11.3.17

Música faz bem para o coração, está comprovado cientificamente

Um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, comprovou para a Associação Americana do Coração que esse sentimento prazeroso vai além do que imaginávamos, música faz bem para o coração.

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E quando escutamos aquelas músicas que mais gostamos elas atuam diretamente sobre a saúde cardíaca.

Música faz bem ao coração
Música faz bem para o coração

A pesquisa foi feita com dez voluntários saudáveis e não fumantes. Ele mediram por meio de ultrassom, o diâmetro dos vasos sanguíneos no braço desses voluntários. Um detalhe importante: os participantes tiveram que ficar em um “jejum musical” durante os 15 dias anteriores à medição, isso para intensificar o impacto do estímulo sonoro na hora do experimento.

Assim, eles levaram hits que mais o deixavam felizes e ficaram 30 minutos escutando música. Depois disso, os cientistas observaram um aumento de 26% no calibre dos vasos. Para que se faça um parâmetro, um vídeo com o mesmo tempo de duração provocaram uma dilatação de 19%, audiotapes de relaxamento causaram uma distensão de 11%, enquanto o heavy metal deixou os vasos 6% mais estreitos e causou ansiedade.

“Acreditamos que esse tipo de estímulo provoque a liberação de substâncias protetoras, como o óxido nítrico, que dilata os vasos. Além disso, o óxido nítrico reduz a formação de coágulos e o endurecimento das artérias”, explicou o cardiologista Michael Miller, um dos autores do estudo.


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Outro especialista explicou que Essa molécula benéfica é secretada pelo endotélio, a camada que reveste internamente os vasos. Quando o calibre arterial aumenta, o sangue circula com mais facilidade, isso contribui para abaixar a pressão e levar uma maior quantidade de oxigênio para o corpo todo.

“E, quanto maior a oxigenação das células, melhor o funcionamento do cérebro, do coração e do sistema imunológico”, explicou o neurologista e maestro Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo.

E como ela chega no coração? Esse beneficio da música reflete no coração logo após reverberar na massa cinzenta.




“Ela aumenta a produção de endorfina e serotonina, substâncias produzidas no cérebro e responsáveis pela sensação de prazer, faz diminuir a liberação de cortisol, o hormônio do estresse, e, por fim, regula a frequência cardíaca”, diz Muszkat.

É possível manter o coração e mente em paz utilizando música.

“Um estudo do Instituto de Montreal, no Canadá, mostrou que a exposição constante ao estímulo, por pelo menos duas horas diárias, já produz benefícios para a saúde em três ou quatro dias. De 20 minutos a meia hora de música agradável, várias vezes por semana, já é uma boa pedida”, revela Muszkat.
E uma outra pesquisa revela quais músicas estimulam o sistema imunológico, confira!
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7.10.15

Músicas que melhoram o sistema imunológico

Estamos acostumados a ler sobre alimentos que melhoram o sistema imunológico. A fé e o pensamento positivo também podem fazer maravilhas por nosso sistema de defesa orgânica. Mas que algumas músicas podem melhorar o sistema imunológico, ah, isso é novidade! E é do Japão!

Uma pesquisa revelou que as músicas melhoram o sistema imunológico e diz quais são essas músicas.
Músicas que melhoram o sistema imunológico
Clave de Sol e notas musicais

A pesquisa, feita com ratos durou 2 anos. O resultado evidenciou que houve ação direta da música nas células T, as quais facilitam, por exemplo, a adaptação em casos de transplantes de órgãos. Após ouvir certos tipos de música o corpo das cobaias tiveram maior capacidade de produzir células T. Os benefícios foram observados no coração, que 'embalados pela música, especialmente pela ópera, o coração bate mais'. O próximo passo é encontrar fórmulas de diminuir os remédios que os transplantados utilizam para evitar rejeição.

As músicas que melhoram o sistema imunológico são:

1- La Traviata
2- músicas de Mozart
3- Enya

Os ratinhos que não ouviram nenhuma música morreram após 7 dias do transplante, os que ouviram música 24 horas por dia (até enquanto dormiam) o resultado foi: os que ouviram Enya morreram após 11 dias (ou seja, viveram 4 dias a mais), já os que ouviram Mozart tiveram seus corações batendo por 20 dias e, finalmente, os animais "tratados" com La Traviata de Verdi, sobreviveram por 26 dias.





A música também pode ajudar o cérebro a retardar os efeitos do Mal de Parkinson e Alzheimer.

Fica a dica para as academias: coloquem mais músicas como ópera e músicas de Mozart para suas aulas, que tal?

Ouça a música La Traviata:



Fonte: Vídeo do Bom Dia Brasil
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16.1.15

Música suave em restaurante diminui consumo calórico

Assim como a música e a iluminação pode influenciar o que os clientes compram, as músicas suaves e e as luzes fracas em um restaurante pode fazer diminuir o consumo de calorias.

É o que revelou um estudo, que diz que luzes fracas e música suave em fast foods pode ajudar os clientes desfrutarem da sua refeição mais e comer menos, de acordo com um estudo realizado nos EUA.



Após transformar parte de um restaurante fast food, em Illinois, em um ambiente música e iluminação mais suaves, os pesquisadores descobriram que os clientes comeram calorias 18 por cento menos do que os outros que comeram na parte não modificada do restaurante.

"Quando nós suavizamos as luzes e a música no restaurante, as pessoas comeram menos e saíram mais satisfeitos e mais felizes", 
disse Brian Wansink, professor de marketing e comportamento do consumidor da Universidade de Cornell, em Nova York.

Em um outro estudo publicado na revista Psychological, Wansink e seu co-autor Koert Van Ittersum, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, disse que as luzes brilhantes, cores estimulantes e música alta em restaurantes de fast food não são projetados para ser relaxante. [Reuters]

Comentário Saúde com Ciência
O resultado desse estudo pode ser aplicado em nossas casas. Se precisamos emagrecer ou manter a forma, basta fazermos nossas refeições a luz de velas (ou com poucas luzes acesas) e colocarmos uma música suave para tocar enquanto comemos. 

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22.6.14

Efeito mozart: Música de mozart faz bem à saúde

Texto aborda o Efeito Mozart...


No ano em que se comemoram os 250 anos de nascimento do compositor austríaco (texto de 2006), a ciência mostra que continua atenta nos efeitos de sua música sobre a saúde do corpo e da mente.

Tranqüilidade, paz, relaxamento… Ouvir a inebriante música do gênio austríaco desperta sentimentos que não apenas tocam a alma. A obra de Mozart teria também um surpreendente potencial curativo. Para confirmar a suspeita, estudos vêm sendo feitos mundo afora. Um dos mais recentes é o da Universidade Roosevelt, em Chicago, nos Estados Unidos, que contou com 14 voluntários — todos unânimes em relatar sensações semelhantes às descritas acima.

Aplacar a ansiedade — ou mesmo estados depressivos — parece ser um efeito instantâneo, reconhecido até por quem tem como ofício lidar com distúrbios da mente. A psiquiatra Rita de Cássia Reis Ferreira, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, sempre recorre aos CDs do compositor como recurso terapêutico em sessões com pacientes que sofrem de depressão. Os resultados são bons. “A suavidade de suas peças traz um mix de alegria e relaxamento imediato”, observa.

Efeito mozart: Música de mozart faz bem à saúde
Efeito mozart: Música de mozart faz bem à saúde

A neurologista Paula Viana, do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, no interior paulista, explica que a música estabiliza no cérebro as ondas alfa, associadas à diminuição da tensão mental — e isso repercute na pressão arterial, nos batimentos cardíacos e na redução das tensões responsáveis pelo estresse. Em outras palavras, o coração passa a bater num ritmo bem mais sereno, sem descompasso.

Vale ressaltar que não é qualquer sinfonia mozartiana que funciona como bálsamo. “É preciso identificação com as composições”, opina o neurologista Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo. Se o agudo do violino não soar bem aos seus ouvidos, prefira sonatas ou concertos para piano. Enfim, escolha peças que toquem o coração e evoquem boas emoções. E não custa bater na velha tecla da educação auditiva. “Se a criança é estimulada a ouvir música erudita, na certa vai gostar do gênero por toda a vida”, diz Muszkat. Mas de nada adianta os pais botarem o CD para rodar e saírem de cena. “Eles têm que interagir, seja cantarolando ou dançando com os filhos”, ensina.

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Outros pesquisadores defendem o que chamam de “efeito Mozart”, que estaria relacionado a uma melhora das funções cognitivas. Um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que os alunos se saíam melhor em testes após uma audição das peças do compositor. “Isso não quer dizer que Mozart torne as pessoas mais inteligentes”, ressalva a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Mas os sons estimulam áreas do cérebro relacionadas com a memória, como o córtex temporal superior”, lembra o professor Benito Damasceno, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Então, para evitar o “branco” que vez por outra pode pintar, ouvir o mestre é a grande (e emocionante) sacada.




OBRA GRANDIOSA

Ele nasceu em Salzburgo, na Áustria, no dia 27 de janeiro de 1756. Contam seus biógrafos que a genialidade do autor manifestou-se logo aos 6 anos, quando compôs sua primeira peça. Meninoprodígio, Wolfgang Amadeus Mozart passou a infância em concertos pela Europa, guiado pelo pai, o também músico Leopold. Sua obra é uma mescla de sinfonias, concertos e óperas, como A Flauta Mágica e As Bodas de Fígaro, imortalizadas. Diz a lenda que ele sofria de transtorno bipolar — doença que alterna comportamentos alegres e tristes. Mas, como defende a psiquiatra Rita de Cássia Reis Ferreira, “a música de Mozart só expressa seu lado saudável”.

Fonte: Revista Saúde (edição de março de 2006)

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10.1.11

Musicoterapia: Música estimula o bom-humor, diz estudo

Eu já comentei aqui que a música de Mozart pode provocar efeitos benéficos no cérebro de quem a ouve. Mas agora, uma pesquisa aponta que ouvir músicas em geral estimula o bom-humor.

Uma pesquisa, publicada na revista Nature Neuroscience, mostrou que os níveis de dopamina eram maiores quando os ouvintes tinham uma forte resposta emocional à música.

Valorie Salimoor, da Universidade McGill, de Montreal, e seus colegas testaram voluntários ouviram música por meio da Ressonância Magnética (MRI).

O estudo revelou que as regiões estimuladas durante o "pico de excitação emocional" do cérebro eram ligadas ao prazer e à recompensa de dopamina liberada. A dopamina é "fundamental para a criação e manutenção do comportamento", disseram os cientistas.


E acrescentaram: "Se a música induz estados emocionais podem levar à liberação de dopamina, como nossos resultados indicam, pode começar a explicar por que experiências musicais são tão valorizadas.

"Esses resultados ainda mostram porque a música pode ser efetivamente utilizada em rituais de marketing, ou um filme para manipular emoções.

"Nossos resultados fornecem evidências neuroquímicas que intensas respostas emocionais à música envolvem circuitos de recompensa antigos e servir como ponto de partida para investigações mais detalhadas dos substratos biológicos que sustentam formas abstratas de prazer."

Conclusão: A musicoterapia, realmente, pode fazer muito bem e atuar contra a ansiedade e depressão.

Fonte: Daily Mail

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