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Imagens do cérebro revelam por que o vício em cocaína é tão difícil de tratar

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Pessoas viciadas em cocaína geralmente acham que a droga é muito menos agradável após anos de uso, mas ainda assim elas têm grande dificuldade em abandonar. Um novo estudo de imagens do cérebro mostra as prováveis razões para isso e também porque a terapia baseada em extinção total da droga pode não ser eficaz para usuários de cocaína.


O estudo, liderado por pesquisadores da Icahn School of Medicine no Monte Sinai, em Nova York, descobriu que, em pessoas que usam cocaína por muito tempo há comprometimento global no córtex pré-frontal ventromedial (VMPFC), uma área do cérebro que está ligada aos impulsos e ao autocontrole.

"Os dados do estudo sugerem que será difícil para esses usuários de cocaína desaprenderem o que que a sensação já foi uma experiência positiva, e agora não é mais."

"Existe um forte impulso para realizar a terapia baseada na extinção no vício, mas nossos achados destacam as possíveis limitações dessas terapias existentes em sua dependência do VMPFC par…

Ritalina para viciados em cocaína

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Um estudo  sugere que o remédio Ritalina (cloridrato de metilfenidato), pode ajudar a combater o vício em cocaína e melhorar as funções cerebrais de pessoas afetadas pelo vício na droga, ou seja há chances de ser usado o medicamento Ritalina para viciados em cocaína. A medicação em geral é indicada para tratar transtornos de déficit de atenção.

Publicada na edição online da revista científica "Jama Psychiatry" , a pesquisa foi realizada por cientistas americanos da Escola de Medicina Icahn do Hospital Monte Sinai, em Nova York.

O estudo indica que a Ritalina alterou conexões em certas áreas cerebrais que determinam o auto-controle e o desejo em pessoas viciadas em cocaína. A professora de psiquiatria Rita Goldstein ao site do hospital, disse:

"Administrada oralmente, a medicação aumenta a dopamina no cérebro de maneira similar à cocaína, mas sem as propriedades altamente viciantes".
Como foi o estudo com a Ritalina
18 voluntários viciados em cocaína receberam doses d…

Fumar crack é pior que cheirar cocaína pura

Fumar crack – mistura de pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água – é mais danoso aos neurônios do que cheirar cocaína pura.

Ou seja, como já se suspeitava, fumar crack é pior que cocaína.

A conclusão é de um trabalho feito por um grupo de pesquisadores paulistas, liderados por Tania Marcourakis, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), que estuda desde 2007 a ação dessas drogas nas células cerebrais.

Os efeitos negativos do crack se potencializam porque, ao consumi-lo, o indivíduo inala não apenas cocaína, um alcaloide, mas também um éster conhecido como metilecgonidina ou simplesmente Aeme. Há poucas informações a respeito dos efeitos do éster, que é produzido quando a cocaína é queimada em alta temperatura e pode causar, como sugere o estudo, a morte de neurônios.

A pesquisa foi realizada em cultura de células do hipocampo de ratos expostas a diferentes concentrações do éster e do alcaloide, isolados e em combinação. O hipocampo está envolvido…