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CAR T-cells: terapia genética no tratamento do câncer

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Primeira terapia genética para tratamento de câncer...

A notícia é ótima e promissora, mas por enquanto está disponível apenas nos EUA, ou melhor, estará a partir de agora, pois acaba de ser aprovada pelo FDA (a Anvisa dos EUA). A técnica é chamada CAR T-cells (CAR = Chimeric antigen receptor) tem resultados promissores.

De acordo com o "The New York Times", a técnica foi testada em centenas de pessoas com câncer. Trata-se de um tratamento personalizado que precisa ser pensado e estudado de forma especial para cada paciente.

O tratamento já foi testado no tratamento da leucemia e com sucesso. Os pacientes com linfomas de células B (um tipo de câncer do sistema imunológico) também poderão ser beneficiados com a nova técnica, segundo matéria de ontem (31) na Nature.


Como é feito o tratamento CAR T-cell para o câncer?
As células T* do paciente são extraídas do sangue e modificadas geneticamente para reconhecer o câncer. A partir daí elas são redesenhadas e modificadas em labora…

Exame de mutação genética: perguntas e respostas

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Uma luz se acendeu na cabeça de muitas mulheres quando a atriz Angelina Jolie trouxe a público o fato de ter realizado exame de mutação genética seguidos de uma mastectomia preventiva, reduzindo de 87% para 5% as chances de vir a ter câncer de mama .

Paralelamente à questão polêmica de retirar ou não as mamas, a população feminina tem demonstrado maior interesse pelo exame de pesquisa de mutação genética. Na opinião de Camila Guindalini, especialista em genética do Centro de Diagnósticos Brasil (que realiza a análise de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2), antes de tudo é importante que as pacientes saibam que esse exame não revela certezas, mas probabilidades.

A seguir, uma entrevista esclarecedora sobre o que é exame de mutação genética:

Exame de mutação genética o que é: perguntas e respostas

O que são o BRCA1 e o BRCA2?
Camila Guindalini: “BRCA1 e BRCA2 são genes conhecidos como supressores de tumor. Em células normais, eles contribuem para a estabilidade do material genético. Quand…

Google Genomics - como funciona

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Há algum tempo o Google vem se engajando em oferecer vários tipos de gadgets na área de saúde. A mais nova delas é o Google Genomics, serviço integrante do portfólio de nuvem que armazena e processa dados genéticos.


Oferecido a hospitais e universidades americanos, o Google Genomics é uma espécie de drive de armazenamento que permite a análise a comparação dos dados genéticos. A ideia do conjunto de soluções – que começaram a ser criados cerca de 19 meses atrás, após consultas a cientistas e pesquisadores de centros como o MIT – é usar big data para acelerar a análise da massiva quantidade de dados genéticos em estudos do tipo.

Leia mais sobre Genética.

Assim, no futuro, médicos poderão utilizar a medicina personalizada – no qual o tratamento varia conforme o perfil genético de cada paciente – de forma mais eficaz. A tecnologia permite mover dados de DNA e processá-los com a mesma tecnologia de banco de dados usada para indexar páginas web.

Google Genomics - como funciona
Cada genoma p…

Clonagem cria célula-tronco humana

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Lembram-se da ovelha Dolly, o primeiro clone a ser criado? O feito, agora, é bem maior... A reportagem é da Reuters.

Depois de mais de 15 anos de fracassos de cientistas de todo o mundo, além de uma fraude, biólogos finalmente criaram a partir de clonagem, células-tronco humanas com a mesma técnica que produziu a ovelha clonada Dolly, em 1996. Os pesquisadores transplantaram material genético de uma célula adulta em um óvulo, cujo próprio DNA havia sido removido.


Do experimento resultaram células-tronco embrionárias humanas, as células aparentemente mágicas que são capazes de se transformar em qualquer uma dos mais de 200 tipos de células do ser humano.

O procedimento, informou nesta quarta-feira a revista Cell, abre uma nova frente para a medicina com células-tronco, que tem sido prejudicada por desafios técnicos, bem como questões éticas.

Até agora, as fontes mais naturais de células-tronco humanas eram embriões humanos, cuja utilização em pesquisa cria dilemas éticos. A técnica di…

Células-tronco de dente de leite

Células-tronco de polpa de dente de leite é a mais nova esperança na obtenção de novas células tronco saudáveis para aplicação na medicina

Células-tronco embrionárias obtidas a partir de uma técnica desenvolvida por pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo, já estão sendo aplicadas em seres humanos.



Os primeiros resultados dos testes, visando à reconstrução do tecido que reveste a córnea, deverão ser anunciados no segundo semestre de 2013.

“Fora do país, há alguns estudos avançados. Porém, eles não chegaram à quantidade de células que a gente consegue obter. O grande achado do nosso trabalho é conseguir quantidades de células suficientes para aplicação em humanos”, destaca o pesquisador do Instituto Butantan Nelson Lizier.

O estudo feito pelos pesquisadores do Laboratório de Genética do instituto levou à criação de uma técnica que permite obter grandes quantidades de células-tronco - capazes de gerar qualquer tecido do corpo humano – a partir do dente de leite. “Essa nova tecno…

Células tronco para tratamento de asma

A terapia com células tronco está sendo testada com sucesso em portadores de asma brônquica.

Pacientes asmáticos que receberam uma injeção de células tronco no pulmão estão produzindo tecido pulmonar livre da doença.



Mais um passo em prol da manutenção da saúde humana, graças ao avanço da genética médica.

Gene do envelhecimento é descoberto

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Um estudo coordenado por Nilesh Samani e Tim Spector, professor do King's College London mostrou que existe dois tipos de envelhecimento. O cronológico e o biológico.

E que o envelhecimento biológico é o maior responsável por doenças como câncer, por exemplo, mais comuns em pessoas com mais de 60 anos.

A pesquisa do gene do envelhecimento, chamado de gene Terc, foi feita por indução de mutações genéticas e publicada na Nature Genetics sugere que algumas pessoas são programadas geneticamente para envelhecer mais rapidamente que outras.

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Os homens vivem menos, entenda porque

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A afirmação do título acima pode estar próxima de ser entendida, ou melhor explicada. Os homens vivem menos que as mulheres, mas por quê?

A razão para essa diferença de longevidade pode ser atribuída a um gene, um gene presente em espermatozoides e que foi recém descoberto por cientistas japoneses.


O estudo foi realizado com ratos pela Universidade de Agricultura de Tóquio, publicado na revista especializada Human Reproduction, que chegou à conclusão de que o gene está presente tanto nos machos como nas fêmeas dos roedores, mas que só é ativo em machos.

Entenda a pesquisa:

Foram analizados ratos criados com material genético de duas fêmeas.

Os ratos nasceram apenas com material genético de fêmeas e viveram em média 30% a mais que ratos que tinham material genético masculino e feminino.

Os pesquisadores acreditam que as diferenças na longevidade podem ser aplicadas em todos os mamíferos, até no homem.