11.3.17

Dar remédio de humano a cães e gatos

Medicar os animais domésticos por conta própria com remédios de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito

Ao se deparar com o animal de estimação com algum problema de saúde, muitos donos, ao invés de levar o animal para se consultar com um médico veterinário, preferem usar a própria experiência e por conta própria fazem o uso de medicações humanas, podendo causar danos irreversíveis ao seu cão ou gato.

Muitos medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar nos cães e gatos intoxicação, alergia e até mesmo causar a morte do animal.

"Alguns medicamentos que são fabricados para humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o dono precisa se atentar a dosagem indicada pelo profissional, ou também causará problemas para a saúde do animal.
O indicado para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do animal ou até mesmo causar a morte dele é sempre evitar a medicação sem prescrição e qualquer alteração o animal precisa ser consultado por um veterinário, que &e acute; a pessoa indicada para diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado", 

Diz a veterinária Dra. Valéria Correa, responsável técnica e gestora clínica do Grupo Pet Center Marginal.

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O sistema digestivo de cães e gatos, apesar de muito semelhante ao do humano, não funciona da mesma forma. Os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente utilizados por humanos, como alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos.


O analgésico Paracetamol, princípio ativo de diversas marcas de remédios conhecidos, causa lesão no fígado de cães e pode ser fatal para gatos. causando anemia hemolítica, lesões hepáticas, diarréia, vômito, necrose renal, entre outros problemas. "Mesmo entre os animais é preciso respeitar as diferenças. Um medicamento que é utilizado com sucesso em cachorros nem sempre é indicado para gatos, que são mais sensíveis", ressalta Dra. Valéria.

Os anti-inflamatórios que têm como base diclofenaco sódico causa graves sintomas gastrointestinais nos animais, inclusive desenvolvendo úlceras perfurantes de estômago e duodeno.

"Muitas vezes o problema inicial, que motivou o dono a dar a medicação, acaba ficando secundário, pois as consequências de dar uma medicação errada são bem graves. No caso dos anti-inflamatórios, geralmente os animais começam a apresentar vômitos, diarréia ou fezes escuras, com presença de sangue, além de apatia e muita dor abdominal", conclui Dra. Valéria.


Ácido acetilsalicílico

Base de medicamentos como Aspirina®, AAS®, Doril® e Melhoral®, é um anti-inflamatório extremamente tóxico para gatos, devido a deficiência de uma enzima hepática no animal que faria a metabolização e eliminação do composto. Seu uso é contra-indicado para gatos ou só pode ser utilizado de acordo com indicação e supervisão de um médico veterinário.


Diclofenaco


Muito utilizado por humanos no tratamento de dor e inflamações, o diclofenaco é a base de medicamentos como Cataflan® e o Voltaren®. Em cães e gatos pode ocasionar diversos problemas como úlceras hemorrágicas com vômitos e diarréia com sangue, além de insuficiência renal.


Paracetamol


Analgésico presente em produtos como Tylenol®, pode ser fatal para gatos, pois seus organismo não consegue eliminar o medicamento. Pode causar intoxicação em cães e gatos, resultando em falta de ar, vômitos e aumento na salivação, podendo entrar em coma.
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7.1.17

Cuidadores de Animais no Brasil - onde encontrar


Os serviços de "cuidadores de animais" é uma novidade que acaba de chegar ao Brasil.

Foram lançados, recentemente, dois sites que oferecem serviços de cuidadores de animais. O curioso é que as duas plataformas - Holidog e DogHero - foram lançadas simultaneamente. Vamos conhecer?

Cuidadores de Animais no Brasil


Empresas como Holidog e DogHero lançaram recentemente no país, plataformas online com serviços de cuidadores de animais.


Leia também: Hospital veterinário público, da prefeitura.

Como funcionam os serviços de cuidadores de animais?


Para aproveitar dos serviços de cuidador de animal, tanto os profissionais quanto os donos se cadastram nas plataformas e, segundo o local de residência, combinam o serviço a ser contratado. Para passar maior credibilidade e segurança, os dois sites recebem avaliações de quem já contratou o trabalho do cuidador de animal contratado.


Quanto custa o serviço de cuidador de animal?


O preço é estabelecido pelo cuidador, além da taxa preestabelecida que vai para o site. O veterinário Marcelo Quinzani, do Hospital Pet Care, em São Paulo, reforça que é perigoso deixar gatos e cães sozinhos, principalmente quando filhotes. "Eles podem se acidentar", explica.

Gatos adultos até conseguem ficar uns dois dias desacompanhados, por serem mais independentes. Já os cães têm maior necessidade de companhia, diz.


Leia também: Câncer em animais: site especializado em oncologia animal.

O que esses sites de cuidadores de animais oferecem ao seu pet


► CUIDADORES
Enquanto você está fora, uma pessoa pode hospedar seu animal ou ir à sua casa ficar com ele.

► PASSEADORES
Dá para contratá-los pelo Holidog. Estudos mostram que os exercícios previnem a obesidade e outros males.




► SEGURO MÉDICO
As empresas trabalham com seguro veterinário e suporte para emergências.

► ADESTRADORES
Educam o pet, melhorando a convivência com os donos, as visitas e outros animais.


Informações adicionais:

Na Holidog, seus roedores, cavalos e até os répteis podem ser atendidos.
Entre as tarefas há desde passeios curtos até hospedagem na casa do cuidador de animal.

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3.4.16

Câncer em animais: site especializado em oncologia animal

Foi por precisar consultar um veterinário oncologista que conheci o Prof. Dr. Tarso Felipe Teixeira, médico veterinário e Doutor pela Patologia Animal FMVZ-USP.

Eu e minha "pet", Luna, fomos muito bem atendidas. Não faltaram desdobramentos por parte do Dr. Tarso, que explicou tudo o que poderia estar acontecendo com minha pet. Cheguei à clínica com o diagnóstico de câncer e o Dr. Tarso, com toda sua experiência e bom senso (coisa que falta a muitos médicos 'de gente') desconfiou que o diagnóstico estava errado. A Luna não teve câncer, somente era um tumor benigno de mama, que já foi extirpado.

oncologia animal

De tudo isso ficou para mim uma lição, que faço questão de transmitir a todos vocês: quando notarem um "carocinho" nas mamas de suas cadelinhas, busquem de imediato ajuda de um veterinário oncologista. Ele é, sem dúvida, o melhor especialista para dar o diagnóstico clínico, saberá para quais laboratórios enviar o material (retirado por ele por cirurgia ou punção).

E, por fim, ele será o melhor profissional para tratar do seu animalzinho se ele - de fato - for diagnosticado com câncer.

A equipe do Dr. Tarso inaugurou um site, onde é apresentado seu trabalho. O site é o Onco Gênesis, o qual eu, Renata Fraia (Farmacêutica e Jornalista), editora e redatora do Saúde com Ciência, tenho a honra de divulgar.

Logo na apresentação do site há a seguinte mensagem, que fiz questão de transcrever abaixo:

"O câncer é uma doença cuja incidência vem aumentando de forma considerável a cada ano, e os proprietários de “pets” portadores deste mal ficam perdidos em meio ao turbilhão de informações sobre o assunto, muitos dos quais sequer são verdadeiras."

A equipe do Onco Gênesis pode ser conhecida na página: http://www.oncogenesis.com.br/quem-somos.html


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Informações sobre o Dr. Tarso Felipe Teixeira -  CRMV/SP 15078

- Médico Veterinário graduado na primeira turma da Universidade Guarulhos em 2001
- Mestre pela Patologia Animal FMVZ-USP em 2006
- Doutor pela Patologia Animal FMVZ-USP em 2011
- 1º Secretário Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (www.abrovet.org.br)
- Professor Universidade UNIP - São José dos Campos
- Sócio Efetivo European of Veterinary Oncology (www.esvonc.org)

Professor Doutor (UNIP - SJC)
Laboratório de Oncologia Experimental (FMVZ/USP)
Sócio Efetivo European Society Veterinary Oncology (ESVONC)
1o Secretário Associação Br de Oncologia Vet (ABROVET)
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13.11.15

Vacina contra a doença do carrapato (em cães)

Foi descoberta em Israel uma vacina contra a doença do carrapato.

Uma descoberta acidental pode salvar a vida de cães em todo o mundo...

Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a “erliquiose monocíclica canina”, a chamada “doença do carrapato”, uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros.

Os cachorros vacinados com a vacina contra doença do carrapato não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais.

Vacina contra a doença do carrapato (em cães)
Vacina contra a doença do carrapato (em cães)

Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente  —  o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos.


► Leia também: Cuidadores de Animais no Brasil - onde encontrar


DOENÇA DO CARRAPATO


A doença do carrapato leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves.




A doença do carrapato não acomete apenas cães, ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, ainda que com mais raridade.

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21.10.13

Testes em animais em indústrias farmacêuticas e cosméticas

Como é do conhecimento da maior parte da população brasileira, na última sexta-feira (19), ativistas invadiram um laboratório de pesquisas científicas e levaram mais de 159 cães da raça beagle, por conta de supostos maus-tratos em testes em animais.

Em um resumo bastante didático o G1 ouviu cientistas e elencou os principais argumentos usados no debate sobre o uso de animais em experimentos científicos.

Abaixo, coloquei as opiniões de quem é contra e de quem é a favor:

Testes em animais

Contra os testes em animais

Testes em laboratórios causam sofrimento, ferimentos e transtornos psicológicos nos animais. Há uma corrente de neurocientistas que sugere que animais não humanos, incluindo todos os mamíferos, aves, além dos polvos, possuem substratos neurológicos que geram a consciência e comportamentos intencionais, ou seja, eles sentem dor.

A Favor dos estudos com animais

Os testes com animais são submetidos a comitês de ética. A principal ênfase é não causar sofrimento ou dor. O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) cria normas que protegem o bem-estar desses animais. O fim do uso de animais em testes no Brasil tornaria a ciência brasileira dependente da tecnologia externa.

Para ver a matéria completa, acesse a página especial do G1.

Leia mais sobre Saúde Animal no Saúde com Ciência.
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10.8.12

Hospital veterinário público, da prefeitura

Primeiro Hospital veterinário público (da Prefeitura), funciona há um mês e já será ampliado

Inaugurado há pouco mais de um mês, o primeiro hospital público veterinário da capital já será expandido. A Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa -SP), que administra o local, acaba de alugar um prédio de três andares no Tatuapé, na zona leste, a 200 metros da atual sede.



Segundo o diretor administrativo do hospital veterinário público, o veterinário Renato Tartalia, a expansão vai colaborar no atendimento dos cerca de cem animais que passam pela clínica diariamente.

Apesar do aumento do espaço – atualmente o hospital ocupa uma casa de 140 m² e o novo edifício tem cerca de 360 m² – o número de cães e gatos atendidos continuará o mesmo. A verba repassada pela Prefeitura para a Anclivepa-SP cobre apenas 35 novos atendimentos por dia, mil consultas e 180 cirurgias por mês.

Só nas últimas duas semanas, porém, mais de 700 animais foram atendidos, número superior às expectativas da administração. “Já sabíamos que havia carência, mas a procura nos surpreendeu ”, diz o diretor-geral do hospital, Ricardo Amaral. “Estamos fazendo algo inédito e aprendemos a fazer enquanto estamos aqui”, completa Tartalia.

Toda manhã, por volta das 6 horas, a fila começa a se formar na porta do hospital, ainda fechado. Às 8h, 35 senhas são distribuídas e, depois disso, só casos de urgência são aceitos. À tarde, o hospital recebe principalmente animais que já estão em tratamento e aqueles que voltam para consultas e cirurgias. Para selecionar quem será atendido, a Anclivepa-SP exige que donos participem de algum programa governamental como Bolsa Família ou Renda Mínima – quem não é beneficiário tem de passar por uma entrevista com assistente social para comprovar que não tem condições de pagar pelo tratamento.

A gata Maria Rita e a cachorrinha Jade, ambas da inspetora escolar Zilda Lourenço, de 57 anos, ficaram doentes na mesma semana. Sem dinheiro para levar as duas a uma clínica particular, Zilda foi avisada por uma colega sobre a existência do hospital no Tatuapé. Maria Rita foi diagnosticada com um problema nos rins e Jade, com infecção no útero. “O veterinário disse que essa infecção é comum em cadelas que não foram castradas. Eu não sabia que isso poderia ter sido evitado.”

Segundo Tartalia, uma parte considerável das enfermidades dos animais que são levados ao hospital poderia ser evitada. Como a de Maggie, cadela que tem cinomose, doença viral que ataca o sistema nervoso e pode ser prevenida com vacina. “Acho que o papel do hospital vai além do tratamento emergencial. Pode mudar o paradigma de várias coisas, a começar pela posse responsável.”

SERVIÇO
HOSPITAL PÚBLICO VETERINÁRIO:
RUA PROFESSOR CARLOS ZAGOTIS, 3, TATUAPÉ; TEL.: (11) 2227-0858;
ATENDIMENTO: SENHAS SÃO DISTRIBUÍDAS A PARTIR DAS ÀS 8H; EMERGÊNCIAS ATÉ AS 18H.
Juliana Deodoro

OBS.: Este texto foi extraído do blog.Estadão, que, com essa excelente matéria presta um serviço de extrema importância à saúde animal e aos donos de cães e gatos. Parabéns!
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31.7.12

Uso de animais em pesquisas poderá ser proibido se houver sofrimento

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 2905/11, do deputado Roberto De Lucena (PV-SP), que proíbe o uso de animais em pesquisas quando eles forem submetidos a algum tipo de sofrimento físico ou psicológico.

A proibição vale para estudos relacionados à produção de cosméticos, perfumes, produtos para higiene pessoal, limpeza doméstica, lavagem de roupas, de suprimentos de escritório, de protetores solares, além de vitaminas e suplementos.

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Atualmente a Lei dos Crimes Ambientais (9.605/98), que define punições para quem praticar atividade lesiva ao meio ambiente, criminaliza apenas a realização de experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Pelo projeto, quem não cumprir a determinação ficará sujeito às penalidades previstas na lei de crimes ambientais. No caso de provocar o sofrimento de animais durante pesquisa, a pessoa poderá pegar de três meses a um ano de prisão, além de ser multada.

Declaração Universal dos Direitos dos Animais
O autor do projeto lembra que a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, estabelecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco) em 1978, prevê que experimentos que causem sofrimento físico ou psicológico violam os direitos dos animais e que métodos alternativos devem ser desenvolvidos e sistematicamente implementados.
“O ideal seria dispormos de técnicas alternativas ao uso de animais em toda atividade de ensino e pesquisa. A cura para muitas doenças depende de pesquisas médicas que utilizam animais e não podem ainda ser realizadas por métodos alternativos. Mas o que dizer, entretanto, de pesquisas relacionadas, por exemplo, à produção de cosméticos? Cosméticos não são produtos essenciais para a vida e a saúde humana. Não há, neste caso, nenhuma justificativa para tolerarmos o sofrimento de milhares de animais”, disse o parlamentar.
Tramitação
A proposição tramita em conjunto com o PL 4548/98 e outras oito propostas, que estão prontas para serem votadas em Plenário.
Fonte: Agência

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28.6.12

Medicamentos genéricos veterinários são aprovados

Câmara aprova permissão para medicamento genérico veterinário


O Plenário aprovou nesta terça-feira (26) o Projeto de Lei 1089/03, que permite o uso de medicamentos genéricos na medicina veterinária e estabelece preferência para eles nas compras governamentais.

O texto aprovado é o substitutivo do Senado, que será enviado para sanção da Presidência da República.



Esse texto define o que é produto veterinário, medicamentos de referência, medicamentos similares e genéricos. Estes últimos podem diferir apenas quanto a tamanho, formato e prazo de validade, por exemplo, mas devem ter a mesma eficiência comprovada (bioequivalência).
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Para ser registrado no Ministério da Agricultura, o genérico veterinário deverá comprovar bioequivalência em relação ao medicamento de referência e atender a requisitos de taxa de excreção, resíduos e período de carência se usado em animais de consumo.

Caberá ao próprio ministério a análise do genérico para confirmação de sua bioequivalência por meio da coleta de amostras.

O projeto altera o Decreto-Lei 467/69, que trata da fiscalização de produtos de uso veterinário. Segundo o texto aprovado, as penas e multas por descumprimento das regras desse decreto serão as da Lei 6.437/77. Essa lei trata de infrações à legislação sanitária e prevê punição mais rígida.

Compras do governo
Nas compras de medicamentos de uso veterinário pelo poder público, o projeto prevê o uso obrigatório das denominações comuns brasileiras (DCB) ou internacionais (DCI). Se o preço for igual, a preferência será para o genérico.

Com o objetivo de incentivar o uso dos genéricos de uso veterinário, o projeto autoriza o governo federal a adotar medidas especiais relacionadas ao registro, à fabricação, ao regime econômico-fiscal e à distribuição.

Um regulamento estabelecerá regras para o registro, o controle de qualidade e as provas de biodisponibilidade, bioequivalência, equivalência terapêutica, taxa de excreção e determinação de resíduos dos genéricos.

Programas de apoio
Segundo a proposta, o Ministério da Agricultura deverá promover programas de apoio ao desenvolvimento técnico-científico de melhorias da qualidade dos produtos de uso veterinário.

Economia
Para o deputado Arthur Lira (PP-AL) – filho do autor do projeto, ex-deputado Benedito de Lira –, a aprovação da matéria trará grande economia com o uso dos medicamentos genéricos.

O deputado João Ananias (PCdoB-CE) também defendeu a aprovação da proposta. "Podemos fazer a analogia dos genéricos para humanos, a economia que trouxe, e a importância de ferir os monopólios", disse.

Para o deputado César Halum (PSD-TO), os medicamentos genéricos poderão provocar queda dos preços dos produtos de origem animal. "O Brasil melhora a sua competitividade ao diminuir o preço dos produtos animais no mercado internacional. Também será possível reduzir o preço para o consumidor brasileiro", disse o deputado, que é veterinário e foi um dos autores do pedido para que o projeto fosse votado em Plenário.

Halum destacou, ainda, a importância de obrigar o governo a dar preferência para esses produtos nas compras públicas. "O governo compra muito, e isso cria confiança na população. No começo dos genéricos humanos, muita gente temia que eles fossem um produto inferior, e isso vai ajudar a quebrar essa barreira", disse. Fonte: Agência Câmara de Notícias.
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17.3.12

Dia nacional dos animais - 14 de março

14 de março: Dia Nacional dos Animais e da Poesia

Pra quem tem ou já teve um animal em casa, não fica difícil associar animais e poesia. Os animais constantemente nos proporcionam experiências que vão além da lógica e da compreensão racional. Quem já trocou um olhar profundo com seu cão ou gato sabe do que estamos falando.



É claro que esses dois dias não caem na mesma data propositalmente, mas é interessante ver o que uma coincidência pode nos fazer pensar. A poesia é uma das formas últimas de expressão da beleza e da criatividade humana, onde em palavras é possível dar forma a sentimentos e emoções, dos tipos mais profundos e singelos.

Da mesma forma, quem tem o prazer de conviver próximo a um animal, seja ele doméstico ou silvestre, seja em casa ou de relance em uma praia ou mata, parece poder viver o que os poetas mais audaciosos tentam transpor em suas linhas. Os animais são a expressão da vida em suas múltiplas formas, são beleza e, também, preocupação.

Hoje é um dia em que devemos ir além do subjetivismo, devemos usar esta data para refletir sobre o estado em que estão todos os animais, em todo o mundo, e o quanto disso pode-se controlar ou reverter. Existem estimativas, por exemplo, de que para cada cachorro dentro de casa, existe outro na rua. Existem outras tão alarmantes, como é o caso da enorme quantidade de anfíbios em extinção, mamíferos de pequeno e grande porte que estão desaparecendo, aves que são apenas encontradas em criadouros e peixes, como o atum, que estão com seus dias contados.

Cuidar dos animais ( ver saúde animal) é cuidar da natureza, um não existe sem o outro. Em tempos de debates sobre o código florestal, ocupação de hidroelétricas, além da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável que se aproxima, se faz necessário lembrar à sociedade de que somos uma forma de vida, entre milhares de outras que dividem este mesmo planeta conosco. Todos têm sua importância e seu direito à Vida.

Novos compromissos políticos são necessários para garantir um verdadeiro sentido de sustentabilidade, onde todas as formas de vida têm seu espaço e seu papel. O Instituto MAPAA – Meio Ambiente e Proteção Animal defende esta posição e está à disposição para somar forças pelos animais, pelo meio ambiente, pela vida.

Mikael Peric de Freitas
Diretor de Meio Ambiente – Instituto MAPAA

https://www.facebook.com/InstitutoMAPAA
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25.8.11

Ultracão: Revista da Ultrafarma para a saúde do seu cão

Sempre me pergunto o porquê de eu nunca ter escrito artigos sobre saúde animal, já que gosto tanto dos bichinhos.

E acaba de surgir a primeira oportunidade. Vou escrever sobre a Revista Ultracão da Ultrafarma, que trata da saúde animal. Acho que a Ultracão é a primeira revista no segmento. A Ultracão já está na 2º edição e a raça Pug é o destaque da vez.


Revista Ultracão da Ultrafarma
A Ultrafarma começará a distribuir ainda no mês de agosto a 2ª edição da revista "Ultracão", que traz em seu conteúdo novidades, produtos e cuidados para seu pet.

Neste mês, o leitor irá se apaixonar pela raça Pug, a companhia ideal para quem adora compartilhar carinho e atenção. Além disso, os adoradores de animais poderão conferir as histórias de sucesso da promoção “Vida de Cão”, que está atraindo cada vez mais a atenção dos leitores dispostos a dividir as alegrias diárias junto com seu fiel e melhor amigo.

De acordo com o presidente da Ultrafarma, Sidney Oliveira: “A revista vem encantando o cliente desde a sua criação. O público que é fiel à Ultrafarma agora tem a opção de conhecer e interagir com outro universo.

Atribuo tamanho sucesso graças ao conteúdo editorial sério, preparado com todo carinho”, além dos personagens que são apaixonantes, afirma. Ao receber a sua “UltraCão”, você ainda leva um lindo imã de presente com a raça do mês para colecionar.

Divida a história do seu cachorrinho com a Ultracão. Os melhores textos serão capa das próximas edições e ganharão brindes especiais. Acesse www.ultracao.net aqui e participe! Leia  mais artigos sobre Saúde Animal.
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20.8.10

Vacina contra raiva foi suspensa em São Paulo

A campanha de vacinação contra raiva foi suspensa em São Paulo depois que alguns cães e gato tiveram mal estar, desde uma simples falta de apetite até complicações graves como hemorragias. A maioria das ocorrências (mais de 800) foram em São Paulo e Guarulhos no Estado de São Paulo. Uma morte foi confimada em decorrência da vacina contra raiva.

Leia também: Brasileiro foi curado da raiva humana

O conteúdo do www.saudecomciencia.com é informativo e educativo. Não exclui consulta com profissional habilitado.
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1.4.10

Teobromina do chocolate, propriedades

A teobromina está presente no cacau (Theobroma cacao) e, consequentemente, no chocolate, sobretudo no chocolate amargo e meio amargo. Notem que até no nome do cacaueiro tem o nome "teobromina" - Theobroma.

Teobromina do chocolate, propriedades e benefícios


Teobromina do chocolate, propriedades
Teobromina do chocolate, propriedades / cacau-foto/flickr

Quem come "pequenas porções" de chocolate amargo ou meio amargo por dia pode se beneficiar da teobromina nos seguintes comprometimentos:
  • regimes para emagrecer (pelas propriedades diuréticas a teobromina emagrece)
  • hipertensão, ou seja a teobromina 'baixa a pressão arterial', por relaxar as artérias.
  • edemas (acúmulo de líquido no organismo)
  • 'dores no peito' (angina pectoris)
  • problemas circulatórios
  • preventivo da pré-eclâmpsia em gestantes

ATENÇÃO! Teobromina é tóxica para CÃES





Devido à presença de teobromina no chocolate, o mesmo não deve ser dado a cães, pois a teobromina é uma substância tóxica para os cachorros.

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