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4 novos medicamentos para o câncer são aprovados

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Aprovada lenalidomida e mais 3 tratamentos para câncer

Novos medicamentos aprovados pela Anvisa ampliam opções para tratar diferentes tipo de câncer. Os fármacos são a lenalidomida, o durvalumabe, o olaratumabe e o netupitanto associado com a palonosetrona.

Os produtos são inéditos no país e ampliam as variedade para o tratamento de diferentes tipos de câncer. Os novos medicamentos para o câncer chegarão ao mercado de acordo com a programação de cada fabricante.

Confira a seguir os novos tratamentos para o câncer aprovados pela Anvisa, indicações e características.

Os novos medicamentos para o câncer

Revlimid® (Lenalidomida)
O medicamento é indicado, em combinação com a dexametasona, para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado que já tenham recebido pelo menos um tratamento anterior. A lenalidomida também é indicada para pacientes com anemia dependente de transfusões decorrentes de síndrome mielodisplásica.

O Revlimid foi registrado na forma de cápsulas …

Lenalidomida: substância é tema de consulta pública pela Anvisa

Anvisa fará Consulta Pública sobre lenalidomida

Cidadãos, entidades sociais e representantes do setor regulado poderão contribuir com a construção da norma que regulamentará o uso da Lenalidomida no Brasil.

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (5/9), a realização de uma Consulta Pública sobre o tema. A proposta inicial da norma será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias.

A lenalidomida é uma nova molécula que possui indicação - em combinação com a dexametasona - para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário/recidivado (MMRR) que receberam ao menos um esquema prévio de tratamento.

A formulação é indicada para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusões recorrentes decorrente de síndrome mielodisplásica (SMD) de risco baixo ou intermediário-1, associada à anormalidade citogenética de deleção 5q, com ou sem anormalidades citogenéticas adicionais.

Lenalidomida X Talidomida
Por ser similar à talidomida, um conhecido …

Mieloma múltiplo: fatores de risco da doença que pode ser confundida com osteoporose

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Conheça as possíveis causas que podem aumentar o risco de ocorrência do câncer que é facilmente confundido com a osteoporose.

O mieloma múltiplo é um tipo raro de câncer de sangue, que atualmente atinge 30 mil pessoas no Brasil e 700 mil no mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), apesar de não ter uma causa pré-estabelecida, a doença pode acometer pessoas que fazem parte de um grupo de fatores de risco.


Mieloma múltiplo: fatores de risco
O mieloma múltiplo não apresenta apenas um único fator de risco, mas sim uma combinação de questões genéticas e do ambiente onde a pessoa está inserida. “Ter um fator de risco ou até mesmo uma associação de vários deles não significa que a pessoa vá desenvolver a doença, do mesmo modo que uma pessoa que não tem nenhum fator também pode ter o câncer”, afirma Angelo Maiolino, diretor da ABHH.


Leia também: Mitos sobre o câncer.


Segundo Maiolino, algumas características do mieloma múltiplo são:

- Ida…

Medicamento Lenalidomida é cobrado por pacientes com câncer

Portadores de mieloma múltiplo, tipo de câncer que ataca a medula óssea, cobram da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a liberação da entrada do medicamento lenalidomida no país.



A Fundação Internacional de Mieloma da América Latina (IMF, em inglês), entidade que representa os doentes em 108 países, entregou à agência reguladora abaixo-assinado com 22 mil assinaturas de pacientes e parentes que reivindicam o registro imediato do remédio no Brasil.

A lenalidomida indicada para os pacientes que já não respondem aos remédios comuns usados no combate a esse tipo de câncer, ou abandonam o tratamento por causa dos efeitos colaterais provocados pela talidomida, outra substância utilizada para tratar a doença, entre eles, formigamento nas mãos e nos pés, informou a presidente da IMF na América Latina, Christine Battistini.

A lenalidomida faz parte de um mesmo grupo da talidomida.
- Sabemos que não é para todo paciente, mas muitos precisam. Esperamos que haja bom senso da Anvisa,…