20.1.17

Lorcasserina e Anvisa: liberado insumo farmacêutico para obesidade

Anvisa libera novo insumo farmacêutico para obesidade. Manipulação da Lorcasserina foi aprovada e comercialização liberada no Brasil.

A Anvisa revogou a suspensão [o motivo da suspensão não foi divulgado] do insumo farmacêutico ativo Lorcasserina nesta quinta-feira (19/01).

Lorcasserina e Anvisa: medicamento obesidade


A Lorcasserina, utilizada no tratamento de obesidade, foi, portanto, liberada em todo o Brasil tanto para a fabricação, importação, comercialização, manipulação quanto para o uso do insumo farmacêutico ativo.

A liberação da Lorcasserina (cloridrato de lorcaserin) condiz com a publicação do registro do Cloridrato de Lorcasserina que é comercializado sob o nome de Belviq.

O registro deste medicamento foi aprovado pela Agência Sanitária em dezembro de 2016 [confira no artigo: Da Anvisa - "medicamento novo": agência registra fármacos para câncer e obesidade], conforme a resolução RE 3.385/16.

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20.12.16

Da Anvisa - "medicamento novo": agência registra fármacos para câncer e obesidade

Anvisa registra novos medicamentos. Ambos são da categoria “medicamento novo”. Um dos produtos registrados trata câncer de pulmão de não pequenas células e o outro é adjuvante na abordagem da obesidade.

Novo medicamento para câncer de pulmão


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento novo Tagrisso® (orsimertinibe), na forma farmacêutica comprimido revestido. O novo medicamento  é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) localmente avançado ou metastático, positivo para mutação EGFR T790M, que progrediram quando em uso de, ou após a terapia com inibidores da tirosina quinase para o receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR TKI).

O câncer de pulmão é uma doença agressiva, heterogênea e de risco à vida. Tem sido um dos cânceres mais comuns no mundo por várias décadas. O medicamento aprovado será fabricado pela empresa AstraZeneca AB, na Suécia, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa AstraZeneca do Brasil Ltda, localizada em São Paulo (SP).


Novo medicamento para sobrepeso


A Anvisa aprovou também o registro do Belviq® (cloridrato de lorcasserina hemihidratado), medicamento novo, na forma farmacêutica comprimido revestido.

O Belviq® (cloridrato de lorcasserina hemihidratado) é indicado como adjuvante à dieta de redução de calorias e atividade física aumentada para o controle de peso crônico em pacientes adultos com índice de massa corporal (IMC) inicial de 30 kg/m² ou maior (obeso); ou pacientes com sobrepeso com IMC maior ou igual a 27 kg/m², na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, como hipertensão, dislipidemia, doença cardiovascular, diabetes tipo 2 controlado com agentes hipoglicemiantes orais, ou apneia do sono.


A obesidade é uma das doenças crônicas com maior prevalência mundial, é considerada uma desordem com múltiplas causas, e está associada a várias doenças, sendo importante fator de risco para o desenvolvimento de diabetes mellitus (DM).

O medicamento novo Belviq® (cloridrato de lorcasserina hemihidratado) será fabricado por Arena Pharmaceuticals – Suíça, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa Eisai Laboratórios Ltda., localizada em São Paulo (SP).

O que é um medicamento novo?


O termo “medicamento novo” aplica-se a produtos inovadores, com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, associados ou não. Quando se utiliza o termo “medicamento novo” sem outro complemento não se trata de produtos biológicos, fitoterápicos, homeopáticos, medicamentos ditos “específicos”, medicamentos isentos de registro ou cópias (genéricos e similares).


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21.6.16

Prevenção da obesidade deve ser feita desde criança

Brasília – A prevenção da obesidade em crianças e dentro de casa garante resultados melhores contra o excesso de peso e desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, como o diabetes, alertou a representante da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Maria Edna de Melo.



“Se a gente começa a educar desde criança é lógico que teremos mais resultados no futuro. Quando uma criança aprende na escola e aprende a gostar do que é saudável esse quadro muda, mas é preciso também envolver os pais para que o resultado seja melhor em toda a família”.

O alerta foi dado no Dia Nacional da Prevenção da Obesidade (11/10), o objetivo é promover uma reflexão sobre os hábitos alimentares, o crescente ganho de peso da população e também estimular as pessoas a optarem por atividades preventivas e saudáveis.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo e acomete 1 bilhão de pessoas. Além disso, responde como a quinta causa de mortes em todo o mundo.

Uma pessoa pode ser considerada obesa quando o Índice de Massa Corporal (IMC) é igual ou superior a 30. No caso do sobrepeso, o índice é igual ou superior a 25. Para calcular é preciso dividir o peso (em quilos) pelo dobro da altura (em metros).

Edição: Rivadavia Severo
Fonte: Agência Brasil

Calcule o IMC e o IAC.

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23.3.16

Marca-passo cerebral para obesidade e depressão

Após quase duas décadas sendo utilizado no controle dos sintomas da doença de Parkinson, o marca-passo cerebral será testado pela primeira vez no Brasil para obesidade mórbida e depressão.

A opção é mais uma alternativa em complemento aos medicamentos e cirurgia.

Marca-passo cerebral para obesidade e depressão
Marca-passo cerebral para obesidade e depressão


O Centro de Neurociência do HCor (Hospital do Coração) por meio do Instituto de Ensino e Pesquisa e o Ministério da Saúde serão responsáveis pelas pesquisas conduzidas pelos neurocirurgiões brasileiros que acabam de voltar ao país depois de uma longa temporada nos EUA, Antonio De Salles e Alessandra Gorgulho.

O grupo de pesquisa do qual fazem parte realizou estudos para o tratamento da depressão com essa técnica. E ambos já desenvolveram pesquisas com a estimulação elétrica cerebral em primatas e suínos para tratar a obesidade mórbida.

Como funciona o marca-passo cerebral em cada doença


1. Marca-passo para Parkinson


No tratamento da doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento, eletrodos são inseridos no cérebro e ligados a um marca-passo colocado sob a pele. Por meio de impulsos elétricos, os sinais do cérebro que geram tremores e rigidez muscular são inibidos.

2. Marca-passo para depressão

Já para tratar a depressão um dos novos estudos vai testar a eficácia da neuromodulação no nervo trigêmeo, cujas fibras carregam informações sensoriais e as projetam para estruturas do cérebro envolvidas na doença.

Pela primeira vez, os eletrodos serão implantados sob a pele nesse nervo e conectados a um marca-passo para tratar a depressão. A pesquisa deverá ter 22 participantes.

3. Marca-passo para obesidade mórbida
Para a obesidade mórbida o objetivo é implantar eletrodos cerebrais em uma área responsável pela saciedade em seis pacientes que não obtiveram sucesso com a cirurgia bariátrica.

As fases iniciais da pesquisa começam em 2013. Apesar de a técnica cirúrgica ser segura e conhecida, é necessário que os estudos apontem que ela também é eficaz para essas novas aplicações. Fonte/Créditos: CRF-SP.

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24.11.15

Palestra gratuita sobre redução de estômago: "Cirurgia da Obesidade"

Redução de estômago: palestra gratuita para esclarecer mitos e verdades no Hospital Edmundo Vasconcelos.

O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos realiza nesta quarta-feira (25), às 19h00, palestra sobre a cirurgia bariátrica, também conhecida como “cirurgia de redução do estômago”.

Gratuito e aberto ao público, o bate-papo será conduzido pelos gastroenterologistas e cirurgiões bariátricos, Ligia Vaz Guimarães e Paulino Alonso, no Centro de Convenções da Instituição, na Vila Clementino, zona sul de São Paulo.

O evento é dirigido às pessoas com interesse no procedimento cirúrgico. A palestra vai abordar questões como as principais indicações médicas para a cirurgia, as diferentes técnicas utilizadas, as recomendações pré e pós-operatórias e os cuidados com a alimentação dos pacientes.

Palestra gratuita sobre redução de estômago: "Cirurgia da Obesidade"
ESTÔMAGO

► Leia também: Síndrome metabólica, o que é?

O encontro conta também com o apoio da equipe de nutrição do hospital e com a participação de pessoas que passaram pela operação. Segundo a médica Ligia Vaz Guimarães, o objetivo é informar sobre os benefícios da cirurgia, apontar os cuidados necessários e explicar os riscos do procedimento.

“Além disso, o encontro é uma excelente oportunidade para ouvir o depoimento de pacientes que já se submeteram ao procedimento”, esclarece a especialista.





As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 5084-7201. O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos realiza palestras gratuitas sobre a cirurgia bariátrica sempre na última quarta-feira do mês.

Serviço:
Palestra Gratuita “Cirurgia da Obesidade”
Quando: 25/11, às 19h00
Onde: No Centro de Convenções do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Rua Borges Lagoa, 1.450, Vila Clementino, São Paulo/SP
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23.10.13

Obesidade Infantil: Dieta que deixa criança com fome é criticada por doutora na área

Crianças com obesidade infantil não devem fazer dietas restritivas, com proibição total de certos alimentos. Dieta que deixa criança com fome é criticada por doutora em obesidade infantil. Pesquisas demonstram que quando se orienta alguém a "fechar a boca" para perder peso, os efeitos são o oposto do desejado: há aumento do apetite, diminuição do metabolismo e a pessoa fica mais obcecada por comida.

Essa informação foi divulgada pela nutricionista Sophie Deram, doutora em obesidade infantil e genética pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ela participou, nesta terça-feira (22), de seminário sobre obesidade infantil promovido pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. Sophie Deram explica que as dietas restritivas são aquelas que deixam as pessoas com fome:

"O fato de ele sentir fome vai desencadear, no cérebro, um mecanismo de adaptação que vai fazer o quê? Vai aumentar o apetite. Claramente, o que acontece? Quando você está com fome, o corpo quer que você coma. Então ele vai fazer o quê? Vai mandar mais sinais de fome. Se você não responde porque você está de dieta, o cérebro vai mandar mais ainda e seu apetite vai ficar maior. Mostraram em pesquisas que até quando você para essa dieta, o seu apetite fica maior depois e durante pelo menos um ano”.

O presidente do Departamento de Endocrinologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, Paulo César Alves da Silva, concorda com a nutricionista:

"Não gosto nem de usar a palavra dieta. Na verdade, quando a pessoa engorda, ela tem um distúrbio metabólico e ela tem que passar a comer correto para o metabolismo dela. Então pode usar todos os grupos alimentares, mas com orientação médica ou com orientação do nutricionista. Mas não fazer dieta restritiva jamais. É um equívoco até porque a criança está em fase de crescimento”.

Paulo César da Silva destaca que a alimentação das crianças é normalmente fornecida pelos pais. São eles que compram o que se consome em casa e pagam as despesas nas cantinas das escolas, por exemplo. Por isso, segundo o endocrinopediatra, é fundamental que os pais sejam conscientizados sobre a necessidade de prover a casa com alimentos saudáveis e de verificarem o que as crianças estão comendo nas escolas.

Dieta que deixa criança com fome é criticada por doutora em obesidade infantil

A Pesquisa de Orçamentos Familiares realizada pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2008 e 2009, mostrou que, enquanto a desnutrição entre crianças vem diminuindo gradativamente, a obesidade infantil está aumentando. Em 2008, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos tinha excesso de peso. Também a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, realizada em 2006, mostrou que 7% das crianças menores de 5 anos já apresentavam excesso de peso.

A obesidade é uma doença crônica provocada pelo acúmulo excessivo de gordura no corpo das pessoas. Entre as consequências da obesidade infantil, podem-se citar a diabetes do tipo 2, a hipertensão, lesões na pele, alterações psicológicas, e obesidade na vida adulta. Isso sem falar que, em geral, as pessoas obesas vivem menos. A OMS, Organização Mundial da Saúde, já considera que há uma epidemia de obesidade, por causa do grande número de casos em vários países.

A endocrinologista Maria Edna de Melo destaca que, além de uma alimentação adequada, a atividade física é fundamental para evitar e combater a obesidade. Segundo ela, a educação física nas escolas do Brasil, por exemplo, é muito restrita e isso precisa mudar.

O médico e deputado Alexandre Roso, do PSB do Rio Grande do Sul, foi quem sugeriu a realização do seminário sobre obesidade infantil. Ele afirma que a forma de combater esse problema é a integração de esforços de toda a sociedade, com envolvimento da família, das escolas, da indústria de alimentos e do governo. Alexandre Roso destaca que campanhas educativas e a mudança de hábitos também são fundamentais para prevenir a doença.

Da Rádio Câmara, de Brasília, Renata Tôrres

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26.9.13

Ar-condicionado e poluição engordam!

Você sabia que ar-condicionado engorda? E não é só ele, alguns outros hábitos podem fazer com que a gente ganhe peso.

No programa Bem Estar (Globo) os endocrinologistas Alfredo Halpern e Cintia Cercato explicaram que falta de sono, falta de sol, viroses, desequilíbrios da flora intestinal e (pasme!) até a poluição, engordam! Vamos entender como alguns desses inimigos das balanças nos fazem.


Ar-condicionado engorda

No caso do uso do ar-condicionado, a endocrinologista Cintia Cercato explicou que regular a temperatura faz a pessoa gastar menos energia já que não usa o organismo para se aquecer ou se resfriar. Ou seja, o aparelho faz o trabalho que o corpo faria e poupa o gasto energético, contribuindo para o aumento de peso.

Ar-condicionado engorda
Ar-condicionado e poluição engordam!

Poluição engorda

Já a poluição pode desregular os hormônios do organismo. Isso porque, ao entrar em contato com as partículas de poluição, as células do corpo desenvolvem processos inflamatórios que, aos poucos, vão engrossando a camada de gordura - em especial, a gordura abdominal, que traz mais problemas para a saúde.

Dormir mal engorda

Falta de sono também pode prejudicar o peso. Ao dormir mal, a pessoa tem uma diminuição do hormônio da saciedade - leptina - e um aumento do hormônio da fome - grelina -, consequentemente, fica com fome e pode até acordar por causa dessa fome. Os assaltos noturnos à geladeira podem ocorrer!

Fonte: G1
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29.5.13

Taxa de gordura elevada atinge 58% dos paulistanos

A taxa de gordura elevada com risco de desenvolvimento de doenças ligadas à obesidade, a exemplo de diabetes tipo 2 e cardiopatias, atinge 58%dos paulistanos. É o que aponta estudo do Programa ‘Meu Prato Saudável’, parceria do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde.

No total, cerca de 400 pessoas passaram por testes de bioimpedância, aferição de IMC (Índice de Massa Corpórea) ou medição de circunferência abdominal. De 126 adultos, entre homens, mulheres e adolescentes, que passaram pelo teste de bioimpedância em evento comemorativo do Dia Mundial da Saúde, realizado em 5 de abril no Pátio do Colégio, centro de SP, 88% apresentaram níveis de gordura acima do considerado ideal.

Bioimpedância

A avaliação nutricional por bioimpedância é um teste que dura cerca de 5 minutos, e determina quanto de massa gorda a pessoa tem. Ele mostra quanto é água, quanto é músculo e quanto é gordura. Entre as mulheres paulistanas, 69% apresentaram risco de doenças pela obesidade e 93% tiveram níveis de gordura considerados acima do ideal. Já entre os homens 37% tiveram constatado o risco de doenças e 79% tiveram taxa de gordura acima do ideal.

Taxa de gordura elevada

Para se determinar a faixa de peso ideal, o método mais utilizado atualmente é o Índice de Massa Corporal (IMC). “Porém, ele pode subestimar a gordura corporal por não diferenciá-la da massa muscular”, observa a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do ‘Meu Prato Saudável’.

No estudo, enquanto 58% das pessoas que passaram pelo teste de bioimpedância apresentaram risco de doenças causadas pela obesidade, o IMC acusou obesidade em 35%. “Isto preocupa, pois muitas pessoas pensam que estão com o IMC dentro dos limites normais, mas têm acúmulo de gordura corporal dentro do abdômen, indicador de risco para diabetes, hipertensão e outras doenças”, afirma Elisabete.

O mutirão realizado no dia 5 de abril ainda mediu a circunferência abdominal. Por esse teste passaram 270 pessoas, das quais 175 mulheres e 95homens. Entre as mulheres 85% apresentaram risco aumentado ou substancialmente aumentado de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Já entre os homens esse índice foi de 69%.

A circunferência abdominal considera risco aumentado quando igual ou maior a 94 centímetros para homens e igual ou maior do que 80centímetros para mulheres. Já o risco substancialmente aumentado é constatado quando a circunferência abdominal é igual ou maior que 102 centímetros para homens e igual ou maior que 88 centímetros para mulheres.

O programa ‘Meu Prato Saudável’ tem por objetivo mudar os hábitos alimentares da população, por meio de orientação nutricional diferenciada, mostrando o que e o quanto colocar no prato das refeições, seja café da manhã, almoço ou jantar e os lanches intermediários. Com isto, a população pode manter um peso saudável ou até mesmo reduzi-lo, evitando doenças relacionadas à obesidade.

Mais informações sobre os programas ‘Meu Pratinho Saudável’ podem ser obtidas pelo aplicativo ‘Meu Prato Saudável’, disponível gratuitamente para celulares do tipo smartphone, e pelos portais www.meupratosaudavel.com.br e www.meupratinhosaudavel.com.br.

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13.5.13

Terapias para obesidade na UFSCar

Os pesquisadores da UFSCar pretendem diminuir a quantidade de gordura do corpo a partir da aplicação da fototerapia durante a prática de exercícios físicos. Leia mais sobre Terapias para obesidade.

Estudos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade de São Paulo (USP) desenvolvem tratamentos de controle e redução da obesidade a partir da combinação de exercícios físicos e terapia de luz, conhecido como fototerapia. O projeto "Novas Perspectivas Terapêuticas na Obesidade" é coordenado pelos professores Nivaldo Parizotto do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar e Vanderlei Bagnato do Instituto de Física de São Carlos (IFSC-USP).
Terapias para obesidade
foto: arquivo saúde com ciência

Na UFSCar, os estudos realizados no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBiotec), buscam a elaboração de protocolos de exercícios físicos aliados à fototerapia, que sejam acessíveis e com baixo custo operacional. A pesquisa é realizada pelo aluno de doutorado do PPGBiotec Antonio Eduardo de Aquino Junior, com a orientação do docente Nivaldo Parizotto e Vanderlei Bagnato.

A fototerapia já é usada no tratamento de lesões e diversos estudos acadêmicos indicam que a incidência de luz atua positivamente nas atividades celulares. Aquino Junior explica que a aplicação de lasers sobre os tecidos potencializam o metabolismo celular e resulta em maior perda de calorias durante a prática de atividades físicas e maior queima de gorduras. Para a pesquisa, serão aplicados feixes de lasers, com comprimento de onda de 808nm, que estão situados na região do infravermelho e possuem baixa intensidade de energia, por isso não provocam danos durante a aplicação.

"Em estudos realizados durante o mestrado, mostraram que a aplicação de lasers nos músculos resultou na redução das reservas de gordura e diminuição do peso corporal. Mas os resultados variam conforme a intensidade dos exercícios", explica o pesquisador, uma vez que o metabolismo pode ser trabalhado de diferentes formas de acordo com a intensidade.
Como foi a pesquisa

Para a elaboração dos estudos, os pesquisadores convidam homens e mulheres, com idades entre 20 e 40 anos, e índice de massa corporal 30, calculado pelo peso dividido pela altura ao quadrado. Os voluntários deverão ter disponibilidade de horário no período da manhã e/ou tarde para participar da intervenção interdisciplinar em obesidade, que contará com exames clínicos e físicos previstos na terapia.

O atendimento tem duração de três meses, com início previsto para junho. Os voluntários serão submetidos a uma sessão de exercícios aeróbios, musculação e combinados com sessões de terapia com luz, avaliação física e análises clínicas laboratoriais (primeira fase). Na segunda etapa, os exercícios físicos com tratamentos em fototerapia serão mantidos durante três meses de intervenção, com três sessões semanais, com duração média de uma hora. Também serão promovidas palestras e orientações nutricionais.

Na opinião de Aquino Júnior, parcerias entre universidades são importantes para o desenvolvimento científico, formação de pesquisadores e profissionais qualificados, inovação tecnológica e benefícios à população.

"Temos que transformar a pesquisa acadêmica em benefícios para a população. Com essa pesquisa, tentamos ampliar as estratégias clínicas de baixo custo para o controle da obesidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas", afirma.

As intervenções ocorrem em uma academia localizada na região central de São Carlos. Os pesquisadores não se responsabilizam pelos custos de transporte e alimentação. Interessados podem entrar em contato para agendamento pelo telefone (16) 3351-8452, das 8 às 15 horas.

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10.8.12

Obesidade Infantil: Regulamentação da publicidade infantil

Consea: regulamentação da publicidade infantil pode conter avanço da obesidade infantil.

A conselheira Elizabetta Recine, do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), afirmou nesta quinta-feira (9) que o aumento de brasileiros com excesso de peso e obesos aponta para a necessidade urgente de regulamentação da publicidade infantil.



Comissão de Direitos Humanos debateu medidas para conter o consumismo na infância.


"Até os 12 anos de idade, as crianças não têm capacidade de separar o que é programação do que é publicidade. Consequentemente, a criança não tem capacidade de julgar o que é uma informação verdadeira do que é apelo ao consumo”, disse a conselheira, ao participar na Câmara do 1º Seminário Infância Livre de Consumismo.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em todas as regiões do País, em todas as faixas etárias e em todas as faixas de renda houve aumento contínuo e substancial do percentual de pessoas com excesso de peso e obesas nos últimos anos.

A obesidade infantil atinge mais de 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade e cerca de 20% de crianças e jovens entre 10 e 19 anos.

Segundo dados divulgados na audiência, a criança brasileira também é a que mais fica tempo na frente da televisão, uma média de cinco horas diárias.

Alimentação infantil saudável
O vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Anunciantes, Rafael Sampaio, afirmou que a publicidade precisa ser usada para estimular hábitos alimentares saudáveis nas crianças, como foi feito recentemente nos Estados Unidos.

"A associação dos plantadores de cenourinhas contratou uma das melhores agências americanas, que fez uma campanha e colocou a cenourinha em vending machines, em embalagens iguais a batatinhas. Foi um sucesso extraordinário”, disse Sampaio.

A coordenadora da Frente Parlamentar Mista de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente, deputada Erika Kokay (PT-DF), disse que regulamentar a publicidade direcionada às crianças é cumprir o que diz a Constituição Federal, que assegura a elas proteção integral. “[Crianças e adolescentes] são sujeitos de direitos, não são coisas para serem entregues em bandejas para um mercado consumista”.

O debate desta quinta-feira foi promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'
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21.7.12

Qsymia: remédio para emagrecer recém-lançado

Um novo remédio para emagrecer acaba de ser aprovado nos EUA. A droga contra a obesidade, o remédio Qsymia, antiga Qnexa, da Vivus.

O novo medicamento é uma combinação de dois outros medicamentos no mercado, a “fentermina”, um derivado da anfetamina que reduz o apetite, e o “topiramato”, um antiepiléptico usado para tratar convulsões, que não deve ser tomado por grávidas porque pode causar malformações do feto.



Justamente por conta do risco de defeitos de nascimento, assim como elevada frequência cardíaca, a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) demorou três meses para revisar o plano da Vivus e liberar a droga.

Já a fentermina teve seu uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011, e o topiramato (ou topiramento) é aprovado para uso no Brasil, indicado para casos de enxaqueca e convulsões.

O problema obesidade
Depois de 13 anos sem aprovar nenhum medicamento para emagrecer por causa dos riscos que eles traziam à saúde, finalmente o FDA aprovou não só um, mas dois remédios. Além do Qsymia, mês passado o Belviq, da Arena Pharmaceuticals, foi aprovado para comercialização.

No entanto, especialistas acreditam que o medicamento Qsymia venderá melhor, pois é mais eficaz: em testes clínicos, a pílula ajudou pacientes a perderem até 10% do seu peso após um ano de tratamento, em comparação com a média de perda de peso de 5% no mesmo período nos testes com Belviq.

Em maiores detalhes, os pacientes que receberam a dose recomendada de 7,5 miligramas de fentermina e 46 de topiramato perderam, em média, 6,7% do seu peso. Os que receberam uma dose mais elevada, de 15 miligramas de fentermina e de 92 de topiramato, perderam, em média, 8,9% do seu peso total.

Orexigen Therapeutics é outra empresa que também está esperando aprovação para lançar sua droga contra a obesidade, mas o FDA a obrigou a conduzir um estudo de segurança para verificar riscos de condições cardíacas primeiro.

Por enquanto, os efeitos secundários mais comuns do Qsymia são formigamento das mãos e pés (parestesia), tonturas, sensação de sabor alterado, insônia, constipação e boca seca. Porém, a Vivus também terá de realizar um estudo de longo
prazo para provar que o medicamento não provoca ataques cardíacos ou derrames.

De acordo com o FDA, o medicamento não deve ser usado durante a gestação porque aumenta os riscos de lábio leporinos nos fetos. Também não deve ser usado por pacientes com glaucoma e hipertireoidismo, e não é recomendado para pacientes que tiveram, dentro de seis meses, problemas cardíacos ou derrame, já que pode aumentar o ritmo cardíaco.

Alguns podem se perguntar: então porque a droga já foi aprovada? Com cerca de dois terços dos norte-americanos considerados com sobrepeso ou obesos (no Brasil, 50% dos homens e 48% das mulheres têm sobrepeso, e 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres são obesos) e os grandes custos relacionados com a saúde pública e a economia, o FDA sofre uma boa pressão para aprovar novos tratamentos para a perda de peso.
“O grau e gravidade da obesidade e da falta de eficácia das intervenções farmacológicas são duas razões principais para o desenvolvimento de Qsymia”, disse o presidente da Vivus, Peter Tam.

Qsymia pode ser prescrito para adultos obesos (IMC 30 ou maior) ou adultos com sobrepeso (IMC 27 ou maior) com pelo menos uma condição de saúde relacionada ao peso, como pressão alta, diabetes tipo 2 ou níveis elevados de colesterol.

“Qsymia, se utilizado de forma responsável em combinação com um estilo de vida saudável, que inclui dieta e exercícios, oferece uma outra opção de tratamento para controle de peso em adultos obesos e com problemas de saúde relacionados ao peso”, conclui a Dra. Janet Woodcock, diretora do centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA.

Fontes: ReutersMedicaldoBrasilRCMPHARMA


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26.1.12

Obesidade infantil cresce entre as idades de 5 a 9 anos

Um dado alarmante divulgado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia deixa profissionais de saúde e pais em alerta:

Obesidade infantil cresce entre as idades de 5 a 9 anos Leia o texto da Agência Brasil

Números divulgados ontem (25) pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam aumento do percentual de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil, principalmente na faixa de 5 a 9 anos. Os números referem-se a levantamento de 2010.

O sobrepeso atinge 34,8% dos meninos e 32% das meninas nessa faixa etária. Já a obesidade foi constatada entre 16,6% dos meninos e entre 11,8% das meninas.

De acordo com a presidenta do Departamento de Obesidade da SBEM, Rosana Radominski, esse quadro é alarmante.

Já entre as crianças a partir de 10 anos e jovens de até 19 anos, o excesso de peso atinge 21,7% do total dos meninos e a obesidade, 5,9%. Entre as meninas nessa faixa etária, 15,4% mostravam sobrepeso e 4,2%, obesidade.

“Houve um aumento muito grande [do aumento de peso] nesse grupo de crianças [de 5 a 9 anos] quando a gente considera o período de 1989 para 2009”, observou a médica. De acordo com os dados, o sobrepeso nessa faixa etária atingia 15% dos meninos em 1989 e 11,9% das meninas. Já a obesidade tinha 4,1% de índice entre os meninos naquele ano e 2,4%, entre as meninas de 5 a 9 anos.

“Nas crianças de modo geral, a velocidade, em termos de excesso de peso e obesidade, está muito maior do que nos adultos. Isso tem a ver com a mudança da cultura. Hoje, tem uma inversão nutricional”, analisou a especialista, que vê também a influência de programas assistenciais, como o Bolsa Família, na mudança dos hábitos alimentares.

“Começou-se a aumentar a renda das famílias, mas não a educação familiar para que a alimentação fosse corrigida”, estimou Rosana. Com mais dinheiro no bolso, as famílias estão adquirindo maior quantidade de alimentos e não necessariamente os mais saudáveis. Segundo ela, há atualmente maior ingestão de açúcar, de alimentos gordurosos e industrializados, em vez de alimentos naturais.

Outro problema, conforme apontou a médica, é a redução da prática de atividades físicas, “por causa da violência, da dificuldade de transporte e até pelo currículo escolar”. Ela lembrou que as crianças acabam mais confinadas em casa, diante da televisão, do computador e dos videogames e, com isso, ganham sobrepeso.

Segundo Rosana Radominski, entre os adultos os percentuais são maiores: 48,5% apresentavam sobrepeso, em 2010, e 15%, obesidade. Entre os homens, 52,1% tinham excesso de peso e 14,4%, obesidade, enquanto os índices nas mulheres eram, respectivamente, 44,3% e 15,5%.

De acordo com a médica, o Brasil e a China são os países em que a obesidade está aumentando de forma mais rápida no mundo. “Se não houver programas do governo para reprimir a obesidade e uma mobilização de toda a população, a tendência é aumentar [o número de obesos no país]. Acho que é importante o alerta com relação a isso, para que se possa ganhar essa batalha”. Fonte: Agência Brasil 
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13.10.11

Obrigatoriedade de cadeiras especiais para obesos em espetáculos e transportes

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta terça-feira (11), em caráter conclusivo, a obrigatoriedade da instalação de cadeiras especiais para obesos em locais de espetáculos, entretenimento, esportes, conferências, aulas e similares e em veículos de transporte coletivo.

O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Viação e Transportes ao Projeto de Lei 668/07, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB).

Pelo substitutivo, esses assentos deverão representar pelo menos 5% do total de lugares disponíveis, com exceção do caso dos veículos de transporte coletivo, para os quais não é estabelecido percentual mínimo. O texto original previa a reserva mínima de 10% dos assentos nos dois casos.

A proposta altera a Lei 10.098/00, que estabelece normas para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Apensados
Os projetos de lei 1912/07, 1981/07, 2272/07 e 2395/07, que tratam de matérias similares e tramitam apensados ao PL 668/07, também foram aprovados. Os textos seguirão agora para o Senado, exceto se houver recurso para que sejam analisados pelo Plenário da Câmara.

O relator na CCJ, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), defendeu a aprovação de todas as propostas. “Os projetos buscam aumentar o conforto de um grande contingente de pessoas espalhadas pelo País, vítimas de uma condição que as aproxima dos portadores de deficiência”, ressaltou. Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'
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4.10.11

Anvisa decide hoje se proíbe uso de emagrecedores à base de anfetaminas

Brasília – A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide hoje (4) se proíbe ou não o uso dos remédios para emagrecer no país.

A reunião terá início às 8h30, na sede da agência reguladora, e será aberta ao público. Haverá transmissão pela internet por meio do site da agência.



A expectativa é pelo banimento dos medicamentos à base de anfetaminas, entre eles a anfepramona, o femproporex e o mazindol. Quanto à sibutramina, muita usada para a perda de peso, não há consenso dentro da agência reguladora.

Nas mais de 700 páginas do último relatório sobre o tema, a equipe técnica da Anvisa defende o uso da sibutramina com restrições. A recomendação é para que o medicamento seja indicado para o tratamento de pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 30% e que não sofram de problemas cardíacos. Já a Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), órgão que assessora a Anvisa, propõe o veto ao remédio sob o argumento de que oferece mais riscos que benefícios à saúde.

A proposta original da Anvisa, divulgada em fevereiro deste ano, previa banir os inibidores de apetite, compostos por anfetaminas e sibutramina, do mercado brasileiro. A principal alegação era a de que estudos internacionais mostram que os remédios aumentam os riscos de problemas cardiovasculares e do sistema nervoso central. Vários países, como os Estados Unidos e alguns europeus, já deixaram de usar esses remédios.

Entidades médicas reagiram à proposta. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, a proibição dos medicamentos reduz as possibilidades de tratamento de pacientes obesos. O CFM defende que a Anvisa torne mais rigorosas a prescrição e a venda desse tipo de medicamento, mas que não venha a bani-lo do mercado. Fonte: Agência Brasil

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4.4.11

Jovens muito religiosos podem tornar-se adultos obesos, diz estudo

Um estudo feito pela Northwestern University, argumenta que jovens que passam muitas horas rezando podem se transformar em adultos obesos.

Uma pesquisa recente com um grupo de pessoas identificou, que independentemente da raça, religião, sexo, escolaridade e renda, a conclusão era a mesma. Uma criança que participa de atividades extremamente religiosas - quase fanatismo -, cresce com duas vezes mais propensão a se tornar obesa do que as crianças que praticam menos as atividades relacionadas à religião.


Segundo o Dr. David Katz, da Universidade Yale, a causa poderia ser atribuída a diversos fatores, incluindo o fato de que os aspectos sociais da religião quase sempre tem a ver com muita comida e festa. Também seria o caso de culpar a atitude fatalista de muitas crenças, que muitas vezes deixam as coisas nas mãos de Deus, esperando que o mesmo resolva todos os seus problemas.

"Outra possível explicação poderia ser que a religião muitas vezes incentiva-os a focar a vida após a morte, e podem se esquecer de tentar manter-se saudável na vida você está vivendo agora."

Fonte: ABCNews
Foto: Flickr

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27.5.10

Dietas: Spray que emagrece

Controlar a ansiedade, aumentar a vontade de malhar, segurar a fome… Você consegue tudo isso, e mais um pouco, com os sprays do emagrecimento. O produto criado pelo endocrinologista Antonio Carlos Minuzzi (RS) é mais uma alternativa para quem trava uma luta com a balança.

“Depois de muito tempo de observação, percebi que os pacientes que procuravam meu consultório não conseguiam eliminar o peso por causa da compulsão alimentar, sedentarismo e ansiedade. Como sou contra o uso de algumas drogas para emagrecer, resolvi criar algo mais saudável para auxiliá-los”, fala o especialista.



A fórmula líquida, que deve ser vaporizada na boca, é feita sob medida, contém ingredientes naturais e até um tipo de sacietógeno – substância que faz você ficar satisfeita rápido. A ideia é que você feche a boca e malhe mais, para secar as gordurinhas que teimam em ir embora.

Produção individual do spray que emagrece
Antes de receitar a fórmula, o médico faz uma minuciosa anamnese clínica, para saber quais são os seus hábitos alimentares e estilo de vida. Com estes dados em mãos, ele indica o spray.

Existem três tipos de spray:

energizante: feito com substâncias estimulantes, para aumentar a vontade de praticar atividade física e acelerar a queima calórica.

sacietogênico: diminui o desejo de comer descontroladamente, principalmente carboidratos, que, em excesso, são transformados em açúcar, e engordam. Ele é feito com ervas naturais e a sibutramina – remédio que aumenta o grau de saciedade.


relaxante: ameniza a ansiedade e o descontrole alimentar. “Cada um possui uma fórmula diferente, mas a dosagem desta ou de outra substância é personalizada e varia de acordo com as necessidades de cada paciente”, explica Minuzzi.

espirradinha básica
O uso do spray é fácil: basta vaporizar o líquido na boca. Mas cada um deles deve ser ministrado de uma forma. O energizante, por exemplo, pode ser utilizado antes de malhar para dar mais pique. Já o sacietogênico e o relaxante devem ser espirrados várias vezes ao dia. Pode ser de manhã, no intervalo das refeições, antes de dormir… É o médico que indica qual é a quantidade certa para cada pessoa e o número de vezes que ele deve ser consumido.

só na manipulação
Louquinha para experimentar? Calma! Como o produto é personalizado, ele não está disponível para venda e só é feito com receita médica, em farmácias de manipulação. Para conseguir a fórmula, é necessário passar pelo especialista para ele avaliar se é ou não indicado o seu uso, o tipo de spray, a dosagem e a quantidade de ingredientes. No caso do sacietogênico, também é necessário uma prescrição médica que fica retida na farmácia.

hábitos saudáveis
Os sprays dão uma ajudinha extra, mas para mandar os excessos de gordura para o espaço, com saúde, e nunca mais voltar a acumular os quilos novamente, você precisa mudar o seu comportamento, certo? “Praticar atividade física, controlar a alimentação, fazer boas escolhas à mesa e gostar de si mesma é essencial para fugir da obesidade, avisa Antonio Carlos Minuzzi. Segundo ele, as pessoas engordam porque têm hábitos alimentares errados e, geralmente, consomem mais calorias que queimam. O ideal é diminuir a ingestão e aumentar o gasto calórico, com malhação.

resultado rápido
Os sprays são indicados como um coadjuvante no tratamento para a perda de peso. Grávidas, lactantes, pacientes com problemas psiquiátricos e hipertensos devem ficar longe dele porque, embora sejam feitos principalmente com ingredientes naturais, há algumas substâncias que podem ser prejudiciais a estas pessoas. “A sibutramina*, por exemplo, pode aumentar a pressão arterial e causar insônia”, adverte. Os resultados são rápidos, já que tendo mais vontade de malhar e controlando a ansiedade e a gula, a quantidade de calorias consumidas será menor. E o emagrecimento, natural.
elas experimentaram!
Leia o depoimento de três mulheres que usam o spray que emagrece e estão superfelizes com o resultado.

“Comecei a usar os sprays porque não estava conseguindo emagrecer, sozinha. Junto com eles, também adotei uma dieta alimentar de baixa caloria, musculação e esteira, por 40 minutos, duas vezes por semana. Emagreci 8 kg em 45 dias, porque, além de sentir menos fome, também tenho mais disposição para malhar. O melhor de tudo é que a minha insônia sumiu e não assalto a geladeira de madrugada. Também não fico beliscando doces e bobeiras, a toda hora, porque não sinto vontade. Fico satisfeita com pouca quantidade de comida e dou preferência para legumes, verduras e frutas.”

Marli Prudente, 47 anos, esteticista, 1,60 m, 62 quilos
“Sempre tive uma alimentação saudável. Mas, mesmo assim, engordei 6 kg nos últimos três anos. Achei que o problema poderia ser ansiedade ou estresse e, por isso, procurei o Dr. Minuzzi. Ele indicou o spray energético, que tomo pela manhã, e sempre que estou precisando de uma dose extra de energia. Também uso o spray sacietogênico para ajudar na minha ansiedade, e o relaxante para ficar calminha, calminha… Além de fácil de usar, basta espirrar algumas vezes no dia, o gostinho é agradável, e deixa até um hálito refrescante na boca. Em menos de um mês, já consegui eliminar 4 kg. Faltam 2 kg para atingir a minha meta, mas já estou feliz da vida porque as pessoas estão percebendo como mudei, em todos os sentidos.”

Patrícia Mariane Siqueira Conte, 26 anos, gerente de vendas, 1,66 m, 58 quilos
“Estava muito acima do meu peso, com 65 kg, e procurei o médico porque queria um resultado rápido e duradouro. Como sou bastante nervosa e ansiosa, ele receitou o spray relaxante. E outro para segurar a fome. O resultado foi muito bom, pois, em menos de 45 dias, eu eliminei 7 kg sem ter que mudar nadinha na minha rotina. Ainda não estou fazendo nenhuma atividade física, mas quero começar a malhar para manter o resultado, que já fez muita diferença no meu corpo.”
Denise de Andrade Prado, 27 anos, gerente financeira, 1,64 m, 58 quilos
Via: Magraemergente


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11.12.09

Síndrome metabólica, o que é?

Aquela gordurinha que deixa a barriguinha saliente pode ser sintoma de uma doença chamada Síndrome metabólica. Geralmente deixa o corpo do homem com aspecto de maçã e a mulher de pera por acumular gordura nos culotes e quadril e o homem na barriga.

A Síndrome Metabólica é um conjunto de sintomas que são importantes fatores de risco para doenças cardiovasculares. E todos esses sintomas unidos têm o nome de sindrome metabólica.

Como saber se você é portador da Síndrome Metabólica:

Síndrome metabólica o que é


Quando a circunferência está maior do que o normal - 102 cm (homens) e 88 cm (mulheres) e há alterações em exames clínicos, como: colesterol alto, aumento dos níveis de triglicérides, glicemia de jejum alterada e hipertensão arterial.

obesidade, a alimentação inadequada, sedentarismo são precursores da síndrome metabólica.


O início dos sintomas da síndrome metabólica se iniciam na idade adulta, os homens estão mais suscetíveis, assim como mulheres com ovários policísticos, ainda que sejam magras.


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Slendesta 300mg. A batata que emagrece !

Quem diria, a batata emagrece! Fonte de carboidratos e uma das vilãs de quem está de regime, a batata pode auxiliar nos processos de emagrecimento.

É que foi descoberta uma proteína da batata, a slendesta, que aumenta a colecistoquinina, que atua no estômago, o que retarde seu esvaziamento. Sendo assim, a sensação de saciedade virá mais rapidamente e você não sentirá necessidade de comer mais.

A slendesta 300mg é vendida em forma de cápsulas - é um nutracêutico - e pode ser encontrada em farmácias de manipulação.

Contraindicações do Slendesta:

Mulheres gestantes (grávidas) ou por quem está amamentando.

Slendesta é vendido com receita médica?

Consulte um médico ou nutricionista antes de fazer uso de qualquer medicação. Sua saúde MERECE um acompanhamento adequado. Não se arrisque. Sua saúde é muito, mas muito mais importante que qualquer vaidade. Pense sempre nisso.

Ação da Slendesta 300 mg

Reduz o apetite em 30% e, consequentemente, você irá ingerir menos calorias, ajuda a emagrecer ou a manter o peso, diminui as medidas da cintura e do bumbum, ou seja , a slendesta ajuda a tratar a obesidade.

Fórmula da Slendesta:

Slendesta...............300 mg
Excipiente......qsp....01 cápsula

Como tomar a slendesta:

Tome uma cápsula de slendesta 1 hora antes das refeições.
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26.11.09

Calorias: O valor calórico que ingerimos pode estar errado

A maioria de nós, homens e mulheres, aprendeu que, para manter o corpo saudável uma mulher deve ingerir aproximadamente 2 mil calorias diárias e um homem por volta de 2,5 mil.

Isso, em breve, pode cair por terra e você deverá apagar seus registros de 2000 ou 2500 calorias, pois um estudo recente e preliminar realizado pelo Comitê Científico Consultivo em Nutrição (governo britânico) sugere que respeitando os valores acima se esteja consumindo 16% a mais - ou a menos - de calorias.

Dessa forma, verificando-se os atuais níveis de obesidade da população, as pessoas só devem comer mais se se exercitarem mais.
Um aumento de 16% no consumo de energia significaria que adultos poderiam ingerir mais 400 calorias por dia, o equivalente a um cheeseburguer.

Nas próximas 14 semanas os estudos se intensificarão com vistas a conclusões e recomendações finais que poderão definir qual o real consumo calórico recomendado para mulheres e homens, que, obviamente devem ser diferentes entre si e entre quem gasta - ou não - mais energia durante as atividades físicas.

Via: BBC-Brasil
Foto: Flickr

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13.11.09

bebê gordinho é sinal de obesidade na infância e na idade adulta

Muita gente ainda adora admirar bebês gordinhos e rechonchudinhos. Exclamam: "Ai que vontade de apertar!" Muitos ainda não sabem que bebê gordinho é sinal de criança obesa e, consequentemente, adulto obeso.

Infelizmente, a obesidade na infância está se tornando cada vez mais comum. A alimentação cada vez mais se tornando parecida com a alimentação americana. Tanta coisa pra fazer (escola, inglês, música, natação, computador...) que os fast foods parecem ser a solução para essa correria do dia a dia. Ganha-se tempo... perde-se saúde!!

Se o peso do ser humano puder ser controlado desde quando forem ainda bebês pode-se evitar dietas, regimes, médicos, remédios, cirurgias, colesterol elevado, hipertensão, cânceres e uma infinidade de consequências da obesidade.

O que me deixa boquiaberta é ver pais, tios e avôs oferecendo refrigerantes, salgadinhos, bolos cheios de recheios para crianças de 1 ano ou menos. Isso me irrita e me entristece profundamente...  \Ö/

Mas nem tudo está perdido, um medicamento contra a obesidade voltado para bebês está sendo desenvolvido na Universidade de Buckingham. Trata-se de um comprimido para os bebês. O objetivo é preparar o metabolismo dos bebês para que, no futuro, possam comer sem engordar.

O princípio ativo, o hormônio leptina estimula uma glândula localizada no cérebro suprimindo a fome e estimulando a queima calórica.

Os cientistas acreditam que se combaterem a obesidade antecipadamente, é possível programar o metabolismo dos bebês, o que os tornará mais resistentes ao excesso de peso. O medicamento a base de leptina ainda está em fase de testes.
Fonte: Revista CRF
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