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Mostrando postagens com o rótulo medicamentos

Spray para Garganta Inflamada com gengibre e própolis: Faça em casa!

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A maioria dos sprays para garganta inflamada com mel, gengibre e própolis (romã e outros ativos) vendidos em farmácias e drogarias são pouco ou nada eficazes, justamente por serem doces demais e terem pouco dos ingredientes que podem aliviar a dor de garganta.






O excesso de mel prejudica tais formulações por servir de "alimento" para as bactérias que estão causando a infecção.


A fórmula caseira de spray para garganta que criei e ensino abaixo é eficiente para aliviar os sintomas e auxiliar na eliminação das bactérias que causam ou pioram o quadro da inflamação da garganta*.

Ressalto que criei a fórmula por ser farmacêutica (Renata Fraia CRF: 23664), o profissional de saúde que desenvolve medicamentos -- embora essa fórmula não seja um medicamento de fato, e sim um "remédio" caseiro. Saliento, ainda, que ela serve para aliviar e tratar sintomas leves de dores de garganta.

*Em casos de febre ou se notar que há pus na garganta, vá ao médico, pois pode ser necessário u…

Como guardar remédios: farmácia em casa

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Saiba como conservar medicamentos em casa — Veja como guardar remédios farmácia em casa!

Os cuidados de como guardar remédios foram o tema central de um seminário virtual realizado pela Anvisa, nesta quinta-feira (16/5), com o titular da Gerência de Avaliação de Tecnologia de Registro de Medicamentos Sintéticos (GRMED), Raphael Sanches.



Um dos principais aspectos abordados no Webinar foi a atenção ao prazo de validade, regra essencial para se obter o resultado esperado do fármaco. Esse cuidado deve ser observado no ato da compra, mas também nas instruções da bula sobre a durabilidade do medicamento após ser aberto.

O gerente da GRMED explicou que esse procedimento é importante porque, quando usado fora da data estabelecida, não há garantia de que o produto faça efeito. De acordo com Raphael Sanches, os estudos sobre a ação dos fármacos se referem apenas ao período indicado na embalagem.

Além de não funcionar fora do prazo determinado, o medicamento vencido pode até fazer mal ao…

Remédios perigosos para idosos

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Conheça os tipos de remédios que podem pôr vida e saúde de idosos em risco

Quando envelhecemos, órgãos como rins e fígado -- os mais atingidos quando tomam-se medicamentos --, já não funcionam muito bem como antes. Assim, alguns tipos de remédios, como os usados para ansiedade e para dormir, os antialérgicos e os antipsicóticos, ao invés de trazerem benefícios, oferecem risco à vida quando usados por idosos.

O perigo foi comprovado por um estudo desenvolvido pela farmacêutica Mariana Gonzaga, no Centro de Pesquisas René Rachou, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a partir de uma pesquisa feita com 1.371 moradores de Bambuí, na região Centro-Oeste de Minas.


Como foi o estudo



Na pesquisa, foram entrevistados 1.635 idosos residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), sendo que 1.158 declararam fazer uso de pelo menos um medicamento. O uso de MPI foi relatado por 30,4% do total de entrevistado, sendo identificados 694 MPI na farmacoterapia desses idosos, com destaque para os b…

Meu remédio sumiu das farmácias. O que faço?

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Pacientes que não encontram o medicamento no mercado podem fazer uma denúncia para a Anvisa...

... Isso porque os fabricantes devem avisar a Agência sempre que houver risco de desabastecimento.

O Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016.

Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados.


Mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto de que precisam.

Isso pode acontecer por alguns motivos, mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado, é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento. Se a resposta não for satisfatória, procure a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.

6 motivos para um medicamento não ser encontrado no mercado
Ainda não existe registro no BrasilO registro foi cancel…

Diclofenaco e ibuprofeno podem ser perigosos ao coração

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Um estudo publicado comandada pelo Hospital Universitário Gentofte, de Copenhague e publicada  pela revista científica European Heart Journal demonstrou que alguns tipos de anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs) podem ser prejudiciais ao coração.

Segundo a pesquisa, estes anti-inflamatórios estão associados ao aumento do risco de parada cardíaca. Os mais perigosos são diclofenaco e ibuprofeno.


Anti-inflamatórios e parada cardíaca
diclofenaco; ibuprofeno; rofecoxib (retirado de circulação desde 2004); celecoxib (que se tornou controlado) e outros estão associados ao aumento do risco de parada cardíaca;naproxeno (o menos prejudicial).
Como foi o estudo que ligou anti-inflamatórios ao coração Pesquisadores analisaram, entre 2001 e 1010 as paradas cardíacas registradas na Dinamarca (fora dos hospitais). Das 28.947 pessoas que sofreram uma parada cardíaca, 3.376 utilizaram algum tipo de anti-inflamatório até 30 dias antes a parada cardíaca ocorrer, ou seja, quase 12% delas.

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Dar remédio de humano a cães e gatos

Medicar os animais domésticos por conta própria com remédios de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito

Ao se deparar com o animal de estimação com algum problema de saúde, muitos donos, ao invés de levar o animal para se consultar com um médico veterinário, preferem usar a própria experiência e por conta própria fazem o uso de medicações humanas, podendo causar danos irreversíveis ao seu cão ou gato.

Muitos medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar nos cães e gatos intoxicação, alergia e até mesmo causar a morte do animal.

"Alguns medicamentos que são fabricados para humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o dono precisa se atentar a dosagem indicada pelo profissional, ou também causará problemas para a saúde do animal.
O indicado para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do animal ou até mesmo causar a morte dele é se…

Cuidado com promessas milagrosas de medicamentos

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Da Anvisa - Medicamentos: cuidado com promessas milagrosas

Os medicamentos não são bens de consumo comuns e sim bens de saúde, por isso, sua propaganda está sujeita a regras específicas. Todos os dias são divulgadas na internet muitas propagandas de produtos para a saúde e medicamentos.

Algumas oferecem medicamentos que só podem ser comprados em farmácias, mediante apresentação de receita médica de controle especial ou anunciam promessas milagrosas sem comprovação.


A Anvisa atua na fiscalização de propagandas de medicamentos, que devem apresentar informações completas, claras e equilibradas e alertando para os riscos inerentes ao seu uso, sem destacar apenas os benefícios do produto.

Propagandas de medicamentos para o público
Para o público em geral, só é permitida a publicidade de medicamentos de venda isenta de prescrição médica, ou seja, propagandas de medicamentos que não possuem tarja vermelha ou preta em suas embalagens.



Os medicamentos que exigem prescrição médica (tarja vermelh…

Desperdício de Medicamentos: gestor do SUS que desperdiçar medicamentos poderá ser preso

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Sistema Único de Saúde (SUS): Projeto estabelece pena de prisão a gestor do SUS que desperdiçar medicamentos

O gestor no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) que desperdiçar medicamentos poderá pegar até dois anos de prisão, determina o Projeto de Lei do Senado (PLS) 209/2018. Do senador Paulo Bauer (PSDB-SC), a proposta tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda a designação de relator.

O senador argumenta na justificativa da proposta que a falta de medicamentos é um problema crônico em todos os estabelecimentos do SUS, "desde o mais remoto posto de saúde até os hospitais de ponta que realizam transplantes". Mas de acordo com Bauer, isso não seria consequência apenas de insuficiências orçamentárias.



"São recorrentes as notícias de descarte de medicamentos por terem vencido seus prazos de validade, sem que tenham sido distribuídos aos pacientes, o que causa sentimento de revolta na sociedade", afirma.
O senador mencionou ainda ca…

ASCO 2018: Roche apresentará novos dados de 19 medicamentos anti câncer

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Estudos de câncer de pulmão e tumores hematológicos serão destaques do evento

A Roche anunciará, durante o Encontro Anual da American Society of Clinical Oncology (ASCO) 2018, análises clínicas de 19 medicamentos anti câncer.

Os estudos demonstram o avanço da medicina no combate à uma das principais doenças do mundo (câncer) e a oportunidade de especialistas de diversos países conhecerem novas formas de diagnóstico e tratamento de tumores malignos. A empresa apresentará 180 resumos sobre 13 tipos de câncer, incluindo dois “late-breakers” e 15 apresentações orais.

Dados de estudos sobre câncer de pulmão
“Entre os novos dados estarão os estudos focados em pulmão e na área de hematologia, que demonstrarão como a abordagem científica da Roche visa buscar e aprimorar soluções para que as pessoas com estes tumores vivam mais e melhor, enquanto a cura ainda não é possível”, afirma Lenio Alvarenga, diretor médico da Roche Farma Brasil. “Estamos ansiosos para compartilhar nosso progresso e co…

Anvisa libera importação de medicamentos

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Após Decisão do TRF 1, Anvisa libera importação de medicamentos

Em cumprimento à decisão Judicial proferida pelo desembargador Souza Prudente, do Tribunal Federal da 1ª Região, a Anvisa comunica a liberação para a empresa Global Gestão em Saúde, em caráter excepcional, das Licenças de Importação dos medicamentos Myozyme, Aldurazyme e Fabrazyme.

Dessa forma, a Global está apta a importar tais medicamentos para fornecê-los ao Ministério da Saúde, mesmo que esteja irregular junto à Anvisa por não possuir a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) para a atividade de importação e distribuição de medicamentos e tampouco a Declaração do Detentor do Registro (DDR) do produtor do qual a empresa, pretensamente, importará os produtos.

A Anvisa vê com preocupação essa decisão que dispensa a empresa de cumprir com as exigências legais para a importação de medicamentos. Apresentar a DDR, por exemplo, está longe de ser mera formalidade ou burocracia. Com este documento, o detentor do registro d…

Novos medicamentos para psoríase

Aprovados pela Anvisa dois novos medicamentos para psoríase

O tratamento para a doença terá mais duas opções de medicamentos para psoríase no mercado brasileiro. confira!

Medicamento para psoríase - Tremfya (guselcumabe)
O guselcumabe, cujo nome comercial é Tremfya, da Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda, é um produto biológico novo indicado para tratamento de adultos com psoríase em placas (lesões secas e com escamas na pele) em estágios de moderado a grave.

O uso do medicamento é indicado para pessoas que são candidatas à terapia sistêmica ou fototerapia.

Medicamento para psoríase - Otezla (apremilaste)
Outro produto que fará parte do rol de opções terapêuticas para a psoríase é o Otezla (apremilaste), da Celgene Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda, um medicamento sintético novo, destinado ao tratamento da psoríase crônica em placas, moderada a grave.

É indicado para pacientes adultos que não responderam, têm contraindicação ou são intolerantes a outras terapias sistêmicas ou fototerapi…

3 medicamentos têm lotes suspensos e interditados

Confira os três medicamentos que tiveram lotes suspensos e interditados

A Anvisa publicou nesta segunda-feira (26/2) a suspensão de dois lotes de medicamentos e a interdição cautelar de um terceiro produto. Todos os casos foram motivados pelos resultados insatisfatórios identificados no controle de qualidade dos produtos.

O Somaflex e o Unasyn tiveram um lote suspenso cada. O genérico Cloridrato de Propranolol sofreu interdição cautelar também em um lote.

Somaflex (diclofenaco sódico) da EMS
Foi determinada a suspensão do lote 917278 do medicamento Somaflex (diclofenaco sódico) 100 mg, comprimido revestido, fabricado pela empresa EMS. Sigma Pharma Ltda. Conforme Laudo de Análise Fiscal emitido pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, o lote 917278, com validade 11/2018, apresentou resultado insatisfatório para a análise de aspecto.

Unasyn (sulbactam sódico + ampicilina sódica) da Wyeth
O medicamento Unasyn, sulbactam sódico + ampicilina sódica, pó para solução injetável, 1,0 G + 2,0 G…

Danos causados por medicamentos são monitorados no Brasil

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Anvisa conta com um sistema de informações que permite detectar situações de risco para pacientes e adotar medidas cautelares

O uso de medicamentos pode causar problemas à saúde, algo que é conhecido tecnicamente como evento ou reação adversa. Embora não seja o efeito esperado em uma terapia, existe a possibilidade do produto não corresponder ao efeito desejado e frustrar as expectativas de profissionais de Saúde e pacientes quanto ao tratamento.

São casos em que o produto tem algum tipo de efeito nocivo não esperado. Podem causar reações leves, mas também há casos em que o resultado leva ao agravamento do estado de saúde da pessoa, prolongamento de períodos de internação e, em situações extremas, até ao óbito do paciente.

O que fazer se uma nova reação adversa surgir? 

Quando situações como essas [que não estão descritas nas bulas] ocorrem, é necessária a avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E a Anvisa deve ser notificada pelo profissional de saúde que perceb…

Medicamentos para doenças raras: Procedimentos especiais de medicamentos para essas doenças entrará em vigor

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Pedidos de anuência de ensaios clínicos ou de registro de novos medicamentos para doenças raras poderão seguir os critérios estabelecidos pela nova normativa

A norma da Anvisa que trata dos procedimentos especiais de registro de novos medicamentos e outros trâmites para medicamentos destinados a doenças raras, a RDC 205/2017, entrará em vigor no próximo dia 27 de fevereiro.


A partir desta data, as solicitações de anuência de ensaios clínicos e de registro para estes produtos podem seguir critérios estabelecidos pela resolução.

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 205/2017 foi publicada em 28 de dezembro de 2017. A norma estabelece procedimento especial para anuência de ensaios clínicos, certificação de boas práticas de fabricação (CBPF) e registro de novos medicamentos para diagnóstico, prevenção ou tratamento de doenças raras.

Peticionamento

A RDC 205/2017 prevê em seu Artigo 5º que no momento do protocolo da petição deve ser informado se a solicitação é referente a medicamento pa…

Dor de cabeça: principal efeito colateral dos medicamentos

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Medicamentos, a priori, servem para curar, mas muitas vezes vêm acompanhados de efeitos colaterais, e um dos mais comuns é a dor de cabeça.

Nesses casos, um analgésico para cefaleia pode até funcionar, mas não combate a origem da dor. Segundo o médico, a única forma de acabar com essa adversidade é com a interrupção do remédio que vem causando o problema.


No caso de o paciente sofrer de enxaqueca, a probabilidade de um remédio para outra doença potencializar a cefaleia é maior. “Um medicamento que não causa tanta dor de cabeça em pessoas sadias pode provocar esse efeito em quem tem enxaqueca, essa é a tendência”, afirma neurologista Fernando Kowacs*.

O médico ainda diz que não existe um componente específico que cause a dor de cabeça. Depende muito do tipo de remédio e dos receptores que são atingidos. Mas atenta que alguns remédios são conhecidos por provocar a cefaleia.

“Um exemplo de medicamentos que podem causar dor de cabeça são os antidepressivos de uma família específica, que s…

Como evitar confusão com nomes de medicamentos?

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Disponível orientação sobre nomes de medicamentos

A Anvisa publicou a Orientação de Serviço 43/2017 que detalha aspectos na RDC 59/2014 que trata deste tema. O assunto foi discutido pela Anvisa durante o ano de 2017 e levou à identificação da necessidade de uma metodologia mais adequada para avaliação do nome comercial escolhido pela empresa.


A Orientação de Serviços traz detalhamentos para melhorar a análise técnica feita pela Anvisa e reduzir o risco nestes casos. O documento é uma referência de apoio técnico ao trabalho das áreas relacionadas da Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos.

No Brasil, os medicamentos podem utilizar o próprio nome do princípio ativo, caso do genéricos, ou nomes comerciais, caso dos produtos similares e de referência.



Erros de medicação
A Lei 6.360/1976 já determinava, em seu art 5º, que os medicamentos não podem ter nomes, designações, rótulos ou embalagens que induzam ao erro. Em 2014, a Anvisa fez uma atualização sobre o tema e publicou a re…

Registrados medicamentos para doença autoimune e câncer

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Novos produtos biológicos vão ajudar pacientes com mieloma, câncer de mama e gástrico. Dois novos biossimilares também foram registrados

A Anvisa publicou no Diário Oficial da União o registro de quatro novos medicamentos. Dentre eles, dois são medicamentos biológicos novos e dois são biossimilares.

O Empliciti (elotuzumabe) é o primeiro da classe dos anticorpos monoclonais IgG1 imunoestimulatórios humanizados. Eles atacam a proteína SLAMF7, altamente presente em células de mieloma (independente de anormalidades citogenéticas), e também em células natural killer (células do sistema imune que matam as células infectadas, as mal formadas e as células tumorais).


A atividade imunoestimulatória deste medicamento biológico em combinação com outras drogas traduz-se em aumento de sobrevida, com duração de resposta prolongada para pacientes previamente tratados que apresentem recorrência ou sejam refratários a tratamentos anteriores para mieloma múltiplo.

Doenças autoimunes
O segundo biológico…

4 novos medicamentos para o câncer são aprovados

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Aprovada lenalidomida e mais 3 tratamentos para câncer

Novos medicamentos aprovados pela Anvisa ampliam opções para tratar diferentes tipo de câncer. Os fármacos são a lenalidomida, o durvalumabe, o olaratumabe e o netupitanto associado com a palonosetrona.

Os produtos são inéditos no país e ampliam as variedade para o tratamento de diferentes tipos de câncer. Os novos medicamentos para o câncer chegarão ao mercado de acordo com a programação de cada fabricante.

Confira a seguir os novos tratamentos para o câncer aprovados pela Anvisa, indicações e características.

Os novos medicamentos para o câncer

Revlimid® (Lenalidomida)
O medicamento é indicado, em combinação com a dexametasona, para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado que já tenham recebido pelo menos um tratamento anterior. A lenalidomida também é indicada para pacientes com anemia dependente de transfusões decorrentes de síndrome mielodisplásica.

O Revlimid foi registrado na forma de cápsulas …