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O que fazer se eu estiver tendo um infarto sozinho

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Esta é uma pergunta que todos já fizeram a si mesmo em algum dia de suas vidas: "o que fazer se eu estiver tendo um infarto sozinho?"

Ou seja, se eu estiver sozinho em casa e enfartando...

... Primeiro saiba a distinguir um infarte do coração de outros sintomas como um ataque de pânico, por exemplo. Para isso leia: Dor no Peito: causas principais.

Então, se você leu o artigo indicado e acha que está mesmo tendo um infarto do coração e estiver sozinho em casa, faça assim:

O que fazer se eu estiver tendo um infarte sozinho?

1. DURANTE O INFARTO, PARA QUE O RITMO CARDÍACO VOLTE AO NORMAL...
Tente afastar o medo de morrer e concentre-se em respirar da maneira correta e lembre-se que você ainda está vivo. Isso ajuda a controlar o pânico. Então, faça EXATAMENTE ASSIM:

Respire bem fundo e a seguir dê uma tossida igualmente forte.




Vá repetindo isso a cada 2 segundos (conte 1,2 pausadamente), respirando bem fundo e tossindo o mais forte e prolongado que puder, para que o coração bomb…

Dor no peito: Causas principais

O infarto agudo do miocárdio é a principal causa de mortes em todo o mundo e a segunda no Brasil. A incidência em homens abaixo de 40 anos é maior que entre as mulheres.

As dores no peito, porém, podem ter diferentes origens: no sistema cardiovascular (infarto), digestivo (refluxo, gases, gastrite ou úlcera) ou respiratório (embolia pulmonar).

Também podem apresentar causas musculares ou fundo psicológico/psiquiátrico (transtorno de ansiedade ou síndrome do pânico).

Por isso, é importante não confundir esses sintomas e, na dúvida, sempre procurar um médico. Essa foi a principal recomendação do cardiologista Roberto Kalil e do cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, ambos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Um mal súbito pode ser muito grave também em pessoas jovens, segundo Kalil. E a diferença entre a vida e a morte depende de socorro imediato, razão pela qual é sempre bom ter em mente o número do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu): 192.

Segundo estudos american…

Sibutramina venda proibida na Europa

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A sibutramina, o remédio para emagrecer mais vendido no mundo - inclusive no Brasil - tem venda proibida na Europa.

Segundo estudos do SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) apontou que o uso de sibutramina aumentou em 16% o risco de infartos, derrames (AVC) e paradas cardíacas. Sendo assim, a EMA – European Medicine Agency, proibiu a prescrição e venda de sibutramina em toda a Europa.

Já o FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, recomendou que se inclua novas contraindicações nas bulas de medicamentos à base de sibutramina.

No Brasil, a Anvisa recomenda que o medicamento sibutramina não seja utilizado nos seguintes casos:

a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;

b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

A Anvisa, por meio da Câmara Técnica de Medi…

Quadril e bumbum grandes protegem as mulheres contra o infarto - O Globo

A seguinte notícia - mulheres de quadril e bumbum largo e coxas grossas têm menos chance de sofrer um infarto - tem agradado as mulheres brasileiras, já que nossa genética tendencia a engordarmos mais nas regiões dos quadris e coxas.

Leia a notícia completa no link :
Quadril e bumbum grandes protegem as mulheres contra o infarto - O Globo

Tiazolidionas(pioglitazona e rosiglitazona)podem dobrar o risco de fraturas em mulheres com diabetes tipo 2

O uso a longo prazo dos medicamentos da classe das glitazonas - pioglitazona (Actos, da Abbot) e rosiglitazona (Avandia, da GlaxoSmithKline) - pode dobrar o risco de fraturas ósseas em mulheres com diabetes tipo 2 de acordo com um estudo publicado no Canadian Medical Association Journal este mês.
Os cientistas já sabiam que as duas tiazolidionas estavam associadas ao risco de fraturas, mas a magnitude do risco não tinha sido avaliada.

O presente estudo mostra que esses agentes dobram o risco de fraturas em mulheres com diabetes tipo 2 as quais já apresentam aumento do mesmo antes de iniciar uma terapia com estes medicamentos, segundo Sonal Singh da Escola de Medicina da Universidade Wake Forest na Carolina do Norte.

O estudo envolveu a revisão de dez triagens clínicas prévias com a participação de 14 mil pacientes. Os pesquisadores concluíram que, para cada 20 mulheres diabéticas com idade de 70 anos, em uso de tiazolidionas por pelo menos um ano, uma delas têm a chance de ter uma fra…