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Mostrando postagens com o rótulo medicamentos para emagrecer

Da Anvisa: Lei que libera anorexígenos é inconstitucional

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Agência lamenta sanção do Projeto de Lei que autoriza a produção, a comercialização e o consumo de medicamentos à base de sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol

A Anvisa lamenta a sanção, por parte do presidente da República em exercício, deputado federal Rodrigo Maia, do Projeto de Lei 2.431/2011, que autoriza a produção, a comercialização e o consumo de medicamentos à base das substâncias anorexígenas sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol. Essa lei, além de inconstitucional, pode representar grave risco para a saúde da população.[Veja o que a Anvisa acha da recente aprovação sem seu crivo: Medicamentos para emagrecer: situação no Brasil e no mundo.]

Legalmente, cabe à Agência a regulação sobre o registro sanitário dessas substâncias, após rigorosa análise técnica sobre sua qualidade, segurança e eficácia. Assim ocorre em países desenvolvidos e significa uma garantia à saúde da população. O Congresso não fez, até porque não é seu papel nem dispõe de capacidade par…

Medicamentos para emagrecer: situação no Brasil e no mundo

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Os anorexígenos são utilizados como coadjuvantes no tratamento de quadros de obesidade e, como qualquer medicamento, seu uso, com a indicação de reduzir o apetite, deve ser orientado por um médico.

No caso dos inibidores de apetite, isso é ainda mais importante já que interferem em sistemas importantes do corpo humano.


Qual é a situação da sibutramina e de outros medicamento emagrecedores no Brasil e no mundo? 
Nos parágrafos abaixo esclarecemos quais são as regras para a venda desse tipo de medicamento, quais são os produtos autorizados, e os riscos relacionados a seu uso.

A obesidade é uma doença provocada por vários fatores como hábitos de vida, genética, condições econômicas, contexto cultural, entre outros. Por isso, a orientação dos profissionais é ainda mais importante para que o uso de medicamentos não se torne apenas um paliativo e gere o efeito “sanfona”, que é quando o paciente engorda e emagrece muito ao longo da vida.



Em 2011, a Anvisa retirou do mercado três substâncias in…

Lorcasserina e Anvisa: liberado insumo farmacêutico para obesidade

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Anvisa libera novo insumo farmacêutico para obesidade. Manipulação da Lorcasserina foi aprovada e comercialização liberada no Brasil.

A Anvisa revogou a suspensão [o motivo da suspensão não foi divulgado] do insumo farmacêutico ativo Lorcasserina nesta quinta-feira (19/01).



A Lorcasserina, utilizada no tratamento de obesidade, foi, portanto, liberada em todo o Brasil tanto para a fabricação, importação, comercialização, manipulação quanto para o uso do insumo farmacêutico ativo.

A liberação da Lorcasserina (cloridrato de lorcaserin) condiz com a publicação do registro do Cloridrato de Lorcasserina que é comercializado sob o nome de Belviq.

O registro deste medicamento foi aprovado pela Agência Sanitária em dezembro de 2016 [confira no artigo: Da Anvisa - "medicamento novo": agência registra fármacos para câncer e obesidade], conforme a resolução RE 3.385/16.

#medicamentos

Regras para vender (e comprar) remédios para emagrecer

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RDC reúne regras para venda dos anorexígenos. Resolução traz as Doses Diárias Recomendadas e quantidade máxima de sibutramina por receita...

A Anvisa publicou hoje a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 133/2016 que trata da venda (dispensação) dos medicamentos à base de anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina.

A RDC 133/2016 reúne regras que estavam dispersas em outras normas da Anvisa que tratam de anorexígenos do tipo anfetamínico (anfepramona, mazindol, femproporex e fentermina) e sibutramina, como a RDC 50/2014 e a RDC 58/2007.


O artigo 9º da RDC 50/2014 não foi alterado, logo, permanece vedada a manipulação de fórmulas que contenham as substâncias anfepramona, femproporex e mazindol, com exceção daquelas presentes em medicamentos registrados com prova de eficácia e segurança nos termos do art. 2° desta Resolução.

Atualmente não há registro de nenhum medicamento à base de tais substâncias no Brasil. Desta forma, a comercialização de medicamentos ou fórmulas medicamento…

Liraglutida novo remédio para emagrecer liberado pela Anvisa

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Liraglutida (sob nome comercial Saxenda) é aprovada como tratamento auxiliar para o controle do peso em adultos

A Anvisa aprovou o registro do medicamento Saxenda (liraglutida) para controle crônico de peso, em associação a uma dieta baixa em calorias e aumento de exercício físico. O registro foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29).


A indicação de uso da formulação é para adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) de:

- 30kg/m² ou maior (obeso) ou;
- 27kg/m² ou maior (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, como disglicemia (pré-diabetes e diabetes mellitus tipo 2), hipertensão arterial, dislipidemia ou apneia obstrutiva do sono.

A liraglutida é um agonista do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon 1 humano acilado (GLP-1). O GLP-1 é um regulador fisiológico do apetite e da ingestão de calorias e o seu receptor (GLP-1R) está presente em várias regiões do cérebro envolvidas com a regulação do apetite.

A Agência esclarece …

Remédio para emagrecer sem efeito colateral

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Remédios para emagrecer que não causam eleitos colaterais não existem? Parece que não é bem assim...

...Remédio de emagrecimento OAP- 189 (sem nome comercial ainda) sem efeito colateral pode ser vendida em 2016

A droga, que trabalha imitando o hormônio oxintomodulina (hormônio da saciedade), também poderá ser usada por pessoas que fizeram cirurgia de redução de estômago.

​O remédio com que sonha todo mundo que deseja perder alguns quilos pode estar prestes a chegar ao mercado: um pesquisador inglês desenvolveu uma pílula emagrecedora que praticamente não tem efeitos colaterais — em alguns casos, ele poderia causar náuseas. A droga, que imita o efeito do hormônio relacionado à saciedade, foi comprada por um gigante da indústria farmacêutica e pode estar disponível em três anos.

O inventor do novo medicamento, OAP-189, é Stephen Bloom, especialista em obesidade e professor do Imperial College London. Ele diz que a droga, que trabalha imitando o hormônio oxintomodulina, também poderá ser …

Vacina para emagrecer: JH17 e JH18, à base de somatostatina

Uma das maiores preocupações da humanidade é emagrecer e/ou manter o peso. Sabendo disso não param de surgir novos medicamentos para emagrecer (veja alguns) e novos estudos na área.

Estão para serem lançadas no mercado duas vacinas para emagrecer, ou seja vacinas eficazes para perder peso. As substâncias ainda estão sendo testadas, mas prometem ser grandes aliadas na luta contra a obesidade.


As vacinas JH17 e JH18 para emagrecer tem como base a somatostatina, um hormônio peptídico que inibe a ação do hormônio de crescimento e do fator de crescimento ligado à insulina. Eles têm como característica a aceleração do metabolismo e, consequentemente, a perda de peso.

A vacina produzida com somatostatina modificada leva o corpo a produzir anticorpos contra o a própria somatostatina; eliminando este bloqueio sem interferir nos hormônios de crescimento e ativando o gasto de energia e a perda de peso.

A substância está sendo testada em ratos, e os resultados já apresentaram redução de 10% no p…

Qsymia: remédio para emagrecer recém-lançado

Um novo remédio para emagrecer acaba de ser aprovado nos EUA. A droga contra a obesidade, o remédio Qsymia, antiga Qnexa, da Vivus.

O novo medicamento é uma combinação de dois outros medicamentos no mercado, a “fentermina”, um derivado da anfetamina que reduz o apetite, e o “topiramato”, um antiepiléptico usado para tratar convulsões, que não deve ser tomado por grávidas porque pode causar malformações do feto.



Justamente por conta do risco de defeitos de nascimento, assim como elevada frequência cardíaca, a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) demorou três meses para revisar o plano da Vivus e liberar a droga.

Já a fentermina teve seu uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011, e o topiramato (ou topiramento) é aprovado para uso no Brasil, indicado para casos de enxaqueca e convulsões.

O problema obesidade
Depois de 13 anos sem aprovar nenhum medicamento para emagrecer por causa dos risc…

Anfepramona: usos, efeitos colaterais, nomes comerciais e considerações

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A anfepramona é um remédio para emagrecer dos mais prescritos pelos médicos, leia abaixo todas as informações sobre esse medicamento.

Anfepramona, o que é
A anfepramona também conhecida como dietilpropiona, principalmente na manipulação é anorexígeno por ser um inibidor do apetite. A anfepramona é uma anfetamina.

Anfepramona, usos
A Anfepramona estimula no cérebro o centro da saciedade, por essa razão essa substância diminui o apetite. A anfepramona é indicada, principalmente, em casos onde a dieta e exercícios físicos não estão promovendo o emagrecimento. É também útil em casos de obesidade mórbida.

Anfepramona onde comprar
A anfepramona é vendida em drogarias e farmácias de manipulação, e só com receita médica, a qual ficará retida na farmácia/drogaria. Apenas um médico poderá avaliar se você precisa tomar anfepramona ou outro remédio para emagrecer e só ele poderá lhe receitar.

Anfepramona, quando não usar
Diz a Bula da anfepramona (Hipofagim, Inibex e Dualid) que a anfepramona não deve…

Remédios para emagrecer

Buscar novos remédios para emagrecer, fórmulas milagrosas de regimes, dietas das famosas, chás emagrecedores, enfim, as mulheres (e muitos homens também), recorrem a remédios para emagrecer, ou por dizerem que não têm tempo de se exercitar, ou por preguiça mesmo, ou porque não conseguem fazer dietas de emagrecimento.

Para eles, os medicamentos para emagrecer se tornam saídas rápidas e práticas. Mas será que esses medicamentos não podem, às vezes, ser prejudiciais? As anfetaminas, por exemplo, grupo que engloba os seguintes medicamentos anorexígenos (tiram a fome): femproporex, anfepramona, mazindol, podem causar muitos efeitos colaterais indesejáveis a saber:

" Boca seca, alterações de humor, dor de cabeça, insônia, taquicardia, euforia, falta de ar, hipertensão, irritação, dependência (quanto mais você toma, mais precisa), prisão de ventre, depressão, crises de ansiedade e pânico, como adverte Elisaldo Carlini, do Cebrid." (Texto da Boa Forma)

A Revista Boa Forma preparou u…

Sibutramina venda proibida na Europa

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A sibutramina, o remédio para emagrecer mais vendido no mundo - inclusive no Brasil - tem venda proibida na Europa.

Segundo estudos do SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) apontou que o uso de sibutramina aumentou em 16% o risco de infartos, derrames (AVC) e paradas cardíacas. Sendo assim, a EMA – European Medicine Agency, proibiu a prescrição e venda de sibutramina em toda a Europa.

Já o FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, recomendou que se inclua novas contraindicações nas bulas de medicamentos à base de sibutramina.

No Brasil, a Anvisa recomenda que o medicamento sibutramina não seja utilizado nos seguintes casos:

a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;

b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

A Anvisa, por meio da Câmara Técnica de Medi…

Acomplia, Laboratório suspende medicamento para obesidade

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O laboratório Sanofi-Aventis decidiu suspender temporariamente a comercialização do medicamento Acomplia (rimonabanto), para emagrecer, em todo o mundo. A medida foi tomada depois que a agência reguladora da Europa, a European Medicines Agency (EMEA), recomendou a retirada do medicamento nos países da União Européia.

A agência concluiu que os benefícios do Acomplia, na obesidade, não mais superavam seus riscos. Estudos demonstraram que pacientes que utilizaram o medicamento tiveram aproximadamente o dobro de risco de desenvolver problemas psiquiátricos, como ansiedade e depressão, comparado àqueles que não utilizaram o produto.

O Acomplia (rimonabanto) era comercializado em 18 países da Europa desde junho de 2006. No Brasil, o medicamento possuía registro desde abril de 2007 como auxiliar a dieta e aos exercícios para o tratamento de pacientes obesos ou com sobrepeso com fatores de risco associados. Porém, o medicamento só começou a ser comercializado no país em 2008, após aprovação d…