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Novas opções de moradia para idosos

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O envelhecimento populacional requer novas opções de moradias...

Você torce o nariz quando pensa ou alguém fala as palavras "asilo" ou "moradia para idosos"? Está na hora de mudar essa atitude.


Com a longevidade aumentando cada vez mais, se faz necessário mais cuidados com os idosos e nem todo mundo tem como abrigar seus entes queridos em casa. Falta estrutura (silêncio, casa adaptada, pessoal para cuidar da pessoa, atenção 24h, etc.).

Por isso, morar em um lar em que haja tudo isso nem sempre significa abandonar um ser amado, muito pelo contrário. Nesses lugares, não só a expectativa como também a qualidade de vida dessas pessoas pode ser muito melhor.



Mas, por favor, não deixe de visitá-los, nem de levá-los para casa aos finais de semana e confraternizações (quando for possível) e para passear. Leia a matéria: O envelhecimento demanda novas opções de moradias.

>> Leia também: Músicas negativas sobre a velhice prejudicam os idosos

Hipotálamo controla o envelhecimento

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O hipotálamo é uma estrutura do tamanho de uma amêndoa localizado no interior do cérebro e é conhecido por ter um papel muito determinante no crescimento, desenvolvimento, reprodução e metabolismo. Mas agora se suspeita que o hipotálamo controla o envelhecimento.


Cientistas do Albert Einstein College of Medicine, nos EUA, descobriram que a região do cérebro conhecida como hipotálamo controla o envelhecimento em todo o corpo.

A descoberta de um caminho específico de sinalização relacionado ao envelhecimento abre novas estratégias para combater as doenças da velhice e prolongamento da vida. O estudo foi publicado na revista Nature.

O que interessa a nós, efetivamente:

As pesquisas se concentraram em algumas moléculas fundamentais para a defesa do organismo no combate a infecções e descobriram que com o avanço da idade a quantidade dessas moléculas sofrem mais com alterações e essa mudança faz aumentar inflamações e doenças como diabetes, cardíacas, Alzheimer, etc., doenças comuns em idos…

Os homens vivem menos, entenda porque

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A afirmação do título acima pode estar próxima de ser entendida, ou melhor explicada. Os homens vivem menos que as mulheres, mas por quê?

A razão para essa diferença de longevidade pode ser atribuída a um gene, um gene presente em espermatozoides e que foi recém descoberto por cientistas japoneses.


O estudo foi realizado com ratos pela Universidade de Agricultura de Tóquio, publicado na revista especializada Human Reproduction, que chegou à conclusão de que o gene está presente tanto nos machos como nas fêmeas dos roedores, mas que só é ativo em machos.

Entenda a pesquisa:

Foram analizados ratos criados com material genético de duas fêmeas.

Os ratos nasceram apenas com material genético de fêmeas e viveram em média 30% a mais que ratos que tinham material genético masculino e feminino.

Os pesquisadores acreditam que as diferenças na longevidade podem ser aplicadas em todos os mamíferos, até no homem.

Longevidade Japonesa, 40 mil passam dos 100 anos

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O Globo Repórter dessa sexta-feira 4 de dezembro abordou um dos assuntos que mais interessa aos seres humanos, senão o mais.

O sonho de viver mais. A matéria tratou especificamente da longevidade dos japoneses.... Mais de 40 mil japoneses vivem mais de 100 anos.




Você verá no vídeo abaixo que as mulheres japonesas vivem, em média, 85,5 anos.

A alimentação saudável é um dos fatores que mais contribuem para a expectativa de vida dos japoneses ser tão longa. Os japoneses comem muitos peixes, arroz, algas e pouca gordura saturada.



Via: Globo Vídeos