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Abstinência ao álcool altera funções cerebrais, diz estudo

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Um estudo desenvolvido pelo Laboratório de Neurobiologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) indica que a abstinência ao álcool altera funções cerebrais aumenta a produção de receptores canabinóides em algumas regiões do cérebro, fato que altera o funcionamento de algumas áreas cerebrais que estão diretamente ligadas à dependência.

Hipótese foi observada em análise dos receptores canabinóides, responsáveis por regular a liberação de neurotransmissores, através da produção de substâncias semelhantes ao THC, componente da maconha.
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O nosso cérebro produz substâncias parecidas com o Tetrahidrocanabinol (THC), principal componente responsável pelos efeitos da maconha. Estas substâncias est…

Fumar crack eleva em 50% a morte de neurônios

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Um estudo da USP mostra que o aquecimento de dois componentes que formam o crack, o Aeme (éster metilecgonidina) e a cocaína, aumenta em 50% a morte de neurônios em usuários, quando comparado ao consumo isolado das duas substâncias. As informações são da Agência Brasil.

O crack é produzido a partir da mistura da pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água, sendo que o Aeme é um produto da queima, ocorrida quando o usuário fuma a pedra de crack, explica a professora do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Tania Marcourakis, responsável pela pesquisa.


Segundo a pesquisadora, o objetivo do estudo era conhecer melhor o Aeme, que é usado no meio médico como marcador biológico do uso do crack. Ela explica que a presença do éster metilecgonidina em um organismo permite, por exemplo, deduzir a causa de uma morte pelo uso da droga.

"A nossa pergunta foi: será que essa substância é só um marcador biológico ou ela também é at…

"Human Brain":Cérebro artificial Humano realidade em 12 anos

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Não se trata apenas de ficção científica porque a notícia vem de um estudo realizado por cientistas suíços e alemães que anunciaram a capacidade de desenvolver um verdadeiro cérebro artificial em uma década, cerca de uma dezena, segundo estimativas.

O projeto é chamado o "Human Brain" ("Cérebro Humano") e o objetivo é reproduzir o cérebro humano artificial em 12 anos. Os neurocientistas já estão trabalhando no programa Human Brain, na esperança de convencer os doadores a apoiar a investigação e dar um forte impulso por excesso de velocidade.


Estou confiante na possibilidade de construir um cérebro humano, dentro de dez anos, considerando o que já sabemos e o que as pesquisas mais recentes revelam.

Se o resultado for positivo os médicos serão capazes de tratar milhões de pessoas que sofrem de disfunção cerebral. Mas o caminho ainda é longo vamos esperar.

Fonte: Agi.Salute

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Proteína apaga lembranças tristes

Lembranças dolorosas podem ser apagadas.

Uma proteína, normalmente presente em uma zona precisa do nosso cérebro, a amígdala é responsável - em parte - pelas más recordações.



De acordo com pesquisadores dos EUA, ao retirar essa proteína dos neurônios, seriam enfraqueceidos os laços com as memórias(lembranças) tristes, eliminando até mesmo a emoção causada pelo momento.

Os cientistas estão procurando, agora as drogas que são capazes de implementar esse mecanismo de ação sobre as lembranças tristes.

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