a discussão.

Para participar

As sugestões para a Consulta Pública nº 14/2013 (da lista de fitoterápicos de registro simplificado) podem ser enviadas até 22 de julho de 2013. A agência não aceitará contribuições por e-mail.

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16.11.12

Follium: óleo de peixe e de linhaça da Teuto

Produtos suplementam a alimentação, auxiliam na redução do colesterol e na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos

O Laboratório Teuto/Pfizer lançou, em setembro, os primeiros produtos da nova linha Follium.

São eles:
Óleo de Peixe Follium
Óleo de Linhaça Follium
Lecitina de Soja Follium


óleo de linhaça Follium
Sobre
A Lecitina de Soja e o Óleo de Linhaça auxiliam no controle do colesterol, enquanto o Óleo de Peixe ajuda na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma dieta equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

"O Óleo de Peixe é um alimento funcional rico em ômega-3. O corpo humano não é capaz de produzir esse ácido graxo e precisa obtê-lo da alimentação. Além disso, o produto possui também vitamina E, que ajuda proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres"
, explica Thiago Lobo Matos, farmacêutico do setor de lançamentos, do Teuto.

Já o Óleo de Linhaça contém ômega 3 e 6 e auxilia na redução do colesterol total e do mau colesterol, conferindo proteção cardiovascular. A Lecitina de Soja auxilia no controle dos níveis de colesterol sanguíneo, evita a deposição das partículas de gorduras na parede das artérias, prevenindo a aterosclerose, desde que associada a uma dieta pobre em gorduras. É recomendável ingerir uma cápsula do produto, três vezes ao dia, de preferência com as principais refeições.

O Óleo de Peixe, o Óleo de linhaça e a Lecitina de soja Follium podem ser utilizados por quem tem doença celíaca, pois não possuem glúten. Pessoas que apresentem doenças ou alterações fisiológicas, particularmente com alteração na coagulação sanguínea, mulheres grávidas e que estejam amamentando devem consultar o médico antes de usar o Óleo de Peixe.

Atenção!
Já as pessoas alérgicas a peixes e crustáceos devem evitar o consumo seu consumo.

Ficha dos Produtos:
Nome: Óleo de Peixe, Óleo de Linhaça e Lecitina de Soja
Lançamento: Setembro
Apresentação: Embalagem com 60 cápsulas gelatinosas moles de 1000mg
Registro M.S.:
Óleo de Peixe Follium: 6.2582.0004.001-1
Óleo de Linhaça Follium: 6.2582.0007.001-8
Lecitina de Soja Follium: 6.2582.0006.001-2
SAC: 0800-62-1800

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16.9.10

Fitoterápicos têm que ter certificado da Anvisa

Um produto para ser considerado medicamento fitoterápico ou não tem que ter passado por inúmeros testes químicos, fisiológicos (em cobaias) e posteriormente na fase final, devem ser feitos testes clínicos em seres humanos, onde as pessoas são divididas em dois ou mais grupos.

Só então o medicamento pode ser colocado no mercado.


Isso vale para os medicamentos sintetizados em laboratório farmacêutico, para os fitoterápicos e todas as suas formas farmacêuticas, sejam elas cremes, xaropes, soluções, cápsulas, comprimidos ou pós.

Esses medicamentos após terem sua eficácia comprovada, determinações do efeitos colaterais e adversos e interações medicamentosas ou com alimentos eles devem receber o certificado da Anvisa para só então serem colocados no mercado.

Fazer uma fórmula em um laboratório por mais bem aparelhado que seja e "sair vendendo" e - pior - receitando por aí  NÃO PODE. A pessoa que faz isso está errando duas vezes. Quando não faz os testes requeridos e comprova sua eficácia com base em dados clínicos - não empíricos - e quando prescreve tais, como ditos por eles, 'remédios', pois está exercendo ilegalmente a medicina.

Da mesma forma que um médico não pode fabricar e vender um medicamento, pois ele não pode exercer as profissões de farmacêutico (quem produz e/ou vende) e médico (quem prescreve) ao mesmo tempo.

O vídeo abaixo do jornal hoje é bem esclarecedor. Não dá para ficar com dúvidas.

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13.9.10

Pomada de graviola é 'receitada' por químico

Um novo quadro do Fantástico me deixa muito satisfeita. É como se eu pudesse gritar a todos, toda minha indignação com a forma com que os medicamentos fitoterápicos são tratados.

Neste domingo (12.09) o vegetal abordado pelo quadro " É bom pra quê", apresentado pelo médico Draúzio Varela, foi a graviola. Um químico desenvolveu uma pomada à base de extrato de graviola, que diz tratar qualquer ferida e uma solução para uso interno para tratar o câncer.



Leia, abaixo, a reportagem na íntegra que tem como fonte e créditos o Fantástico (globo):

Ele consulta pacientes, faz diagnósticos e receita remédios a base de plantas, mas não é médico. E o extrato de graviola, testado em laboratório, pode multiplicar as células cancerígenas.

"O doutor Drauzio Varela conta a história de um químico do Maranhão que fabrica e receita produtos à base de plantas para tudo que é tipo de doença, um absurdo que nos faz repetir a pergunta sobre os fitoterápicos.

Imperatriz é a segunda maior cidade do Maranhão. Cerca de 236 mil pessoas vivem nela, e mais da metade é pobre. E 26% são analfabetas. A cidade tem um único hospital público grande e 34 postos de saúde. Em um deles, encontramos Dona Carmosina.


“Em 90% dos pacientes que chegam com ferimentos que demoram a cicatrizar, ela (a pomada de graviola) tem funcionado muito bem”, diz o médico do posto.

Dona Carmosina não foi atrás de nenhum curandeiro, procurou um posto de atendimento do Sistema de Saúde Pública (SUS). Lá, ela recebeu uma receita assinada por um médico: pomada para graviola, que não serve para nada.

O professor Antônio Augusto Brandão Frazão dá aulas na Universidade Estadual do Maranhão. Ele tem um centro de tratamento com plantas na área do Aeroporto de Imperatriz, construído e mantido pela Infraero. Nesse local, ele consulta pacientes, faz diagnósticos e receita remédios a base de plantas, sem ser médico. O professor é químico.

“Já existem relatos na literatura da graviola em animais experimentais com agressão ao fígado e com diabetes. E também a própria Anvisa, no guia fitoterápico, relata que o uso prolongado da graviola pode causar alterações no pâncreas e levar ao diabetes”, aponta Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

O caso que documentamos em Imperatriz, no Maranhão, é apenas um pequeno exemplo desse descontrole que põe em risco a vida dos brasileiros.

Dr. Drauzio Varela – O que o ministério pensa a respeito do tratamento de doenças com produtos naturais?
Reinaldo Guimarães, secretário do Ministério da Saúde - O ministério entende que essa é uma alternativa terapêutica que deve ser oferecida.

Frazão mostra como ele fica sabendo que Dona Carmosina está com grande infestação. Mas Dona Carmosina não está com nenhuma infestação. Qualquer estudante de primeiro ano de medicina sabe que a sigla MID significa membro inferior direito. Ou seja, o que a receita diz é que a ferida está localizada na perna direita.

“Então, a gente vai utilizar a tintura da graviola com um grau de concentração um pouco alto, colocar o óleo da copaiba, que é um bactericida, e bater a pomada”, explica Frazão.

“O que eu posso dizer é o seguinte: se eu tivesse com uma ferida infectada no membro inferior direito, eu não ia passar pomada de graviola. Seria um erro nós acharmos que a política do Ministério da Saúde para fitoterápicos estimula esse tipo de coisa. Até hoje nós incorporamos apenas oito medicamentos fitoterápicos”, declara Reinaldo Guimarães, secretário do Ministério da Saúde.

Os oito fitoterápicos aprovados pelo Ministério da Saúde e distribuídos pelo SUS não passaram pelos estudos clínicos exigidos para os remédios convencionais, alopáticos. Por isso, não se sabe com detalhes que efeitos colaterais podem provocar.

“É a questão da segurança. A gente só vai conhecer a segurança, se nós tivermos estudos de qualidade, que envolvam centenas ou milhares de pacientes. Isso a gente não tem”, comenta Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

O professor Frazão diz que já testou a pomada em ratos e em pacientes. “Nos leprosários, nos asilos de velhinhos, em escaras de decúbito, a gente foi vendo com o decorrer do tempo que ela tinha uma ação de regeneração do tecido”, aposta.

Os conselhos de ética consideram essa uma infração gravíssima. Os pacientes com hanseníase e os velhinhos nos asilos sabiam que estavam sendo usados como cobaias?

Olha a ideia que o professor Frazão faz da ciência: “a gente que tem o dom da pesquisa, a gente detesta papel para estar anotando nome, peso, tamanho, coisa e tal. O que eu gosto é de ver. Eu pego a foto e vejo. A minha estatística é essa”.

“Há quatro anos, nós estamos indicando a pomada do professor Frazão”, conta a enfermeira do posto Hilda Maria Costa Pinto.

Nós fomos até o Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com a farmacêutica Natasha Maurmann, e vamos fazer um teste com a pomada de graviola. Ela vai fazer um experimento em que vai provocar um ferimento em ratinhos que estão anestesiados, não vão sentir absolutamente nada.

Na verdade, o que ela vai fazer é comparar, ver se o local do ferimento em que colocou a pomada de graviola cicatriza mais depressa, mais lentamente, ou da mesma forma que o local onde está só o creme neutro, sem graviola.

A pomada de graviola não foi aprovada. Não houve diferença entre os ferimentos tratados com a pomada feita com a planta e naqueles tratados com um creme neutro. Ou seja, tanto faz uma pomada com ou sem graviola.

Gilberto Schwarrsmann, coordenador do Laboratório de Câncer do Hospital das Clínicas, critica a prescrição em um posto de saúde, pelo SUS, de uma pomada que não tem registro. “Eu acho que isso é uma irresponsabilidade, digamos assim, do ponto de vista de respeito ao próximo, ao ser humano”.

“Eu estou colocando todas as minhas esperanças, primeiramente em Deus, mas no extrato da graviola”, declara a química Maria Luiza Ribeiro Aires. Ela é química, casada e tem muita vontade de engravidar. Há cinco anos, ela descobriu que tinha um tumor na cabeça, perto da hipófise, e foi operada. “Em janeiro desse ano, eu fui fazer retorno, e ele me disse que esse restinho de tumor que tinha ficado voltou a crescer. Eu teria que fazer uma nova cirurgia”, revela.

O tumor pressiona o nervo óptico e Luiza já perdeu 90% da visão de um dos olhos. Mas esse não é seu maior medo. “Para a retirada do tumor, você perde muitas células da hipófise. Ali é onde estão nossos hormônios. E isso dificultaria mais ainda ser mãe”, confessa a química.

Se retirar o tumor, Luiza preserva o que resta da visão, mas a cirurgia pode estragar seu sonho.

O professor Frazão receitou extrato de graviola para sua ex-aluna: cinco gotinhas três vezes ao dia. “Eu fiquei muito feliz, muito mesmo, quando o professor chegou para mim e disse que eu iria tomar esse extrato e que eu iria ter uma possibilidade de regressão desse tumor. Foi uma esperança, uma luz no fim do túnel”, revela Luiza.

“Na oncologia, talvez metade das quimioterapias que nós usamos venham da natureza, mas isso é diferente de usar a natureza direto. Isso é o que a gente não gosta. É uma coisa irresponsável e ilegal”, critica Gilberto Schwarrsmann, coordenador do Laboratório de Câncer do Hospital das Clínicas.

Além da pomada, o extrato de graviola do professor Frazão também foi testado. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul pegaram várias culturas de células cancerígenas e dividiram em três partes. Na primeira, colocaram o extrato de graviola. Na segunda, apenas álcool, que é a base do extrato. E deixaram a última sem nada para servir de controle. Depois, compararam os resultados.

“Quando nós tratamos com o extrato de graviola, o que nós observamos é que houve um aumento de células em relação a sem nada de tratamento”, declara Caroline Bruneto de Farias, pesquisadora do Hospital das Clínicas de Porto Alegre.

Quer dizer, as células em vez de ter o crescimento inibido, em vez de parar de multiplicar, se multiplicaram mais ainda. Isso quer dizer que, se você tiver um tumor maligno e usar esta poção, ele pode crescer mais depressa. “Pode ser muito perigoso utilizar o extrato, porque o câncer pode aumentar”, diz a pesquisador.

Desde janeiro, Luiza toma o extrato de graviola que testamos em laboratório.

Em maio, ela descobriu que estava grávida. Mesmo que quisesse, agora não seria o momento mais adequado para retirar o tumor. “É um teste. Eu mesma quis me submeter a esse teste, foi minha escolha”, comenta a química.

O professor Frazão continua em seu centro de tratamento. Como ele, quantos não haverá no Brasil?

O Saúde com Ciência faz questão de frisar que só quem pode prescrever ou receitar medicamentos é o médico. Quem o fizer sem ser formado em medicina está praticando exercício ilegal da medicina, que é crime.
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10.9.10

Chá de Salsa para TPM

A salsa é sem dúvida o tempero mais comum da culinária brasileira. É raro ver uma receita em que não vá ao menos um pouquinho de salsinha ou cheiro verde (salsinha e cebolinha juntas).

Ultimamente, tem se falado e escrito muito sobre para que serve a salsa, suas propriedades e benefícios. Um deles diz respeito aos sintomas da menstruação.

chá de salsinha para tpm
salsa

Uma das formas de seu uso é em forma de chá. Use para minimizar sintomas da TPM como dor de cabeça, cólicas menstruais tanto na região das costas como na área do útero.

Como fazer o chá de salsa
- 20 g de salsa lavadas (folhas e talos)
- 1 litro de água

Ferva a água, desligue o fogo, acrescente a salsa inteira, tampe a panela ou vasilha e deixe de 10 a no máximo 15 minutos em infusão.

Como beber o chá de salsa (posologia)

- Beba 1 xícara de chá 3 vezes ao dia, enquanto permanecerem os sintomas da TPM. Mas não tome mais de 3 xícaras por dia, nem por mais de 5 dias.

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Benefícios da salsinha para a saúde.
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19.3.10

Chá de folhas de mamão contra câncer

Um chá feito com 'extrato' de folhas do mamão papaia mostra efeito anti-tumoral e imunomodulador. O estudo foi publicado no Journal of Ethnopharmacology.

O cientista Nam Dang, da Universidade da Flórida, e cientistas japoneses colaboradores documentaram os efeitos anti-cancerígenos do mamão papaya sobre o câncer de mama, útero, fígado, pulmão e pâncreas.



A pesquisa revela o efeito anti-tumoral das folhas de papaya e a possibilidade de induzirem resposta imune tipo Th1.

Efeitos biológicos do extrato das folhas do mamão papaya (Carica papaya Linn.) in vitro:

- Efeito antiproliferativo de células tumorais.
- Estimula a produção de moléculas do tipo citoquina Th1, que regulam o sistema imunológico.
- Melhoria na citotoxicidade contra células tumorais.
- Regulação de genes anti-tumorais em células mononucleares no sangue periférico.

O estudo objetivou analizar os efeitos do chá de extrato de folhas do mamão papaia no crescimento de várias linhagens de células tumorais e na atividade anti-tumoral de linfócitos humanos.

chá de folhas de mamão
Foto: Flickr
Foi observado aumento significativo da atividade inibitória das linhagens de células tumorais. Nas células mononucleares do sangue6 periférico a produção de IL-2 e IL-4 foi reduzida, enquanto que a de IL-12p40, de IL-12p70, de IFN-γ e de TNF-α foi aumentada, sem inibição do crescimento. A expressão de 23 genes imunomoduladores foi realçada, sendo o CCL2, CCL7, CCL8 e SERPINB genes representativos deste efeito e podem servir como marcadores da ação imunomoduladora do extrato de folhas de papaya. Estas respostas parecem ser dose dependentes.

Os pesquisadores identificaram, ainda, os componentes ativos do extrato, os quais inibem o crescimento de células tumorais e estimulam efeitos anti-tumorais.

Uma vez que o extrato de papaya pode mediar resposta imune Th1, estes resultados sugerem tratamentos e medidas preventivas potenciais para doenças como o câncer1, alergias e desenvolvimento de vacinas.

Fonte: Journal of Ethnopharmacology
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16.10.09

Laranja, uva, repolho roxo, urucum, caju, pariparoba, copaíba, Globo Repórter traz novas descobertas sobre plantas

Mais uma vez o Globo Repórter trata de um assunto que interessa 100 entre 100 brasileiros, os benefícios das frutas e plantas medicinais e demais riquezas da Floresta Amazônica.

Dessa vez serão mostrados benefícios da laranja, da uva, do repolho roxo do urucum, do caju, da pariparoba, a copaíba e uma pomada contra fungos e bactérias.

Globo Repórter - novas descobertas sobre frutas e plantas medicinais
caju/foto Flickr

A pariparoba, por exemplo, é a mais nova descoberta para o tratamento de rugas. E o que será que a laranja, a uva, o repolho roxo e o urucum têm em comum? Assista no vídeo e leia no site do G1/globo repórter.

E quais são os benefícios do caju, da pariparoba, da copaíba? É isso mesmo caju, da pariparoba, da copaíba. Você vai se surpreender com as descobertas.
Fonte: G1/Globo Repórter e Globo Vídeos
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16.3.09

Lista com 71 fitoterapicos - SUS

Aqui você encontra: lista com 71 plantas medicinais; trecho do Jornal nacional de 16.03.09


Governo divulga lista com 71 fioterápicos que estão sendo estudados pelo Ministério da Saúde e que podem ser disponibilizadas pelo SUS à toda população.




Trecho do Jornal Nacional de 16.03.09

(...)o Ministério da Saúde anunciou uma lista com 71 nomes de plantas de interesse terapêutico. Isso significa que, se forem desenvolvidos medicamentos fitoterápicos a base de plantas, o SUS pode disponibilizá-los para a população.“Nós chegamos a esse número, 71, na realidade, é para tentar focar um pouquinho mais as pesquisas, concentrar as pesquisas nessas plantas”, afirma Kátia Torres, técnica do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.A estimativa é de que 2 mil plantas brasileiras sejam usadas como remédios naturais pela população.(...)

Confira a lista com as 71 plantas estudadas pelo Ministério da Saúde.

Leia tudo o que já foi escrito sobre FITOTERÁPICOS!
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Mais Fitoterápicos no SUS

Aqui você encontra informações sobre fitoterápicos no SUS

De acordo com o governo, ao menos 200 espécies nativas podem ser utilizadas como Fitoterápicos no SUS. A redução dos gastos pode chegar a até 80% em relação à compra de medicamentos comuns, de acordo com a supervisora do programa.


O governo federal vai ampliar a oferta de plantas medicinais e fitoterápicos na rede pública. Em dois anos, o número de prefeituras que disponibilizam os produtos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) subiu de 116 para 350, chegando a 6,3% dos municípios em 2008.

A ideia agora é ampliar o número de cidades e a variedade de substâncias disponíveis. Matéria de Angela Pinho, da Sucursal de Brasília e Matheus Pichonelli, da Agência Folha.

Em dezembro de 2008, foi aprovado o programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos, coordenado pelo Ministério da Saúde. Ele prevê a destinação de verbas para o setor e a ampliação da lista de produtos que poderão ser pagos com recursos federais.

O governo estima que ao menos 200 plantas medicinais nativas têm potencial de uso no SUS, mas só dois fitoterápicos, feitos a partir do guaco e da espinheira-santa, estão na lista de medicamentos comprados com a verba do ministério.

Experiências locais
Em cidades como Cuiabá (MT), que tem um programa municipal, ao menos 20 plantas já são utilizadas, como a babosa, a erva-cidreira e o alho. Elas não podem, porém, ser adquiridas com a verba repassada pela União, já que não constam da lista de referência do ministério.

Com a iniciativa federal, gestores do SUS esperam contar com mais medicamentos a partir deste ano.
Segundo Isanete Bieski, supervisora do Programa Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterapia, da Secretaria da Saúde de Cuiabá, a redução dos gastos pode chegar a 80% em relação à compra de medicamentos convencionais. Na cidade, moradores recebem medicamentos e são orientados a adaptar, em casa, hortas com plantas medicinais.

“Com a aprovação do programa, haverá mais incentivos a implantação ou adequação de farmácias públicas de manipulação de fitoterápicos para atender às realidades regionais. Esses programas vão receber verbas de fomento federais.”
O governo também estuda desonerar a produção das plantas e destinar mais verbas à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologia para o setor.

A ideia é que a produção seja feita principalmente na agricultura familiar. Embora a lista de fitoterápicos no SUS aumente, não está previsto um incremento do orçamento para a compra de medicamentos pelos municípios, de R$ 7,10 por habitante, em verbas federais, estaduais e municipais, a cada ano.

Segurança
O Ministério da Saúde garante a segurança das plantas medicinais e fitoterápicos que serão distribuídos. “O fitoterápico é eficaz, embora tenha riscos como qualquer outro [medicamento], e tem que seguir as regras que a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] exige”, diz José Miguel do Nascimento Júnior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica da pasta.

Roberto D”Ávila, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, diz não se opor ao uso de fitoterápicos, desde que a segurança e eficácia tenham sido comprovadas.

É a mesma opinião de Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), da Fiocruz. Ela ressalta que os medicamentos à base de plantas também têm efeitos colaterais, por isso é preciso ficar atento à bula. “É muito presente na população essa ideia de que, porque é natural, não faz mal”, afirma.

Veja a lista de fitoterápicos no SUS!

Frase
“O fitoterápico é eficaz, embora tenha riscos como qualquer outro [medicamento], e tem que seguir as regras que a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] exige” - JOSÉ MIGUEL DO NASCIMENTO, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde
Fonte: Folha de São Paulo

Trecho do Jornal Nacional de 16.03.09
(...)o Ministério da Saúde anunciou uma lista com 71 nomes de plantas de interesse terapêutico. Isso significa que, se forem desenvolvidos medicamentos fitoterápicos a base de plantas, o SUS pode disponibilizá-los para a população.

“Nós chegamos a esse número, 71, na realidade, é para tentar focar um pouquinho mais as pesquisas, concentrar as pesquisas nessas plantas”, afirma Kátia Torres, técnica do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.
A estimativa é de que 2 mil plantas brasileiras sejam usadas como remédios naturais pela população.(...)
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3.2.09

Medicamentos genéricos, de referência e similares; diferenças

Medicamentos genéricos, similares e de referência: Você sabe a diferença?

Medicamentos genéricos, similares, de referência, manipulados, fitoterápicos e homeopáticos. Diferenças que podem afetar a sua saúde.



A prescrição de um medicamento é responsabilidade do médico após uma avaliação diagnóstica adequada. Mas é sua responsabilidade a compra e o uso consciente do medicamento.
Para esclarecer dúvidas comuns sobre medicamentos, principalmente a questão dos medicamentos genéricos, foi criado este guia utilizando as resoluções mais recentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Medicamentos genéricos, de referência e similares


O que são medicamentos de referência ou de marca?

São, normalmente, medicamentos inovadores, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião do registro junto ao Ministério da Saúde, através da Anvisa. São os medicamentos que, geralmente, se encontram há bastante tempo no mercado e têm uma marca comercial conhecida.

Os medicamentos de referência são produtos de anos de pesquisa, e geralmente, seus laboratórios descobriram as substâncias e realizaram exaustivos testes para avaliar segurança e eficácia.
Juntamente com os custos de divulgação da marca, os custos de pesquisa e desenvolvimento, de maneira geral, encarecem o medicamento de referência.

O que são medicamentos genéricos?

O medicamento genérico é aquele que contém a mesma substância (princípio ativo), na mesma dose, mesma forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país. E principalmente, são intercambiáveis em relação ao medicamento de referência, ou seja, a troca por pelo genérico é possível.






O que são medicamentos similares?

Os medicamentos similares são os que possuem o mesmo fármaco, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia, indicação terapêutica e qualidade do medicamento de referência, mas não são intercambiáveis com este. São identificados por um nome de marca e também não são intercambiáveis com os genéricos e vice-versa.


O que são medicamentos manipulados?

Medicamentos manipulados são feitos em uma farmácia de manipulação autorizada pela Vigilância Sanitária e contém o princípio ativo e a dose definida pelo médico que prescreveu.
As farmácias de manipulação apresentam estes medicamentos como alternativas às doses padrões disponibilizadas pela indústria, ou seja, existe a possibilidade de personalização da dose ou mesmo da combinação de princípios ativos em uma única cápsula. A ANVISA está buscando a consolidação das resoluções sobre medicamentos manipulados.


O que são medicamentos fitoterápicos?

Medicamentos fitoterápicos também conhecidos popularmente como medicamentos naturais.
Plantas medicinais são aquelas que possuem tradição de uso em uma população ou comunidade e são capazes de aliviar sintomas ou mesmo prevenir ou curar doenças. Ao serem processadas para a obtenção de um medicamento, tem-se como resultado o medicamento fitoterápico.
O medicamento fitoterápico é uma extração da matéria prima vegetal.
.
Não são medicamentos fitoterápicos:
Partes de plantas como folhas, pós, macerados,
Chás,
Garrafadas,
Florais,
Manipulados,
Homeopáticos.

Os cuidados a serem tomados com o uso de fitoterápicos são os mesmos destinados aos outros medicamentos:
Deve-se buscar informações com os profissionais de saúde;
Informar ao médico o uso de plantas medicinais ou fitoterápicos, principalmente antes de cirurgias, além do aparecimento de reações desagradáveis, caso estas aconteçam;
Observar os cuidados especiais com gestantes, lactantes, crianças e idosos;
Adquirir fitoterápicos apenas em farmácias e drogarias autorizadas pela Vigilância Sanitária;
Seguir as orientações de validade, nunca utilizar medicamentos vencidos e
Ter cuidado ao associar medicamentos.


O que são medicamentos homeopáticos?

Medicamentos homeopáticos são medicamentos preparados com base nos fundamentos da homeopatia, cujos métodos de preparação e controle estejam descritos na Farmacopeia Homeopática Brasileira, edição em vigor, outras farmacopeias homeopáticas, ou compêndios oficiais reconhecidos pela ANVISA, com comprovada ação terapêutica descrita nas matérias médicas homeopáticas, estudos clínicos, ou revistas científicas.
Os medicamentos homeopáticos são preparados a partir de substâncias que são submetidas a triturações sucessivas ou diluições seguidas de agitação ritmada, com finalidade preventiva ou curativa a serem administrados conforme a terapêutica homeopática.
O medicamento homeopático pode ser derivado de plantas, animais ou minerais. O farmacêutico homeopata transforma essas substâncias em medicamentos homeopáticos através de uma técnica especial chamada dinamização. Essa técnica libera as propriedades medicinais da substância original. Existem aproximadamente 2000 substâncias cujos efeitos específicos no corpo foram testados. Os medicamentos homeopáticos estão disponíveis em diferentes formas farmacêuticas (preparações): tabletes, glóbulos, líquidos, pós, comprimidos, entre outras.
O medicamento homeopático é prescrito pelo médico homeopata.

Leia mais sobre medicamentos homeopáticos em "O que é Homeopatia"
.
Não são medicamentos homeopáticos:
Essências florais,
Cromoterapia,
Aromaterapia,
Acupuntura,
Reiki,
Iridologia,
Shiatsu, dentre outros.
Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA 2008)

Mais sobre o assunto em :
§ Medicamentos genéricos, guia completo

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