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Da Anvisa: Farinha sem ferro para quem tem restrição alimentar

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Farinhas de trigo e de milho poderão ser vendidas sem adição de ferro para pessoas com restrição de ingestão do mineral.

As farinhas de milho e de trigo poderão ser comercializadas no Brasil sem a adição de ferro. O objetivo é atender as pessoas que têm restrição de ingestão do ferro e não podem ingerir este nutriente em excesso.

Para permitir a mudança, a Anvisa criou uma nova categoria no regulamento técnico de alimentos para fins especiais. A nova categoria deverá trazer em seu rótulo a expressão “para dietas com restrição de ferro” e os produtos utilizaram farinha que não teve adição de ferro de forma artificial.

Adição de ferro e ácido fólico
No Brasil, a adição de ácido fólico e ferro nas farinhas de milho e de trigo é adotada como política de saúde para prevenir a carência desses dois nutrientes. O ferro é adicionado para prevenir a anemia ferropriva, que é o tipo de anemia provocado pela carência de ferro e que representa a maior parte das anemias.

Já o ácido fólico, é incluíd…

Da Anvisa: Regra para ácido fólico em farinhas é atualizada

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Anvisa implantou novas regras para adição de ferro e ácido fólico em farinhas de trigo e milho. Fabricantes tem 24 meses para se adequarem às exigências.

Os requisitos para o enriquecimento de farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico foram atualizados. A Anvisa publicou, nesta segunda-feira (17/4), a Resolução RDC n° 150 de 2017. A norma atualiza a RDC n° 344, de 2002, que trata deste tema. O ácido fólico auxilia no combate à anemia e má formação de bebês durante a gestação.


O regulamento baseia-se nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e prevê quantidades mínimas de ferro e ácido fólico para cada uma das farinhas. Pelas novas regras, os fabricantes estão obrigados a enriquecer as farinhas de trigo e de milho com 4 a 9 mg de ferro para cada 100g de produto e com 140 a 220 µg de ácido fólico também para cada 100g de farinha.

Leia também:  Ácido fólico previne Alzheimer Excesso ácido fólico e o câncer
Além disso, também foram alteradas as listas de compostos de f…

70 alimentos para o sangue funcionar bem

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No dia da alimentação (16 de outubro) vou ressaltar a importância do sangue e de como seu funcionamento perfeito nos faz estar nutridos e esbanjando saúde. Para isso, vou apresentar os 70 alimentos para o sangue funcionar bem.

O hematologista e hemoterapeuta, André Albiero, diretor da Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), explica que a formação do sangue humano depende de três substratos obtidos pela alimentação, o ferro, o ácido fólico e a vitamina B12, que são fundamentais para o bom funcionamento deste "líquido" precioso no organismo, o sangue.


Ainda de acordo com o diretor da Colsan, as anemias carenciais, causadas pela deficiência de um ou mais nutrientes essenciais para a produção de glóbulos vermelhos, podem ser evitadas com a alimentação saudável. Porém, algumas pessoas são portadoras de uma deficiência congênita da enzima, denominada G6PD. “Esse grupo de pessoas não podem comer fava (tipo de vagem), pois correm o risco de ter uma hemólise, uma rotura…

Farinhas de milho enriquecidas com ferro e ácido fólico

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Reforce sua alimentação e sua saúde consumindo alimentos fortificados. Esses produtos são aqueles que recebem a adição de algum nutriente, como ferro, vitaminas, ômega 3,
cálcio, fibras e ácido fólico, por exemplo. Essa adição ajuda a reforçar o valor nutritivo do alimento e ainda previne a deficiência desses elementos importantes para a saúde.



As farinhas de milho enriquecidas com ferro e ácido fólico, por exemplo, são um excelente exemplo de alimentos fortificados, cujo consumo deve ser incentivado por todos nós. Isso porque toda a farinha de milho produzida pelas empresas que integram a Associação Brasileira da Indústria do Milho (Abimilho) são obrigatoriamente fortificadas com ácido fólico e ferro.


O primeiro produto é importante principalmente para a mulher que pretende ou está em vias de engravidar, porque ajuda na formação do tubo neural do bebê – e a deficiência desse nutriente pode levar a problemas de formação do feto ou até mesmo à anencefalia.

Já o ferro também é impor…

Ácido fólico previne Alzheimer

Uma alimentação rica em ácido fólico reduz o risco da doença de Alzheimer de acordo com um  estudo publicado no Jornal da Associação de Alzheimer.


Adultos que consomem pelo menos a recomendação dietética de 400 microgramas de ácido fólico por dia reduz em mais de 50% o risco da doença de Alzheimer. 



O ácido fólico, uma forma sintética de folato, que é uma vitamina do complexo B (vitamina B9) é necessário para a síntese de várias substâncias no sistema nervoso como: neurotransmissores, mielina e fosfatidilcolina. 

Os alimentos (fontes de) ricos em ácido fólico são: 
folhas verdes escuras (brócolis e espinafre, principalmente), broto de feijão (moyashi)cogumelos,frutas cítricas, grãos integrais, gema de ovo,ervilhas, banana, feijõesAlimentos enriquecidos com o ácido fólico.Os níveis adequados de ingestão de ácido fólico reduzem também a homocisteína. A homocisteína elevada acontece quando uma pessoa está deficiente de ácido fólico ou vitamina B12, e é um fator de risco para ataques cardíaco…

Excesso ácido fólico e o câncer

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Grãos e cereais têm sido fortificados com ácido fólico desde 1998 nos Estados Unidos, como parte de um esforço para reduzir a incidência de defeitos de nascença no tubo neural em bebês. 

Porém, um novo estudo levantou preocupações de segurança, relacionando grandes doses desta vitamina do complexo B a altas taxas de câncer, especialmente de pulmão.



O estudo foi conduzido na Noruega, onde os alimentos não são fortificados com ácido fólico (vitamina B9), tornando possível comparar resultados entre pacientes tratados com suplementos e um grupo que recebeu placebos.

Pesquisadores acompanharam 6.261 pacientes com doença cardíaca isquêmica, que haviam participado de dois experimentos clínicos aleatórios montados para avaliar se o tratamento de redução de homocisteína com ácido fólico e vitamina B12 reduzia a chance de doenças cardíacas. Os experimentos começaram em 1998 e terminaram em 2004 e 2005.


O estudo mais recente, publicado na edição de 18 de novembro no Journal of the Am…