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Álcool, "droga" legal e invisível - por Prof. Dr. Guilherme Messas

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O principal problema de saúde no Brasil ligado a alguma droga de uso recreativo é o álcool. Há muita discussão sobre drogas ilícitas e sua legalização ou ainda sobre a violência ligada ao tráfico, que são questões importantes, é claro, mas o grande problema de saúde pública é o álcool porque pode ser comprado em qualquer lugar e em toda festa as pessoas bebem.

Por isso, é necessário ter uma política de saúde pública sobre o tema. De acordo com o Prof. Dr. Guilherme Messas*, Psiquiatra especialista em Álcool e Drogas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo:

"Cabe alertar que, quando se fala em álcool, pensa-se geralmente em uma pessoa com algo grave que está desenvolvendo cirrose, não consegue trabalhar e está bebendo o tempo inteiro. Essa é a ponta do iceberg. O grande problema do álcool, porém, não está nessas pessoas que, lamentavelmente sofrem muito, mas são somente uma das partes da questão."

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Ai…

Bebidas alcoólicas elevam risco de câncer

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Estudo mostra como consumo de álcool eleva risco de câncer

Uma pesquisa publicada na revista "Nature" nesta quarta-feira (3) mostra, com testes em cobaias, como as bebidas alcoólicas aumentam o risco de câncer.

Os cientistas demonstraram que um subproduto da bebida alcoólica, o acetaldeído, provoca danos permanentes ao DNA de células-tronco no sangue.


O que se sabia sobre a relação bebidas alcoólicas e câncer
O risco aumentado do consumo de álcool para o câncer já era conhecido. O Inca (Instituto Nacional do Câncer) relaciona o consumo com maior chance de câncer de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado, intestino (cólon e reto) e mama (pré e pós-menopausa).



O que o estudo trouxe de novo sobre álcool e câncer
A diferença com a pesquisa agora é que esse risco de desenvolver o câncer foi analisado com detalhes no metabolismo de cobaias -- um avanço em relação a estudos populacionais que chamam a atenção para a relação entre álcool e câncer, mas não explicam como exata…

Regulamentar Marketing do Álcool pode ajudar a reduzir consumo e seus danos

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Os países podem melhorar a saúde pública regulando o marketing do álcool para reduzir seu consumo e danos relacionados. Nesse sentido, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) desenvolveu novos princípios para os países considerarem no desenvolvimento dessas regulamentações.

A nova publicação da OPAS, "Technical note: Background on alcohol marketing regulation and monitoring for the protection of public health", fornece elementos que podem ser usados pelos governos para fortalecer marcos legais e regulatórios que ajudariam a reduzir ou eliminar a exposição ao marketing do álcool.


O marketing de bebidas alcoólicas é bastante difundido nas Américas, com modernas técnicas que vão além de propagandas tradicionais em mídias impressas e eletrônicas e incluem produtos de marca, patrocínio de equipes e eventos esportivos, preços de desconto, mídias sociais e vendas ou suprimentos em estabelecimentos educacionais ou de saúde.

Segundo a publicação da OPAS e da revista científica Ad…

Abstinência ao álcool altera funções cerebrais, diz estudo

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Um estudo desenvolvido pelo Laboratório de Neurobiologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) indica que a abstinência ao álcool altera funções cerebrais aumenta a produção de receptores canabinóides em algumas regiões do cérebro, fato que altera o funcionamento de algumas áreas cerebrais que estão diretamente ligadas à dependência.

Hipótese foi observada em análise dos receptores canabinóides, responsáveis por regular a liberação de neurotransmissores, através da produção de substâncias semelhantes ao THC, componente da maconha.
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- álcool e crack são grandes problemas no país;
- Omega3 Combate o alcoolismo;
- Consumo "leve" de álcool na gravidez pode fazer bem;
- Bebida alcoólica melhora o aprendizado.
O nosso cérebro produz substâncias parecidas com o Tetrahidrocanabinol (THC), principal componente responsável pelos efeitos da maconha. Estas substâncias est…

Consumo moderado de álcool pode aguçar a criatividade

Esta é, de fato, uma boa notícia para as pessoas que estão ansiosas para a chegada do fim de semana: Um pouco de álcool contido no vinho ou na cerveja pode deixá-las mais criativas.

Pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago (UIC) descobriram que o consumo moderado de álcool pode reduzir a capacidade das pessoas a prestar atenção (como qualquer um que já tenha sido embriagado pode atestar), que liberá-los para resolução criativa de problemas tarefas.



Em outras palavras, depois de algumas cervejas você pode não ser capaz de resolver um problema de matemática, mas você pode ser capaz de responder a um enigma.

Cientistas da UIC ofereceram cocktails de vodca cranberry para cada participante, que beberam enquanto assistiam ao filme de animação Ratatouille até que eles tivessem um nível de álcool no sangue de 0,07.

Então tiveram que resolver problemas de matemática e recordar uma série de palavras, o que fizeram moderadamente bem.

A surpresa veio durante a segunda tarefa, quando e…

Brasileiros entram cada vez mais cedo no mundo das drogas

No Dia Mundial de Combate às Drogas, comemorado hoje (26), um dado preocupa autoridades e especialistas no Brasil: o uso de drogas está acontecendo cada vez mais cedo na vida dos brasileiros.

“Esta é a grande preocupação nossa devido à precocidade do acesso ao álcool e às demais drogas, sendo que o que fica mais notório é o abuso, o uso excessivo do álcool, entre menores de 18 anos”, disse à Agência Brasil a psicóloga Leandra Iglesias, diretora da unidade serrana da Associação Brasileira de Alcoolismo e Outras Drogas (Abrad). Ela participou da 14ª Semana Nacional de Prevenção ao Álcool e Outras Drogas, que ocorre na cidade de Petrópolis, na região serrana fluminense.



De acordo com a Abrad, o uso do álcool e do tabaco começa em torno de 12 anos de idade, em média. “Nós costumamos dizer que o álcool e o cigarro, que são as drogas legais, são a porta de entrada para as drogas ilegais”, destacou Leandra Iglesias. “Esta é a nossa preocupação, porque ninguém começa com uma droga pesada”, c…

Álcool e crack estão entre grandes problemas do País, diz ministro

Começou há pouco a audiência pública da Comissão Especial sobre o Consumo de Bebidas Alcoólicas com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. No início de sua fala, o ministro afirmou que o consumo de álcool e de crack estão hoje entre as maiores “feridas sociais” do Brasil.

Padilha se disse preocupado com a escalada do crack no País. De acordo com ele, a droga não aparece apenas nas grandes cidades. Ela já chegou com força aos pequenos centros e até às zonas rurais. “O crack é uma epidemia no Brasil”, disse.

Ainda assim, o ministro considera que o grande vilão da saúde do brasileiro continua sendo o consumo abusivo de álcool. Padilha apresentou dados de um levantamento do ministério que apontam um aumento no uso excessivo de bebidas alcoólicas entre mulheres e jovens. Considera-se como uso abusivo, a partir de cinco doses por semana para homens e quatro doses para mulheres.

Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'

Ômega 3 combate o alcoolismo e o transtorno bipolar

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Há muito que se sabe que os alimentos que contêm Ômega 3 são eficazes em algumas doenças, como para melhorar a qualidade de vida de pacientes cardíacos, com Alzheimer e todo tipo de demência, assim como para preservar a saúde como um todo, devido às suas propriedades benéficas.



Agora, novas evidências sugerem que os ácidos graxos ômega 3 podem combater o abuso do álcool.

Cientistas da Universidade 'Indian School of Medicine' fizeram a descoberta por acaso quando estudavam se o óleo de peixe tinham qualquer benefício para o transtorno bipolar (um tipo de depressão).

O autor principal do estudo, Dr. Alexander Niculescu descobriu que o Ômega3, que é o ingrediente principal do óleo de peixe, e encontrado em sardinhas, salmão e óleo de linhaça, 'normaliza' o comportamento de camundongos com a doença.

"Eles não estão deprimidos e, quando submetidos ao estresse não se tornam maníacos", disse o Dr. Niculescu.

No entanto, um resultado inesperado da pesquisa foi que o …