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Fumar crack eleva em 50% a morte de neurônios

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Um estudo da USP mostra que o aquecimento de dois componentes que formam o crack, o Aeme (éster metilecgonidina) e a cocaína, aumenta em 50% a morte de neurônios em usuários, quando comparado ao consumo isolado das duas substâncias. As informações são da Agência Brasil.

O crack é produzido a partir da mistura da pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água, sendo que o Aeme é um produto da queima, ocorrida quando o usuário fuma a pedra de crack, explica a professora do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Tania Marcourakis, responsável pela pesquisa.


Segundo a pesquisadora, o objetivo do estudo era conhecer melhor o Aeme, que é usado no meio médico como marcador biológico do uso do crack. Ela explica que a presença do éster metilecgonidina em um organismo permite, por exemplo, deduzir a causa de uma morte pelo uso da droga.

"A nossa pergunta foi: será que essa substância é só um marcador biológico ou ela também é at…

Fumar crack é pior que cheirar cocaína pura

Fumar crack – mistura de pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água – é mais danoso aos neurônios do que cheirar cocaína pura.

Ou seja, como já se suspeitava, fumar crack é pior que cocaína.

A conclusão é de um trabalho feito por um grupo de pesquisadores paulistas, liderados por Tania Marcourakis, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), que estuda desde 2007 a ação dessas drogas nas células cerebrais.

Os efeitos negativos do crack se potencializam porque, ao consumi-lo, o indivíduo inala não apenas cocaína, um alcaloide, mas também um éster conhecido como metilecgonidina ou simplesmente Aeme. Há poucas informações a respeito dos efeitos do éster, que é produzido quando a cocaína é queimada em alta temperatura e pode causar, como sugere o estudo, a morte de neurônios.

A pesquisa foi realizada em cultura de células do hipocampo de ratos expostas a diferentes concentrações do éster e do alcaloide, isolados e em combinação. O hipocampo está envolvido…

Álcool e crack estão entre grandes problemas do País, diz ministro

Começou há pouco a audiência pública da Comissão Especial sobre o Consumo de Bebidas Alcoólicas com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. No início de sua fala, o ministro afirmou que o consumo de álcool e de crack estão hoje entre as maiores “feridas sociais” do Brasil.

Padilha se disse preocupado com a escalada do crack no País. De acordo com ele, a droga não aparece apenas nas grandes cidades. Ela já chegou com força aos pequenos centros e até às zonas rurais. “O crack é uma epidemia no Brasil”, disse.

Ainda assim, o ministro considera que o grande vilão da saúde do brasileiro continua sendo o consumo abusivo de álcool. Padilha apresentou dados de um levantamento do ministério que apontam um aumento no uso excessivo de bebidas alcoólicas entre mulheres e jovens. Considera-se como uso abusivo, a partir de cinco doses por semana para homens e quatro doses para mulheres.

Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'